Esporte

PARA ONDE VÃO PMS DA COMPANHIA DE TRÂNSITO E FISCAIS DA SEMTRAN NA HORA DO APAGÃO?

Trânsito em Porto Velho fica caótico e as autoridades responsáveis, que deveriam ajudar no tráfego, desaparecem

Desabafo

Pois é, na última coluna falamos sobre o “passeio” que a secretária de Educação do Estado, Fátima Gaviolli foi fazer em Brasília enquanto algumas escolas de Rondônia padecem na miséria. Para continuar ilustrando o problema, tomaremos como exemplo postagem em rede social de um concurseiro que foi fazer prova no Risoleta Neves. Transcrevo: “Fiz a prova do TJ ontem e só posso dizer q a Escola Estadual Risoleta Neves é uma vergonha. Lixo espalhado em frente a Escola; carteiras nova jogadas nos fundos, e as salas com ar condicionados de enfeite. Não conseguimos fazer a prova com tanto calor, pingando de suor; precisamos ser trocados pra outra sala que não adiantou muito. Mas nós ficamos apenas 4 horas, e esses alunos e professores que passam por isso todo dia? Que pátria educadora é essa? O governo ainda vai pedir pra repartir que a CPMF seja repartido com os Estados…pra que? Só quero saber onde estão os ficais da Lei: Assembléia Legislativa, MP? Secretária de Educação, que vergonha”.

Então….

Para a Seduc, “tá tudo certo nas escolas”. Acho que essa pessoa que fez a postagem deve ser algum “comunista que está tentando incitar a população contra o governo”, né não secretária?

Ok, e os apagões?

Em relação aos apagões, eu tenho uma pergunta bem simples para a Secretaria Municipal de Trânsito e para o pelotão de trânsito da Polícia Militar. O que vocês ficam fazendo quando a energia vai embora, que não vão ajudar a controlar o caos que se transforma o trânsito de Porto Velho? Os cruzamentos se tornam uma bagunça e os fiscais da SEMTRAN e os homens da Polícia Militar simplesmente desaparecerem. Ei, psiu, PM, polícia de trânsito não é só para fazer blitz não, tem que ir para a rua quando acaba a energia.

Falando em apagões

O secretário Chefe da Casa Civil resolveu mandar todo mundo arrumar o que fazer ao invés de ficar reclamando em facebook por causa da falta de energia. Mandou você, é, você mesmo que está lendo isso agora, ir dar banho no seu cachorro, limpar as luminárias, lavar o carro e fazer do “limão uma limonada”. Eu acho que ele só não mandou você dar uns pegas na patroa devido ao calor. Depois dessa postagem, muita gente teve vontade de mandar o Emerson….chupar limão.

"Dê um apagão na preguiça, meu amigo", aconselhou Castro aos rondonienses

Depois da escorregada

Para tentar se redimir ele se reuniu com a procuradora federal Gisele Cunha onde recebeu a informação que o Ministério Público Federal vai “fazer uma recomendação” para a Eletrobrás. Cá entre nós, isso não terá efeito algum. Aliás, desobedecer justiça e Ministério Público virou rotina por essas bandas. Vide o caso da escavadeira Bucyrus, que continua enterrada na lama e vai se perder para sempre. Uma decisão da Justiça Federal havia estabelecido prazo para retirada da mesma, mas o prazo acabou e continua tudo igual. Assim será com a Eletrobrás.

Papo furado

Essa história de quem tem que ligar a usina térmica. Isso vai encarecer ainda mais o preço da energia em Rondônia. A bancada federal de Rondônia está acéfala (quem coordena é Nilton Capixaba) e não age em relação as questões de interesse do Estado. Quer dois exemplos recentes? A questão dos altos preços das passagens aéreas praticados no norte do País pelas empresas está sendo debatida no Senado, a pedido do senador Jorge Viana (PT-AC), que dias atrás reclamou disso na tribuna. Outro assunto que o senador acreano vem acompanhando é a construção da ponte sobre o rio Madeira em Abunã. É o único que se mostra preocupado, porque para os nossos congressistas, é como se nem fosse problema nosso.

