Agronegócio

PEC – Programa de Eficiência de Carcaça, iniciativa da Minerva Foods e da Phibro, quer ajudar a produzir o bovino do futuro

Minerva Foods e Phibro Animal Health juntam-se para criar o PEC – Programa de Eficiência em Carcaça, cujo objetivo principal é produzir, hoje, o bovino do amanhã em termos de constância de oferta, precocidade, excelente acabamento de gordura, carcaça uniforme, bom peso ao abate, padronização e ph da carne.

A pecuária brasileira tem rebanho de 220 milhões de bovinos, produção anual de 9,5 milhões de toneladas, exportação de 1,5 milhão de toneladas de carne e 1,3 milhão de pecuaristas. Os números são expressivos, porém há ainda muito espaço para crescer em termos de produtividade, eficiência e boas práticas em todas as fases (cria, recria e terminação), incluindo conforto e bem-estar animal.

“O PEC objetiva contribuir para a pecuária brasileira atingir um novo patamar de eficiência, a partir da disseminação de boas práticas, integração dos vários elos da cadeia produtiva – criadores, indústria da carne, indústria de insumos e pesquisa – e apoio aos pecuaristas para produzir mais e melhor e, assim, atender às necessidades da indústria frigorífica e satisfazer as crescentes exigências dos consumidores finais”, ressalta Maurício Graziani, presidente da Phibro Animal Health no Brasil.

“Mediante melhoria de renda e de acesso à informação, os consumidores têm se tornado mais exigentes. Dessa forma, questões relacionadas à qualidade, considerando seus mais variados aspectos, ganham cada vez mais importância. Com o programa, buscamos identificar os melhores perfis de carcaça, para atendimento aos principais mercados internos e externos, bem como reconhecer e fomentar as melhores práticas de produção”, aponta Luis Ricardo Luz, COO da Minerva Foods.

O PEC envolve um modelo de reconhecimento, valorização e divulgação das melhores práticas para uma pecuária eficiente e é sustentado pela temática da “padronização que gera resultado”.

Trata-se de um projeto de médio a longo prazo, que oferece – a partir de orientação e processos – oportunidades para os produtores melhorarem os seus indicadores de eficiência em termos de padronização e produção de carcaças com maior valor percebido junto aos consumidores.

O PEC – Programa de Eficiência em Carcaça tem como base produtiva o conceito do BOI 7-7-7, fruto de trabalhos conduzidos pelos pesquisadores da APTA – Colina (Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios) O BOI 7-7-7 é o resultado de pesquisas de mais de uma década do uso de novas tecnologias, avaliando o seu impacto sobre o desempenho (da desmama ao abate), identificando interferências de uma fase sobre outra e fazendo análises de viabilidade econômica, para orientar os pecuaristas em suas decisões em termos de nutrição, controle sanitário, genética, gestão e manejo. Os critérios de mensuração do PEC serão validados pelos pesquisadores da APTA – Colina.

 

Passo a passo do PEC

O primeiro passo do PEC é atrair os pecuaristas interessados em produzir os bovinos do futuro. Os criadores interessados em melhorar o seu desempenho segundo os parâmetros qualitativos do programa devem-se inscrever no site www.minervafoods.com.br/pec.

O passo seguinte é a avaliação do atual estágio da propriedade e, depois, a multiplicação de conhecimentos técnicos para melhoria dos indicadores de produção, com orientação dos pecuaristas para tomada de decisões.

O PEC também prevê o reconhecimento e a valorização dos pecuaristas que lideram o processo de produção de carcaças padronizadas e de alta qualidade.

“Nossa proposta é ter impacto sobre o desempenho da pecuária brasileira. Para isso, trabalharemos com disseminação de conhecimento e reconhecimento e divulgação das melhores práticas e dos resultados efetivos nas propriedades. Temos confiança de que esse processo contribuirá para o aumento da produtividade e melhoria da qualidade das carcaças, o que também é desejo de todos os pecuaristas, pois lhes trará ganhos econômicos”, ressalta Mauricio Graziani.

“Em seu primeiro ano, o PEC será um grande laboratório para nos ajudar a identificar os melhores perfis de carcaça e os resultados que trazem para o sistema, buscando o melhor aproveitamento de cortes nas fábricas. Será também o primeiro passo da Minerva no sentido de valorizar mais a qualidade na negociação com os pecuaristas. Nosso objetivo é reconhecer o que é bom para os produtores, para a indústria e para os consumidores, além de fomentar as melhores práticas de produção, para melhorar os ganhos de forma contínua e sustentada”, conclui Fabiano Tito Rosa, diretor de compra de gado da Minerva Foods.

Sobre a Minerva Foods

A Minerva Foods é a líder em exportação de carne bovina na América do Sul e atua também no segmento de processados, comercializando seus produtos para mais de 100 países. A Companhia possui atualmente capacidade diária de abate de 26.380 cabeças de gado e de desossa equivalentes a 27.966 cabeças de gado. Presente no Brasil, no Paraguai, na Argentina, no Uruguai e na Colômbia, a Minerva opera 26 plantas de abate e desossa e três plantas de processamento. Nos últimos doze meses findos em 30 de setembro de 2018, a Companhia apresentou receita bruta de vendas de R$ 16,65 bilhões, 44% acima da receita bruta do mesmo período de 2017. (www.minervafoods.com)

Sobre a Phibro Animal Health Corporation

Phibro é uma empresa global em saúde e nutrição animal, dedicada ao atendimento da crescente demanda mundial por proteína animal. A empresa possui mais 1.400 apresentações de produtos, está presente em mais 65 países e tem orgulho de ser parceiro de confiança para produtores, nutricionistas e veterinários, oferecendo soluções inovadoras e serviços de qualidade para produzir alimentos saudáveis e acessíveis. (www.pahc.com/brazil)

FONTE: ASSESSORIA TEXTO COMUNICAÇÃO

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: BRASIL É O 8º MERCADO DE MÚSICA GRAVADA DO MUNDO – Por Silvio Persivo

    Com um faturamento de R$ 3,958 bilhões, crescimento de 14,1%, segundo a Pró-Música Brasil, o Brasil se tornou o 8º maior mercado de música gravada do mundo em 2025. Do total do faturamento cerca de R$ 3,4 bilhões vieram do streaming, que aparece como principal motor das receitas do setor.  Neste cenário, a Associação Brasileira da Música Independente (ABMI) amplia sua agenda de conexões comerciais por meio do BMK (Brazil Music Market), um projeto voltado à aproximação de artistas, selos e empresas com profissionais e oportunidades da indústria musical. Em outubro, são previstas ações no Formemus, no Espírito Santo, e, em novembro, na Semana Internacional de Música de São Paulo (SIM São Paulo). Para Talita Cordeiro, diretora-geral da ABMI, o avanço do mercado brasileiro precisa se traduzir em oportunidades concretas para as empresas independentes. A discussão envolve o acesso a novos mercados, a construção de parcerias comerciais e a capacidade de transformar a circulação internacional da música brasileira em negócios sustentáveis. FONTE: COLUNA TEIA DIGITAL –  POR SILVIO PERSIVO

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