Cidades

Porto Velho: A capital da integração da Amazônia

Município tem destaque como ponto de entrada da Amazônia

Com grande extensão territorial, possuindo o maior rebanho bovino de Rondônia e expandindo a produção de grãos, com destaque para a soja, milho e arroz, Porto Velho já se consolida como um novo polo da agropecuária no Norte brasileiro.

O município vivenciou um grande ciclo de desenvolvimento econômico e populacional, com a construção das hidrelétricas de Santo Antônio e Jirau, no Rio Madeira, que levou a uma população de cerca de 500 mil habitantes.

Maior capital estadual do Brasil, com mais de 34 mil quilômetros quadrados, é a mais extensa capital nacional, tendo território maior do que países como Bélgica e Israel e maior do que os estados brasileiros de Alagoas e Sergipe. É a única capital brasileira que tem fronteira internacional, com a Bolívia.

A hidrovia do Madeira integra o chamado Arco NorteA hidrovia do Madeira integra o chamado Arco Norte

Hidrovia

Para garantir o escoamento desses produtos, a hidrovia do rio Madeira tem se expandido, oferecendo mais capacidade de transporte através de barcaças, com pesados investimentos da iniciativa privada, com o suporte do poder público.

A hidrovia do Madeira integra o chamado Arco Norte, que engloba o terminal portuário de Porto Velho, e desempenha um papel fundamental nesse sistema que se estende até o Pará, nas cidades de Barcarena e Santarém. Passam pelo Arco Norte, cerca de 40% das exportações de soja e milho do país. A hidrovia do Madeira permite a navegação de grandes comboios com até 18 mil toneladas.

Cerca de 13 milhões de toneladas de grãos são escoadas por ano, na estrutura que inclui o Porto Organizado, operado pelo Governo e que movimenta em torno de 2,3 milhões de toneladas ao ano, além de mais quatro Estações de Transbordo de Cargas (ETC), de propriedade privada, que são responsáveis pela maior parte do transporte. Outros investimentos estão sendo executados, como a ETC da Cargill, que será concluída até o final do ano, com capacidade de movimentar 3 milhões de toneladas ao ano. A produção de soja e milho em Rondônia, superou as 3,5 milhões de toneladas em 2023, batendo recorde.

Porto Velho está localizada no 'coração' da Rodovia InteroceânicaPorto Velho está localizada no ‘coração’ da Rodovia Interoceânica

Rodovia para o Pacífico

Uma outra alternativa de transporte de produtos, para atingir mercados externos, é a Rodovia Interoceânica, ou Estrada do Pacífico, que liga o Brasil, através das BR-364 e BR-317, com a Bolívia e até o litoral Sul do Peru, no oceano Pacífico. E Porto Velho está localizada no ‘coração’ da rodovia, sendo um dos principais municípios nessa interligação, facilitando a logística para a entrada e saída de produtos do mercado brasileiro para os países vizinhos, e para outros mercados mundo afora.

A Estrada do Pacífico permite que produtos brasileiros cheguem ao Pacífico e também que produtos e mercadorias peruanas e bolivianas cheguem ao território brasileiro.

Rebanho

Com o maior rebanho bovino, entre os 52 municípios de Rondônia, com 1,7 milhão de cabeças, Porto Velho também desponta como um principais produtores de leite do Estado, com uma produção média diária de quase 77 mil litros, com destaque para regiões como os distritos de União Bandeirante, Rio Pardo, Extrema, Nova Califórnia e Vista Alegre do Abunã. Há dez anos, a produção média diária era em torno de 20 mil litros de leite.

Rondônia é uma área reconhecida internacionalmente como livre de febre aftosaRondônia é uma área reconhecida internacionalmente como livre de febre aftosa

Com 17,6 milhões de cabeças de gado, Rondônia é uma área reconhecida internacionalmente como livre de febre aftosa sem vacinação, o que abre mercado para a carne produzida no Estado ser comercializada para outros países. Em 2023, a exportação da carne rendeu US$ 960 milhões em Rondônia.

Grãos

Com a expansão do plantio, o município de Porto Velho se consolida como uma nova fronteira de produção de grãos. Se comparado com a produção de dez anos atrás, o aumento é exponencial e comprova o ciclo de desenvolvimento do agronegócio.

