Cidades

Ponte do Abunã que liga Rondônia ao Acre será inaugurada em dezembro

BOLSONARO DIZ QUE ALEMÃES QUEREM COMPRAR A AMAZÔNIA E AGE PARA NOS LIVRAR DOS PARASITAS ESTRANGEIROS

Claro que é sempre bem vindo qualquer investimento estrangeiro no Brasil. Precisamos do capital  internacional, para investimentos em muitos dos nossos setores, onde necessitamos crescer, nos desenvolver e abrir perspectiva de milhões de empregos, do que tanto carecemos, já que temos, hoje, mais de 13 milhões de brasileiros sem trabalho. .

Mas…O “mas” é sintomático, porque ele põe uma vírgula importante, quando os investimentos são para beneficiar não  Brasil, mas aos interesses dos países que aqui investem, mesmo que em prejuízo ao que é genuinamente nosso.

Por isso, tem que se elogiar mais um “coice” que o presidente Jair Bolsonaro dá em relação a esse  dinheiro, que já vem carimbado para “projetos” na Amazônia e que, no final das contas, ninguém sabe exatamente onde ele foi investido. Quando soube que o governo da Alemanha avisou que não vai mandar cerca de 155 milhões para o chamado Fundo Amazônico, onde vários países mandam grana e, em troca, exigem mandar e desmandar nas nossas questões ambientais, Bolsonaro questionou e respondeu sobre esses “investimentos”. Disse: “investir?

A Alemanha não vai comprar a Amazônia! Vai deixar de comprar a prestação a Amazônia. Pode fazer bom uso dessa grana. O Brasil não precisa disso”!. Numa linguagem mais popular, mandou o governo de Angela Merckel, acostumada a dar pitaco no Brasil dos petistas e esquerdistas e ser reverenciada, a colocar seu dinheiro onde bem entender.

Para se ter ideia, desde 2008, a Alemanha já mandou mais de 425 milhões de reais para o tal Fundo. Há transparência sobre a aplicação desse dinheiro? Foi todo ele apenas para a   preservação da floresta? A existência de milhares de ONGs estrangeiras Amazônia nada tem a ver com tudo isso?”

Outras questões levantadas pelo Presidente põe o assunto no seu devido  lugar: Outros países tentam se apoderar do Brasil. “Você acha que grandes países estão interessados com a imagem do Brasil ou em se apoderarem do Brasil e da nossa Amazônia?”, indagou.

Ora, essa intervenção estrangeira, que já está consolidada no país e levará anos até ser mandada de volta para seus países de origem, já causou danos irreversíveis ao Brasil. Um deles foi o que aconteceu na Raposa Serra do Sol, em Roraima, onde grande parte do território foi entregue aos índios (que não sabem o que fazer com ele) e onde quem fala português não pode passar durante a noite, por exemplo.

Como pano de fundo, nossas riquezas naturais estão sendo levadas embora, sem que nada fique conosco. Diamantes, ouro, nióbio, ferro, alumínio, manganês, estanho, prata e até urânio são levadas daqui,  contrabandeadas , com apoio de parte das autoridades e instituições brasileiras, apaixonadas pela “preservação da Amazônia”, que os estrangeiros juram ser sua única preocupação.

Uma parte é ingenuidade, outra é ideologia e a maior parte, contudo, é alienação e omissão. Há ainda uma parcela de conivência. Bolsonaro está certo. Quer é livrar o Brasil desses parasitas.

 NÓS É QUEM VAMOS RESOLVER

 É importante que se diga que há sim, necessidade e haver um controle rígido e atento contra o desmatamento ilegal. Não se pode imaginar uma Amazônia devastada por invasores, madeireiros ilegais, contrabandistas de minérios e outros criminosos. Mas quem tem que combater tudo isso é o governo brasileiro, com sua estrutura e sua legislação.

