Esporte

POLÍCIA NÃO REGISTRA OCORRÊNCIA NAS DPS APÓS AS 22 HORAS POR MEDO DE ASSALTO- Por Alan Alex

Policiais temem invasões de bandidos que querem roubar armas

Expediente

Grande parte das delegacias de Porto Velho não estão registrando ocorrências a noite e se o cidadão chegar depois das 22 horas, vai dar com a cara na porta. Mas isso tem um motivo sério, acredite, os policiais estão com medo de assaltos. É que normalmente o efetive é de um ou dois (agente e escrivão) e aí fica complicado. A bandidagem quer armas e enxerga um alvo fácil nas delegacias. Para evitar essa situação, os policiais preferem trancar a porta. E não abrem nem se bater, eles acham que é treta de bandido querendo aplicar golpe.

Essa situação

Beira o absurdo, eu sei, mas infelizmente é nossa triste realidade. Na Polícia Militar a coisa não está muito diferente. Apesar de ter um efetivo bem superior ao da Polícia Civil, são sempre os mesmos policiais que estão nas ruas, ou você ainda não percebeu que nos programas policiais é sempre o “cabo Gusmão” ou “cabo Valtecir” que aparecem nas entrevistas? Não é que as equipes deles sejam melhores que as dos outros, é que são as únicas.

Menos

No sábado, circulava uma mensagem em um grupo de whatsapp denominado “tropa de elite” onde o secretário Emerson Castro e a presidente da Caerd Iacira Azamor convocavam servidores do Estado para estarem nesta segunda-feira, às 14 horas nas escadarias do Palácio Presidente Vargas para “demonstrar gratidão e apoio” ao governador e afirmavam “teremos sim mais quatro anos de governo ético (?)”. Incomodado com a repercussão depois que a coisa fugiu do grupo de simpatizantes, Confúcio tratou de dar um “chega pra lá” nessa história e depois de ter “feito uma viagem interior”, sentenciou, “por se tratar de “sentença” jurídica, nada melhor do que se esgotar os recursos e as possibilidades da lei”, e acabou com a festa.

Evidente

Que foi um banho de água fria na turma da “onda amarela”, mas Confúcio agiu com prudência pela primeira vez. Apesar de ter colocado “sentença jurídica” entre aspas, ele sabe que o Tribunal Regional Eleitoral está coberto de razão e tem certeza de uma coisa, esse mandato está na UTI, respirando por aparelhos. E pior, essa “sentença jurídica”, somada as demais que virão, enterram de vez qualquer chance dele ter um futuro político. É a chamada “lei do ficha limpa”.

A lista

Demorou mas saiu na sexta-feira a tão falada “lista do Janot” e para os rondonienses a maior surpresa foi o nome de Carlos Magno, deputado federal do PP, citado nominalmente e reconhecido através de fotos como beneficiado por uma “mesada” de R$ 150 mil, segundo o delator, “para pagar vacinas” já que o ex-parlamentar rondoniense é portador de hepatite.

Acontece

Que até onde se sabe, e os bagres do madeira sabem disso também, os parlamentares e ex (sim, eles também) tem acesso a um plano de saúde sem limites de gastos estendido a suas respectivas esposas e filhos com até 21 anos de idade, que cobre Cirurgia plástica reparadora de face, mama e abdômen, tratamentos psiquiátricos e psicoterápicos, fonoaudiologia, remoção terrestre e aérea, entre outros. Em 2011, por exemplo, o convênio do Senado, que é de primeira linha, bancou o transplante e a importação, direto da Alemanha, de um coração artificial ao custo de US$ 500 mil – o equivalente a R$ 833 mil para o então senador Romeu Tuma (falecido).

Daí

Não faz sentido dizer que Carlão pegava essa grana para “pagar vacinas”. A não ser que seja vacinas para gado, aí pode ser. Mesmo assim, ele tratou de enviar uma nota esfarrapada onde conclui “sempre respeitando os poderes constituídos e as leis, vai acompanhar todas as diligências, absolutamente seguro de que a verdade dos fatos virá á tona e que tudo será esclarecido. Certo disto, reintera sua confiança na Justiça”. Então tá.

Já o senador

Valdir Raupp, cujo nome já era ventilado há tempos manteve o mesmo posicionamento, afirmou se tratar de “uma legítima doação de campanha”, versão confirmada horas depois por uma nota da Queiroz Galvão. Como já estava com o nome “na fogueira”, o impacto foi menor do que no caso de Carlos Magno, que deverá dar explicações a Ivo Cassol, líder do PP em Rondônia.

Falando em Cassol

Nesta terça-feira o plenário do Supremo Tribunal Federal deve julgar seu último recurso, que já é “o recurso do recurso do recurso”. Enfim, está na pauta e se de fato como já é esperado, a sentença não seja revertida, ele deverá dar início ao cumprimento da pena de 4 anos e 8 meses de prisão, além do pagamento de multa e perda do cargo. No caso quem assume é seu pai, Reditário Cassol.

