Teia Digital

PIB se mantém e inflação deste ano aumenta – Por Sílvio Persivo

A linguagem universal dos homens e dos bichos. “Onde as palavras falham, a música fala” (Hans Christian Andersen). 

CURSO DE BIBLIOTECONOMIA E INFORMAÇÃO DA UNIR COMPLETA DEZ ANOS 

Neste ano de 2019, o curso de Biblioteconomia e Ciência da Informação da  Universidade Federal de Rondônia (UNIR) comemora 10 anos de criação, e o início da formação de profissionais bibliotecários, que atendem, hoje, toda a região ocidental da Amazônia Brasileira, isto é, os Estados do Acre, Amazonas, Roraima e Rondônia. Nestes 10 anos a Unir já formou mais de 250 profissionais que trabalham em Bibliotecas Escolares, Públicas, Prisionais e Universitárias. Por esta razão, a partir de hoje (02) até o dia 06 de dezembro de 2019,  é realizada a 7ª Semana Acadêmica de Biblioteconomia e Ciência da Informação, promovida pelo Centro Acadêmico de Biblioteconomia (CABIBLIO) em parceria com o Departamento de Ciência da Informação da UNIR e a biblioteca do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Rondônia (IFRO), Campus Porto Velho Calama. Com o tema “Biblioteca, Sociedade e Educação: 10 anos de Biblioteconomia e Ciência da Informação em Rondônia”, o evento acontece no Auditório do IFRO Calama, na Av. Calama, 4985 – Flodoaldo Pontes Pinto, Porto Velho – RO. Na programação do evento, palestras e oficinas com a professora Doutora Elizete Vieira Vitorino do Departamento de Ciência da Informação da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), mesas redondas e apresentação de trabalhos, cujas inscrições são gratuitas.

DOCENTE DA UNIR IRÁ PRESIDIR TRE-RO 

Na sexta-feira (29), o Tribunal Regional Eleitoral de Rondônia (TRE-RO) empossou seus novos dirigentes titulares e suplentes para o biênio 2020/2021, no plenário da Corte, em Porto Velho. O docente do Departamento de Ciências Jurídicas da Fundação Universidade Federal de Rondônia (UNIR), desembargador Marcos Alaor Diniz Grangeia, foi eleito presidente do Tribunal e o desembargador Alexandre Miguel será o vice-presidente e corregedor regional eleitoral de Rondônia. A solenidade de posse foi conduzida pelo atual presidente da Corte, desembargador Sansão Saldanha, e contou com a presença dos juízes membros do Tribunal, magistrados, autoridades civis e militares, familiares e amigos dos empossados.

RONDÔNIA CONQUISTA TREZE MEDALHAS NOS JOGOS ESCOLARES DA JUVENTUDE

Na edição deste ano dos Jogos Escolares da Juventude (JEJ), os atletas rondonienses conquistaram 13 medalhas, sendo quatro de ouro, três de prata e seis de bronze, uma a mais em relação à participação da delegação em 2018. O atleta do ciclismo, Orlando Neto, encerrou a competição na sexta-feira (29) faturando a terceira medalha de ouro na mesma modalidade colocando Rondônia no radar dos melhores do país. As primeiras medalhas, cinco de bronze e duas de pratas foram conquistadas por atletas das modalidades coletivas em competição realizada em Palmas (TO), em setembro. As demais, quatro ouro, uma prata e um bronze, os atletas ganharam nas provas e combates na etapa nacional realizada em Blumenau (SC), em novembro. No interior catarinense, o judoca juvenil Lucas Pontes estudante da Escola Estadual Manoel Bandeira, em Colorado do Oeste, enfrentou o paulista Caio Kiwada no último combate no tatame e ficou com a medalha de prata.  No último dia de competição, a equipe de vôlei de praia faturou medalha de bronze. A segunda medalha de Rondônia, a de ouro, foi conquistada pela atleta juvenil do tetratlo, Alinny Oliveira, estudante da escola estadual Tancredo Neves, em Porto Velho. Além da medalha mais cobiçada, a atleta foi recordista na prova em que o estado teve sua primeira participação na modalidade. Do ciclismo, Orlando Neto faturou as três medalhas de ouro oferecidas na competição, o que abre portas para ser um dos mais requisitados atletas da modalidade no Brasil. A dupla do vôlei de praia Tais e Milena, estudantes da Escola Estadual 7 de Setembro, em Espigão do Oeste, superaram a experiência das capixabas e garantiram medalha de prata, no último dia da competição em Blumenau. 

PIB SE MANTÉM E INFLAÇÃO DESTE ANO AUMENTA 

O boletim Focus, pesquisa semanal do Banco Central (BC), que traz as projeções de instituições para os principais indicadores econômicos, p ela quarta semana seguida, indica que as instituições financeiras consultadas aumentaram a estimativa para a inflação este ano. A projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA – a inflação oficial do país) subiu de 3,46% para 3,52%. Para 2020, a estimativa de inflação se mantém há cinco semanas em 3,60%. A previsão para os anos seguintes também não teve alterações: 3,75% em 2021, e 3,50% em 2022. As projeções para 2019 e 2020 estão abaixo do centro da meta de inflação.  A meta de inflação, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é 4,25% em 2019, 4% em 2020, 3,75% em 2021 e 3,50% em 2022, com intervalo de tolerância de 1,5% para cima ou para baixo. Já a projeção para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todos os bens e serviços produzidos no país durante o ano, se manteve em 0,99%. As estimativas das instituições financeiras para 2020 variou de 2,20% para 2,22%. Para os anos seguintes, não houve alteração em relação à pesquisa anterior: 2,50% em 2021 e 2022.

AUTOR: SILVIO PERSIVO –  COLUNA TEIA DIGITAL

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: BRASIL É O 8º MERCADO DE MÚSICA GRAVADA DO MUNDO – Por Silvio Persivo

    Com um faturamento de R$ 3,958 bilhões, crescimento de 14,1%, segundo a Pró-Música Brasil, o Brasil se tornou o 8º maior mercado de música gravada do mundo em 2025. Do total do faturamento cerca de R$ 3,4 bilhões vieram do streaming, que aparece como principal motor das receitas do setor.  Neste cenário, a Associação Brasileira da Música Independente (ABMI) amplia sua agenda de conexões comerciais por meio do BMK (Brazil Music Market), um projeto voltado à aproximação de artistas, selos e empresas com profissionais e oportunidades da indústria musical. Em outubro, são previstas ações no Formemus, no Espírito Santo, e, em novembro, na Semana Internacional de Música de São Paulo (SIM São Paulo). Para Talita Cordeiro, diretora-geral da ABMI, o avanço do mercado brasileiro precisa se traduzir em oportunidades concretas para as empresas independentes. A discussão envolve o acesso a novos mercados, a construção de parcerias comerciais e a capacidade de transformar a circulação internacional da música brasileira em negócios sustentáveis. FONTE: COLUNA TEIA DIGITAL –  POR SILVIO PERSIVO

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