Resenha Politica

Pré-candidato Jaime Bagattoli exigirá dele muita firmeza, voz altiva e alguns milhões para tentar levar com alguma possibilidade de sucesso a postulação – Por Robson Oliveira

Ao declarar que é o único bolsonarista raiz de Rondônia, o empresário Jaime Bagattoli, pré-candidato ao Senado pelo PL, imagina que todos os eleitores que sufragarão o atual presidente irão votar automaticamente nele

PAPAGAIADA 

O “Veio da Havan”, além de conhecido nacionalmente pela empresa, também é popularmente reconhecido como “Papagaio” pelos trajes verde e amarelo que sempre veste representando as cores da nossa bandeira, e tem, em Rondônia, uma imitação folclórica nestas eleições: é o candidato a deputado estadual Chico Holanda. Embora ainda não se fantasie de “papagaio”, igual ao “veio da Havan”, Chico adotou o mesmo discurso de um nacionalismo tosco que o “Veio” sempre faz nas aparições públicas. Sem a mesma verve, lógico. Mas com a mesma papagaiada extremada.  

ESTULTICE 

Desde o governo temporário de Daniel Pereira, quando alçou Chico Holanda a supostamente líder empresarial, nomeando-o, inclusive, a funções na Casa Civil, o nosso “Veio” tem se apresentado em nome de um segmento laboral. É uma daquelas pessoas que gravitava anos seguidos no subterrâneo governamental e que rendiam nas rodas políticas algumas menções de estultice em caráter reservado. Daí para se lançar à vida pública foi somente um pinote.  

EXPERTISE 

A postulação do veio Chico a uma cadeira na Assembleia Legislativa não é uma tarefa fácil para quem não possui expertise na área eleitoral, mas a expertise no subterrâneo palaciano, caso obtenha êxito nas urnas, tem tudo para que nos próximos quatro anos lhe rendam boas manchetes. Talvez nem todas alvissareiras.  

OBTUSO 

O discurso extremado e sem conexão ao mundo contemporâneo do nosso dublê de “Veio da Havan”, veiculado nas suas mídias sociais, está bem decorado e igualmente caduco. E quando a gente pensa que as opções para votar não são tão boas aí é que a gente percebe que o que está bem ruim pode piorar ainda mais com o êxito eleitoral de candidato que não sabe o que fala, exceto meia dúzia de impropérios ideologizados. O nosso dublê consegue ser mais veio que o original. E mais obtuso.  

BOQUIROTO 

Ao declarar que é o único bolsonarista raiz de Rondônia, o empresário Jaime Bagattoli, pré-candidato ao Senado pelo PL, imagina que todos os eleitores que sufragarão o atual presidente irão votar automaticamente nele. Lorota. Nem nestas eleições, como não o fizeram nas eleições de 2018, onde a onda bolsonarista arrastou ilustres desconhecidos ao Congresso Nacional. É verdade que nas eleições passadas a onda que também sacudiu as urnas rondonienses tirou do anonimato o empresário vilhenense com uma votação bem expressiva; entretanto, insuficiente para elegê-lo a senador. Na ocasião ele esperneou que teria sido surrupiado, outra lorota, e chegou a ameaçar romper com o coronel Marcos Rocha nas eleições em segundo turno. Rompimento que se confirmou meses após a eleição do coronel. De lá para cá passou a tecer críticas acerbas ao ex-companheiro de chapa.  

DESTEMPERADO 

É possível que consiga mesmo a vaga pelo PL para disputar a vaga senatorial, embora a prole de Bolsonaro já tenha manifestado predileção pela deputada federal Mariana Carvalho para a vaga. Quem conhece Bagattoli garante que é uma pessoa imprevisível e que se destempera por qualquer motivo que não seja aquele da sua vontade.  

VAZIO 

Milionário de estatura mediana e voz estridente, mesmo que Jaime Bagattoli seja homologado pela convenção do PL, para não ser traído pelos pares no decorrer da campanha, exigirá dele muita firmeza, voz altiva e alguns milhões para tentar levar com alguma possibilidade de sucesso a postulação. Exceto a suposta amizade com o presidente, de política o milionário não diz nada com nada que sirva de justificativa para o eleitor alçá-lo ao cobiçado cargo. O discurso vazio no Cone Sul até pode vingar, dificilmente ultrapassa com o mesmo ímpeto daquelas fronteiras. Amém!  

