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Parlamentares aproveitam feriado na quarta e emendam 11 dias de folga

Em semana de feriado, sem votações previstas no Congresso, foram poucos os parlamentares que apareceram em Brasília nesta segunda (29). Com o costume já consolidado entre os congressistas de retornar a suas bases eleitorais na quinta e só estar de volta ao Parlamento na terça, o feriado do Dia do Trabalho, na quarta (1º), propiciou uma folga prolongada de 11 dias.

Até 17h38 de ontem, apenas 106 dos 513 deputados haviam registrado presença na Câmara, conforme informações da Secretaria Geral da Mesa. Já no Senado, onde não há necessidade de marcar presença quando a sessão não é deliberativa – não há votações -, também segundo a SGM, somente oito dos 81 senadores apareceram no plenário e fizeram uso da palavra.

Para evitar burburinhos de feriadão emendado como ocorreu no Carnaval, a Câmara até chegou a convocar sessão deliberativa para essa segunda-feira (29), embora pelos corredores, na quinta e na sexta da semana passada, os próprios líderes partidários já dissessem que haviam liberado suas bancadas para permanecerem em seus redutos eleitorais essa semana inteira. Já o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), preferiu convocar somente sessões de debates.

Apesar de alguns deputados estarem na Casa no fim da tarde, às 14h, quando a sessão não deliberativa da Câmara foi aberta, não havia quórum. Coube ao deputado Leo Moraes (Podemos-RO) formalizar o que já se sabia: o cancelamento das votações nessa semana. Há, porém, sessões solenes e de debates programas, assim como no Senado. Nenhuma expectativa de grande quórum na terça (30), menos ainda na quinta (2), após o feriado.

Do outro lado, no Senado, apenas os senadores Confúcio Moura (MDB-RO), Jorge Kajuru (PSB-GO), Rogério Carvalho (PT-SE), Álvaro Dias (Pode-PR), Reguffe (S/Partido-DF), Izalci Lucas (PSDB-DF), Veneziano Vital do Rêgo (PSB-PB) e Chico Rodrigues (DEM-RR) estiveram no plenário em uma sessão de 2h15 destinada apenas a debates entre os oito parlamentares.

O combo costume de só haver votações entre terça e quinta mais a liberação dos líderes devido a ausência de votações ao longo dessa semana resultou nessa “folga” de 11 dias das atividades no Congresso Nacional. A justificativa que deputados e senadores costumam usar nesses momentos é que, em suas bases, não deixam de estar trabalhando em seus respectivos mandatos.

As atividades, tanto na Câmara, quanto no Senado, voltam no dia 6. Mas o quórum mesmo só é esperado na terça (7). Inclusive, a agenda mais importante do momento, o início dos trabalhos da comissão especial da reforma da Previdência, está prevista para esse dia.

Veja a lista dos parlamentares que não compareceram ao Congresso nesta segunda:

