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População de Porto Velho prestigia lançamento da pedra fundamental para a obra do novo Hospital de Urgência e Emergência de Rondônia

Novo hospital terá 399 leitos, sendo 60 de Unidade de Terapia Intensiva (UTI), centro cirúrgico com dez salas de cirurgia e hemodinâmica

O lançamento da pedra fundamental para a obra do Hospital de Urgência e Emergência do Estado de Rondônia realizado neste sábado (19) é considerado um feito histórico para a Saúde Pública do Estado e para todos os rondonienses, que começam a ver o sonho de ter um espaço digno, para o atendimento urgente de média e alta complexidade em saúde, esperado por décadas, se concretizando.

O novo hospital substituirá as funções do atual Pronto Socorro João Paulo II, construído há mais de 35 anos, e que devido a estrutura ultrapassada, já foi considerado o pior hospital do país.

Lançamento da pedra fundamental da obra do novo Hospital de Urgência e Emergência do Estado de Rondônia

O autônomo Manuel de Deus conheceu de perto a precariedade da estrutura do João Paulo II, quando em 2016, precisou ser atendido na unidade hospitalar, e contou sobre a felicidade que sente com a iniciativa do Governo de Rondônia em construir um novo hospital com uma estrutura adequada.

“Tinha voltado de exames médicos, quando deparei com a minha casa destelhada pelo temporal, fui consertar as telhas, e a escada girou, levei uma queda e quebrei o quadril. Foi assim que fui parar no João Paulo II, e não tenho nada a reclamar do atendimento médico, pois é muito bom, mas os dois primeiros dias fiquei em uma colchão no chão devido a estrutura precária. Assim como eu, muitas pessoas ficavam jogadas no chão, não tinha leitos. Por isso, fico feliz em saber que Rondônia terá um novo hospital com uma estrutura melhor”, disse João.

Manuel de Deus falou da importância de Rondônia ter uma nova estrutura de saúde

O marceneiro Fernando Araújo conheceu as dificuldades do João Paulo II quando a mãe adotiva precisou de atendimento médico.

“Para ela teve leito e foi muito bem atendida, mas muitos ficavam no chão devido a grande demanda, e a estrutura ser pequena. Realmente Rondônia precisa de um hospital melhor, e por isso fico agradecido com o que está sendo feito, significa um serviço de mais qualidade para a população, pois é triste quando a gente procura atendimento e não encontra ou tem algum equipamento quebrado. Com a construção desse novo hospital está sendo dado início uma nova fase em Rondônia”, disse Fernando.

PRIORIDADE

O Governo de Rondônia deu a obra do novo do Hospital de Urgência e Emergência o status de prioridade entre as políticas públicas do Poder Executivo Estadual, com o objetivo de tirar de Rondônia o peso de carregar o título do Estado com o pior hospital do país e dar à população uma nova unidade hospitalar adequada às necessidades atuais.

Assim, o novo hospital passou a ser batalha prioritária desta gestão iniciada em 2019, e faz parte das metas do Plano Estratégico de Rondônia – Um Novo Norte, Novos Caminhos.

Fernando Araújo ficou feliz com a conquista de um hospital melhor para Rondônia

“Conheci a realidade do João Paulo II com pessoas no chão esperando por atendimento. Construir um novo hospital é o objetivo do Governo de Rondônia. Foram vencidos todos os trâmites até aqui e acreditamos na construção do novo hospital em dois anos e meio. Vamos ter assim o melhor hospital da região Norte e estamos avançando para tornar Rondônia o melhor Estado do país”, disse o governador Marcos Rocha, acrescentando ainda que o nome da nova unidade hospitalar será escolhido pela população rondoniense.

O gestor da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), Fernando Máximo, ressaltou que o novo hospital é uma grande conquista para os rondonienses. “Hoje é um dia muito feliz, e de grande emoção, especialmente para mim que estou como secretário da Saúde, mas também por ser médico e por ter sido funcionário do João Paulo II por nove anos e assim conhecer bem a necessidade de um novo hospital. Essa unidade é um sonho de todos os rondonienses. Será uma estrutura que salvará muitas vidas e será um lugar digno para os servidores trabalharem”.

ESTRUTURA INÉDITA

O governador Marcos Rocha destacou que o novo hospital terá 399 leitos, sendo 60 de Unidade de Terapia Intensiva (UTI), centro cirúrgico com dez salas de cirurgia e hemodinâmica. Além disso terá a construção feita em tempo recorde, no período de 30 meses (2 anos e 6 meses). Essa agilidade é devido o Governo de Rondônia ter decidido fazer a obra de forma inovadora.

