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Painel Politico: Gurgacz aprovou U$ 28,7 milhões para cidade de Cascavel (PR)

No Senado

“Pela liderança do senador Acir Gurgacz e do senador Sérgio Souza que nos apoiou na votação, acredito que à tarde já estará no Plenário. Depois de aprovado, o próximo passo é a assinatura do contrato, que deverá ser realizado até o fim deste ano”. Essa fala é do prefeito da cidade paranaense de Cascavel, Edgar Bueno em dezembro do ano passado, logo após sair de uma audiência na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado Federal e o relator de um empréstimo no valor de U$ 28,7 milhões para a cidade paranaense foi Acir Gurgacz.

Aliás

O senador, que não foi eleito (diga-se de passagem), possui inúmeros negócios na cidade de Cascavel, inclusive uma fundação que leva o nome de seu pai, suplente de senador Assis Gurgacz e que está sendo investigada pelo Tribunal de Contas da União, suspeita de uma série de irregularidades em um convênio entre a Fundação Assis Gurgacz e a União, em um programa de inclusão digital. É bom ressaltar que esse programa era para o Paraná e não Ji-Paraná.

A auditoria do TCU

Descobriu várias irregularidades abrangendo o período de 2005 e 2006, como indícios de procedimentos fraudulentos na condução do processo licitatório que indicavam possível ocorrência de direcionamento da licitação ou licitação montada; incompatibilidade entre o que foi efetivamente realizado e as especificações do Plano de Trabalho, Edital, Proposta e Contrato, caracterizando fraude na execução física do convênio; indícios de fraude nos pagamentos e documentos comprobatórios; indício de comprovação de despesas mediante notas fiscais ‘calçadas’; inexistência e/ou funcionamento irregular de empresa licitante à época da licitação, preços contratados não compatíveis com os preços de mercado; movimentação irregular da conta específica do convênio; licitação efetuada em modalidade diferente do exigido na legislação; irregularidades na aprovação da Prestação de Contas por parte de órgão repassador de recursos e não atendimento à finalidade do convênio.

E sabe o que mais?

Os auditores verificaram simulação, por meio de carta convite, da compra de quatro ônibus usados, que já eram de propriedade de outras empresas do mesmo grupo empresarial da FAG, a Eucatur e a Viação Nova Integração, sendo que a ata declarou a Coperserv – Cooperativa de Trabalhos Múltiplos em Saneamento Básico e Meio Ambiente vencedora do processo. Essa empresa, porém, não foi encontrada nos endereços informados para a Receita Estadual do Mato Grosso e tem como atividade a prestação de serviços de seus associados em meio ambiente e saneamento básico, não se configurando como empresa de comercialização de veículos ou de veículos adaptados para laboratórios de Informática.

Voltando ao empréstimo

“A votação foi um sucesso, pela Comissão de Assuntos Econômicos, da qual tive a honra de ser o relator. É um empréstimo importante, que vai levar o crescimento e o desenvolvimento para Cascavel. Não tenho dúvidas de que também no Plenário vamos conseguir aprovar, ainda hoje, desta forma autorizando o Município a fazer esse contrato”. Sabe quem é doido por um empréstimo desses, e que poderia fazer muito por Ji-Paraná? O prefeito Jesualdo Pires. Mas para essa briga, pelo visto, ele não tem parceiro. Quer mais? Gurgacz é senador, deveria cuidar dos interesses de Rondônia, mas na verdade cabe uma rápida reflexão nesse ponto.

Concessões

Ele detém concessão de transportes interestadual, intermunicipal e interncaional de passageiros. Isso depende de aprovação da Agência Nacional de Transporte Terrestre (ANTT – órgão federal). Ele detém concessão de emissoras de rádio e TV (Ministério das Comunicações, órgão federal). Ele detém faculdade no Parná (depende de concessões do MEC – órgão federal). Ele detém exploração de granito em Rondônia pela empresa Gramazon, e para isso precisa de licença de exploração concedida pelo Departamento Nacional de Produção Minieral (DNPM – órgão federal). Portanto, percebe-se que todos os seus negócios dependem da União. No caso de questões relevantes para o Estado, mas que não sejam de interesse da União, como você e acha que ele terá independência para tomar um posicionamento contrário?