A colheita de soja da safra 2021, com uma área de aproximadamente 13 mil hectares plantados, atingiu a marca de cerca de 42 mil toneladas. Em 2011, a safra de soja no município de Porto Velho foi de apenas 600 toneladas. O crescimento na colheita, em dez anos, foi de 7.000%. A soja é o principal produto de exportação do município e é um dos fatores principais para o fortalecimento da economia da região.

Em 2021, a produção de milho na capital registrou um crescimento de 2.700%Em 2021, a produção de milho na capital registrou um crescimento de 2.700%

Outra cultura que viveu um salto grandioso de produção na capital foi o milho. Foram 3.700 toneladas colhidas em 2011 e mais de 100 mil toneladas em 2021, registrando um crescimento de 2.700%. Já a cultura do arroz sofreu um crescimento de 1000% em dez anos. Saindo de uma colheita de 1.600 toneladas, em 2011, para 16 mil toneladas, em 2021. O arroz é plantado em rotação com a soja e ganha espaço em novas áreas de plantio.

Energia

Rondônia possui duas importantes usinas hidrelétricas, instaladas no rio Madeira, operando em plena capacidade, gerando energia limpa para o país. A usina de Jirau tem capacidade de 3.750 MW, o que representa 3,7% de toda a energia hidrelétrica do país. Já a de Santo Antônio tem capacidade instalada de 3.568 MW. Ambas produzem energia renovável suficiente para abastecer mais de 80 milhões de pessoas.

Além dessa geração de hidrelétricas, Rondônia é o segundo estado da região Norte que mais gera energia solar, segundo dados da Aneel, com capacidade de potência instalada de 174,6 MW. Cerca de um terço dessa geração se concentra na capital.

Biodiversidade

Na bacia amazônica vivem aproximadamente três mil espécies diferentes de peixes. Somente no rio Madeira, que nasce nos Andes e percorre mais de 3 mil quilômetros até a foz do rio Amazonas, vivem cerca de mil espécies. Tamanha riqueza faz do Madeira o 17º maior do mundo em extensão, o rio, entre os já estudados, com a maior biodiversidade de peixes do planeta.

FONTE: ASSESSORIA COMDECOM

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: Confiança Empresarial diminui com cenário econômico de incerteza – Por Silvio Persivo

