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Painel Politico – Dívida de Santo Antônio pode chegar a R$ 4,2 bi – por Alan Alex

Registro

 Faleceu nesta quinta-feira em Brasília Jerônimo Garcia Santana, ex-prefeito de Porto Velho e ex-governador de Rondônia. Ele foi o primeiro a ser eleito pelo voto direto em 15 de novembro de 1986, sendo empossado em 15 de março de 1987 para um mandato de quatro anos. Advogado, havia se formado pela Universidade Federal de Minas Gerais em 1963. Após militar no Movimento Revolucionário Oito de Outubro ingressou no MDB sendo eleito deputado federal em 1970, 1974 e 1978. Com a reforma partidária efetuada no governo João Figueiredo ingressou no PMDB e foi candidato a senador em 1982 sendo derrotado, porém, pela votação maciça dos nomes do PDS.1 Eleito prefeito de Porto Velho em 15 de novembro de 1985 e empossado no primeiro dia do ano seguinte, renunciou ao cargo em maio de 1986 a fim de disputar as eleições de novembro nas quais foi eleito governador de Rondônia.

 Nos últimos anos

 Jerônimo amargava no ostracismo em Brasília, estava recluso e vez em quando recebia visitas de políticos e amigos. Vivia da aposentadoria de ex-governador.

 11 de setembro

 E neste dia 11 os Estados Unidos relembram o fatídico 11 de setembro de 2001, quando foram vítimas de um ataque terrorista que chocou o mundo. Aviões comerciais foram lançados contra as torres do edifício World Trade Center, matando aproximadamente 3 mil pessoas.

 Para entender

 Nas últimas semanas a população de Rondônia vem comentando sobre os problemas que estão sendo enfrentados pela usina de Santo Antônio, que estava com um débito gigantesco. Mas essa conta não surgiu “do nada”, ela foi feita em função de uma previsão que não se concretizou. Foi assim, como a hidrelétrica começou a operar em março de 2012, nove meses antes do previsto no contrato de concessão (dezembro de 2012), eles aproveitaram a antecipação para lucrar com a venda dessa energia extra, mas acabou não conseguindo entregar toda a carga que vendeu aos clientes.

 O custo

 De venda dessa “energia excedente” seria um determinado valor, estabelecido no edital de concessão. Como a empresa não conseguiu cumprir, ela teve que comprar energia de terceiros, a preço de mercado, que tem uma variação absurda. E a conta ficou alta. Tão alta que foram necessários alguns, digamos, “ajustes”, entre eles a demissão de trabalhadores.

Para complicar ainda mais, os credores ingressaram na justiça. Até 2021, existe a expectativa dessa conta chegar a R$ 4,2 bilhões. Esse valor foi informado pelo próprio presidente do consórcio, Eduardo de Melo Pinto.

 Na última segunda

 O consórcio conseguiu, através de seus acionistas, um aporte financeiro para quitar a dívida de R$ 860 milhões junto ao setor elétrico. Isso porque na quarta-feira (4/9) o Superior Tribunal de Justiça (STJ) indeferiu pedido de liminar do consórcio, que não queria pagar a multa de R$ 594 milhões. As multas aplicadas pela indisponibilidade das turbinas (eram para ser 44, hoje são 31), somada ao custo dos 63 dias de energia não entregues entre fevereiro e julho, formam os R$ 860 milhões.

 Crise

 Essa situação vem intensificando uma crise no consórcio, que anda cogitando inclusive a possibilidade de empurrar a batata quente para outros. A venda não está descartada. Resta saber quem estaria disposto a assumir esse abacaxi elétrico.

 Mudança

 Por uma decisão empresarial, deixei de usar o meu perfil pessoal no Facebook. Ele foi transformado em uma página, mas continua com as mesmas funcionalidades, entre elas e a de envio e recebimento de mensagens. Integramos essa conta ao Twitter (@painelpolitico) o que deu mais dinamismo as duas contas. Faça uma visita a nossa nova página (https://www.facebook.com/alan.alex.pvh), é importante coloca-la entre seus favoritos, pois estamos sempre postando informações relevantes por lá. Nos siga no Face e mantenha-se bem informado.

