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Pra mim a inocência e inviabilidade do afastamento da deputada Ana da 8 é como somar 2+2

felipe veras

Meus caros leitores,

O título do artigo até parece absurdo levando em conta o analfabetismo político de nosso país, tal que não permite separação entre um político e outro pelo erro de alguns colocando todos na mesma vala comum, mas vamos analisar:

Generalização é burra, já dizia Nietsche

Médicos, existem médicos corruptos, assim como também existem os incorruptíveis, o que nos impede de acreditar na existência de tal mitológico ser chamado “Político honesto” pela nossa sociedade? Devemos condenar todos os médicos pelos erros de outrem? Devemos no mínimo dar mérito aos médicos que salvam uma vida, não atribuir isso a um ser divino de existência improvável, pois existem mais provas da existência de um político honesto que a do próprio “Deus”.

Seu raciocínio descontinuado o impede de pensar

Ora bolas, parem para pensar, exercitem seus neurônios, você meu caro amigo, em consideração a você mesmo. Pagávamos em suor bruto o salário de Ana Lucia Dermani, ela foi afastada, outro assumiu o lugar, mas agora pagamos 2 ao envés de um, mesmo assim o mesmo povo que acha que ela deve estar fora concorda com a honestidade de quem assumiu seu lugar?

Bom, para a esmagadora maioria, quem está no lugar dela é farinha do mesmo saco, interessantíssimo é que a vontade de ter alguém na fogueira mesmo que represente ônus a todo cidadão rondoniense é tanta que conseguem ignorar a comprovação da falsidade dos documentos que segundo o próprio tabelião e laudo da polícia federal, nem mesmo a assinatura confere.

“Jamais vendi meu mandato a quem quer que seja. O suposto Termo de Compromisso que foi registrado em cartório é montagem, segundo um laudo da Polícia Federal. O laudo indicou que o documento forjado através de colagem, montagem e decalcagem de assinaturas. Até minha assinatura nesse cartório não confere com a que está neste documento, conforme depoimento do próprio Tabelião”

A partir de tal primícia já podemos confirmar falsa a acusação de venda de mandato já que o documento que comprovava isso sensacionalisou a mídia, deixou uma mancha inapagável e na minha opinião, digna de retratação por cada veículo que divulgou o documento como verídico, levando em conta que mesmo a mídia “manipulada” e comprada de Rondônia deve sim cumprir as leis do jornalismo.

Inviabilidade do julgamento, o TJ não pode destituir ninguém de cargos políticos!

Pelo visto ela está sendo condenada por ser suspeita de coisas que supostamente cometeu, crimes eleitorais devem ser julgados pelo TRE, não pelo TJ, sendo o TJ fora da jurisdição de afastar do cargo público a deputada, já que ele pode julgar crimes eleitorais, alguém pode me responder PRA QUE DIABOS SERVE O TRE SENÃO PARA JULGAR CRIMES ELEITORAIS?! Será só mais um cabide de empregos assim como vejo que é o tribunal de contas? Se os crimes foram cometidos como pessoa física, sim, o TJ deve julgar, mas se sentenças respingam em decisões que cabem ao TRE por se tratarem de ELEIÇÃO, ou estou louco ou o TJ não pode afastar Ana da 8.

Já que o TJ pode estabelecer sentenças cabidas ao TRE, vejam só a fundamentação de um especialista que reitera minhas indagações sobre o TJ julgar crimes eleitorais:

“Entretanto, a admitir-se a tese que ora rejeito, um juiz de primeiro grau poderá destituir do cargo um Ministro do Supremo Tribunal Federal e impor-lhe pena de inabilitação para outra função por até dez anos. Vê-se que se está diante de solução que é incompatível com o sistema.”

Se admitirmos que a sentença é válida, admitimos que qualquer juiz do TJ de Rondônia pode considerar destituição do cargo de Joaquim Barbosa, do Supremo se assim considerar necessário.

A Armação citada por Ana é óbvia e ululante!

Numa pesquisa rápida , pego o primeiro link sobre uma fonte confiável, o “Fantástico”, que não pode se dar ao luxo de errar teses e encontro este link: Clique aqui, se lerem a matéria, em nada remete destaque à deputada (Pra mim ainda é deputada pois é quem merece lá estar), o título da matéria é extremamente pretensioso e de forma óbvia mostra que é feito para atacar a deputada, que não é a figura carimbada da matéria, creio eu que quando o suposto blog/jornal que postou a matéria afirmando que ela vendeu o mandato, cabe a ele PROVAR o que redigiu e conceder direito de resposta se assim solicitado, se necessário deve ser processado por calúnia e difamação, pois só pode afirmar quem tem concretas provas.

