Teia Digital

PREVISÕES PARA O BRASIL EM 2017 – Por Silvio Persivo

 Use o que for capaz, mas, seja aberto aos conselhos. “Você pode viver repleto de pensamentos positivos e proclamar diariamente todos os seus sonhos mais lindos para o Universo, mas, mesmo assim, com certeza, ele não irá te escutar. Nós só conseguimos conversar com ele através de nossas crenças inconscientes. São elas que precisam ser transformadas para que ele se torne nosso grande parceiro. E isto, meu amigo, só é possível com o uso de Mantras. Com conversa jamais…” (Gilson Chveid Oen).

PREVISÕES PARA O BRASIL EM 2017

Como economista somente acredito em tendências. E os indicadores existentes mostram que 2017 será um ano de transição. Um ano marcado ainda pela busca da reconstrução da economia. Quem entende do assunto sabe que, depois da maior recessão da história brasileira, a retomada do crescimento não é uma coisa fácil, nem deve levar menos de dois ou três anos, se as coisas correrem bem. No entanto, todo brasileiro assim como tem um pé na cozinha também tem um pé na religiosidade e no misticismo. É por tal razão, em busca de mais otimismo, pois, sei que as expectativas influenciam o futuro, que busquei as previsões de alguns “videntes”. É evidente que minha crença nas suas projeções são limitadas, mas, quem garante os limites da mente, da alma, dos corredores misteriosos da vida?

Vou começar pelo Tarot que tem na astróloga Vanessa Friggo um de seus cultivadores. Ela, do Astrocentro, ao ver que o número do ano é 10, explica de acordo com o tarot: “A Roda da Fortuna indica que as mudanças vêm de uma necessidade de ajuste na realidade. É hora de deixar o velho para trás e ir em busca do novo, melhor e mais promissor. A carta da Roda da Fortuna aliada à Estrela indica a busca por um mundo mais verdadeiro, mágico e brilhante, onde as pessoas possam voltar a ter esperança de dias melhores. Um mundo onde possamos ter perspectivas positivas, onde possamos ter confiança no amanhã. A Estrela vem dar a tônica do que a humanidade quer em níveis mais elevados e que se replicam na terra, como esperança de melhoria em todos os sentidos. É como se a própria Terra estivesse pulsando pela libertação do medo.” Isto significa que a mudança será essencial no próximo ano – ou seja, tudo aquilo que estiver acomodado, será “sacudido” e transformado, pois é o que este arcano ensina sobre os ciclos da vida: transformação, morte e renascimento. “Nesse contexto, viveremos situações de início, de transformação, de términos e novos começos. O mais importante é sempre se questionar: onde eu não aproveito as oportunidades, onde estou amarrado pelos limites da acomodação? É nessa área que o ano se fará sentir mais contundente.” Um dos videntes mais conhecidos do Brasil, João Bidu, afirma sobre 2017 que “Um ano regido por Saturno, um planeta que tem relação com o poder, com os políticos, sinal que eles estarão em destaque. Para ter sucesso a pessoa vai ter que trabalhar bastante, vai ter que ralar, focar. Saturno também dá determinação, perseverança, responsabilidade e controle. É um ano muito propício para novos projetos, desde sejam com o pé no chão. É um ano menos audacioso”. Já Márcia Fernandes diz que “Vai ser regido por Saturno, que é um planeta que traz muita responsabilidade, um planeta muito rígido e muito lento. As coisas vão parecer que estarão se arrastando. É ano de mandar marido velho embora, mandar namorado que não presta embora, emprego velho. É ano de iniciar coisas. Haverá o desenvolvimento de um monte de vacina para a cura de várias doenças em 2017”. Quem aparece com uma previsão bombástica é Carlinhos, a quem atribuem a previsão da queda do avião da Chapecoense, que prevê problemas vindos do mar. Segundo ele, o Brasil terá ondas de 4 metros e meio acima do asfalto. Carlinhos afirma também que o mar irá cobrar e se revoltar, que serão ondas muitos altas e serão derrubadas muitas casas e apartamentos, e começará por volta da meia noite e terminará esta tragédia às 01h30.

A NUMEROLOGIA E O MANTRA DE GILSON CHVEID OEN

Segundo o numerólogo Gilson Chveid Oen, o ano de 2017 é composto pelos conteúdos das salas físicas do nosso inconsciente 2, 1 e 7, pois o zero não cria uma sala física e sim uma sala de infinitas virtualidades. A fusão linear destas três salas físicas, criadas pela soma 2 + 1 + 7 = 10 onde 1+ 0 = 1, produz a sala 1, que é a sala do inconsciente humano que afetará globalmente todos os habitantes do nosso planeta em 2017.O campo de energia produzido por ela irá pedir ao universo as seguintes interferências em suas vidas: 1 – Me deixe sozinho, não me ajude em absolutamente nada, não introduza parceiros involuntários em minha vida, pois, eu sou profundamente auto-suficiente e não preciso de ninguém. Que é um pedido absurdamente prejudicial, já que o universo é quem produz, no mínimo, 70% da realidade que cada um de nós vive. 2 – Me faça viver interiormente como se estivesse caçando dentro de uma floresta. 3 – Faça meu metabolismo ficar lento para que eu possa sobreviver a diversos dias de escassez alimentar. 4 – Me torne uma pessoa dominadora e sem jogo de cintura para negociar com habilidade meus projetos existenciais.  5 – Me faça procurar compulsivamente ter várias relações sexuais todos os dias. 6- Abra maravilhosas estradas novas em minha vida. 7 – Me faça encontrar a felicidade na solidão. 8 – me torne um caçador solitário extremamente bem sucedido. 9 – Me torne um guerreiro determinado e corajoso. Que é um excelente pedido para pessoas indecisas e inseguras.10 – Me torne um adorador dos dias de sol. Como se vê são coisas contraditórias: boas e más, dependendo de para quem. Oen cria, todo ano, os mantras que, repetidos, podem ajudar a melhorar a vida. Os gerais deste ano são: “Somos Muito Felizes 2017” e “Travessuras, Gostosuras e Tudo de Bom 2017”. Para ajudá-lo a Criar Um Novo e Excelente Caminho Para Sua Vida o mantra é “Golzanbirever” e para ajudá-lo a Romper Bloqueios Existenciais “Zolvengital” e para ajudá-lo a Pilotar Com Grande Eficiência Sua Vida Material: “Quero Quero”.

 ANTECIPAÇÃO DO FERIADO DO ESTADO

O Governo de Rondônia antecipou, para o dia 2, o feriado de 4 de janeiro (data da instalação do Estado de Rondônia), conforme Decreto nº 21.506, assinado pelo governador em exercício Daniel Pereira, na sexta-feira (23). Como se sabe a criação do estado de Rondônia foi no dia 22 de dezembro de 1981 e instalado no dia 4 de janeiro de 1982. Com o ajuste da agenda as comemorações do ano novo vão se estender por 3 dias (31, 1º e 2), com a retomada das atividades normais da Administração Pública a partir do dia 3 (terça-feira).

 EXPEDIENTE BANCÁRIO

Só lembrando que as agências bancárias, em Rondônia, estão abrindo normalmente, mas, no dia 29/12 (quinta-feira) será o último dia útil do ano para o setor bancário. No dia 30 de dezembro (sexta-feira), as instituições financeiras não abrem para atendimento ao público. As contas de consumo (água, luz, telefone, TV a cabo e carnês que estiverem com vencimento nas datas em que as agências estiverem fechadas, podem ser pagos no primeiro dia útil seguinte aos feriados (02/01/2017), sem a incidência de multa por atraso.

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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