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Painel Politico – PMDB sonha com PT e grupo Cassol lança dois candidatos – por Alan Alex

O deputado Maurão de Carvalho continua como pré-candidato ao governo no grupo liderado pelo senador Ivo Cassol. Jaqueline, irmã de Ivo também continua como pré-candidata ao governo

 

Olha essa

sujmNo final do ano passado, atendendo a uma solicitação da vereadora Scheilla Cassol, o deputado Hermínio Coelho destinou, através de emenda parlamentar, R$ 300 mil para o município de Pimenta Bueno para a compra de um aparelho de mamografia, uma revindicação antiga das mulheres da região. O recurso foi liberado e está na conta do município. Porém, o Conselho Municipal de Saúde se posicionou contrário a compra do equipamento, e apresentou argumentos válidos.

Entre eles

sujmQue a instalação, manuseio e manutenção custam caro, e correria o risco do equipamento ficar sem uso, devido a esses fatores. Lembrando que o Sistema Único de Saúde paga, por mamografia, R$ 22,50, enquanto que esse mesmo procedimento, em rede privada, não sai por menos de R$ 100. Com os argumentos do Conselho, criou-se um impasse, o que fazer, já que, se o equipamento não for comprado, o recurso volta para a Assembleia?

Parêntese

Antes de prosseguir com essa história, vamos fazer uma pequena observação, o modelo político brasileiro não foi feito para resolver problemas da população, foi feito para enriquecer alguns e continuar adoecendo e matando pessoas, isso dá dinheiro. Mais abaixo explico como funciona.

Continuando

sujmNesta sexta-feira, 16, uma reunião com representantes do Conselho, prefeito Jean Mendonça e a vereadora Scheilla Cassol serviu para dirimir todas as dúvidas e foram apresentadas algumas propostas. Definido mesmo foi que, o município não quer perder o recurso e deverá comprar o equipamento. O Conselho deve ser reunir na semana que vem e estabelecer a forma como isso será feito.

Câncer, uma indústria milionária

dumCom o crescimento espantoso, em todo o país, dos casos de câncer, foi criada uma indústria gigantesca para atender tanto pacientes quanto familiares. Sim, a família também adoece, já que toda ela se mobiliza para auxiliar o ente querido. E nessa indústria todos ganham muito dinheiro, menos a família e claro, o doente. Não é nenhuma novidade que, se a doença for detectada logo início, as chances de recuperação são maiores, mas também não é novidade que prevenção não é prioridade para a maioria dos brasileiros. Para se fazer consultas, principalmente na rede pública, perde-se de um a dois dias, entre agendamentos e o atendimento propriamente dito. O brasileiro precisa trabalhar, e claro, prioriza o sustento à própria saúde.

A partir disso

dumTemos um quadro propício para o crescimento da demanda. Algumas entidades prestam serviço de tratamento, como o Hospital do Câncer de Barretos, mas não por caridade. Além de receberem recursos do Sistema Único de Saúde, também recebem doações, são organizados leilões e fazem parcerias com estados e municípios. Rondônia entre eles. O Brasil precisa urgentemente mudar o modelo político estrutural. Os municípios não tem condiçoes financeiras de arcar com despesas hospitalares, e terminam firmando convênios com entidades, que vivem disso. Elas, porém, não conseguem suprir a demanda, que é imensa, sem contar que as pessoas precisam se deslocar para fazer esses tratamentos ou consultas e a maioria não tem condições, mesmo com toda a ajuda, a situação é de penúria.

Nosso modelo

dumÉ cruel. Não adianta os municípios terem equipamentos, se não tem estrutura de pessoal. E gente qualificada custa caro. Em países desenvolvidos, prioriza-se a qualificação. O programa “Mais Médicos” lançado pelo Governo Federal ano passado, além de trazer médicos cubanos, tirou vários profissionais que preferiram ir atuar em outras cidades, que oferecem melhores vantagens. A população não consegue entender esse modelo, e tende a culpar prefeitos, secretários e os profissionais de saúde. Já falamos sobre isso antes, enquanto não forem feitas profundas mudanças na estrutura, tudo que se fizer será paliativo. Municípios e estados precisam ter autonomia para poder atender, com dignidade suas populações. O resto é papo furado.

Correndo atrás

cfumA grande pergunta que vem sendo feita nos últimos dias é, quem será o vice (ou a vice) de Confúcio Moura? O senador Valdir Raupp continua insistindo em tentar convencer o PT a fazer parte do projeto de reeleição, mas para isso precisa tirar Padre Ton do processo. Ele não quer ser vice e insiste na candidatura própria. De outro lado, o grupo liderado por Fátima Cleide avalia essa possibilidade. A queda de braço dentro do PT deve ser definida nos próximos dias. A executiva nacional não vai intervir, mas deve fazer uma recomendação para que a aliança com o PMDB seja feita. Em Brasília, Fátima tem muito mais força que Ton, principalmente porque ela é a “queridinha” de Dilma.