CADÊ AS PROVAS?

Para se fazer uma condenação, é necessário que existam provas, se estas foram invalidadas e comprovadas suas inveracidades primordiais, por que a sentença ainda está sendo executada? O TJ deveria se retratar, mas a lógica deles na minha opinião é como a do antigo testamento, que prevê matar o mundo inteiro por via de afogamento diluviano para o tornar menos violento. Não estou defendendo-a, estou apenas indagando o porquê de estarem havendo condenações sem com as devidas provas cabais para elas já invalidadas.

Coloquem ela pra trabalhar!

Dados os fatos, todo mundo adoraria receber salário de deputado e ficar “Afastado”, coisa que considero um feriado, receber o mesmo salário e ficar trabalhando em prol de reconquistar o direito de trabalhar pelo que recebe.

Conclusão? EEEEITA POVO OTÁRIO!

Você não está vendo? Quem paga dois por um agora é você! Se você acha que “mereceu” a sentença está redondamente enganado, pois o salário está na conta todo mês, o mais provável é que ela foi afastada por lutar pelo seu direito com um PL e os grandes não gostaram de sofrer ônus com isso, pra eles o povo não pode ganhar sequer uma, você mexe com interesses de alguns e uma rede, grupo inteiro te chuta, te tira o cargo, ou você vê quem são os envolvidos, analisa a chega a uma conclusão ou fica aí quietinho pagando o salário dos dois, creio eu que quem merece estar ganhando salário é quem foi devidamente eleito segundo as apurações nas urnas, pelo visto seu direito está sendo currado e você fica olhando, pagando o ônus e mesmo assim continua sem fazer nada, vendo a globo e acreditando e qualquer um sem verificar nenhuma procedência, acredita só porque falaram.

Enfim, adoraria ter respondidas metade das questões acima citadas, seria de bom tamanho, e nem preciso comentar que NEM DE LONGE foi iniciativa do povo aqueles milhares gastos em panfletagem, camisetas e revistas reivindicando a cassação da deputada, de fato alguém queria o cargo e haviam interesses a defender, tal beneficiário jamais é citado em nenhuma matéria sobre afastamento da deputada e não é aqui que vou citar.

Se estou recebendo para produzir este texto? Primeiro pergunto se alguém em sã consciência discorda do texto, segundo, adoraria sim estar recebendo por ele mas não estou, terei que gratificar-me em saber que você, caro leitor, leu até aqui e se informou.

Felipe Veras C. – Folha Rondoniense

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Gomes Oliveira

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RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. 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  • COLUNA TEIA DIGITAL: As perspectiva de inflação pioram segundo Boletim Focus – Por Silvio Persivo