SENADO
Acir Gurgacz (PDT-RO)
Alessandro Vieira (Cidadania-SE)
Angelo Coronel (PSD-BA)
Antonio Anastasia (PSDB-MG)
Arolde de Oliveira (PSD-RJ)
Carlos Viana (PSD-MG)
Cid Gomes (PDT-CE)
Ciro Nogueira (PP-PI)
Daniella Ribeiro (PP-PB)
Dário Berger (MDB-SC)
Davi Alcolumbre (DEM-AP)
Eduardo Braga (MDB-AM)
Eduardo Girão (PODE-CE)
Eduardo Gomes (MDB-TO)
Eliziane Gama (Cidadania-MA)
Elmano Férrer (Podemos-PI)
Esperidião Amin (PP-SC)
Fabiano Contarato (REDE-ES)
Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE)
Flávio Arns (REDE-PR)
Flávio Bolsonaro (PSL-RJ)
Humberto Costa (PT-PE)
Irajá (PSD-TO)
Jader Barbalho (MDB-PA)
Jaques Wagner (PT-BA)
Jarbas Vasconcelos (MDB-PE)
Jayme Campos (DEM-MT)
Jean Paul Prates (PT-RN)
Jorginho Mello (PR-SC)
José Maranhão (MDB-PB)
José Serra (PSDB-SP)
Juíza Selma (PSL-MT)
Kátia Abreu (PDT-TO)
Lasier Martins (Podemos-RS)
Leila Barros (PSB-DF)
Lucas Barreto (PSD-AP)
Luis Carlos Heinze (PP-RS)
Luiz do Carmo (MDB-GO)
Mailza Gomes (PP-AC)
Major Olimpio (PSL-SP)
Mara Gabrilli (PSDB-SP)
Marcelo Castro (MDB-PI)
Marcio Bittar (MDB-AC)
Marcos do Val (Cidadania-ES)
Marcos Rogério (DEM-RO)
Maria do Carmo Alves (DEM-SE)
Mecias de Jesus (PRB-RR)
Nelsinho Trad (PSD-MS)
Omar Aziz (PSD-AM)
Oriovisto Guimarães (Podemos-PR)
Otto Alencar (PSD-BA)
Paulo Paim (PT-RS)
Paulo Rocha (PT-PA)
Plínio Valério (PSDB-AM)
Randolfe Rodrigues (REDE-AP)
Renan Calheiros (MDB-AL)
Renilde Bulhões (PROS-AL)
Roberto Rocha (PSDB-MA)
Rodrigo Cunha (PSDB-AL)
Rodrigo Pacheco (DEM-MG)
Romário (Podemos-RJ)
Rose de Freitas (Podemos-ES)
Sérgio Petecão (PSD-AC)
Simone Tebet (MDB-MS)
Soraya Thronicke (PSL-MS)
Styvenson Valentim (Podemos-RN)
Tasso Jereissati (PSDB-CE)
Telmário Mota (PROS-RR)
Vanderlan Cardoso (PP-GO)
Wellington Fagundes (PR-MT)
Weverton (PDT-MA)
Zenaide Maia (PROS-RN)
Zequinha Marinho (PSC-PA)

CÂMARA
Acre:
Jéssica Sales (MDB)
Alan Rick (DEM)
Flaviano Melo (MDB)
Perpetua Almeida (PC do B)
Jesus Sérgio (PDT)

Alagoas:
Arthur Lira (PP)
Marx Beltrão (PSD)
Sérgio Toledo (PR)
Nivaldo Albuquerque (PTB)
Isnaldo Bulhões (MDB)
Severino Pessôa (PRB)
Paulão (PT)

Amapá:
Camilo Capiberibe (PSB)
Acácio Favacho (Pros)
Vinícius (PR)
Aline Gurgel (PRB)
Professora Marcivania (PC do B)
Luiz Carlos (PSDB)
Andre Abdon (PP)
Leda Sadala (Avante)

Amazonas:
Delegado Pablo (PSL)
Atila Lins (PP)
Silas Câmara (PRB)
Capitão Alberto Neto (PRB)
Marcelo Ramos (PR)
Sidney Leite (PSD)
José Ricardo (PT)

Bahia:
Otto Alencar Filho (PSD)
Bacelar (Podemos)
Prof. Dayane Pimentel (PSL)
Jorge Solla (PT)
Afonso Florence (PT)
Zé Neto (PT)
Antônio Brito (PSD)
Alice Portugal (PCdoB)
Caetano (PT)
Waldenor Pereira (PT)
Valmir Assunção (PT)
Ronaldo Carletto (PP)
Marcelo Nilo (PSB)
Daniel Almeida (PCdoB)
Cacá Leão (PP)
Lídice da Mata (PSB)
Claudio Cajado (PP)
Elmar (DEM)
Adolfo Viana (PSDB)
Mário Negromonte Jr. (PP)
Nelson Pelegrino (PT)
José Nunes (PSD)
Marcio Marinho (PRB)
Felix Mendonça (PDT)
Arthur Maia (DEM)
João Bacelar (PR)
João Roma (PRB)
Paulo Azi (DEM)
José Rocha (PR)
Leur Lomanto Jr (DEM)
Uldurico Júnior (PPL)
Igor Kannário (PHS)
Pastor Abílio Santana (PHS)
Joseildo Ramos (PT)
Paulo Magalhães (PSD)

