Esporte

PMDB avalia Emerson Castro, Garçon ou Pimentel para disputar prefeitura em 2016

Falido

Já falamos sobre isso em passado recente e volto ao assunto, a situação administrativa e financeira do município de Guajará-Mirim está caótica, irremediável. A administração está inadimplente em praticamente todos os órgãos de controle e a arrecadação não aumenta. O comércio local é praticamente inexistente, lembra aquela anedota do cara que chega a uma cidade, se hospeda em um hotel e paga a conta adiantada com uma nota de R$ 100, que passa de mão em mão e volta para o viajante (quem não conhece a história toda, a íntegra no fim da coluna). Só a título de precedentes, já decretaram falência os municípios de Novo Cruzeiro (MG), Iraúçuba (CE) e São João da Ponte (MG). E o decreto se chama “situação de emergência financeira”.

Voltando

Guajará está desse jeito e se o prefeito tivesse juízo já teria decretado falência do município, e tentado outros remédios, que não fosse a insistência de administrar uma situação que lembra uma rua sem saída. Enquanto isso, a cidade empobrece ainda mais e virou uma espécie de favela boliviana, onde a população mais pobre do país vizinho vem se refugiar em busca de melhores condições, ao menos no que diz respeito a políticas sociais e tratamentos de saúde. Mas a população de Guajará mesmo, fica a ver navios. Ou melhor, catraias e voadeiras cruzando o rio Mamoré com dinheiro nosso, deixado na Bolívia.

Cold cases

A Polícia Civil de Rondônia está devendo a conclusão de dois casos escabrosos que não foram devidamente apurados. Um deles diz respeito aos assassinatos de Alto Paraíso, cujos mandantes ou circunstâncias, padecem de esclarecimentos mais convincentes que os apresentados. E o outro é o caso do bebê Nicolas, cuja família continua aguardando uma resposta, que não seja a versão mirabolante da polícia de que a criança foi “incinerada por engano”.

De olho nesses

E outros casos, a comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa resolveu agir e deve instaurar procedimentos para tentar chegar a uma solução. A informação é do deputado estadual Léo Moraes, que vem intensificando os trabalhos da comissão. A idéia, segundo ele, é não deixar nenhum caso sem a devida apuração.

Falando em Léo Moraes
Ele foi um dos deputados responsáveis por impedir que o governo da enganação realizasse um concurso para acomodar 800 apadrinhados com salários astronômicos, ao mesmo tempo em que o governo sequer consegue convocar os aprovados em concursos anteriores, como agentes penitenciários, policiais, professores e profissionais da área de saúde. Das 800 vagas, 300 seriam para o cargo de especialista em políticas públicas e gestão governamental (?), 200 para analistas em tecnologia da informação e técnico em tecnologia da informação. As remunerações iniciais iriam variar de R$ 3.191,90 a R$ 16.152,98. Léo explicou que seria muito mais producente, e responsável, o governo usar estagiários nas áreas de informática. Quanto aos “especialista em políticas públicas e gestão governamental”, eu recomendaria o governo contratar o senador Ivo Cassol ou o ex-governador José Bianco. Nesse ponto, eles deram show em Confúcio e sua trupe.

Ensaiando
O PMDB se reúne na noite desta terça-feira em Porto Velho para discutir sobre quem será o candidato do partido que vai disputar a prefeitura da capital ano que vem. Os três nomes são, Lindomar Garçon, Emerson Castro e Williamens Pimentel. Nesse trio, o único que de fato tem voto é Garçon, mas ele já sinalizou que não tem o menor interesse nesse pleito, “quero é legislar”, disse ele. Restam Emerson Castro e Pimentel. Bom, em se tratando de voto, nem digo nada. Mas, internamente se fala que o nome de unanimidade é Pimentel, caso Garçon realmente fique fora do páreo, “Castro não conseguiu eleger-se vereador, como quer ser prefeito de Porto Velho”? declarou um peemedebista.

