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Painel Político – E a transposição foi pro beleléu

E ainda: depoimento de Batista e Rômulo foram em vão? As denúncias vão ficar impunes?

rou lenda

A transposição dos servidores públicos de Rondônia para os quadros da União virou uma grande piada em Brasília, do tipo “eles acreditaram”. Aprovada em função de uma manobra política de Expedito Júnior, pouco antes de deixar o Senado, parecia que a coisa ia dar certo. Não deu. A partir daquele momento começou um jogo rasteiro, de empurra-empurra e questões técnicas e burocráticas daquelas bem chicaneiras. O resultado foi um rombo nas contas do governo do Estado que gastou por conta antes mesmo de receber e um monte de servidores desamparados, sem saber o que fazer.

A questão

Vinha sendo tratada de forma oportunista por toda a classe política de Rondônia. A transposição elegeu deputados federais, ajudou a eleger até governador, mas quando a coisa vem para o mundo real, o jogo muda. No passado havíamos falado que essa situação só seria resolvida no Supremo Tribunal Federal, após muita briga, e é o que deverá acontecer.

Com a recessão

Que se aproxima, e a necessidade da União em contratar servidores, vai ficando cada vez mais longe a possibilidade do governo federal querer receber em sua folha, os servidores de Rondônia. O que aconteceu, e já havíamos falado sobre isso no passado, foi que a bancada federal, na época composta entre outros pelo senhor Confúcio Moura, comeu bola, perdeu o “timing”, deveríamos ter feito a transposição junto com Amapá e Roraima, mas nossos parlamentares naquela ocasião tinham preocupações mais importantes, pelo visto.

Portanto

Quem guarda expectativa de se aposentar só quando sair a transposição, pode ir se preparando para sentar e esperar muito. Nos próximos anos as agendas estarão cheias de temas nacionais que deverão ocupar boa parte da máquina pública brasileira, como reeleição, reformas administrativas e políticas e quem sabe até do judiciário. E nem sabemos ainda como vai terminar a novela da Petrobrás, que a cada dia trás uma novidade.

Na eleição

Chamamos a atenção para as doações de campanha. Os técnicos do Tribunal Regional Eleitoral estão de parabéns pelas observações que estão sendo feitas nas documentações apresentadas pelos candidatos. como notas fiscais e CPF dos doadores.

Falando em doadores

É bom lembrar que quem fez doação responde pelas irregularidades, sem contar que pode ter problemas com a receita federal.

Como tudo

Que acontece em Rondônia, o Teatro Estadual está interditado. Falta alvará de funcionamento, expedido pela prefeitura, coisa básica para qualquer estabelecimento funcionar. Mas por essas bandas, as coisas são assim mesmo. A ponte sobre o Rio Madeira, por exemplo, continua às escuras e sem a proteção lateral do lado esquerdo, sentido Humaitá (AM). No lado de cá do Madeira, alguns barracos que não foram completamento destruídos, começam a ser ocupados novamente. Se não for feita alguma coisa no local, em breve teremos moradores de novo na área.

Enquanto isso

No final de semana, em andanças pelo centro da cidade, pude perceber que as três principais praças do Centro estão tomadas por ambulantes, uma verdadeira favela, que lembra os mercados de países como a África e Bolívia. A Praça dos Pioneiros, na Rogério Weber com Sete de Setembro, virou um amontoado de botecos, sujos, uma coisa totalmente sem sentido. A praça do Fórum também está ocupada, não apenas a praça, como as calçadas dela, impossível transitar ali.

Mais adiante

Temos a praça Jonathas Pedrosa, que já emendou com o camelódromo e virou uma esculhambação só. As calçadas da Sete de Setembro estão intransitáveis, ambulante para todo o lado. Porto Velho parece uma corrutela, como eram chamados os acampamentos de garimpeiros nos anos 80. O camelódromo da Barão do Rio Branco é uma arapuca, uma tragédia anunciada, com rabichos elétricos, lonas, compensados e produtos plásticos, só aguardando uma faísca para incendiar. Nenhum prefeito teve coragem até hoje de resolver aquela situação ridícula. Já falamos sobre isso no passado, infelizmente só vão tomar providências quando for tarde demais.

Letargia

Tem alguma coisa acontecendo com nossas autoridades. Situações como a do camelódromo, por exemplo, competiria ao Corpo de Bombeiros fazer uma interdição, a prefeitura retirar o pessoal, realoca-los em outro espaço e resolver o problema. Em relação a venda nas praças a mesma coisa. E os ambulantes devem ser retirados, doa a quem doer. Comerciante paga imposto, paga energia, aluguel, alvarás, funcionários e ainda tem que competir com quem não tem nenhuma responsabilidade? Que cidade é essa?

No CREA

Nesta quarta-feira, 19, o Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura realiza eleição e será uma grande oportunidade de renovar a diretoria. A atual vem sendo alvo de uma série de desconfianças, acumula um débito de cerca de R$ 2 milhões, vem atrasando os salários e gasta acima do que arrecada. Mais sobre isso na próxima coluna.

Em Pimenta Bueno

A vereadora Scheilla Cassol quer saber porque o prefeito Jean Mendonça não comprou o aparelho de mamografia, cujos recursos foram disponibilizados no começo desse ano através de emenda dos deputados Hermínio Coelho e Luiz Goebel. O equipamento, que em maio custava R$ 330 mil e poderia ter sido comprado, já está custando quase R$ 500 mil e o prefeito fica empurrando com a barriga. Enquanto isso, centenas de mulheres precisam se deslocar para Cacoal para fazerem exames, quen já deveriam estar sendo realizados em Pimenta.

E o depoimento?

Durante a campanha eleitoral os depoimentos de José Batista (ex-secretário adjunto de saúde) e Rômulo Lopes (afilhado e ex-assessor do governador) dados à polícia federal em delação premiada vazaram (PARA SABER MAIS CLIQUE AQUI, AQUI, AQUI e AQUI), revelando detalhes sobre um mega-esquema de corrupção no governo, envolvendo pagamentos de propina, acertos em troca de apoio político, enfim, uma verdadeira “cooperação entre amigos”. A pergunta que fica é, essa turma toda vai ficar impune? O depoimento de Batista serviu para que então?

Alguém duvida?

Que a Operação Lava-Jato vai chegar em Rondônia, com força? Tem muita casa para cair antes do Natal. Tic-tac.

Para contatos

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Mais de três milhões de brasileiros não sabem que têm diabetes

No Brasil, um total de 3,2 milhões de pessoas têm diabetes e não sabem – número que cresceu 14% em relação ao ano passado, conforme apontou uma atualização com dados deste ano da sexta edição do Atlas da Diabetes divulgada nesta sexta-feira. O levantamento, realizado pela Federação Internacional da Diabetes, revelou, ainda, que o Brasil tem 11,6 milhões de diabéticos de 387 milhões de casos registrados no mundo. De acordo com o presidente da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), Walter Minicucci, o resultado é alarmante. Outro resultado crítico é a estimativa de um aumento de 205 milhões de casos a nível mundial até 2035, totalizando 592 milhões. Um dos principais motivos para esse crescimento seria o fato de que é uma doença silenciosa, com uma evolução mais lenta, sintomas poucos claros, e, consequentemente, diagnóstico tardio, diz o endocrinologista. Com esse número crescente, Minicucci ratifica que é necessário levar mais conhecimento sobre a doença para a população. Do total de casos pelo mundo atualmente, em que uma pessoa morre de diabetes a cada sete segundos, 77% vivem em países de média e baixa renda.

 

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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