Ceará:
Luizianne Lins (PT)
José Guimarães (PT)
Mauro Filho (PDT)
Idilvan Alencar (PDT)
Aj Albuquerque (PP)
Robério Monteiro (PDT)
Moses Rodrigues (MDB)
Pedro Bezerra (PTB)
Genecias Noronha (SD)
Domingos Neto (PSD)
André Figueiredo (PDT)
Roberto Pessoa (PSDB)
Heitor Freire (PSL)
Jose Airton (PT)
Júnior Mano (PR)
Dr.Jaziel (PR)
Vaidon Oliveira (Pros)

Distrito Federal:
Flavia Arruda (PR)
Paula Belmonte (PPS)

Espirito Santo:
Amaro Neto (PRB)
Da Vitoria (Cidadania)
Helder Salomão (PT)
Sergio Vidigal (PDT)
Norma Ayub (DEM)
Evair de Melo (PP)
Ted Conti (PSB)

Goiás:
Delegado Waldir (PSL)
Flavia Morais (PDT)
Dr. Zacarias Calil (DEM)
Francisco Jr. (PSD)
João Campos (PRB)
Glaustin da Fokus (PSC)
José Mario Schreiner (DEM)
Magda Mofatto (PR)
Professor Alcides (PP)
Rubens Otoni (PT)
Lucas Vergílio (SD)
Adriano Baldy (PP)
Célio Silveira (PSDB)
Alcides Rodrigues (PRP)
Major Vitor Hugo (PSL)

Maranhão:
Márcio Jerry (PCdoB)
Pedro Lucas Fernandes (PTB)
Cleber Verde (PRB)
Bira do Pindaré (PSB)
Juscelino Filho (DEM)
Josimar de Maranhãozinho (PR)
Junior Lourenço (PR)
André Fufuca (PP)
Marreca Filho (Patriota)
Gil Cutrim (PDT)
Edilazio (PSD)
João Marcelo (MDB)
Eduardo Braide (PMN)
Pastor Gildenemyr (PMN)
Gastão Vieira (Pros)
Zé Carlos (PT)

Mato Grosso:
Nelson Barbudo (PSL)
Emanuel Pinheiro Neto (PTB)
Neri Geller (PP)
Dr. Leonardo (SD)
Professora Rosa Neide (PT)
Juarez Costa (MDB)
Valtenir Pereira (MDB)

Mato Grosso do Sul:
Beto Pereira (PSDB)
Dagoberto Nogueira (PDT)
Fábio Trad (PSD)
Vander Loubet (PT)

Minas Gerais:
Andre Janones (Avante)
Paulo Guedes (PT)
Aurea Carolina (PSOL)
Gilberto Abramo (PRB)
Eros Biondini (PROS)
Weliton Prado (PROS)
Rogério Correia (PT)
Padre João (PT)
Misael Varella (PSD)
Rodrigo de Castro (PSDB)
Hercílio Coelho Diniz (MDB)
Stefano Aguiar (PSD)
Patrus Ananias (PT)
Zé Silva (SD)
Aécio Neves (PSDB)
Lincoln Portela (PR)
Eduardo Barbosa (PSDB)
Diego Andrade (PSD)
Emidinho Madeira (PSB)
Marcelo Aro (PP)
Lafayette Andrada (PRB)
Pinheirinho (PP)
Subtenente Gonzaga (PDT)
Margarida Salomão (PT)
Odair Cunha (PT)
Dr. Mário Heringer (PDT)
Bilac Pinto (DEM)
Fred Costa (Patriota)
Domingos Sávio (PSDB)
Paulo Abi Ackel (PSDB)
Dimas Fabiano (PP)
Newton Cardoso Jr (MDB)
Vilson da Fetaemg (PSB)
Leonardo Monteiro (PT)
Igor Timo (Podemos)
Euclydes Pettersen (PSC)
Julio Delgado (PSB)
Franco Catarfina (PP)
Charles Evangelista (PSL)
Léo Mota (PSL)
Luis Tibe (Avante)
Alê Silva (PSL)
Greyce Elias (Avante)
Zé Vitor (PR)
Fábio Ramalho (MDB)
Mauro Lopes (MDB)
Enéias Reis (PSL)