Manobra

A prefeitura de Porto Velho havia feito uma licitação para a contratação de empresa para coleta de lixo da capital, após a Marquise ter cancelado o contrato devido a uma série de desentendimentos. No dia 3 de setembro deste ano, o Tribunal de Contas detectou uma série de irregularidades no edital e determinou as correções em um prazo de 15 dias. A coluna já havia antecipado que a empresa LARA sairia vencedora do certame, inclusive comunicando ao Ministério Público. Ao invés de fazer as correções necessárias, a prefeitura fez uma contratação emergencial no valor de R$ 14 milhões e advinha qual a empresa que integra o consórcio? Se você pensou LARA, acertou.

Pois é

O processo 100121-000/2014 garantiu o contrato emergencial, por dispensa de licitação, do Consórcio Porto Velho Ambiental, representado pela LARA Central de Tratamentos de Resíduos. O termo foi publicado no Diário Oficial do Município do dia 30 de setembro. Com isso, o Tribunal de Contas fica a ver navios. E os Nazif, mais uma vez, mostram que não estão nem aí para os órgãos de fiscalização.

Esqueceram de mim

Nos últimos dias a disputa para governo de Rondônia ficou polarizada entre Confúcio e Expedito. Um fato que evidencia essa situação foi o debate entre candidatos na TV Rondônia, no último dia 30 quando eles não se preocuparam em fazer questionamentos a candidata republicana. Jaqueline chegou a reclamar de que os demais candidatos não estavam direcionando-lhe perguntas. O IBOPE fecha dia 3 (sexta) a terceira pesquisa em Rondônia. Serão entrevistadas entre os dias 28 de setembro e 3 de outubro 812 eleitores. A contratante é a própria TV Rondônia. O resultado deve ser divulgado na sexta-feira.

Para contatos

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Mulheres ciumentas têm mais riscos para o Alzheimer, aponta estudo
Um estudo publicado nesta quarta-feira na revista científica “Neurology”, da Academia Americana de Neurologia, aponta que ansiedade, ciúme ou angústia e mau humor em mulheres de meia idade podem representar mais que traços de personalidade, mas sinais de maior propensão para o desenvolvimento do Alzheimer. Para o estudo, um grupo de 800 mulheres, com idade média de 46 anos, foi acompanhado por quase quatro décadas. Periodicamente, elas faziam testes de personalidade para medir o nível de neuroticismo e extroversão e introversão, junto com testes de memória. Do total, 19% desenvolveram demência. O neuroticismo está ligado a alguns traços de personalidade como preocupação, ciúme e mau humor. Pessoas neuróticas são mais propensas a experimentar emoções negativas, como raiva, culpa, ansiedade ou depressão. Dessa forma, aqueles com maior grau de neuroticismo são emocionalmente reativos, mais vulneráveis ao estresse. A introversão é descrita como reserva e timidez, enquanto a extroversão está ligada a sociabilidade. O estudo encontrou que mulheres que tiveram altos graus de neuroticismo — mais ciumentas, angustiadas — têm o dobro de risco para o desenvolvimento do Alzheimer em comparação com as mulheres pouco neuróticas.

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: BRASIL É O 8º MERCADO DE MÚSICA GRAVADA DO MUNDO – Por Silvio Persivo

    Com um faturamento de R$ 3,958 bilhões, crescimento de 14,1%, segundo a Pró-Música Brasil, o Brasil se tornou o 8º maior mercado de música gravada do mundo em 2025. Do total do faturamento cerca de R$ 3,4 bilhões vieram do streaming, que aparece como principal motor das receitas do setor.  Neste cenário, a Associação Brasileira da Música Independente (ABMI) amplia sua agenda de conexões comerciais por meio do BMK (Brazil Music Market), um projeto voltado à aproximação de artistas, selos e empresas com profissionais e oportunidades da indústria musical. Em outubro, são previstas ações no Formemus, no Espírito Santo, e, em novembro, na Semana Internacional de Música de São Paulo (SIM São Paulo). Para Talita Cordeiro, diretora-geral da ABMI, o avanço do mercado brasileiro precisa se traduzir em oportunidades concretas para as empresas independentes. A discussão envolve o acesso a novos mercados, a construção de parcerias comerciais e a capacidade de transformar a circulação internacional da música brasileira em negócios sustentáveis. FONTE: COLUNA TEIA DIGITAL –  POR SILVIO PERSIVO

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