Ainda os apagões

Agora que atingimos a incrível marca de seis apagões em 40 dias, todo mundo (quero dizer as autoridades) estão indignados. Nesta segunda-feira, Ministério Público, deputados e até vereadores resolveram reclamar e “ir para cima” da Eletrobrás. Interessante que todos recebem respostas técnicas absurdas e desencontradas e pronto, sai todo mundo feliz dizendo “ter resolvido o problema”. Não, não vão resolver dessa forma. É preciso demitir toda a diretoria da Eletrobrás e nomear gente competente. Essa turma que está ai no comando só arrebentou com a gente. Pagamos uma das contas mais altas do país e temos os pior serviço. Exoneração já!!!

Cadê o Confúcio?

O governador deve ter entrado em algum “período sabático” já que ele anda sumido nos últimos tempos. Aparecer na capital tem sido cada vez mais difícil para o governador e ele só é visto quando tem alguma autoridade de fora ou evento em que sua presença se faça realmente necessária. O sumiço do governador vem deixando muita gente de orelha em pé, temendo uma mini-reforma administrativa. Pelo blog.

Nas andanças

Apesar de não estar vindo à capital, Confúcio vem cumprindo agenda pelo interior e no último fim de semana o coronel bombeiro que comanda o DER tentou pegar uma carona na aeronave em que estava o governador e foi barrado. Disseram a ele que “não tinha vaga”. Isso é sinal de que as coisas não andam bem. E falando em DER, em maio de 2014, durante viagens pelo interior, eu passei no trecho entre Santa Luzia e Alta Floresta, onde mostrei as condições precárias em que se encontrava a rodovia, que é de responsabilidade do governo do Estado. O trecho agora está pior. Veja o vídeo:

Fechado

O restaurante Almanara, um dos mais antigos de Porto Velho foi fechado pela fiscalização da Vigilância Sanitária na semana passada e continua lacrado. Os fiscais teriam encontrado coisas bem estranhas…

Na SEDAM

Continua tudo igual, ou seja, parado. O prazo para os proprietários de postos de combustíveis está esgotando (a data limite é 19 de outubro) e a secretaria responsável pela emissão de licenças está perdida em relação ao assunto. Outro caso que chama a atenção por lá é em relação as camionetes compradas irregularmente com recursos do BNDES. Informantes revelam que a compra foi uma insistência do adjunto, Francisco Sales Oliveira dos Santos, que vinha tentando fazer a compra desde que Nanci era secretária.

Não vou pagar o pato

A Federação das Indústrias de São Paulo (FIESP) lançou nacionalmente a campanha “Não vou pagar o pato” contra o aumento de impostos no país. Organizada e com filmes publicitários bem didáticos, a idéia é mostrar para a população o quanto se paga de impostos em cada produto comprado. No site da campanha (http://NaoVouPagaroPato.com.br) você consegue ver a listagem dos principais produtos. Um console de video-game, por exemplo, que custa R$ 1 mil, você paga R$ 721,80 de impostos. Impressionante né? Já um automóvel de R$ 82 mil, R$ 42 mil são impostos. Acesse o site da campanha e assine o manifesto.

Por aqui

A FIERO está mais preocupada em fazer festa de posse para nova diretoria e acomodar os amigos em cargos dentro da estrutura que se mobilizar por algo que de fato ajude a indústria local. E nos pagamos esse pato gordo.

Para contatos

Fale conosco pelos telefones (69) 3225-9979 ou 9363-1909. Também estamos nowww.painelpolitico.com e www.facebook.com/painel.politico e no Twitter (@painelpolitico). Caso prefira, envie correspondência para Rua da Platina, 4326, Conjunto Marechal Rondon. Whatsapp 9248-8911.