As excrescências, muitas impostas por governos estrangeiros e ONGs que os representam (ouve-se que a ideia de queima de máquinas e equipamentos pelo Ibama, numa clara afronta à nossa Constituição, veio de fora e foi acatada pelos antipatriotas que comandaram o Brasil até há pouco), têm que acabar. Nós mesmos temos que cuidar, proteger e gerir nossa floresta, para que ela continue de pé.

Aceitar dinheiro estrangeiro é permitir que o capital internacional decida sobre o futuro do que eles chamam de “pulmão do mundo” e de onde querem compartilhar todas as riquezas que jamais foi e jamais será deles.

A legalização dos garimpos também será vital, nesse contexto, para que haja fiscalização rigorosa e que todos os minérios extraídos só saiam o nosso país depois de recebamos todos os impostos e tributos a que temos direito. Tem que acabar essa ingerência de governos, entidades, empresas e ONGs de outros países sobre nossa Amazônia. Tomara que Bolsonaro o consiga!

FECHOU A GRANA PARA A PONTE

Novidades sobre a ponte do Abunã: o Ministério da Infraestrutura confirmou que ela estará pronta até dezembro e que serão feitos os trabalhos necessários para que a obra tenha a melhor qualidade possível.

Inclusive o custo adicional, que pode custar até 15 milhões de reais e que não estava no orçamento, já que houve mudanças no projeto original, foi autorizado pelo governo federal, no encontro que um grupo de empresários, liderados pelo vice governador Zé  Jodan e pelo deputado federal Coronel Chrisóstomo, teve na semana passada em Brasília.

Em função da perspectiva de alta no nível do rio Madeira, a ponte terá que ser elevada, no lado de Rondônia e esse novo processo não estava projetado nas obras originais. A situação mudou com a pressão dos rondonienses, mas também dos acrianos, que, mais do que nós, precisam da ponte que os ligará por terra, pela primeira vez na história, ao restante do Brasil.

Desde essa segunda-feira, as empresas que constroem a ponte e seus acessos começaram a trabalhar no lado de cá da ponte, iniciando a última fase dos trabalhos. Falta ainda a parte burocrática, para finalizar tudo, mas a palavra do Ministro Tarcísio Gomes de Freitas, autorizando o novo investimento, já está dada.

Tarcísio, aliás, está agendando uma vinda a Porto Velho, para as próximas semanas, para ver pessoalmente o andamento da fase final das obras.

MAIS UMA CRIANÇA MORRE NO TRÂNSITO

Teve mais violência. Teve bandido morto quando assaltou a casa de um coronel da PM, o que não deixa de ser uma boa notícia. Teve um grande incêndio – mais um – em que os bombeiros heróis trabalharam duro para combater, mesmo com grandes dificuldades de conseguirem água. Os hidrantes de Porto Velho são mesmo um fracasso.

Teve explosão no Orgulho do Madeira, que assustou os moradores, imaginando que fosse uma bomba. Foi uma botija de gás que explodiu e causou a morte de um ancião, lamenta-se. Teve maridos tentando matar mulheres em pleno Dia dos País.

Teve ex presidiário assassinado a sangue frio, no meio da rua. Ou seja, Rondônia e Porto Velho viveram mais um fim de semana de extrema violência, tanto na área policial quanto na dos acidentes com fogo e no de trânsito.

Foi nessa área, aliás, que se registrou uma das mais tristes ocorrências. Um menino, saudável e querido por todos que o conheciam, morreu num acidente de moto, que pai pilotava. Uma motorista atravessou a rua sem todos os devidos cuidados que deveria ter. A batida deixou o pai ferido e a criança, na carona, morreu pouco depois.

O trânsito assassino de Porto Velho matou de novo. Agora, uma criança. Trágico, não só pelo menino que se foi, mas porque, sem dúvida, mortes iguais a essa se repetirão nas ruas, onde andar de carro ou moto virou quase uma roleta russa.

