Esporte

Pelo andar, Raupp será traído por Confúcio em 2018; O avião e o deputado

Acordo prevê que quem ‘estiver melhor’ entre Raupp e Confúcio disputa o senado; Marcos Rogério está bem, mas falta explicar aumento de patrimônio

Acharam

A Polícia Federal em diligências não divulgadas encontrou um cofre no Banco do Brasil com pertences da família do ex-presidente Lula. Dentro do cofre haviam alguns ítens que havia ‘sumido’ do acervo do Palácio do Planalto, como o crucifixo feito pelo artista mineiro Aleijadinho que estava desaparecido desde que Lula deixou a Alvorada. As informçaões foram divulgadas na noite desta sexta-feira. Clique AQUI e veja mais sobre o caso.

Enquanto o PT desmonta

O PMDB vem crescendo rapidamente, principalmente em Rondônia. O partido deve agregar de uma vez cerca de 50 vereadores do no Estado e terá em suas fileiras cerca de 20 prefeitos. Alguns já eram do partido e outros migraram na janela que abriu com a mini-reforma eleitoral. Além disso a legenda também deverá contar com pelo menos 8 deputados estaduais nso próximos dias.

Atualmente

Já fazem parte da bancada do PMDB na Casa, Edson Martins, Rosângela Donadon e Só na Bença. Nos próximos dias, já confirmados migram Maurão de Carvalho (presidente da ALE que deixa o PP), Lebrão, que sai do PTN, Glaucione (PSDC) e Marcelino Tenório (PRP). O deputado Jean Oliveira (PSDB) avalia se também migra para o PMDB e ainda existe a possibilidade de assumirem vaga na assembleia Euclides Maciel (que deixa o PSDB e vai para o PMDB), e Valdivino Tucura (PRP e também se filia ao PMDB).

Também mudam de legenda

Laerte Gomes, que sai do PEN e vai para o PSDB, o suplente de deputado federal Flávio Lemos, que deixa o PR para ingressar no PMDB, assim como Tiziu Jidalias, que também saiu do PP e foi para o PMDB. O deputado Hermínio Coelho ainda não decidiu para onde vai, mas já saiu do PSD e ingressaram ainda no PMDB o prefeito de Nova Mamoré, Laerte Queiroz, que desfalca o PSDB.

Quem mais perdeu

Foi o PP de Ivo Cassol, que vem enfraquecendo desde que o senador deixou o governo. Já o PR, comandado por sua irmã, Jaqueline, conseguiu agregar um deputado estadual (Ribmar Araújo que deixou o PT) e dois vereadores na capital, Bengala e José Wildes, ambos do PT.

Olho em 2018

O PMDB está se fortalecendo para as eleições gerais que acontecem em 2018 e já existe um acordo de cavalheiros pré-estabelecido entre o senador Valdir Raupp e o governador Confúcio Moura para que um não atrapalhe o outro na disputa pelo Senado. Ambos tem clareza que apesar de serem duas vagas, o partido não conseguiria emplacar ambos e Confúcio deixou combinado que quem estiver melhor junto à opinião pública na época das convenções, ele (Confúcio) será candidato a deputado federal, deixando Raupp brigar pela reeleição.

Mas

É bom lembrar que em 2010 Confúcio tinha esse mesmo acordo com a ex-deputada estadual Sueli Aragão e na convenção do partido, que aconteceu em Ji-Paraná, Confúcio deu uma rasteira em Sueli, que estava confiante em ser a indicada para disputar o governo. Números da época mostravam que ela tinha vantagem em pesquisas, mas Confúcio foi mais rápido nas articulações. Como havia um racha no grupo de situação (Cassol/Expedito) ele levou a melhor e venceu as eleições. Nada impede que ele articule para inviabilizar a candidatura de Raupp em 2018, afinal não é novidade nenhuma que Confúcio quer uma cadeira no Senado Federal.

PDT desfalcado

O deputado federal Marcos Rogério deixou o PDT e vai assumir a direção estadual do DEM já na próxima terça-feira. Com isso o partido de Acir Gurgacz perde seu principal nome no Estado. Rogério teve expressiva votação nas últimas eleições e pode ser um nome forte para o Senado em 2018, isso claro, se não fizer nenhuma lambança.

O problema

É que circula boatos fortes por todo o Estado sobre uma suposta compra de duas aeronaves pelo deputado, sendo que ele tem como fonte de renda, até onde se sabe, apenas o salário de deputado federal. Na eleições de 2010, Marcos Rogério declarou à justiça eleitoral um total de R$ 260 mil, sendo uma casa no valor de R$ 200 mil e uma camionete 2009, de R$ 60 mil. Ja em 2014, o patrimônio do parlamentar havia triplicado e ele declarou um total de R$ 733 mil, entre investimentos, e a mesma casa, na rua Dom Augusto, 1321 em Ji-Paraná, que desvalorizou e passou a valer, segundo a declaração do parlamentar, R$ 94 mil.

Já o avião

Em relação ao avião, o parlamentar afirma ter apenas um terço da aeronave, comprada em sociedade com dois outros empresários. Sobre o segundo avião, ele nega.