Clínica Mais Saúde informa: 12×8 é o número mágico da pressão sanguínea

120 x 80, ou 12 por 8, como costumamos ouvir dos médicos. É medida dada em milímetros de mercúrio. O primeiro número anuncia a pressão com que o sangue é bombeado do coração para o resto do corpo. O segundo indica a pressão no caminho inverso. Um marca a pressão sistólica; o outro, a diastólica. O 120 x 80 foi anunciado recentemente pelos prestigiosos Institutos Nacionais de Saúde (NIH, na sigla em inglês) como a taxa ideal, e a partir de agora irrecorrível, da pressão arterial adequada ao bom funcionamento do organismo. É um número mágico, o santo graal tão buscado. Até agora, a maioria dos médicos lidava com uma margem de diferença maior – taxas de até 140 x 90 eram perfeitamente aceitáveis. Não mais. Diz o cardiologista Roberto Kalil, diretor da divisão de cardiologia clínica do Incor e do Centro de Cardiologia do Hospital Sírio-Libanês de São Paulo: “A mudança de parâmetro surtirá um impacto brutal na saúde da população”. A manutenção da pressão a 120 x 80, e não a 140 x 90, pode reduzir em 30% a incidência de infartos e derrames e em 25% o risco de morte em razão dessas doenças. O novo padrão definitivo de normalidade foi alcançado depois de seis anos de avaliações médicas que envolveram um pelotão de 9.300 homens e mulheres com mais de 50 anos nos Estados Unidos e Porto Rico. O estudo dividiu os voluntários em dois grupos, ambos com pressão arterial acima de 140 x 90. Um deles foi tratado com medicamentos, de forma a baixar os índices para 120 x 80 ou menos. O outro deveria reduzi-los para 140 x 90. Em ambos, mediu-se a incidência de problemas associados à hipertensão, como infarto, derrame e doenças renais. As conclusões do levantamento eram aguardadas para 2017. A certeza dos pesquisadores antecipou a divulgação dos principais resultados. A hipertensão configura-se como a dificuldade de o sangue passar pelos vasos do organismo, provocada pelo enrijecimento das paredes arteriais. O mecanismo tem as causas mais diversas, como consumo excessivo de sal, sobrepeso, fatores genéticos e o envelhecimento em si. A pressão alta está na gênese da maioria dos problemas cardiovasculares – cinco em cada dez infartos são atribuídos à doença. Seis em dez derrames também podem ser atribuídos à hipertensão.

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: As perspectiva de inflação pioram segundo Boletim Focus – Por Silvio Persivo