O ENCONTRO IDÍLICO DO CASALZINHO FELIZ

 Eles esperaram longos anos, mas finalmente se encontraram. No Dia dos Pais, o casalzinho, agora livre do seu maior problema, que foi eliminado, pôde comemorar, a sós, um convívio que não tinham há anos.

O jornalismo da TV Record acompanhou o início desse momento idílico, que prosseguirá até essa quarta-feira, quando ambos terão que voltar ao seu lar provisório. Essa história não é  linda? Seria, se os dois não fossem assassinos. Seria, se os dois não tivessem matado uma criança, filha dele, enteada dela. Se não estivessem cumprindo pena, uma pena muito leve para o brutal crime que cometeram. A menininha, indefesa, jamais será livre de novo.

Está morta. Morreu tentando entender como seus pais a jogaram por uma janela do prédio em que moravam. No Dia dos Pais, como um arremedo à cara dos brasileiros decentes, uma lei nefasta, trágica, doentia, autoriza assassinos como esses não só a terem “saidinhas” da cadeia, como ainda a viverem dias idílicos, como se nada tivessem feito e como se merecesse prêmios à crueldade do crime que cometeram. Ana Carolina, a madrasta e Alexandre Nardoni, o pai, simbolizam o quanto criminosos são tratados com benefícios por nossa legislação.

Como se  tivessem cometido um pequeno erro, como se fossem primários, como se tivessem apenas tido apenas um deslize de comportamento, os dois estão aí, como exemplos do que de pior nosso Brasil mostra, em termos de termos a verdadeira Justiça. Isabella não tem mais como comemorar o Dia das Crianças, nem o Dia das Mães e nem o Dia dos Pais. Ela está morta!

O NOVO FORA DA DISPUTA DE 2020

Uma má notícia no mundo da política, foi confirmada essa semana: o Partido Novo, uma das grandes esperanças na renovação na vida pública brasileira, não vai participar das eleições municipais, em nenhum dos 52 municípios de Rondônia. Isso mesmo!

O partido, comandado nacionalmente por João Amoêdo que, aliás, teve votação surpreendente a disputa pela Presidência da República, criou uma cota mínima de associados/contribuintes em cada cidade brasileira: pelo menos 150 membros em cada diretório municipal. Cada um dos componentes do partido,  teria que participar com a quantia, bastante pequena, de apenas 29 reais.

Só nas cidades em que houvessem pelo menos uma centena e meia de pagantes (já que o partido não aceita usar dinheiro público e não toca no Fundo Partidário), o Novo terá candidatos tanto à Prefeitura quanto à Câmara e Vereadores. Não conseguiu esse número nem em Porto  Velho (onde os participantes do diretório chegaram a apenas 70 adeptos) e em nenhuma das cidades do Estado.

Ou seja, a sigla de Amoêdo só voltará a ter candidaturas próprias em 2022, para o Congresso, Assembleias e Governos dos Estados. Com isso, há um grande risco do partido acabar se esvaziando. Partido que não disputa eleição, normalmente não tem futuro.

OITO DOS DEZ DESTAQUES SÃO DO NOVO

Desde que se soube da situação do Novo, uma das suas principais novas lideranças no Estado e especialmente na Capital, exatamente por ter se destacado no Partido Novo, o advogado Fabrício Jurado, não consegue mais viver em paz. Tem sido assediado por dirigentes de várias siglas, para que opte por alguma delas e dispute a eleição do ano que vem na Capital.

Ele já convidado para pilotar uma chapa para a Prefeitura; já o foi para ser parceiro de chapa, como vice e também tem recebido várias propostas para disputar uma vaga na Câmara de Vereadores.

O advogado ainda não tomou sua decisão, mas não deixa de cogitar a perspectiva de ser candidato por outro partido, que não o Novo, que ele ajudou a fundar e onde se destacou, por aqui.

