Cidades

Prefeitura cumpre todas as exigências para construção da nova rodoviária de Porto Velho

Ordem de serviço deverá ser assinada nos próximos dias

Os trabalhos para o início da construção do novo Terminal Rodoviário de Porto Velho entram numa nova fase. Após cumprir uma série de exigências relacionadas aos convênios, projeto e planilhas orçamentárias, o município definiu os próximos passos até a entrega da nova rodoviária da capital. Os trabalhos foram gerenciados pela Secretaria Municipal de Resolução Estratégica de Convênios e Contratos (Semesc).

“Essa é uma das maiores obras que o município de Porto Velho já se debruçou em termos de valores e projetos. Estamos falando de recursos federais e que, por si só, envolvem muita questão burocrática até o início efetivo dos trabalhos”, pontua o prefeito Hildon Chaves. “Mas temos certeza que é uma obra que finalmente começa a sair do papel e se tornar realidade à população que tanto aguardou por isso”.

O valor total da obra envolve duas emendas parlamentares e recursos do MunicípioO valor total da obra envolve duas emendas parlamentares e recursos do MunicípioO valor para a construção da nova rodoviária envolve duas emendas parlamentares da então deputada federal Mariana Carvalho, cerca de R$ 22 milhões, e recursos próprios do município.

O Ministério da Defesa por meio do Programa Calha Norte, fonte dos recursos da emenda, acompanhou e aprovou desde a elaboração do projeto pela Semesc até a planilha orçamentária. “A partir do momento em que o parlamentar indica o recurso, nós temos um longo caminho a percorrer, envolvendo documentos que devem ser apresentados ao ministério e toda uma questão burocrática”, destaca a secretária da Semesc, Rosineide Kempim.

As obras da nova rodoviária vão iniciar com todas as licenças já aprovadas: de construção (Semur) ambiental (Sema), de trânsito (Semtran), combate a incêndio e pânico (Corpo de Bombeiros) e licença junto ao Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit).

CRONOGRAMA

Obras da nova rodoviária vão iniciar com todas as licenças já aprovadasObras da nova rodoviária vão iniciar com todas as licenças já aprovadasNa última semana, a Madecon Engenharia foi a empresa vencedora na concorrência pública amplamente divulgada e que executará a obra. No entanto, os trabalhos, por exigência das regras dos convênios, só devem começar com o terreno limpo, uma vez que a obra será no mesmo local em que funciona o atual terminal.

Ainda em outubro de 2022, o município divulgou o edital de chamamento público para o credenciamento de empresas especializadas no desmonte e demolição completa do atual prédio e a limpeza do terreno que tem cerca de 8.900 metros quadrados.

Para isso, a Prefeitura destinou um local temporário para as locações da rodoviária. Para a acomodação dos serviços vão funcionar no galpão de Feira Livre do Cai N’ água, localizado na rua Rogério Weber. O prazo para a transferência do serviço deve ocorrer em aproximadamente 15 dias dada a necessidade de adequações físicas do espaço.

Após isso, o Ministério da Defesa/Programa Calha Norte autoriza a assinatura da ordem de serviço pelo município. O prazo para que a empresa conclua a obra é de 18 meses e a previsão é entregar a nova rodoviária ainda no ano de 2024.

Principal mudança é que a frente será voltada para a avenida Carlos GomesPrincipal mudança é que a frente será voltada para a avenida Carlos GomesHISTÓRICO

Os esforços do prefeito Hildon Chaves para a construção da nova rodoviária começaram ainda em julho de 2021, quando o Município e o Estado decidiram pela concessão do terminal rodoviário à Prefeitura.

Em dezembro do mesmo ano, ficou decido que a nova rodoviária seria construída no terreno onde hoje funciona o atual terminal, na avenida Governador Jorge Teixeira e que pertence ao município.

No mesmo período, foi apresentado à imprensa o projeto arquitetônico, que prevê a construção de 13 plataformas de embarque e desembarque, 26 boxes e agências para empresas, saguão de espera, sala VIP, praça de alimentação com oito lanchonetes e um restaurante, 11 lojas, banheiros, fraldário e áreas administrativas.

PROJETO

O novo terminal foi pensado para valorizar a estética regional amazônicaO novo terminal foi pensado para valorizar a estética regional amazônicaO Terminal Rodoviário de Porto Velho foi pensado para valorizar a estética regional amazônica. O projeto arquitetônico prevê referências a aspectos naturais de Porto Velho e uma preocupação climática e ambiental para com o novo espaço.

“A principal mudança é que a nova rodoviária será voltada para a avenida Carlos Gomes, preservando as árvores que hoje ficam na atual entrada. Esse local virará uma praça para pedestres. Já no prédio optamos por tons amadeirados, na fachada traçados que remetem as ondas do rio Madeira e no piso interior uma clara menção aos cortes de seringueiras”, explicam Luciana Serbino e Lorenzo Villar, arquitetos envolvidos no projeto arquitetônico.

“A nova rodoviária é um dos primeiros projetos de Porto Velho executado em BIM (Building Information Modeling), onde uma equipe multidisciplinar formada por arquitetos e engenheiros elaboraram ainda no software uma construção 3D da futura edificação. Isso permite que a gente veja as intercorrências que podem ocorrer na obra. Isso traz economicidade e mais desempenho na obra em si. Um projeto totalmente inovador dentro do município”, explica Rosineide Kempim, secretária da Semesc.

FONTE: ASSESSORIA COMDECOM

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: BRASIL É O 8º MERCADO DE MÚSICA GRAVADA DO MUNDO – Por Silvio Persivo

    Com um faturamento de R$ 3,958 bilhões, crescimento de 14,1%, segundo a Pró-Música Brasil, o Brasil se tornou o 8º maior mercado de música gravada do mundo em 2025. Do total do faturamento cerca de R$ 3,4 bilhões vieram do streaming, que aparece como principal motor das receitas do setor.  Neste cenário, a Associação Brasileira da Música Independente (ABMI) amplia sua agenda de conexões comerciais por meio do BMK (Brazil Music Market), um projeto voltado à aproximação de artistas, selos e empresas com profissionais e oportunidades da indústria musical. Em outubro, são previstas ações no Formemus, no Espírito Santo, e, em novembro, na Semana Internacional de Música de São Paulo (SIM São Paulo). Para Talita Cordeiro, diretora-geral da ABMI, o avanço do mercado brasileiro precisa se traduzir em oportunidades concretas para as empresas independentes. A discussão envolve o acesso a novos mercados, a construção de parcerias comerciais e a capacidade de transformar a circulação internacional da música brasileira em negócios sustentáveis. FONTE: COLUNA TEIA DIGITAL –  POR SILVIO PERSIVO

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