Pará:
Edmilson Rodrigues (Psol)
Cristiano Vale (PR)
Elcione Barbalho (MDB)
Vavá Martins (PRB)
José Priante (MDB)
Nilson Pinto (PSDB)
Delegado Éder Mauro (PSD)
Beto Faro (PT)
Olival Marques (DEM)
Cássio Andrade (PSB)
Airton Faleiro (PT)
Hélio Leite (DEM)
Paulo Bengtson (PTB)
Joaquim Passarinho (PSD)
Eduardo Costa (PTB)

Paraíba:
Gervásio Maia (PSB)
Aguinaldo Ribeiro (PP)
Wellington Roberto (PR)
Damião Feliciano (PDT)
Hugo Motta (PRB)
Frei Anastacio (PT)
Wilson Santiago (PTB)
Pedro Cunha Lima (PSDB)
Efraim Filho (DEM)
Julian Lemos (PSL)
Ruy Carneiro (PSDB)

Paraná:
Sargento Fahur (PSD)
Felipe Francischini (PSL)
Gleisi Lula Hoffmann (PT)
Evandro Roman (PSD)
Leandre (PV)
Giacobo (PR)
Hermes Frangão Parcianello (MDB)
Christiane Yared (PR)
Diego Garcia (Podemos)
Aliel Machado (PSB)
Sérgio Souza (MDB)
Pedro Lupion (DEM)
Luisa Canziani (PTB)
Boca Aberta (Pros)
Ricardo Barros (PP)
Zeca Dirceu (PT)
Rubens Buenos (PPS)
Schiavinato (PP)
Filipe Barros (PSL)
Luiz Nishimori (PR)
Toninho Wandscheer (Pros)
Vermelho (PSD)
Enio Verri (PT)
Aroldo Martins (PRB)
Aline Sleutjes (PSL)
Reinhold Stephanes Junior (PSD)

Pernambuco:
Marília Arraes (PT)
Andre Ferreira (PSC)
Sebastião Oliveira (PR)
Pastor Eurico (Patriota)
Andre de Paula (PSD)
Luciano Bivar (PSL)
Eduardo da Fonte (PP)
Daniel Coelho (PPS)
Fernando Filho (DEM)
Danilo Cabral (PSB)
Raul Henry (MDB)
Wolney Queiroz (PDT)
Fernando Monteiro (PP)
Augusto Coutinho (SD)
Túlio Gadêlha (PDT)
Ricardo Teobaldo (Podemos)
Carlos Veras (PT)
Ossesio Silva (PRB)
Renildo Calheiros (PC do B)
Tadeu Alencar (PSB)

Piauí:
Rejane Dias (PT)
Assis Carvalho (PT)
Júlio Cesar (PSD)
Iracema Portella (PP)
Marcos Aurelio Sampaio (MDB)
Merlong Solano (PT)

