Cidades

Prefeitura fortalece ações de plantio no Viveiro Municipal para tornar Porto Velho uma cidade mais verde e mais sustentável

População pode solicitar doação de mudas mediante cadastro na Secretaria Municipal de Meio Ambiente

O Viveiro Municipal de Porto Velho está localizado em um espaço privilegiado, rodeado pela exuberante vegetação da floresta Amazônica, dentro do Parque Natural Raimundo Paraguassu, zona Norte. É nesse ambiente, onde a natureza se renova a cada dia, através do cuidado com as sementes e o cultivo das mudas que transformam a paisagem da cidade, proporcionando mais qualidade de vida.

Prefeitura está fortalecendo as ações do Viveiro MunicipalPrefeitura está fortalecendo as ações do Viveiro Municipal

“Essas plantas não só embelezam os espaços urbanos e os quintais das casas, mas também desempenham um papel fundamental na recuperação de áreas degradadas, trazendo vida e equilíbrio ao nosso entorno. É nesse espaço que a força da natureza se encontra com o esforço humano, criando um futuro mais verde e sustentável para todos”, destacou o titular da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Sema), Vinícius Miguel.

Nessa perspectiva de uma cidade mais sustentável, arborizada e com mais respeito ao meio ambiente, a Prefeitura está fortalecendo as ações do Viveiro Municipal. A determinação do prefeito Léo Moraes é para que o parque seja mais acessível aos munícipes, tanto da cidade quanto do campo.

“O viveiro está à disposição da população para doação de mudas. Basta a pessoa interessada fazer um cadastro na Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Sema), que são distribuídas até 50 mudas para cada pessoa cadastrada. Venha nos visitar que estamos à disposição”, disse o secretário adjunto da pasta, Renato Muzzolon Júnior.

Mudas têm como foco principal a arborização urbana e a recuperação de áreas degradadasMudas têm como foco principal a arborização urbana e a recuperação de áreas degradadas

As mudas têm como foco principal a arborização urbana e a recuperação de áreas degradadas. No entanto, também são doadas à população para ajudar a melhorar o paisagismo da capital rondoniense, contribuindo com mais sombras e um clima mais agradável.

Na gestão do prefeito Léo Moraes, o objetivo é ampliar a arborização da cidade, tornando-a mais verde, especialmente onde existe o chamado passivo ambiental, bem como reforçar o plantio em parques e nas áreas turísticas também.

MANUTENÇÃO

De acordo com a Sema, a manutenção do viveiro é realizada três vezes ao mês, em qualquer período do ano, para garantir a boa qualidade das mudas. Além da limpeza geral nos canteiros, são realizadas podas das árvores maiores, irrigação nos três setores onde ficam as mudas e a grama é cuidadosamente aparada.

Manutenção do viveiro é realizada três vezes ao mêsManutenção do viveiro é realizada três vezes ao mês

O processo do cultivo das plantas começa com a identificação das matrizes que serão usadas durante o plantio. Após a identificação das sementes, é feita a coleta e elas são colocadas nos germinadores, como se fossem berçários.

Na sequência, as mudas são colocadas nas sacolinhas e disponibilizadas nos canteiros até atingir o tamanho ideal para o plantio em áreas degradadas (reflorestamentos), doação aos munícipes ou para a arborização da cidade, no plantio urbano realizado pela Prefeitura

Ainda durante o preparo, a terra é peneirada e também são utilizados os insumos como adubos, calcário e estercos de galinha, carneiro ou gado, tudo sob orientação técnica. Eles ainda utilizam pó de serra em decomposição, que ajuda no processo de germinação das sementes.

ESPÉCIES

Viveiro conta com cerca de 85 mil mudas de essências variadasViveiro conta com cerca de 85 mil mudas de essências variadas

Sobre as espécies que podem ser encontradas no Viveiro Municipal, a Sema está trabalhando com 50 essências, mas ele já chegou a contabilizar até 70 a 80 espécies de plantas.

Já em relação a quantidade, eles contam com cerca de 85 mil mudas de essências variadas, tanto nativas como arbóreas ou frutíferas.

“A gente pede aos munícipes que precisam de uma árvore para plantar na frente de suas casas, bem como ao pessoal do sítio ou chácaras que venham nos procurar, pois o Viveiro Municipal está a disposição da nossa comunidade”, comentou o secretário titular da Sema, Vinícius Miguel.

SOLICITAÇÃO

São distribuídas até 50 mudas para cada pessoa cadastradaSão distribuídas até 50 mudas para cada pessoa cadastrada

A pessoa interessada em solicitar a doação de mudas, deve fazer um requerimento à Sema, localizada na rua General Osório, nº 81, Centro, apresentar RG, CPF e comprovante de endereço.

Depois de fazer o cadastro, no dia agendado, o munícipe apresenta o requerimento de solicitação no Viveiro Municipal, onde recebe a muda e toda orientação por parte de uma equipe de educação ambiental sobre o cultivo e as espécies mais adequadas.

HORÁRIO

Apesar de estar dentro da área do Parque Natural, o Vieiro Municipal funciona em horário diferenciado, de segunda a sexta-feira, das 9h às 11h e das 14h30 às 16h. Já o horário de funcionamento do parque em si, é de terça a domingo, das 9h às 17h

FONTE: ASSESSORIA COMDECOM –  SMC PREFEITURA MUNICIPAL DA CAPITAL

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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