Observando
A empresária Jaqueline Cassol, terceira colocada na disputa ao governo ano passado vem avaliando a possibilidade de entrar na briga pela prefeitura. Mas Jaqueline não é de apostar para perder. Vem acompanhando de longe a movimentação do jogo, e ela tem um forte aliado, que é seu irmão, senador Ivo Cassol, que está baleado, mas longe de estar morto, politicamente falando. Quem anda atrapalhando, e muito, os planos do clã ultimamente é o prefeito de Rolim de Moura, César Cassol que em matéria de baixa popularidade, disputa palmo a palmo com Padre Franco, em Cacoal.

Daí

Pode ser (leia-se uma possibilidade remota, mas concreta) que Jaqueline entre nessa disputa. Outra coisa que pode acontecer é ela deixar pra lá essa história de política e continuar advogando. #sqn.

Falando em Cassol

O senador rebateu matéria que mostrava um recurso judicial em que ele pede a manutenção da segurança pessoal dele e de sua família, pagos pelo Estado. Para Cassol, “ter segurança oficial à disposição para proteger minha vida e de minha família é o mínimo que posso reivindicar pelos serviços que prestei em benefício do estado de Rondônia”. Quem concorda com ele, levanta a mão.
No interior
A Câmara de Vereadores de Pimenta Bueno em uma ação inédita reduziu de 13 para 10 o número de edis na cidade. A votação, em primeiro turno, aconteceu na última segunda-feira e a proposta original era para reduzir para 11, mas na última hora uma emenda reduziu mais uma cadeira. A mudança não afeta o orçamento, mas melhora a condição dos vereadores da próxima legislatura. Os vereadores de Pimenta estão sem assessores desde o ano passado, quando uma decisão judicial determinou a demissão de todos os comissionados. A atual legislatura conseguiu reduzir significativamente as despesas com diárias e outros gastos. Se mantiver esse ritmo, vai conseguir outro fato inédito, ser uma câmara que, de fato, dá resultado para a população. Pimenta agora, só precisa de um prefeito que cuide da cidade, porque o atual…

Mineirice

O deputado federal Luiz Cláudio chegou em Brasília sem muito alarde e vem conquistando espaços importantes no cenário. Ele integra a Frente Parlamentar Agropecuária e anda participando de reuniões onde estão sendo debatidas algumas prioridades para o setor agropecuário e principalmente a PEC 215/00 que trata da demarcação de terras indígenas. Outro ponto que vem sendo discutido é o Ato Cooperativista que está no Congresso Nacional precisando de agilidade e ser votado porque é de suma importância para as cooperativas brasileiras. Duas questões que interessam diretamente ao estado de Rondônia. Está no lugar certo na hora certa. Igual mineiro, “comendo pelas beiradas” e sem zuada.

Para contatos
Fale conosco pelos telefones (69) 3225-9979 ou 9363-1909. Também estamos no www.painelpolitico.com e www.facebook.com/painel.politico e no Twitter (@painelpolitico). Caso prefira, envie correspondencia para Rua da Platina, 4326, Conjunto Marechal Rondon. Whatsapp 9248-8911.

“Pão integral industrializado é pior do que pão branco”
Em uma afirmação que foge de todas as outras que se ouve hoje em dia, o clínico geral autor de vários livros sobre enxaqueca, Alexandre Feldman, defende que o pão integral industrializado pode ser pior do que o pão branco. A razão principal, explica o médico, seria a presença dos chamados antinutrientes, que impedem a absorção dos nutrientes pelo corpo. Erra quem pensa que esses antinutrientes vêm dos possíveis aditivos químicos presentes nos pães integrais industrializados. O problema está mesmo no próprio grão integral, como explica Feldman: “Antinutrientes são substâncias naturais presentes dentro das sementes, que impedem a germinação delas”. No pão integral industrializado, segundo Feldman, esses antinutrientes não são neutralizados – processo que ocorre apenas na produção caseira – prejudicando a absorção das vitaminas, de minerais e proteínas pelo corpo. Além disso, ele explica que dependendo do tipo de fibras, elas podem “arranhar” o intestino, deixando-o mais permeável, induzindo a absorção de moléculas maiores que o normal, que uma vez dentro da circulação sanguínea são reconhecidas como corpos estranhos, e gerando produção de anticorpos e um estado inflamatório no corpo.