Rio de Janeiro:
Marcelo Freixo (Psol)
Jorge Braz (PRB)
Carlos Jordy (PSL)
Flordelis (PSD)
Daniela do Waguinho (MDB)
Talíria Petrone (Psol)
Dr. Luiz Antonio Teixeira Jr. (PP)
Sóstenes Cavalcante (DEM)
Jandira Feghali (PC do B)
Aureo Reibeiro (SD)
Rosangela Gomes (PRB)
Hugo Leal (PSD)
Vinícius Farah (MDB)
Major Fabiana (PSL)
Pedro Paulo (DEM)
Altineu Côrtes (PR)
Gutemberg Reis (MDB)
Luiz Antônio (S/Partido)
Soraya Santos (PR)
Christino Aureo (PP)
Benedita da Silva (PT)
Glauber Braga (Psol)
Wladimir Garotinho (PRP)
Alexandre Serfiotis (PSD)
Clarissa Garotinho (Pros)
Professor Joziel (PSL)
Daniel Silveira (PSL)
Chico D’Angelo (PDT)
Chiquinho Brazão (Avante)
David Miranda (Psol)

Rio Grande do Norte:
Benes Leocádio (PRB)
Natalia Bonavides (PT)
Beto Rosado (PP)
João Maia (PR)
Rafael Motta (PSB)
General Girão (PSL)
Walter Alves (MDB)
Fábio Faria (PSD)

Rio Grande do Sul:
Giovani Cherini (PR)
Marcon (PT)
Marlon Santos (PDT)
Lucas Redecker (PSDB)
Fernanda Melchionna (Psol)
Heitor Schuch (PSB)
Henrique Fontana (PT)
Carlos Gomes (PRB)
Bohn Gass (PT)
Danrlei de Deus Goleiro (PSD)
Márcio Biolchi (MDB)
Alceu Moreira (MDB)
Afonso Hamm (PP)
Mária do Rosário (PT)
Pedro Westphalen (PP)
Giovani Feltes (MDB)
Bibo Nunes (PSL)
Jerônio Goergen (PP)
Maurício Dziedricki (PTB)
Pompeo de Mattos (PDT)
Daniel Trzeciak (PSDB)
Marcelo Moraes (PTB)
Afonso Motta (PDT)
Nereu Crispin (PSL)
Santini (PTB)
Darcísio Perondi (MDB)
Marcelo Brum (PSL)

Rondônia:
Expedito Netto (PSD)
Mariana Carvalho (PSDB)
Lucio Mosquini (MDB)
Jaqueline Cassol (PP)
Coronel Chrisóstomo (PSL)

Roraima:
Haroldo Cathedral (PSD)
Jhonatan de Jesus (PRB)
Hiran Gonçalves (PP)
Nicoletti (PSL)
Shéridan (PSDB)
Edio Lopes (PR)
Otaci Nascimento (SD)

Santa Catarina:
Hélio Costa (PRB)
Pedro Uczai (PT)
Geovania de Sá (PSDB)
Carlos Chiodini (MDB)
Fabio Schiochet (PSL)
Angela Amin (PP)
Celso Maldaner (MDB)
Rogério Peninha (MDB)

São Paulo:
Eduardo Bolsonaro (PSL)
Joice Hasselmann (PSL)
Celso Russomanno (PRB)
Kim Kataguiri (DEM)
Tiririca (PR)
Policial Katia Sastre (PR)
Pastor Marco Feliciano (Podemos)
Renata Abreu (Podemos)
Rui Falcão (PT)
Alexandre Frota (PSL)
Ivan Valente (Psol)
Marcos Pereira (PRB)
Carlos Zarattini (PT)
Marco Bertaiolli (PSD)
Marcio Alvino (PR)
Guilherme Mussi (PP)
Arnaldo Jardim (Cidadania)
Bruna Furlan (PSDB)
Carlos Sampaio (PSDB)
Nilto Tatto (PT)
Ricardo Izar (PP)
Vitor Lippi (PSDB)
Cezinha de Madureira (PSD)
Fausto Pinato (PP)
Alexandre Leite (DEM)
Paulo Freire Costa (PR)
Enrico Misasi (PV)
Samuel Moreira (PSDB)
Vanderlei Macris (PSDB)
Jefferson Campos (PSB)
Vinicius Carvalho (PRB)
Eduardo Cury (PSDB)
Miguel Lombardi (PR)
Eli Corrêa Filho (DEM)
Gilberto Nascimento (PSC)
Geninho Zuliani (DEM)
Alexandre Padilha (PT)
Arlindo Chinaglia (PT)
Luiz Flavio Gomes (PSB)
Roberto Alves (PRB)
Junior Bozzella (PSL)
Paulo Teixeira (PT)
Milton Vieira (PRB)
Carla Zambelli (PSL)
Paulinho da Força (SD)
Luiz Carlos Motta (PR)
General Peternelli (PSL)
Vicentinho (PT)
Alencar Santana (PT)
Orlando Silva (PC do B)
Roberto de Lucena (Podemos)
Herculano Passos (MDB)