MDB 

Dependendo apenas da vontade do deputado federal Lúcio Mosquini o MDB cairá nos braços do governador Marcos Rocha, apesar das resistências de alguns caciques históricos do partido que têm preferência pelos candidatos de oposição. Não estão claras as bases das negociações entre Mosquini e o inquilino do Palácio, embora em privado haja especulações de toda ordem.  

PREÇO 

A falta de novas lideranças e o recuo de algumas delas levaram Mosquini a transformar a história vitoriosa do MDB de Rondônia numa espécie de sublegenda minúscula. Daquelas que aparecem em eleições e que são anexadas por migalhas. O preço político que o MDB vai pagar ao perder sua identidade nas eleições vindouras não será pequeno e exigirá das lideranças históricas mais uma vez reconstruir o partido. Mosquini não possui uma história de militância na legenda, venceu o primeiro mandato em razão dos cargos que assumiu pelas mãos dos velhos emedebistas no DER. Aliás, quando instados a falar sobre o assunto, os velhos emedebistas dizem que o deputado não sabe sobreviver sem as benesses palacianas.  

CANDIDATOS 

Com o senador Confúcio Moura e o ex-senador Valdir Raupp fora das eleições, conforme a coluna apurou, Lúcio Mosquini ficou à vontade para negociar o apoio do MDB com o governador. O partido está isolado e sem a força de outrora para impor condições boas para coligações na majoritária. Amir Lando, também um militante histórico da legenda, pensa em dar uma sacudida e colocar o nome para a vaga senatorial o que pode ser um empecilho nos planos adesistas de Lúcio Mosquini, mas a salvação da história do partido em Rondônia.  

TUCANOS

Diferente do MDB, o PSDB rondoniense agoniza pela revoada das principais lideranças com mandato, mas José Guedes, ex-prefeito da capital, fundador do partido, lançou a candidatura a governador e mantém viva a agremiação. Há quem diga que não tem chance nem grupo para fazer uma campanha competitiva. Pode ser. No entanto, ele mostra que ainda há militante que faz política por idealismo e em razão disto vai à luta indiferente das opiniões contrárias. Nem o prefeito Hildon Chaves, filiado ao tucanato, pode exigir a desistência de Guedes, visto que optou em filiar a esposa  (Ieda) ao União Brasil e é um dos próceres da campanha de reeleição do governador. Quem conhece Guedes sabe que ele vai infernizar a vida do tucano que tentar impedir sua postulação. Aliás, o partido chegou a ser oferecido ao professor Vinicius Miguel para ser o candidato ao Governo. Vini optou em se filiar ao PSB e deu de ombros aos tucanos ao perceber que era um ninho habitado por serpentário. 

COERÊNCIA

Esta coluna nunca poupou o ex-governador Confúcio Moura (MDB) de críticas todas as vezes que considerou oportunas. Também já fez elogios quando tomou posições coerentes, mesmo contrário a senso comum. Agora, demonstrando liberdade política e compromisso com a verdade, Confúcio Moura assinou o pedido de criação de uma CPI para investigar os fatos supostamentes ilegais no âmbito do MEC. Ele foi o único senador de Rondônia que quer passar a limpo os malfeitos que culminaram com a operação policial. Marcos Rogério (o pit bull governista) e Acir Gugacz (PDT) optaram em não assinar para não contrariar o governo. O curioso é que Acir ainda é filiado ao PDT, um partido supostamente de oposição e crítico ao presidente.  

AGRADECIMENTOS 

Este cabeça-chata agradece ao vereador Aleks Palitot pela homenagem feita pela Câmara Municipal da capital em conceder o título de cidadão honorário de Porto Velho. São homenagens que ninguém esquece e ficamos eternamente gratos.  

RONDONIENSE 

Quem merecidamente recebeu os títulos de rondoniense foram Wilson Dias, Edilson Silva e Marcelo Thomé. Três cidadãos que possuem uma história robusta em nosso estado. Não comparecemos ao evento por motivo de viagem, embora convidado pelos três.  

AUTOR: RÓBSON OLIVEIRA –  COLUNA RESENHA POLITICA

  • A opinião dos colunistas colaboradores são de sua inteira responsabilidade e não reflete necessariamente a posição da Folha Rondoniense

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

COLUNA DO GOMINHO JÚNIOR

COLUNA NOTÍCIAS DA CORTE

COLUNA TEMPO REAL POR GOMES OLIVEIRA

PARCERIA

CLIQUE NA IMAGEM ABAIXO E ACESSE NOSSO APLICATIVO NA NUVEM

Acesse nossa Página do Facebook

Folha Rondoniense is Protected by