Esporte

Painel Politico– Mosquini criou governo paralelo no estado.

E ainda, no IML Testoni passa mal, mas se recupera e segue para  presídio

Acéfala

Não sei como a justiça vai resolver isso, mas nunca vi nada igual. A vice prefeita de Ouro Preto se escondeu em uma propriedade rural com medo de assumir o comando da cidade após a prisão do titular, Alex Testoni. O presidente da Câmara também não quer nem saber de sentar na cadeira de prefeito, e a cidade está sem comando.

Falando em Alex

Nesta quinta-feira, ele e Lúcio Mosquini, que também foi preso na Operação Ludus, estiveram no IML para exame de corpo e delito após passarem a manhã toda depondo no Ministério Público. Visivelmente abatido, o prefeito de Ouro Preto chegou a passar mal, pediu um copo de água com açucar e quando estabilizou sua situação, foi novamente encaminhado ao presídio. As prisões da Operação Ludus são preventivas, em função do poder econômico e político de ambos. Soltos, eles podem interferir diretamente nas investigações.

Paralelo

Lúcio Mosquini, ex-assessor do governo, montou uma espécie de “poder paralelo” dentro da estrutura do Estado. Ao acumular duas secretarias vitais, com grande quantidade de recursos, ele passou a comandar da forma que bem entendia, e segundo o Ministério Público, direcionava licitações para “ajudar os amigos”. Em função disso, conquistou uma série de inimigos já que “mandava mais que o governador”. Deu no que deu.

Por isso

Não se ouve uma palavra sequer do governo em relação a prisão de seu ex-homem forte. Mosquini era uma espécie de “Zé Dirceu” de Confúcio, planejando, inclusive, disputar o governo em 2018 e se articulava para isso. O governador, que já está com problemas demais, não quer nem saber dos problemas alheios. Pelo jeito Mosquini vai ficar só.

Enquanto isso

O Supremo Tribunal Federal publicou o acórdão do julgamento dos embargos declaratórios do senador Ivo Cassol, que se apressou em enviar nota à imprensa alegando que “o Senador não está na iminência de ser intimado a cumprir pena, pois ainda existem recursos”.

Na verdade

Cassol quer adiar o inevitável e busca esperanças em uma situação que não tem nenhuma. O Supremo não vai rever sua sentença e lá é a última instância. Sua atitude é o que se chama de “jus esperniandi” e é direito dele acreditar nisso. De certo mesmo nessa história é que candidato ele não é mais tão cedo, e pelo andar da carruagem, muita gente por essas bandas também vai procurar aposentadoria precoce.

Pelo Tribunal de Justiça

Valter Araújo, ex-presidente da Assembleia Legislativa conseguiu sua liberdade, após sucessivos habeas corpus negados. Só aqui em Rondônia foram 13. A 1ª Câmara Criminal concedeu, por unanimidade após mais de 3 horas de discussões, a liberdade do ex-parlamentar. Bastante doente, Valter está pesando cerca de 45 quilos, ele segue para tratamento de saúde e terá que cumprir uma série de regras para garantir sua liberdade, entre elas, o uso de tornozeleira.

Fim de ano

Férias chegando, época de viajar. E para pegar a estrada, aproveite seu décimo terceiro e dá uma passada em uma das concessionárias do grupo LF, tem Peugeot, Citroen e Mitsubishi. Mas a coisa está apertada? Tem problema não, você pode comprar um seminovo na LF Seminovos. Na LF você tem a melhor avaliação de seu usado na troca de um carro zero. Faz uma visita. Em Porto Velho, Ji-Paraná, Cacoal e Vilhena você encontra Mistsubishi e na capital tem ainda a Peugeot e Citroen.

Outra operação?

O rebuliço está formado e a turma anda nervosa com a possibilidade de uma nova operação policial ainda antes do Natal. Tem gente limpando gaveta, jogando telefone no rio para evitar recuperação de dados e todos os tipos de despiste. Sei não, mas acho que essas estratégias não adiantam muito não.

Por essas e por outras

Que o Chefe do Executivo não quis mais nem saber do aumento salarial que seria concedido pela Assembleia. Mandou ofício dizendo que não precisa. Ele também declarou nas redes sociais que não vai cumprir acordos de campanha feito com aliados. Não deixou claro que acordos seriam esses, mas pelo jeito, quem apostou, perdeu.

Mesmo assim

O governador passou a tarde de quarta-feira reunido com os deputados Edson Martins e Eurípedes Lebrão no prédio do Iperon. Eles tentavam resolver o impasse do DER, prometido a Lebrão em troca da desistência de candidatar-se a presidência da Assembleia. Edson, que está na corda bamba também pode ir para alguma secretaria.

Na comunicação

O governo trocou seis por meia dúzia. Tirou Osmar Silva e trouxe de volta Domingues Júnior, que havia ido embora de Rondônia para “alçar novos voos”. Pelo jeito não voou muito longe. Chegou no meio de uma crise e não consegue mostrar a que veio. Sei não, melhor seria ter ficado onde estava.

Não convence

Na verdade as mudanças feitas no secretariado parecem aquela coisa temporária. Marco Antônio Faria, que estava na Casa Civil, tratou de pular fora antes que fosse enlameado, os demais continuam fazendo cara de paisagem e não entregam os cargos. Pelo jeito teremos mais do mesmo neste segundo mandato.

Para contatos

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Beber refrigerante pode diminuir 4,6 anos de vida

Entre 1999 e 2002, mais de cinco mil pessoas foram entrevistadas e tiveram o sangue analisado por pesquisadores dos Estados Unidos. Eles tinham entre 20 e 65 anos e nenhuma doença. Neste ano, os pesquisadores analisaram o sangue dos mesmos entrevistados e o resultado foi surpreendente: 21% dos adultos beberam, ao longo desses anos, uma lata ou mais de refrigerante. Mais do que causar diabetes e aumento de peso, o consumo diário de refrigerante causou mudanças nos cromossomos dessas pessoas. Os pesquisadores calcularam que cada ano de consumo diário da bebida significa menos 4,6 anos de vida. A alteração genética causada pelo refrigerante faz com que, além de diabetes e doenças cardiovasculares, problemas renais apareçam na vida dos consumidores antes mesmo de chegar à terceira idade. Um estudo britânico de 2010 feito com ratos mostrou que os animais morriam cinco semanas mais cedo que que os habituais quando ingeriam muito fosfato. Essa substância está bastante presente em diferentes tipos da bebida, inclusive aquelas conhecidas como “zero açúcar”. Além disso, ácido fosfórico em excesso faz com que a pele e os músculos murchem porque eles fazem o organismo desidratar. Mas o processo é reversível. Basta mudar o processo de alimentação antes de as doenças aparecerem.

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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