    Sobre os fatos hediondos e lamentáveis. “Aconteceu e, portanto, pode voltar a acontecer: está a essência do que temos para dizer” (Primo Levi). BLACK FRIDAY IMPULSIONA COMÉRCIO DE RONDÔNIA Segundo a  Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio/RO). a Black Friday de 2026 deve movimentar cerca de R$ 736 milhões em Rondônia. Para Porto Velho, a estimativa é de R$ 147 milhões em vendas, com um crescimento previsto de 3,2%.  No cenário nacional, um estudo da Stefanini Marketing estimou que a data poderá gerar R$ 14,47 bilhões em vendas e 18,3 milhões de pedidos. Uma sondagem da Fecomércio/RO aponta que 68,4% dos consumidores pretendem fazer compras. Entre os produtos mais procurados estão roupas (51,8%), eletrodomésticos (31,9%) e eletrônicos (23%). A pesquisa também aponta que 48,1% planejam pagar à vista, enquanto 50,9% pretendem antecipar as compras para a semana anterior à Black Friday. Para a Fecomércio/RO, a movimentação antecipada pode estender o período de promoções e contribuir para as vendas de fim de ano. “A antecipação das compras deve ampliar o período de promoções e, este ano, inclusive com o apoio direto do Sebrae de Rondônia, os empresários se prepararam mais. Daí a suposição de que a Black Friday deve impulsionar as vendas de fim de ano”, disse o presidente da entidade, Raniery Araújo Coêlho. PREÇO DO DIESEL AUMENTA QUASE 2% EM RONDÔNIA O Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL), que acompanha o comportamento de preços nos postos de combustível, aponta que Rondônia registrou um cenário de alta nos preços dos combustíveis em outubro, na comparação com setembro, com exceção do etanol.  O diesel comum subiu 1,93%, custando em média R$ 7,39 já o S-10 ficou 1,87% mais caro, com preço médio de R$ 7,61, enquanto a gasolina subiu 0,13%, alcançando R$ 7,45. No sentido oposto, o etanol recuou 0,58%, cotado a R$ 5,14. Segundo Vinicios Fernandes, Diretor de Unidades de Negócios da Edenred Mobilidade, “Em outubro, Rondônia apresentou uma tendência de alta nos preços da maior parte dos combustíveis, com destaque para o diesel, que registrou os avanços mais expressivos no período. Com a queda registrada no período, o etanol se consolida como a opção mais econômica e sustentável para os motoristas rondonienses”. ENCONTRO DE CATADORES DE MATERIAIS RECICLÁVEIS DE RONDÔNIA O governo do estado realizou na segunda-feira (2) o 4º Encontro Estadual de Catadores de Materiais Recicláveis, entre os municípios de Presidente Médici e Ji-Paraná. Durante o evento, encerrado na terça-feira (3), cerca de 100 profissionais organizados em cooperativas, associações ou de forma individual participaram da programação, coordenada pela Secretaria de Estado da Mulher, da Família, da Assistência e do Desenvolvimento Social (Seas), com palestras, visita técnica, atividades práticas e levantamento de demandas que ampliem a geração de renda, qualifiquem a atuação das cooperativas e associações, difundam práticas seguras de trabalho e consolidem propostas para o desenvolvimento da política pública de reciclagem inclusiva no estado.  A titular da Seas, Luana Rocha reforçou, que com estes encontros o governo, por meio da Seas, contribui com a organização dos catadores no estado para o fortalecimento das cooperativas e a construção de uma pauta unificada em defesa da reciclagem inclusiva em Rondônia. ““A escolha de Presidente Médici atendeu ao pedido dos próprios catadores, apresentado no Fórum Estadual de Lixo e Cidadania, pelo fato de o município estar mais centralizado, favorecendo a participação de um número maior de catadores. Nesta edição foi inserida pela primeira vez a oficina do projeto “Recicla ON”, do Instituto Gea, do estado de São Paulo, focada na capacitação e estruturação de cooperativas de catadores para a destinação correta de resíduos eletroeletrônicos (lixo eletrônico). AS PERSPECTIVAS DE INFLAÇÃO PIORAM SEGUNDO O BOLETIM FOCUS A mais recente edição do Boletim Focus mostra uma piora drástica das expectativas dos investidores com relação à inflação, aos juros e à taxa de câmbio. A piora se inicia pela inflação. Há quatro semanas, a estimativa este ano foi de 5,01%. Na semana passada, subiu para 5,19% e, nesta edição, avançou para 5,22%, bastante acima do teto da meta.  A projeção para 2027 também piorou. Nas últimas semanas, a expectativa estave ao redor de 4,3%. Acima da meta de 3%, mas dentro do limite aceitável. Agora, a projeção avançou para 4,76%, acima do teto de 1,5% da meta. A alta prevista é menos intensa nos anos de 2028 e de 2029. Porém, as estimativas para esses dois anos se situavam ao redor de 3,5% e agora estão ao redor de 4%, também  acima da meta. RESILIÊNCIA DA ECONOMIA GLOBAL DIMINUI AFIRMA FMI O documento final da 54ª reunião do Comitê Monetário e Financeiro Internacional (IMFC), nas reuniões anuais do FMI e do Banco Mundial, alerta que a economia global resiste a choques, mas sua capacidade de absorver novas turbulências diminui, após o desmantelamento da ordem geopolítica, conflitos e danos às cadeias de suprimentos, pela pandemia e por guerras. Assim o FMI pede políticas mais consistentes, reconstrução das reservas fiscais, estabilidade de preços e cooperação entre nações. O World Economic Outlook projeta um crescimento mundial de 3,1% em 2026 e 3,4% em 2027, e inflação global de 4,7% neste ano, recuando para 4,1% no próximo. Há diferenças: países beneficiados por investimentos em IA e condições comerciais favoráveis têm perspectivas melhores do que importadores de energia e economias de baixa renda. Interessante é que o documento destaca os riscos do endividamento público: a alta dos rendimentos dos títulos soberanos, somada à dívida elevada, pode encarecer o crédito. Recomenda consolidação fiscal e marcos fiscais, preservando investimentos prioritários e a proteção social; transferências temporárias e direcionadas seriam mais eficientes do que controles generalizados de preços. Na política monetária, pede estabilidade de preços, decisões baseadas em dados, comunicação clara e independência dos bancos centrais. A inteligência artificial impulsiona investimentos, comércio e produtividade, mas seus benefícios tendem a ser desiguais; revisões nas expectativas de rentabilidade podem provocar correções nos mercados e ampliar disparidades. AUTOR: SILVIO PERSIVO –  TEIA DIGITAL

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