Como em Brasília

A maré não está para peixe, principalmente os graúdos, a probabilidade de Cassol escapar é praticamente zero. E para complicar ainda mais sua situação, ele é filiado ao PP, o partido que nadou de braçada no escândalo do Petrolão. As más línguas dizem que Cassol não está na lista porque chegou tarde em Brasília. Maldade com o senador, uma pessoa completamente desapegada dessas questões materiais mesquinhas, como dinheiro.

Falando em prisões

Tic-tac, tic-tac…e não demora!

Mais rápido

Baixe o aplicativo de Painel Político para seu celular em http://app.vc/painel_politico, em versões para Android e IOs. É rápido, leve e você vai ficar por dentro das últimas notícias sem precisar abrir o navegador de seu telefone.

Melhor o silêncio

A mensagem em homenagem às mulheres da presidente Dilma Roussef que foi ao ar no último domingo causou revolta em todos os brasileiros, principalmente pelo fato dela subestimar o tamanho da crise financeira pela qual o país encontra-se afundado. O dinheiro sumiu da praça e os preços, principalmente nos supermercados beiram o absurdo. Em que pese o oportunismo dos comerciantes descarados, mas com o altos valores dos fretes a situação está se tornando insustentável. O problema não é a crise em si, o problema é tentar convencer principalmente a classe média de que “está tudo bem” e que “tudo não passa de uma invenção da mídia golpista”. Irritava menos quando estava calada.

Mobilização

Honestamente não tenho a menor idéia da proporção do que vai ocorrer no próximo dia 15, mas creio que será uma manifestação coletiva bem maior que as ocorridas em 2013. É bom a polícia ficar atenta principalmente com os baderneiros que estarão infiltrados. Movimentos radicais como MST e alguns braços mais estúpidos da esquerda devem tentar causar o máximo de estrago. Não sei como estará esse país na segunda-feira, 16.

Antes tarde

Fica o registro da coluna em relação a passagem do Dia Internacional da Mulher. Não quero repetir aquele clichê de que “todo dia é dia da mulher”, mas ainda é o melhor que temos. Esse país precisa de igualdade de gêneros, salários equiparados e principalmente mais respeito por vocês, representantes femininas da raça humana.

Para contatos

Fale conosco pelos telefones (69) 3225-9979 ou 9363-1909. Também estamos no www.painelpolitico.com e www.facebook.com/painel.politico e no Twitter (@painelpolitico). Caso prefira, envie correspondencia para Rua da Platina, 4326, Conjunto Marechal Rondon. Whatsapp 9248-8911.

O que causa a ‘barriga de cerveja’?

Gelada, com amigos e no bar: beber cerveja muitas vezes é um prazer. Talvez por isso haja quem se orgulhe de uma proeminente barriga “conquistada” a base de cerveja. Mas a bebida é realmente a responsável? O que de fato causa a famosa “barriga de cerveja”? Segundo estudos científicos, não há nada específico na cerveja que cause gordura abdominal: as calorias que engordam vêm do álcool. O problema de beber generosamente é que isso dá um grande trabalho extra para o fígado, que precisa se concentrar em queimar o álcool e eliminar suas toxinas, por assim dizer. Isso significa deixam de passar pelo órgão outros alimentos que você possa estar ingerindo, como a gordura da carne, da batata frita e outros petiscos. Além disso, um copo grande de cerveja tem cerca de 150 calorias. Se você soma o que pode vir a beber em uma saída com os amigos, vai perceber que existe aí um grande potencial de ganho de peso. E, se a isso juntamos uma dieta rica em gorduras e carboidratos, a combinação é infalível: você terá uma barriga de cerveja. Mas por que este sobrepeso se concentra na área abdominal? Depois dos 35 anos, o metabolismo do organismo fica mais lento, o que torna difícil queimar tantas calorias. No caso das mulheres, os quilos extras tendem a se acumular nos quadris, músculos e no bumbum. Por sua vez, os homens costumam acumular gordura ao redor da cintura. Por isso, o melhor para perder a barriga é beber com moderação, evitar alimentos gordurosos e manter-se em forma fisicamente.

 

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

COLUNA DO GOMINHO JÚNIOR

COLUNA NOTÍCIAS DA CORTE

COLUNA TEMPO REAL POR GOMES OLIVEIRA

PARCERIA

CLIQUE NA IMAGEM ABAIXO E ACESSE NOSSO APLICATIVO NA NUVEM

Acesse nossa Página do Facebook

Folha Rondoniense is Protected by

Sobre nós

Folha Rondoniense todos os Direitos Reservados @ Endereço: Rua Nicaraguá 7246, Centro, Candeias do Jamari

facebook: folha Rondoniense.folha Rondoniense.