Fabrício sempre fala com entusiasmo no Novo, embora tenha ficado frustrado, é claro, pelo partido não ter conseguido chegar às suas metas, em termos de número de componentes, em todo o Estrado. Ele lembra, por exemplo, que dos 10 deputados que mais se destacaram até agora na Câmara, oito são do Novo.

E que o governador que o partido elegeu, Romeu Zema, em Minas Gerais, já tem aprovação de 61 por cento, pela boa administração que vem fazendo. O Novo tem boas ideias e ótimos projetos de renovação. O que lhe falta é gente que queira entrar para a política e não viver perto dos cofres públicos…

PERGUNTINHAS

Quantos desses criminosos que continuam fazendo queimadas no entorno de Porto Velho e em outras cidades de Rondônia já foram presos e estão na cadeia? Onde estão as autoridades que não combatem esse terror a que a população é submetida?

AUTOR: SERGIO PIRES – JORNALISTA –  COLUNA OPINIÃO DE PRIMEIRA

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: As perspectiva de inflação pioram segundo Boletim Focus – Por Silvio Persivo

    Sobre os fatos hediondos e lamentáveis. “Aconteceu e, portanto, pode voltar a acontecer: está a essência do que temos para dizer” (Primo Levi). BLACK FRIDAY IMPULSIONA COMÉRCIO DE RONDÔNIA Segundo a  Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio/RO). a Black Friday de 2026 deve movimentar cerca de R$ 736 milhões em Rondônia. Para Porto Velho, a estimativa é de R$ 147 milhões em vendas, com um crescimento previsto de 3,2%.  No cenário nacional, um estudo da Stefanini Marketing estimou que a data poderá gerar R$ 14,47 bilhões em vendas e 18,3 milhões de pedidos. Uma sondagem da Fecomércio/RO aponta que 68,4% dos consumidores pretendem fazer compras. Entre os produtos mais procurados estão roupas (51,8%), eletrodomésticos (31,9%) e eletrônicos (23%). A pesquisa também aponta que 48,1% planejam pagar à vista, enquanto 50,9% pretendem antecipar as compras para a semana anterior à Black Friday. Para a Fecomércio/RO, a movimentação antecipada pode estender o período de promoções e contribuir para as vendas de fim de ano. “A antecipação das compras deve ampliar o período de promoções e, este ano, inclusive com o apoio direto do Sebrae de Rondônia, os empresários se prepararam mais. Daí a suposição de que a Black Friday deve impulsionar as vendas de fim de ano”, disse o presidente da entidade, Raniery Araújo Coêlho. PREÇO DO DIESEL AUMENTA QUASE 2% EM RONDÔNIA O Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL), que acompanha o comportamento de preços nos postos de combustível, aponta que Rondônia registrou um cenário de alta nos preços dos combustíveis em outubro, na comparação com setembro, com exceção do etanol.  O diesel comum subiu 1,93%, custando em média R$ 7,39 já o S-10 ficou 1,87% mais caro, com preço médio de R$ 7,61, enquanto a gasolina subiu 0,13%, alcançando R$ 7,45. No sentido oposto, o etanol recuou 0,58%, cotado a R$ 5,14. Segundo Vinicios Fernandes, Diretor de Unidades de Negócios da Edenred Mobilidade, “Em outubro, Rondônia apresentou uma tendência de alta nos preços da maior parte dos combustíveis, com destaque para o diesel, que registrou os avanços mais expressivos no período. Com a queda registrada no período, o etanol se consolida como a opção mais econômica e sustentável para os motoristas rondonienses”. ENCONTRO DE CATADORES DE MATERIAIS RECICLÁVEIS DE RONDÔNIA O governo do estado realizou na segunda-feira (2) o 4º Encontro Estadual de Catadores de Materiais Recicláveis, entre os municípios de Presidente Médici e Ji-Paraná. Durante o evento, encerrado na terça-feira (3), cerca de 100 profissionais organizados em cooperativas, associações ou de forma individual participaram da programação, coordenada pela Secretaria de Estado da Mulher, da Família, da Assistência e do Desenvolvimento Social (Seas), com palestras, visita técnica, atividades práticas e levantamento de demandas que ampliem a geração de renda, qualifiquem a atuação das cooperativas e associações, difundam práticas seguras de trabalho e consolidem propostas para o desenvolvimento da política pública de reciclagem inclusiva no estado.  