Sergipe:
Fábio Mitidieri (PSD)
Laercio Oliveira (PP)
Fabio Reis (MDB)
Gustinho Ribeiro (SD)
João Daniel (PT)
Bosco Costa (PR)
Valdevan Noventa (PSC)
Fábio Henrique (PDT)

Tocantins:
Tiago Dimas (SD)
Osires Damaso (PSC)
Vicentinho Junior (PR)
Eli Borges (SD)
Carlos Henrique Gaguim (DEM)
Professora Dorinha (DEM)
Dulce Miranda (MDB)
Celio Moura (PT)

FONTE: CONGRESSO EM FOCO

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: Confiança Empresarial diminui com cenário econômico de incerteza – Por Silvio Persivo

    Insistir é preciso. “De tudo ficaram três coisas: A certeza de que estamos começando. A certeza de que precisamos continuar. A certeza de seremos interrompidos antes de terminar. Portanto, devemos fazer da interrupção um caminho novo. Da queda, um passo de dança. Do medo, uma escada. Do sonho, uma ponte. Da procura, um encontro” (Fernando Sabino). IV SIMPÓSIO DE CIÊNCIA E PESQUISA A da Fundação de Amparo ao Desenvolvimento das Ações Científicas e Tecnológicas e à Pesquisa do Estado de Rondônia (Fapero) com o objetivo de aproximar a sociedade da comunidade científica e apresentar os seus resultados nos projetos apoiados pela instituição,) realiza o IV Simpósio de Ciência e Pesquisa (Simfap), nos dias 5 e 6 de novembro. O evento reúne pesquisadores para compartilhar seus trabalhos, fortalecer a ciência, a tecnologia e a inovação no estado.. O evento om palestras, mesas-redondas, debates e apresentações de trabalhos científicos será realizado no Tribunal Regional Eleitoral de Rondônia (TRE-RO), na Avenida Presidente Dutra, nº 1889, em Porto Velho, e as inscrições estão abertas até o dia 4 de novembro, O presidente da Fapero, Paulo Renato Haddad, disse que o Simfap já se tornou uma tradição “Mais do que apresentar resultados, o evento é uma forma de dar transparência aos investimentos realizados em ciência, tecnologia e inovação, aproximando a população das pesquisas e demonstrando como esses recursos estão contribuindo para o desenvolvimento de Rondônia”. COMEÇOU O PERÍDO DE DECLARAÇÃO OBRIGATÓRIA DE REBANHOS Começou neste último domingo (1º), o período para a segunda etapa da declaração obrigatória de rebanhos em Rondônia. A atualização cadastral deve ser realizada até 30 de novembro pelos produtores rurais que criam bovinos, bubalinos, ovinos, caprinos, suínos, equídeos e aves. O procedimento é realizado junto à Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril do Estado de Rondônia (Idaron). Durante o período, a emissão da Guia de Trânsito Animal (GTA) fica condicionada à regularização das informações cadastrais e os produtores só poderão movimentar os animais para transporte ou comercialização depois de feitaa declaração do rebanho. No sistema Idaron Online, os pecuaristas vão classificar o gado como leiteiro ou de corte e informar os números de nascimentos e mortes desde maio. Também será necessário indicar a faixa etária dos animais, especificando quantos, entre os nascidos depois da primeira etapa da declaração, têm de quatro a seis meses e quantos têm de um a três meses de idade. Por fim deve ser feito o ajuste automático do total dos rebanhos no sistema, a partir das alterações informadas pelo produtor. A A atualização cadastral, como se sabe, é necessária para manter o status sanitário de Rondônia como área livre de febre aftosa sem vacinação. CONFIANÇA