Nada legal

 O programa “Nota Legal” do governo do Estado continua confundindo a cabeça da população. Um leitor da coluna afirma ter solicitado a transferência de determinado valor em janeiro desse ano, e até hoje o dinheiro não apareceu em sua conta.

 Autoestima

 Com o argumento de “devolver a autoestima dos magistrados” o ministro do Supremo Tribunal Federal, novo presidente da Corte, Ricardo Lewandowski defendeu o aumento salarial que foi aprovado por eles próprios em sessão administrativa no final do mês passado. O contra-cheque, pela proposta, vai saltar de R$ 29,4 mil para R$ 35,9 mil.

 Confusão

 O Planalto vetou o aumento e enviou ao Congresso um Orçamento que prevê salário de R$ 30,9 mil para os ministros do STF, que são o teto do Judiciário. O reajuste proposto pela presidente deve entrar em vigor a partir de janeiro e terá efeito cascata sobre os salários de todos os servidores do Judiciário, que também receberão aumento. A ministra do STF (Supremo Tribunal Federal) Rosa Weber deu nesta quinta-feira (11) um prazo de dez dias para que a presidente Dilma Rousseff justifique o corte feito na proposta de orçamento do Judiciário para 2015. Agora o gato subiu no telhado.

30 anos

Foi o tempo de prisão a que foi condenado o caminhoneiro Fabiano Vergutz, acusado de ter assassinado sua esposa, Abla Rahhal em Vilhena. O julgamento durou cerca de 11 horas e ficou provado que a vítima antes de morrer sofreu violência sexual por um objeto pontiagudo que lhe causou uma série de ferimentos. Abla ainda teria sido estrangulada e enforcada até a morte. Ele foi condenado a 16 anos de reclusão, para o crime de homicídio e para o de estupro, 8 anos. O advogado disse que vai recorrer da sentença para tentar “anular o julgamento”. A defesa tentou confundir o júri com uma história fantasiosa de “dívidas de drogas” e que um “traficante teria cometido o crime”.

O tio de Abla

 Médico Amado Rahhal, que foi diretor do Hospital de Base por anos, comemorou o resultado do julgamento. Para ele a justiça foi feita, “lamentavelmente perdemos a companhia de Abla, que era uma menina muito querida”, declarou o médico. A filha de Abla, que encontrou o corpo da mãe no dia do crime mora com Amado e sua esposa desde então.

 Para contatos

 Fale conosco pelos telefones (69) 3225-9979 ou 9363-1909. Também estamos no https://www.facebook.com/alan.alex.pvh e no Twitter (@painelpolitico). Caso prefira, envie correspondência para Rua da Platina, 4326, Conjunto Marechal Rondon. Whatsapp 9248-8911.

 Chocolate preto ajuda na circulação de sangue em idosos

 Para a maioria de nós, o chocolate preto é apenas uma guloseima, mas para idosos pode ajudar a caminhar melhor, de acordo com estudo feito pela Universidade Sapienza de Roma. Uma pesquisa descobriu que pessoas idosas com problemas arteriais nas pernas conseguiram fazer caminhadas com menos dificuldade após a ingestão de chocolate preto. A doença arterial periférica, ou PAD, é um problema cardiovascular que afeta as artérias das pernas e está associado à idade, geralmente atinge pessoas acima dos 70 anos. A redução do fluxo de sangue causa dor, cãibras e cansaço nas penas e quadris durante a caminhada. O resultado do impacto do chocolate foi concluído por experiência feita com 14 homens e seis mulheres, com idades entre 60 e 78 anos, portadores da doença. Eles foram testados em uma esteira,

uma vez de manhã e outra após comerem 40g de chocolate preto. Após o doce, caminharam, em média, 39 metros e 17 segundos a mais do que no início do dia. Os pesquisadores sugerem que compostos encontrados no cacau podem reduzir o estresse oxidativo e melhorar o fluxo sanguíneo nas artérias periféricas. As melhorias foram modestas, no entanto, o benefício dos polifenóis do chocolate preto é “de potencial relevância para a qualidade de vida desses pacientes”, de acordo com coautor do estudo, Lorenzo Loffredo.

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

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COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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