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PORQUE CONFÚCIO PROTEGE TANTO A MIRIAN SPREÁFICO?

Acusada pela Polícia Federal de receber propina, ela está na Caerd desde março com salário de quase R$ 10 mil

Proteção

Quando um servidor público é suspeito de algum crime de corrupção, é dever do gestor afastar essa pessoa até que o assunto seja devidamente esclarecido. Isso deveria ser obrigatório, até por uma questão de lisura. Ainda mais se tratando de cargos comissionados. Mas aqui em Rondônia, no governo Confúcio é bem diferente, parece que quanto mais enrolado for a pessoa, mais ela é valorizada. E um caso específico chama a atenção e é escandaloso, o de Mirian Spreáfico.

A loira

Foi alçada à condição de secretária de Justiça logo no começo do governo, e como dizem, “chegou chegando”. Partiu para cima das empresas que detinham contrato com a SEJUS, entre elas a Fino Sabor, que tinha o contrato mais gordo fornecendo alimentação para os presídios da capital e, segundo apurou a Polícia Federal, passou a receber propina dos empresários responsáveis pela empresa. No final de 2011, durante a Operação Termópilas, o esquema veio à público e “caiu a casa” da secretária. Ela foi afastada, mas não ficou desamparada, como ficou o afilhado do governador, Rômulo da Silva Lopes, preso na Termópilas. Mírian foi nomeada assessora, com salário de R$ 8.480.

Em outubro

De 2014 o juiz Edvino Preczevski, da 2ª Vara Criminal de Porto Velho, recebeu a denúncia do Ministério Público de Rondônia contra ela e Rômulo. Em novembro do mesmo ano ela foi conduzida à força para a superintendência da Polícia Federal em Porto Velho para prestar depoimento sobre o recebimento de propinas em 2011. Um dos empresários afirmou categoricamente ter dado uma camionete para Mírian, além dos pagamentos mensais em troca dos pagamentos dos serviços prestados. A informação foi confirmada por uma ex-assessora de Mírian, que ainda acrescentou detalhes, como a “alegria” da então secretária ao receber o dinheiro da propina. De acordo com o depoimento da moça, Mirian “beijava e cheirava o dinheiro” quando pegava o dinheiro.

Mesmo assim

Ela foi premiada com um cargo na Caerd, que assim como a SUGESPE, virou abrigo de amigos e apadrinhados. Mirian recebe salário de R$  9.758,03. Ela foi nomeada “assessora superior” em 2 de março deste ano. A pergunta que fica é, porque Confúcio mantém essa moça em altos cargos, mesmo pairando sobre ela pesadas suspeitas? Se é para apadrinhar, porque ele não protegeu seu afilhado, Rômulo? Será que foi porque ele fez uma delação premiada?.

De Corolla

A Secretaria de Defesa comprou um Toyota Corolla, no valor do R$ 80 mil, com a justificativa de “atender as necessidades da Sesdec”. A compra foi feita em “carona” num registro de preços e foi autorizada pela Procuradoria Geral do Estado. O curioso dessa história é tentar saber porque esse carro foi comprado, afinal, a Sesdec possui contrato de locação de veículos. Também é interessante saber quanto tempo essa veículo vai durar, já que os carros tem uma vida bem curtinha quando servem a essas secretarias. A compra foi feita dia 1 deste mês.

Caiu

O comandante da Polícia Militar de Rondônia, coronel Fernando Luis Brum Pretz e o sub-comandante, coronel Geraldo Ataíde foram exonerados na manhã desta quarta-feira pelo governador Confúcio Moura. Em seus lugares assumem o coronel PM Nilton Kisner e como sub-comandante o coronel Claírton Pereira. A solenidade de troca de comando deve acontecer na próxima terça-feira, em Porto Velho.

Porém

Essa saída brusca tem uma razão nada republicana. O coronel Pretz vinha tentando trazer de volta para o quartel, dezenas de policiais que estão espalhados em secretarias, assembleia legislativa, tribunais e fazendo segurança de autoridades. Mas ai ele bateu de frente com interesses diversos. A pressão foi grande e ele não estava cedendo, então resolveram “sair” com ele. A PM enfrenta uma grave crise de falta de contingente e uma decisão da justiça, divulgada nesta quarta-feira, obriga o Estado a aumentar o quantitativo de homens tanto da PM quanto da Polícia Civil na região da grande Ariquemes. A situação naquela região é complicada, mas o governo ignora sistematicamente o apelo da população. Vamos ver se vai cumprir a ordem judicial. O Estado tem 15 dias para resolver o problema.

Voltando

A saída de Pretz pegou de surpresa tanto os oficiais quanto os praças. Ele conseguiu, ao longo de quase um ano, unir a polícia e vinha realizando um bom trabalho. Não que seu sucessor seja conivente com essa situação que vinha sendo tratada por Pretz, mas se el for pelo mesmo caminho, também terá uma carreira curta como comandante.

Interessante

Que Pretz vinha tentando moralizar a coisa e foi exonerado sumariamente. O coronel bombeiro que “toca o terror” no DER/DEOSP continua por lá, e Confúcio faz de conta que está tudo certo.

