Esporte

PAINEL POLÍTICO -Testoni apóia Mosquini e pode até ser expulso do PSD. por ALAN ALEX

Infidelidade 
“Prefeito Testoni e o deputado Jaques abraçam a campanha de Lucio Mosquini”, com essa manchete um site de Jaru noticia o apoio dos irmãos Testoni a candidatura do engenheiro Lúcio Mosquini ao cargo de deputado federal. Nada demais, exceto pelo fato de Alex e Jaques Testoni serem filiados ao PSD, legenda que tem candidatos a senado e deputados federal e estadual. Mosquini é filiado ao PMDB, que está em um grupo adversário.

É crime? 
Não, não é crime eleitoral, porém o partido pode adotar medidas pesadas contra Alex e Jaques, incluindo a expulsão, o que acarretaria perda dos mandatos. Ocorre que tanto Jaques, quanto Alex não estão nem aí para essas questões partidárias. O primeiro não disputa a reeleição e o segundo está, digamos, “cansado” da política. Antes ainda do início do processo eleitoral, Alex já demonstrava certo desinteresse em continuar na vida pública. O sinal mais evidente foi o discurso que “só disputaria o governo se Confúcio não disputasse”, um claro recado que não estava dando muita bola para a vida pública, até porque essa possibilidade era nula, como ficou provado agora.

O apoio 
A candidatura de Mosquini também prova que Alex não anda esquentando muito a cabeça com política. Rumores em sua região informam que ele adquiriu, recentemente, um imóvel em Miami (EUA) onde pretende passar uma longa temporada, tão logo encerre seu mandato na prefeitura de Ouro Preto. Outros dizem que ele sequer vai esperar o fim do mandato, vai entregar o cargo e ir embora tão logo encerre o processo eleitoral deste ano.

Inegável 
Até para seus adversários que Testoni mudou a cara de Ouro Preto do Oeste, cidade que sofreu bastante em passado recente com administrações complicadas, a exemplo de Irandir Oliveira e outros. Nos quesitos limpeza e organização, Ouro Preto ganha disparado em relação aos demais municípios de Rondônia, mas como todo gestor, Testoni vem sofrendo o desgate natural de quem já foi reeleito. Com o Tribunal de Contas e Ministério Público na sua cola, sair de cena até que as coisas esfriem é uma medida inteligente. O que não é inteligente é apoiar candidato de outro grupo, por mais amigo que seja.

Aquecendo 
Material gráfico da maioria dos candidatos deve começar a circular a partir da próxima semana por todo o Estado, mas campanha mesmo, com força, só na segunda quinzena de agosto. Com as limitações impostas pelo Tribunal Superior Eleitoral, as campanhas passaram a ter menos tempo, mas em contrapartida ficaram mais caras. Além do mais, as figuras chamadas “lideranças”, pessoas com poder de convencimento junto as suas comunidades, estão se profissionalizando e cobrando caro. Além disso, a grande maioria dos carros plotados e adesivados são “contratados” em média por 10 litros de combustível por semana.

Isso quer dizer 
Que as medidas adotadas pelo Tribunal Superior Eleitoral em tentar equilibrar as candidaturas de nada adianta. Ser eleito em Rondônia custa muito caro e no final quem paga as contas é o eleitor, que se deixa levar por migalhas e elege sempre as mesmas velhas raposas. Depois reclama que “político não presta”.

Fiscalização 
Apesar disso, com a popularização dos smartphones muitos eleitores estão atentos e passaram a fotografar e enviar para o Ministério Público Eleitoral imagens de carros estacionados com propaganda irregular e outros crimes eleitorais. Essa eleição vai ser muito corrida para os órgãos fiscalizadores, resta saber se o efetivo será suficiente para atender a demanda.

Oficial 
Jaqueline e Ivone Cassol lançaram suas canddiaturas ao governo e senado em evento que reuniu uma multidão em Porto Velho na noite de quinta-feira. Nesta sexta Confúcio já fez barulho em Vilhena, agora a tarde em Ji-Paraná e logo mais a noite estará em Porto Velho. Com ele, uma caravana de candidatos a deputados federal e estadual.