Marcos Rogério

Ganhou projeção nacional por ser o relator do processo de cassação contra o presidente da Câmara Eduardo Cunha, que está todo enrolado por receber propinas de empresas ligadas ao Petrolão. As denúncias vieram à tona com as investigações da Operação Lava Jato, pela Polícia Federal. Além do Conselho de Ética, nas comissões permanentes da casa, é titular da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania e Comissão de Direitos Humanos e Minorias. Também é suplente na Comissão de Minas e Energia. Ele também é autor de um projeto interessante é o PL 6184/2013 pretende incluir como conteúdo obrigatório do currículo do ensino médio noções básicas Direito Constitucional. O PL está em tramitação. Se conseguir dar boas explicações sobre sua vida financeira, Rogério tem fortes chances de disputar cargos majoritários em Rondônia. Como eu disse, é só não pisar na bola.

E quem não gostou

Nem um pouco da saída de Marcos Rogério foi o senador Acir Gurgacz que fica cada vez mais isolado com sua legenda. E dependendo do futuro de Dilma Roussef, que vem sendo defendida ferrenhamente pelo senador, é bem provável que ele afunde com ela. Gurgacz já se posicionou ser contra o impeachment e foi o relator das famosas pedaladas fiscais, manobras financeiras feitas pela equipe econômica da presidente que foram reprovadas pelo Tribunal de Contas da União e aprovadas no relatório do senador, que deve ir à votação nas próximas semanas. Se Dilma cair, as chances de Gurgacz em concretizar seu sonho de ser governador ficam cada vez mais distantes. Ele vai terminar apoiando Maurão de Carvalho para o governo.

Rindo à toa

E Maurão, por enquanto, está rindo à toa. Ele já conta com apoios importantes em praticamente todos os municípios e ainda vislumbra a possibilidade real de ser governador ainda no primeiro semestre de 2018, caso Confúcio renuncie para disputar algum cargo eletivo. As conversas para colocar o vice-governador Daniel Pereira no Tribunal de Contas estão avançadas e a vaga deve surgir com a saída do conselheiro Euller Potiguara ou de Francisco Carvalho, o Chico Paraíba.

E no domingo

Não deixe de ir às ruas pedir mudanças em nosso governo. Sai do Facebook e vai para o mundo real. É mais divertido, você vai ver.

Clínica Mais Saúde informa – Tatuagens melhoram seu sistema imunológico, diz estudo

Pesquisadores da Universidade do Alabama, nos EUA, acabaram de dar mais um motivo para quem pensa em fazer uma nova tatuagem. De acordo com o estudo, o corpo reage melhor cada novo desenho feito na pele. Com a melhora das respostas imunológicas, o organismo todo fica menos suscetível a novas infecções, evitando o surgimento de novas doenças. Mas só vale para quem tem mais de uma tatuagem no corpo. Usando a analogia da equipe, fazer tatuagens é parecido com malhar. Na primeira vez o corpo não está acostumado e se sente enfraquecido ao exercício, da mesma forma que fica exausto ao ser “contaminado” por um agente externo. Porém, ao repetir o processo, a resistência aumenta. Foi o que perceberam ao analisar o organismo de um grupo de voluntários acompanhados durante a sessão. Os cientistas também avaliaram quantas tatuagens a pessoa já tinha e a duração da aplicação da tinta na pele. Para completar a pesquisa analisaram a quantidade de um anticorpo chamado imonuglobina A e do cortisol, hormônio relacionado ao estresse, na amostra de sangue. Eles notaram que os níveis da imunoglobulina caem menos a cada nova tatuagem, ou seja, a proteção do corpo se fortalece cada vez. Apesar do resultado, a pesquisa foi feita com um grupo reduzido: 24 mulheres e 5 homens. Mas isso não impede você de usá-la como desculpa para fazer mais uma tatuagem.

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Gomes Oliveira

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  • Devemos lembrar que atualmente está nas mãos do Deputado Marcos Rogério uma das relatorias mais importantes do país. Em razão disso muitos tentam manchar seu mandato com falácias. Importante frisar para aqueles que tentam difama-lo, que é o Deputado mais atuante do Estado de Rondônia dos últimos anos, um exemplo de trabalho e dedicação.
    Muito se tem falado, porém, sem QUALQUER espécie de prova. Que imprensa é essa que tenta enganar seus leitores com falácias, “disse que me disse”??? Isso é vergonhoso. Quem acusa sem provas, criando inverdades, deveria se preocupar em relatar ao povo os verdadeiros bandidos e corruptos que já estão sendo investigados pela justiça e não tentar derrubar um dos poucos políticos que têm trabalhado por nós. É preciso ter consciência e respeito ao invés de tentar angariar “vantagens” atacando políticos.

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

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    Com um faturamento de R$ 3,958 bilhões, crescimento de 14,1%, segundo a Pró-Música Brasil, o Brasil se tornou o 8º maior mercado de música gravada do mundo em 2025. Do total do faturamento cerca de R$ 3,4 bilhões vieram do streaming, que aparece como principal motor das receitas do setor.  Neste cenário, a Associação Brasileira da Música Independente (ABMI) amplia sua agenda de conexões comerciais por meio do BMK (Brazil Music Market), um projeto voltado à aproximação de artistas, selos e empresas com profissionais e oportunidades da indústria musical. Em outubro, são previstas ações no Formemus, no Espírito Santo, e, em novembro, na Semana Internacional de Música de São Paulo (SIM São Paulo). Para Talita Cordeiro, diretora-geral da ABMI, o avanço do mercado brasileiro precisa se traduzir em oportunidades concretas para as empresas independentes. A discussão envolve o acesso a novos mercados, a construção de parcerias comerciais e a capacidade de transformar a circulação internacional da música brasileira em negócios sustentáveis. FONTE: COLUNA TEIA DIGITAL –  POR SILVIO PERSIVO

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