    Sobre os fatos hediondos e lamentáveis. “Aconteceu e, portanto, pode voltar a acontecer: está a essência do que temos para dizer” (Primo Levi). BLACK FRIDAY IMPULSIONA COMÉRCIO DE RONDÔNIA Segundo a  Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio/RO). a Black Friday de 2026 deve movimentar cerca de R$ 736 milhões em Rondônia. Para Porto Velho, a estimativa é de R$ 147 milhões em vendas, com um crescimento previsto de 3,2%.  No cenário nacional, um estudo da Stefanini Marketing estimou que a data poderá gerar R$ 14,47 bilhões em vendas e 18,3 milhões de pedidos. Uma sondagem da Fecomércio/RO aponta que 68,4% dos consumidores pretendem fazer compras. Entre os produtos mais procurados estão roupas (51,8%), eletrodomésticos (31,9%) e eletrônicos (23%). A pesquisa também aponta que 48,1% planejam pagar à vista, enquanto 50,9% pretendem antecipar as compras para a semana anterior à Black Friday. Para a Fecomércio/RO, a movimentação antecipada pode estender o período de promoções e contribuir para as vendas de fim de ano. “A antecipação das compras deve ampliar o período de promoções e, este ano, inclusive com o apoio direto do Sebrae de Rondônia, os empresários se prepararam mais. Daí a suposição de que a Black Friday deve impulsionar as vendas de fim de ano”, disse o presidente da entidade, Raniery Araújo Coêlho. PREÇO DO DIESEL AUMENTA QUASE 2% EM RONDÔNIA O Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL), que acompanha o comportamento de preços nos postos de combustível, aponta que Rondônia registrou um cenário de alta nos preços dos combustíveis em outubro, na comparação com setembro, com exceção do etanol.  O diesel comum subiu 1,93%, custando em média R$ 7,39 já o S-10 ficou 1,87% mais caro, com preço médio de R$ 7,61, enquanto a gasolina subiu 0,13%, alcançando R$ 7,45. No sentido oposto, o etanol recuou 0,58%, cotado a R$ 5,14. Segundo Vinicios Fernandes, Diretor de Unidades de Negócios da Edenred Mobilidade, “Em outubro, Rondônia apresentou uma tendência de alta nos preços da maior parte dos combustíveis, com destaque para o diesel, que registrou os avanços mais expressivos no período. Com a queda registrada no período, o etanol se consolida como a opção mais econômica e sustentável para os motoristas rondonienses”. ENCONTRO DE CATADORES DE MATERIAIS RECICLÁVEIS DE RONDÔNIA O governo do estado realizou na segunda-feira (2) o 4º Encontro Estadual de Catadores de Materiais Recicláveis, entre os municípios de Presidente Médici e Ji-Paraná. Durante o evento, encerrado na terça-feira (3), cerca de 100 profissionais organizados em cooperativas, associações ou de forma individual participaram da programação, coordenada pela Secretaria de Estado da Mulher, da Família, da Assistência e do Desenvolvimento Social (Seas), com palestras, visita técnica, atividades práticas e levantamento de demandas que ampliem a geração de renda, qualifiquem a atuação das cooperativas e associações, difundam práticas seguras de trabalho e consolidem propostas para o desenvolvimento da política pública de reciclagem inclusiva no estado.  A titular da Seas, Luana Rocha reforçou, que com estes encontros o governo, por meio da Seas, contribui com a organização dos catadores no estado para o fortalecimento das cooperativas e a construção de uma pauta unificada em defesa da reciclagem inclusiva em Rondônia. ““A escolha de Presidente Médici atendeu ao pedido dos próprios catadores, apresentado no Fórum Estadual de Lixo e Cidadania, pelo fato de o município estar mais centralizado, favorecendo a participação de um número maior de catadores. Nesta edição foi inserida pela primeira vez a oficina do projeto “Recicla ON”, do Instituto Gea, do estado de São Paulo, focada na capacitação e estruturação de cooperativas de catadores para a destinação correta de resíduos eletroeletrônicos (lixo eletrônico). AS PERSPECTIVAS DE INFLAÇÃO PIORAM SEGUNDO O BOLETIM FOCUS A mais recente edição do Boletim Focus mostra uma piora drástica das expectativas dos investidores com relação à inflação, aos juros e à taxa de câmbio. A piora se inicia pela inflação. Há quatro semanas, a estimativa este ano foi de 5,01%. Na semana passada, subiu para 5,19% e, nesta edição, avançou para 5,22%, bastante acima do teto da meta.  A projeção para 2027 também piorou. Nas últimas semanas, a expectativa estave ao redor de 4,3%. Acima da meta de 3%, mas dentro do limite aceitável. Agora, a projeção avançou para 4,76%, acima do teto de 1,5% da meta. A alta prevista é menos intensa nos anos de 2028 e de 2029. Porém, as estimativas para esses dois anos se situavam ao redor de 3,5% e agora estão ao redor de 4%, também  acima da meta. RESILIÊNCIA DA ECONOMIA GLOBAL DIMINUI AFIRMA FMI O documento final da 54ª reunião do Comitê Monetário e Financeiro Internacional (IMFC), nas reuniões anuais do FMI e do Banco Mundial, alerta que a economia global resiste a choques, mas sua capacidade de absorver novas turbulências diminui, após o desmantelamento da ordem geopolítica, conflitos e danos às cadeias de suprimentos, pela pandemia e por guerras. Assim o FMI pede políticas mais consistentes, reconstrução das reservas fiscais, estabilidade de preços e cooperação entre nações. O World Economic Outlook projeta um crescimento mundial de 3,1% em 2026 e 3,4% em 2027, e inflação global de 4,7% neste ano, recuando para 4,1% no próximo. Há diferenças: países beneficiados por investimentos em IA e condições comerciais favoráveis têm perspectivas melhores do que importadores de energia e economias de baixa renda. Interessante é que o documento destaca os riscos do endividamento público: a alta dos rendimentos dos títulos soberanos, somada à dívida elevada, pode encarecer o crédito. Recomenda consolidação fiscal e marcos fiscais, preservando investimentos prioritários e a proteção social; transferências temporárias e direcionadas seriam mais eficientes do que controles generalizados de preços. Na política monetária, pede estabilidade de preços, decisões baseadas em dados, comunicação clara e independência dos bancos centrais. A inteligência artificial impulsiona investimentos, comércio e produtividade, mas seus benefícios tendem a ser desiguais; revisões nas expectativas de rentabilidade podem provocar correções nos mercados e ampliar disparidades. AUTOR: SILVIO PERSIVO –  TEIA DIGITAL

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