    Insistir é preciso. “De tudo ficaram três coisas: A certeza de que estamos começando. A certeza de que precisamos continuar. A certeza de seremos interrompidos antes de terminar. Portanto, devemos fazer da interrupção um caminho novo. Da queda, um passo de dança. Do medo, uma escada. Do sonho, uma ponte. Da procura, um encontro” (Fernando Sabino). IV SIMPÓSIO DE CIÊNCIA E PESQUISA A da Fundação de Amparo ao Desenvolvimento das Ações Científicas e Tecnológicas e à Pesquisa do Estado de Rondônia (Fapero) com o objetivo de aproximar a sociedade da comunidade científica e apresentar os seus resultados nos projetos apoiados pela instituição,) realiza o IV Simpósio de Ciência e Pesquisa (Simfap), nos dias 5 e 6 de novembro. O evento reúne pesquisadores para compartilhar seus trabalhos, fortalecer a ciência, a tecnologia e a inovação no estado.. O evento om palestras, mesas-redondas, debates e apresentações de trabalhos científicos será realizado no Tribunal Regional Eleitoral de Rondônia (TRE-RO), na Avenida Presidente Dutra, nº 1889, em Porto Velho, e as inscrições estão abertas até o dia 4 de novembro, O presidente da Fapero, Paulo Renato Haddad, disse que o Simfap já se tornou uma tradição “Mais do que apresentar resultados, o evento é uma forma de dar transparência aos investimentos realizados em ciência, tecnologia e inovação, aproximando a população das pesquisas e demonstrando como esses recursos estão contribuindo para o desenvolvimento de Rondônia”. COMEÇOU O PERÍDO DE DECLARAÇÃO OBRIGATÓRIA DE REBANHOS Começou neste último domingo (1º), o período para a segunda etapa da declaração obrigatória de rebanhos em Rondônia. A atualização cadastral deve ser realizada até 30 de novembro pelos produtores rurais que criam bovinos, bubalinos, ovinos, caprinos, suínos, equídeos e aves. O procedimento é realizado junto à Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril do Estado de Rondônia (Idaron). Durante o período, a emissão da Guia de Trânsito Animal (GTA) fica condicionada à regularização das informações cadastrais e os produtores só poderão movimentar os animais para transporte ou comercialização depois de feitaa declaração do rebanho. No sistema Idaron Online, os pecuaristas vão classificar o gado como leiteiro ou de corte e informar os números de nascimentos e mortes desde maio. Também será necessário indicar a faixa etária dos animais, especificando quantos, entre os nascidos depois da primeira etapa da declaração, têm de quatro a seis meses e quantos têm de um a três meses de idade. Por fim deve ser feito o ajuste automático do total dos rebanhos no sistema, a partir das alterações informadas pelo produtor. A A atualização cadastral, como se sabe, é necessária para manter o status sanitário de Rondônia como área livre de febre aftosa sem vacinação. CONFIANÇA DOS EMPRESÁRIOS DIMINUI COM CENÁRIO ECONÔMICO DE INCERTEZA Segundo o Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec), apurado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), os empresários do comércio, no último e mais forte trimestre para o setor no ano, estão menos otimistas, com menos planos de expansão e contratação. O Icec registrou um recuo de 2,7% em outubro, resultado das incertezas do cenário econômico e apresentou sua quarta queda consecutiva e a mais intensa desde julho, já descontados os efeitos sazonais. Com este resultado, o indicador reduziu para os 96,7 pontos, ficando abaixo do nível de neutralidade e atingindo o valor mais baixo desde maio de 2021, na pandemia, quando marcou 94,5 pontos. Para o presidente do Sistema CNC-Sesc-Senac, José Roberto Tadros, “O comércio acende um alerta para todo o país ao entrar no período mais lucrativo do calendário, sob cautela. Quando o empresário pisa no freio das contratações e dos investimentos, toda economia desacelera, reflexo direto das incertezas nos âmbitos fiscal e monetário que travam as decisões de negócios neste último trimestre”, analisou. Em Rondônia, a situação é um pouco melhor mesmo com o Icec caindo de 107,3 pontos para 105,9 pontos, ou seja, uma queda de -1,3%. Rondônia, em geral, possui um comportamento mais otimista e resiliente, mas, ainda assim, o presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia-Fecomércio/RO, Raniery Araújo Coêlho, afirmou ser preciso “Maior previsibilidade, segurança jurídica e políticas monetárias que reduzam os custos das operações do nosso setor. O comércio, nas condições atuais, mesmo querendo expandir e gerar postos de trabalho sofre com a falta de um ambiente mais favorável para manter o crescimento”. E também aconselhou os empresários a realizarem promoções e facilidades maiores para atrair os clientes neste final de ano. REINCIDÊNCIA DE INADIMPLENTES BATE RECORDE Um sintoma deste problema é o fato do Indicador de Reincidência de Pessoas Físicas, apurado pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), em setembro, revelar que se verificou o maior recorde no número de consumidores negativados nas listas de inadimplentes. Em setembro de 2026, do total de negativações, 87,44% foram de devedores reincidentes, ou seja, consumidores que já tinham aparecido no cadastro de inadimplentes nos últimos 12 meses. Acrescente-se que no universo de reincidentes, a maior parte, 67,05%, ainda não havia quitado as pendências antigas e foi negativada novamente. Outros 20,38% tinham saído do cadastro de devedores nos últimos 12 meses, mas retornaram. Apenas 12,56% dos negativados em setembro não estiveram com restrições no CPF ao longo do último ano. Mais: o tempo médio decorrido entre o vencimento de uma dívida e o vencimento das demais pendências para os reincidentes foi de 72,5 dias. Isto significa que, em média, depois de cerca de 2,4 meses do vencimento de uma dívida negativada, outra dívida já vence. Também se observa que houve um crescimento de 18,28% no número de devedores reincidentes, os que já haviam aparecido no cadastro de inadimplentes, na comparação com os 12 meses anteriores. É uma forte indicação de que o programa Desenrola não deu certo. AUTOR: SILVIO PERSIVO –  COLUNA TEIA DIGITAL

COLUNA DO GOMINHO JÚNIOR

COLUNA NOTÍCIAS DA CORTE

COLUNA TEMPO REAL POR GOMES OLIVEIRA

PARCERIA

CLIQUE NA IMAGEM ABAIXO E ACESSE NOSSO APLICATIVO NA NUVEM

Acesse nossa Página do Facebook

Folha Rondoniense is Protected by

Sobre nós

Folha Rondoniense todos os Direitos Reservados @ Endereço: Rua Nicaraguá 7246, Centro, Candeias do Jamari

facebook: folha Rondoniense.folha Rondoniense.