Circula 
Pelo whatsapp um texto atribuído aos agentes da Polícia Federal onde eles afirmam que “não apóiam a candidatura de Marcelo Bessa ao cargo de deputado federal”. De acordo com o texto, “delegados de polícia integram grupo cujo único objetivo é manutenção de prerrogativas e interesses pessoais”. Também afirmam que Bessa, “tendo tido oportunidade, não apresentou conhecimento, nem contribuiu no debate pela reforma da segurança pública, tampouco lutou pela modernização das polícias”. Bessa é delegado da PF e foi secretário de segurança pública de Rondônia. Atualmente disputa uma cadeira na Câmara Federal”.

O peão e o tucura 
O deputado Adriano Boiadeiro, que está afastado do cargo até setembro, andou se estranhando com alguns colegas de parlamento pelo interior. No evento “Amigos da Viola”, realizado em Cacoal há cerca de um mês, ele encontrou o deputado Valdivino Tucura e os dois quase saíram no braço. Boiadeiro deu uma “enquadrada” em Tucura que saiu pela tangente. A bronca do peão é que Tucura, que é de seu partido (PRP), havia garantido que não votaria por seu afastamento, o que não aconteceu. Outro que levou uma “chamada” do peão foi Kaká Mendonça (PTB), e em duas ocasiões. A primeira no “Amigos da Viola”, quando Boiadeiro disse que “não queria conversa com traíra” e a segunda há cerca de duas semanas.

Em Pimenta Bueno 
Boiadeiro tomava uma cerveja em um posto quando Kaká chegou e foi cumprimentá-lo. O peão já respondeu no bico da bota, “já disse que não falo com bandido”. Kaká, que é mais tranquilo, foi embora e ficou o dito pelo não dito. Adriano Boiadeiro deve retornar ao parlamento dia 13 de setembro, quando encerra seu período de afastamento, ou antes, se conseguir julgar um recurso que tramita na justiça.

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Anvisa defende implementação de maço de cigarro genérico 
A área técnica da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) elaborou uma proposta na forma de um anteprojeto de lei que estabelece que o maço do cigarro deve ser genérico, com apenas uma cor e sem elementos gráficos. Conforme uma nota divulgada pela agência, “a ideia é retirar das embalagens o apelo potencial junto ao público”. O pacote deverá ser quase todo coberto por imagens e frases de advertência, e os nomes do fabricante e do produto deverão constar em tamanho reduzido e com um formato-padrão. Não é a primeira vez que há um esforço de implementá-la. Em 2012, um projeto de lei a favor dos maços genéricos chegou a ser proposto no Congresso, não avançou e foi retirado. No mesmo ano, a Anvisa vetou a presença de aditivos de sabor e outros no cigarro produzido a partir de setembro de 2013 e no cigarro vendido a partir de março de 2014. O STF suspendeu a medida a pedido da indústria do fumo. Em maio deste ano, o Ministério da Saúde anunciou o fim da propaganda de cigarros e a proibição do fumo em locais fechados de uso coletivo em todo o país, incluindo em fumódromos.

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: BRASIL É O 8º MERCADO DE MÚSICA GRAVADA DO MUNDO – Por Silvio Persivo

    Com um faturamento de R$ 3,958 bilhões, crescimento de 14,1%, segundo a Pró-Música Brasil, o Brasil se tornou o 8º maior mercado de música gravada do mundo em 2025. Do total do faturamento cerca de R$ 3,4 bilhões vieram do streaming, que aparece como principal motor das receitas do setor.  Neste cenário, a Associação Brasileira da Música Independente (ABMI) amplia sua agenda de conexões comerciais por meio do BMK (Brazil Music Market), um projeto voltado à aproximação de artistas, selos e empresas com profissionais e oportunidades da indústria musical. Em outubro, são previstas ações no Formemus, no Espírito Santo, e, em novembro, na Semana Internacional de Música de São Paulo (SIM São Paulo). Para Talita Cordeiro, diretora-geral da ABMI, o avanço do mercado brasileiro precisa se traduzir em oportunidades concretas para as empresas independentes. A discussão envolve o acesso a novos mercados, a construção de parcerias comerciais e a capacidade de transformar a circulação internacional da música brasileira em negócios sustentáveis. FONTE: COLUNA TEIA DIGITAL –  POR SILVIO PERSIVO

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