Enquanto isso

Maurao de CarvalhoO deputado Maurão de Carvalho continua como pré-candidato ao governo no grupo liderado pelo senador Ivo Cassol. Jaqueline, irmã de Ivo também continua como pré-candidata ao governo. Nesta sexta-feira, após conversa que durou quase duas horas, Maurão explicou a Cassol que seu nome se consolidou junto ao grupo e ele pretende continuar na disputa. Ivo ponderou que o PR, de Jaqueline, também pode pleitear a vaga e quem estiver melhor nas próximas semanas, será o candidato de fato.

Portanto

ICO grupo de Ivo conta com duas pré-candidaturas ao governo. Mas isso pode mudar. Existe uma movimentação interna no sentido de dar sustentabilidade a candidatura de Maurão. Jaqueline, por enquanto, só tem o apoio de sua legenda e de seu irmão. Resta saber qual será a reação dos demais partidos com a notícia de duas pré-candidaturas. Tem gente que acha que essa situação enfraquece o grupo, mostrando desunião e dando a impressão que o italiano quer mandar em tudo. Muita gente não está vendo com bons olhos essa “cassolândia” toda, de uma vez só, na dsputa eleitoral. Além de Jaqueline ao governo, Cassol quer eleger sua filha Karine para a Assembleia e sua esposa, Ivone para o Senado. Seja como titular ou como suplente de Carlos Magno. A briga ainda vai longe.

Tudo aberto

Mesmo com a denúncia feita por fiscais que atuam em Vilhena, as “porteiras” do Estado continuam abertas e o governo não está nem aí para a evasão fiscal que está acontecendo. É como se o Estado tivesse muito dinheiro para estar desprezando a receita oriunda da entrada de mercadorias por Vilhena.

Não entendi

pumDuas pontes na BR 364 em Rondônia estão sob “monitoramento”, sabe-se lá o que isso quer dizer. Uma entre Pimenta Bueno e Cacoal e outra em Candeias do Jamary. Interessante que em Candeias existem vários avisos, entre eles o de não “acelerar nem freiar sobre a ponte”. Será que “monitoramento” quer dizer “estamos esperando ela cair para poder arrumar”?

Não sai

MUM

Mário Português, que foi candidato a prefeito em 2012, não deve disputar eleições este ano. O empresário pretende aguardar até 2016. Se ele perceber que Mauro Nazif vai continuar “dormindo Nazif” ele se candidata a prefeito. Fora isso, prefere ficar cuidando de sua fazenda.

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pumPelos telefones (69) 3225-9979 ou 9363-1909. Também estamos no Facebook.com/painel.político e no Twitter (@painelpolitico). Caso prefira, envie correspondência para Rua da Platina, 4326, Conjunto Marechal Rondon. Para fazer parte de nossos grupos no whatsapp envie um whats para 9248-8911 com a seguinte informação:nome+sobrenome+NOTÍCIAS (apenas para receber informações); Caso queira participar de debates e interagir com os demais membros envie nome+sobrenome+DEBATES; Não incluímos ninguém por indicação, a própria pessoa deve enviar o pedido. Notícias são enviadas até às 22 horas, a partir desse horário só se for algo de grande relevância. Também estamos com grupos no aplicativo Telegram. Para mais informações clique AQUI.

Cérebro masculino ‘desliga’ diante de comerciais para mulheres

cum1O cérebro dos homens ‘desliga’ diante de comerciais dirigidos ao público feminino. E o primeiro comercial do break, muitas vezes mais caro que os demais, tem menos potencial de gerar emoção — o cérebro parece demorar alguns segundos para fazer a transição entre conteúdo e comercial. Os dados são da pesquisa “Emotionology”, apresentada no Rio pela Turner, empresa do grupo Time Warner, maior produtora de notícias e entretenimento do mundo, que distribui no Brasil canais como CNN International, Boomerang, Cartoon Network, TNT e Warner Channel, entre outros. Além da primeira fase quantitativa, com 2700 entrevistas na América Latina, foi feita uma segunda fase qualitativa, com 72 voluntários no Brasil, Argentina e México (24 em cada país), em que foi usada ressonância magnética de imagem funcional para medir o engajamento e as emoções diante de filmes e comerciais de TV. O estudo foi realizado em dois grupos etários – 18 a 24 e 35 a 49 anos — em parceria com cientistas do Neurensics, da Universidade de Amsterdã, e da Unicamp. Entre as descobertas quantitativas, 59% das pessoas afirmam que sempre ou frequentemente assistem a um filme mais de uma vez, para reviver experiências despertadas. Entre os filmes, a animação foi o gênero que despertou mais emoções positivas e o terror, as negativa.

Por:  Alan Alex

 

 

 

 

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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