Retrato de uma economia estagnada

Chega à cidade um sujeito e procura o único hotel. Conversa com o gerente, tira uma nota de 100 reais e coloca sobre o balcão. Diz que antes de se hospedar, quer conhecer o quarto.

Enquanto ele vistoria o quarto, o dono do hotel pega os 100 reais e vai no açougue ao lado, onde paga R$ 100 que devia.

O açougueiro pega o dinheiro e vai em frente pagar o criador de porcos. Dá-lhe os 100 reais.

Por sua vez, o criador pega a grana e vai até o veterinário pagar os 100 reais que lhe deve.

O veterinário vai até o hotel e paga 100 reais que devia quando ali foi com uma “amiga” e não tinha dinheiro.

Resumindo, os R$ 100 voltaram para o hotel.

*O sujeito que visitava a cidade, depois de olhar o quarto, pede o dinheiro de volta porque não gostou do que viu. Pega a grana e vai embora.

E agora? Ninguém gastou um centavo sequer, os R$ 100 reais ficaram com o legítimo dono, e ninguém mais deve nada a ninguém. Por quê?

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: As perspectiva de inflação pioram segundo Boletim Focus – Por Silvio Persivo

    Sobre os fatos hediondos e lamentáveis. “Aconteceu e, portanto, pode voltar a acontecer: está a essência do que temos para dizer” (Primo Levi). BLACK FRIDAY IMPULSIONA COMÉRCIO DE RONDÔNIA Segundo a  Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio/RO). a Black Friday de 2026 deve movimentar cerca de R$ 736 milhões em Rondônia. Para Porto Velho, a estimativa é de R$ 147 milhões em vendas, com um crescimento previsto de 3,2%.  No cenário nacional, um estudo da Stefanini Marketing estimou que a data poderá gerar R$ 14,47 bilhões em vendas e 18,3 milhões de pedidos. Uma sondagem da Fecomércio/RO aponta que 68,4% dos consumidores pretendem fazer compras. Entre os produtos mais procurados estão roupas (51,8%), eletrodomésticos (31,9%) e eletrônicos (23%). A pesquisa também aponta que 48,1% planejam pagar à vista, enquanto 50,9% pretendem antecipar as compras para a semana anterior à Black Friday. Para a Fecomércio/RO, a movimentação antecipada pode estender o período de promoções e contribuir para as vendas de fim de ano. “A antecipação das compras deve ampliar o período de promoções e, este ano, inclusive com o apoio direto do Sebrae de Rondônia, os empresários se prepararam mais. Daí a suposição de que a Black Friday deve impulsionar as vendas de fim de ano”, disse o presidente da entidade, Raniery Araújo Coêlho. PREÇO DO DIESEL AUMENTA QUASE 2% EM RONDÔNIA O Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL), que acompanha o comportamento de preços nos postos de combustível, aponta que Rondônia registrou um cenário de alta nos preços dos combustíveis em outubro, na comparação com setembro, com exceção do etanol.  O diesel comum subiu 1,93%, custando em média R$ 7,39 já o S-10 ficou 1,87% mais caro, com preço médio de R$ 7,61, enquanto a gasolina subiu 0,13%, alcançando R$ 7,45. No sentido oposto, o etanol recuou 0,58%, cotado a R$ 5,14. Segundo Vinicios Fernandes, Diretor de Unidades de Negócios da Edenred Mobilidade, “Em outubro, Rondônia apresentou uma tendência de alta nos preços da maior parte dos combustíveis, com destaque para o diesel, que registrou os avanços mais expressivos no período. Com a queda registrada no período, o etanol se consolida como a opção mais econômica e sustentável para os motoristas rondonienses”. ENCONTRO DE CATADORES DE MATERIAIS RECICLÁVEIS DE RONDÔNIA O governo do estado realizou na segunda-feira (2) o 4º Encontro Estadual de Catadores de Materiais Recicláveis, entre os municípios de Presidente Médici e Ji-Paraná. Durante o evento, encerrado na terça-feira (3), cerca de 100 profissionais organizados em cooperativas, associações ou de forma individual participaram da programação, coordenada pela Secretaria de Estado da Mulher, da Família, da Assistência e do Desenvolvimento Social (Seas), com palestras, visita técnica, atividades práticas e levantamento de demandas que ampliem a geração de renda, qualifiquem a atuação das cooperativas e associações, difundam práticas seguras de trabalho e consolidem propostas para o desenvolvimento da política pública de reciclagem inclusiva no estado.  