DOS EMPRESÁRIOS DIMINUI COM CENÁRIO ECONÔMICO DE INCERTEZA Segundo o Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec), apurado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), os empresários do comércio, no último e mais forte trimestre para o setor no ano, estão menos otimistas, com menos planos de expansão e contratação. O Icec registrou um recuo de 2,7% em outubro, resultado das incertezas do cenário econômico e apresentou sua quarta queda consecutiva e a mais intensa desde julho, já descontados os efeitos sazonais. Com este resultado, o indicador reduziu para os 96,7 pontos, ficando abaixo do nível de neutralidade e atingindo o valor mais baixo desde maio de 2021, na pandemia, quando marcou 94,5 pontos. Para o presidente do Sistema CNC-Sesc-Senac, José Roberto Tadros, “O comércio acende um alerta para todo o país ao entrar no período mais lucrativo do calendário, sob cautela. Quando o empresário pisa no freio das contratações e dos investimentos, toda economia desacelera, reflexo direto das incertezas nos âmbitos fiscal e monetário que travam as decisões de negócios neste último trimestre”, analisou. Em Rondônia, a situação é um pouco melhor mesmo com o Icec caindo de 107,3 pontos para 105,9 pontos, ou seja, uma queda de -1,3%. Rondônia, em geral, possui um comportamento mais otimista e resiliente, mas, ainda assim, o presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia-Fecomércio/RO, Raniery Araújo Coêlho, afirmou ser preciso “Maior previsibilidade, segurança jurídica e políticas monetárias que reduzam os custos das operações do nosso setor. O comércio, nas condições atuais, mesmo querendo expandir e gerar postos de trabalho sofre com a falta de um ambiente mais favorável para manter o crescimento”. E também aconselhou os empresários a realizarem promoções e facilidades maiores para atrair os clientes neste final de ano. REINCIDÊNCIA DE INADIMPLENTES BATE RECORDE Um sintoma deste problema é o fato do Indicador de Reincidência de Pessoas Físicas, apurado pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), em setembro, revelar que se verificou o maior recorde no número de consumidores negativados nas listas de inadimplentes. Em setembro de 2026, do total de negativações, 87,44% foram de devedores reincidentes, ou seja, consumidores que já tinham aparecido no cadastro de inadimplentes nos últimos 12 meses. Acrescente-se que no universo de reincidentes, a maior parte, 67,05%, ainda não havia quitado as pendências antigas e foi negativada novamente. Outros 20,38% tinham saído do cadastro de devedores nos últimos 12 meses, mas retornaram. Apenas 12,56% dos negativados em setembro não estiveram com restrições no CPF ao longo do último ano. Mais: o tempo médio decorrido entre o vencimento de uma dívida e o vencimento das demais pendências para os reincidentes foi de 72,5 dias. Isto significa que, em média, depois de cerca de 2,4 meses do vencimento de uma dívida negativada, outra dívida já vence. Também se observa que houve um crescimento de 18,28% no número de devedores reincidentes, os que já haviam aparecido no cadastro de inadimplentes, na comparação com os 12 meses anteriores. É uma forte indicação de que o programa Desenrola não deu certo. AUTOR: SILVIO PERSIVO –  COLUNA TEIA DIGITAL

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