Nova unidade hospital de Rondônia  será ampla e moderna

Desta maneira, o novo hospital é considerada um marco no Estado e também no Brasil, sendo a primeira unidade hospitalar construída no modelo Built to Suit (BTS), construir para servir, o que garante mais qualidade e agilidade.

“Outros estados já estão tendo Rondônia como exemplo”, acrescentou o governador.

O chefe do Executivo Estadual, anunciou que o hospital de Rondônia será o melhor da região Norte. No modelo BTS, o Governo só faz o pagamento pela obra quando há entregas. O Valor de Pagamento Mensal (VPM) é de R$ 2.889.000,00 (dois milhões e oitocentos e oitenta e nove mil reais), contemplando além da construção do hospital, a manutenção ao longo de 30 anos.

O secretário da Saúde, Fernando Máximo, destacou que com uma estrutura de poucos leitos no JP II, o Governo do Estado precisa contratar leitos em hospitais particulares para atender a demanda excedente, e atualmente o gasto chega a cerca de R$ 400 milhões para manter pacientes do pronto socorro em leitos de hospitais particulares, e sendo assim, as parcelas do novo hospital estão bem abaixo do custo de manter o atendimento do modo atual.

CONSTRUÇÃO

Depois que a obra for iniciada, o consórcio responsável pelos trabalhos terá dez meses para entregar o primeiro bloco do hospital pronto e operacional.

O primeiro bloco do hospital é composto de recepção, pronto-socorro de urgência e emergência; serviço de diagnóstico por imagem; dez leitos de UTI, sendo um deles de isolamento; central de material esterilizado, além de 50% do centro cirúrgico; farmácia; 50% do almoxarifado; quatro unidades de internação (116 leitos); cinco leitos de isolamento, Serviço de Nutrição e Dietética (SND) e vestiários e administração (50%).

Cerimônia marca feito histórico para Saúde Pública rondoniense

LOCALIZAÇÃO

O Hospital de Urgência e Emergência de Rondônia será construído no Bairro Três Marias, zona Leste da Capital.

Para a definição do local foi realizado estudo de viabilidade, considerando algumas particularidades, como a região com maior índice de atendimentos de urgência e emergência assistidos pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU).

Além de considerar a proximidade das unidades de referência de pronto atendimento (UPA’s) e presença de grandes e múltiplas vias de acesso arteriais e interarteriais interbairros com a finalidade de tornar o acesso mais rápido à nova unidade hospitalar.

DESENVOLVIMENTO

O governador Marcos Rocha, destacou que a instalação do hospital, um empreendimento de grande porte, nesta área da zona Leste de Porto Velho, considerada pouco desenvolvida, deve trazer para a região, além do acesso a saúde de qualidade, um cenário atrativo para a instalação de outros negócios que gerem mais desenvolvimento e melhoria da qualidade de vida.

Novo hospital será instalado na zona Leste de Porto Velho

Os moradores da região ficaram duplamente agradecidos: pelo hospital e pelo desenvolvimento que o empreendimento gerará.

Francisca Barreto é proprietária de uma vila de apartamentos que fica no mesmo bairro onde será construído o novo hospital. Ela contou que até pensou em deixar o local e ir morar na zona Sul, mas com o anúncio do novo hospital decidiu ficar, já visando dias melhores.

“Por ter pouco movimento, os criminosos se aproveitavam dessa região para uso de drogas e assaltos, então eu pensava em sair daqui, e quando eu soube do novo hospital, então, além de trazer benefício para a saúde de toda a população do Estado, fiquei feliz, decidi não ir mais embora, pois a melhoria será incontável. Agradeço ao Governo pelo trabalho que está sendo feito. Esse hospital grandioso é algo maravilhoso para todos nós”, considera Francisca.

Joséfa e Francisca comemoram benefícios que serão gerados pelo novo hospital

A autônoma Joséfa Souza, também mora nas proximidades do local onde será construído o novo hospital e destacou a gratidão pela escolha da área para a instalação da unidade hospitalar.

“Eu fiquei feliz em saber que será construído o novo hospital. Irá ajudar muita gente, e vai mudar a realidade de onde moramos. Com certeza deixará de ser um local perigoso, onde eu mesma já fui assaltada, e passará a ser uma benção para todos nós”, conta.

A cerimônia de lançamento da pedra fundamental da obra do novo Hospital de Emergência e Urgência foi prestigiada pela população, secretários do Estado, por representes do Consórcio Vigor Turé, pelo vice-prefeito de Porto Velho, Maurício Carvalho, pelo prefeito de Itapuã do Oeste, Moisés Garcia Cavalheiro, pelos deputados estaduais, Geraldo da Rondônia e Eyder Brasil, e pelo vice-governador, José Jodan, que pontuou que o momento histórico é resultado de um gestão determinada em fazer políticas públicas para beneficiar a população.

FONTE: SECOM/RO

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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