A titular da Seas, Luana Rocha reforçou, que com estes encontros o governo, por meio da Seas, contribui com a organização dos catadores no estado para o fortalecimento das cooperativas e a construção de uma pauta unificada em defesa da reciclagem inclusiva em Rondônia. ““A escolha de Presidente Médici atendeu ao pedido dos próprios catadores, apresentado no Fórum Estadual de Lixo e Cidadania, pelo fato de o município estar mais centralizado, favorecendo a participação de um número maior de catadores. Nesta edição foi inserida pela primeira vez a oficina do projeto “Recicla ON”, do Instituto Gea, do estado de São Paulo, focada na capacitação e estruturação de cooperativas de catadores para a destinação correta de resíduos eletroeletrônicos (lixo eletrônico). AS PERSPECTIVAS DE INFLAÇÃO PIORAM SEGUNDO O BOLETIM FOCUS A mais recente edição do Boletim Focus mostra uma piora drástica das expectativas dos investidores com relação à inflação, aos juros e à taxa de câmbio. A piora se inicia pela inflação. Há quatro semanas, a estimativa este ano foi de 5,01%. Na semana passada, subiu para 5,19% e, nesta edição, avançou para 5,22%, bastante acima do teto da meta.  A projeção para 2027 também piorou. Nas últimas semanas, a expectativa estave ao redor de 4,3%. Acima da meta de 3%, mas dentro do limite aceitável. Agora, a projeção avançou para 4,76%, acima do teto de 1,5% da meta. A alta prevista é menos intensa nos anos de 2028 e de 2029. Porém, as estimativas para esses dois anos se situavam ao redor de 3,5% e agora estão ao redor de 4%, também  acima da meta. RESILIÊNCIA DA ECONOMIA GLOBAL DIMINUI AFIRMA FMI O documento final da 54ª reunião do Comitê Monetário e Financeiro Internacional (IMFC), nas reuniões anuais do FMI e do Banco Mundial, alerta que a economia global resiste a choques, mas sua capacidade de absorver novas turbulências diminui, após o desmantelamento da ordem geopolítica, conflitos e danos às cadeias de suprimentos, pela pandemia e por guerras. Assim o FMI pede políticas mais consistentes, reconstrução das reservas fiscais, estabilidade de preços e cooperação entre nações. O World Economic Outlook projeta um crescimento mundial de 3,1% em 2026 e 3,4% em 2027, e inflação global de 4,7% neste ano, recuando para 4,1% no próximo. Há diferenças: países beneficiados por investimentos em IA e condições comerciais favoráveis têm perspectivas melhores do que importadores de energia e economias de baixa renda. Interessante é que o documento destaca os riscos do endividamento público: a alta dos rendimentos dos títulos soberanos, somada à dívida elevada, pode encarecer o crédito. Recomenda consolidação fiscal e marcos fiscais, preservando investimentos prioritários e a proteção social; transferências temporárias e direcionadas seriam mais eficientes do que controles generalizados de preços. Na política monetária, pede estabilidade de preços, decisões baseadas em dados, comunicação clara e independência dos bancos centrais. A inteligência artificial impulsiona investimentos, comércio e produtividade, mas seus benefícios tendem a ser desiguais; revisões nas expectativas de rentabilidade podem provocar correções nos mercados e ampliar disparidades. AUTOR: SILVIO PERSIVO –  TEIA DIGITAL

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