Por resolução

O governo federal resolveu que mulher tem que fazer parto normal e pronto. Desde a última segunda-feira que uma normativa da Agencia Nacional de Saúde estabelece que a rede pública e provada deve estimular essa prática. Por “estimular” entenda forçar, até o limite, que as mulheres façam o parto normal, tirando delas a opção de escolha. Existem prós e contras, mas o principal é essa imposição. Por todo o país temos relatos de mulheres que perderam suas crianças devido a partos normais mal sucedidos. Se elas devem, ou não fazer cesariana, deveria ser uma escolha, e não uma imposição. Um artigo publicado nesta quarta-feira em PAINEL POLÍTICO, assinado por Ananda Stering, aborda o assunto com mais detalhes.

E em Brasília

No Congresso Nacional começa a ganhar força a retomada de discussão sobre o parlamentarismo como forma de governo. Reportagem publicada nesta quarta, no site Congresso em Foco revela que uma frente parlamentar em defesa do parlamentarismo será lançada com o apoio de 216 deputados e 11 senadores. Liderado por Eduardo Cunha, grupo quer desengavetar proposta apresentada há 20 anos que reduz o poder do presidente da República. O grupo reúne integrantes de partidos da oposição, como o PSDB, o DEM e o PPS, e da base aliada, como o PMDB, o PR, o PP e o PT.

Como eu havia dito

Em coluna recente, o deputado federal Eduardo Cunha é considerado hoje, tanto por aliados quanto por adversários, como um dos principais beneficiários do novo modelo. Embora seja o peemedebista mais poderoso da República no momento, ele corre por fora na disputa interna pela vaga de presidenciável do PMDB em 2018. O prefeito do Rio, Eduardo Paes (PMDB), é apontado como favorito para ser o nome do partido na sucessão de Dilma. Com o poder que exerce sobre uma bancada mais numerosa do que a do próprio PMDB, Eduardo Cunha chegaria como nome forte para chefiar o governo.

Na capital

De acordo com o Mapa do Plano Diretor de Porto Velho, elaborado pelo Departamento de Gestão Urbana (DGU), órgão que integra a Secretaria de Planejamento do município, até agora não foi prevista atividade portuária nas margens do Rio Madeira e também não tem qualquer indicativo de atividade econômica no lado esquerdo do rio, depois da ponte. Em breve voltaremos com maiores informações sobre o caso.

Para contatos

Fale conosco pelos telefones (69) 3225-9979 ou 9363-1909. Também estamos nowww.painelpolitico.com e www.facebook.com/painel.politico e no Twitter (@painelpolitico). Caso prefira, envie correspondência para Rua da Platina, 4326, Conjunto Marechal Rondon. Whatsapp 9248-8911.

Adenomiose é ameaça a fertilidade feminina

Cólicas e sangramento excessivo na menstruação podem ser alertas de perigo à saúde. Além da conhecida endometriose, mulheres precisam ter cuidado com a adenomiose. A patologia atinge cerca de 15% das com mais de 35 anos, segundo a Sociedade de Endometriose e Patologia Uterina. Se não for cuidada logo, ela pode provocar até a infertilidade. A adenomiose é caracterizada pela presença de uma das camadas finas do útero (endométrio) dentro da mais grossa (miométrio). Especialista em reprodução feminina da Insemine, João Sabino diz que o mal é a “doença da moda”, por estar relacionado à gravidez tardia, já que muitas priorizam o mercado de trabalho antes da maternidade. Apesar de os cientistas ainda não conhecerem as causas da doença, Sabino crê em um fator genético. “Essa doença pode dificultar a gravidez ou provocar até mesmo a infertilidade, porque o embrião tem dificuldade de se fixar no útero”, explica o especialista.

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: BRASIL É O 8º MERCADO DE MÚSICA GRAVADA DO MUNDO – Por Silvio Persivo

    Com um faturamento de R$ 3,958 bilhões, crescimento de 14,1%, segundo a Pró-Música Brasil, o Brasil se tornou o 8º maior mercado de música gravada do mundo em 2025. Do total do faturamento cerca de R$ 3,4 bilhões vieram do streaming, que aparece como principal motor das receitas do setor.  Neste cenário, a Associação Brasileira da Música Independente (ABMI) amplia sua agenda de conexões comerciais por meio do BMK (Brazil Music Market), um projeto voltado à aproximação de artistas, selos e empresas com profissionais e oportunidades da indústria musical. Em outubro, são previstas ações no Formemus, no Espírito Santo, e, em novembro, na Semana Internacional de Música de São Paulo (SIM São Paulo). Para Talita Cordeiro, diretora-geral da ABMI, o avanço do mercado brasileiro precisa se traduzir em oportunidades concretas para as empresas independentes. A discussão envolve o acesso a novos mercados, a construção de parcerias comerciais e a capacidade de transformar a circulação internacional da música brasileira em negócios sustentáveis. FONTE: COLUNA TEIA DIGITAL –  POR SILVIO PERSIVO

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