A titular da Seas, Luana Rocha reforçou, que com estes encontros o governo, por meio da Seas, contribui com a organização dos catadores no estado para o fortalecimento das cooperativas e a construção de uma pauta unificada em defesa da reciclagem inclusiva em Rondônia. ““A escolha de Presidente Médici atendeu ao pedido dos próprios catadores, apresentado no Fórum Estadual de Lixo e Cidadania, pelo fato de o município estar mais centralizado, favorecendo a participação de um número maior de catadores. Nesta edição foi inserida pela primeira vez a oficina do projeto “Recicla ON”, do Instituto Gea, do estado de São Paulo, focada na capacitação e estruturação de cooperativas de catadores para a destinação correta de resíduos eletroeletrônicos (lixo eletrônico). AS PERSPECTIVAS DE INFLAÇÃO PIORAM SEGUNDO O BOLETIM FOCUS A mais recente edição do Boletim Focus mostra uma piora drástica das expectativas dos investidores com relação à inflação, aos juros e à taxa de câmbio. A piora se inicia pela inflação. Há quatro semanas, a estimativa este ano foi de 5,01%. Na semana passada, subiu para 5,19% e, nesta edição, avançou para 5,22%, bastante acima do teto da meta.  A projeção para 2027 também piorou. Nas últimas semanas, a expectativa estave ao redor de 4,3%. Acima da meta de 3%, mas dentro do limite aceitável. Agora, a projeção avançou para 4,76%, acima do teto de 1,5% da meta. A alta prevista é menos intensa nos anos de 2028 e de 2029. Porém, as estimativas para esses dois anos se situavam ao redor de 3,5% e agora estão ao redor de 4%, também  acima da meta. RESILIÊNCIA DA ECONOMIA GLOBAL DIMINUI AFIRMA FMI O documento final da 54ª reunião do Comitê Monetário e Financeiro Internacional (IMFC), nas reuniões anuais do FMI e do Banco Mundial, alerta que a economia global resiste a choques, mas sua capacidade de absorver novas turbulências diminui, após o desmantelamento da ordem geopolítica, conflitos e danos às cadeias de suprimentos, pela pandemia e por guerras. Assim o FMI pede políticas mais consistentes, reconstrução das reservas fiscais, estabilidade de preços e cooperação entre nações. O World Economic Outlook projeta um crescimento mundial de 3,1% em 2026 e 3,4% em 2027, e inflação global de 4,7% neste ano, recuando para 4,1% no próximo. Há diferenças: países beneficiados por investimentos em IA e condições comerciais favoráveis têm perspectivas melhores do que importadores de energia e economias de baixa renda. Interessante é que o documento destaca os riscos do endividamento público: a alta dos rendimentos dos títulos soberanos, somada à dívida elevada, pode encarecer o crédito. Recomenda consolidação fiscal e marcos fiscais, preservando investimentos prioritários e a proteção social; transferências temporárias e direcionadas seriam mais eficientes do que controles generalizados de preços. Na política monetária, pede estabilidade de preços, decisões baseadas em dados, comunicação clara e independência dos bancos centrais. A inteligência artificial impulsiona investimentos, comércio e produtividade, mas seus benefícios tendem a ser desiguais; revisões nas expectativas de rentabilidade podem provocar correções nos mercados e ampliar disparidades. AUTOR: SILVIO PERSIVO –  TEIA DIGITAL

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