Esporte

Painel Politico – ADIN pode levar a expulsão de 400 PMS -por Alan Alex

Desabafo

Em texto divulgado no Facebook, o deputado estadual Cláudio Carvalho (PT) fez um longo desabafo sobre o apoio que seu partido, através do deputado federal Padre Ton, canddiato derrotado ao governo, está dando ao candidato Confúcio Moura (PMDB). De acordo com Carvalho, “depois de tudo o que sofri a mando deste Senhor, jamais em minha vida política ou particular venho a apoiá-lo, não restando assim, qualquer outra opção, a não ser a de votar e pedir votos pra  quem for adversário deste Governo corrupto”.

Apocalipse

O deputado alega ter sido envolvido “de forma muito covarde” na Operação Apocalipse (realizada em 2013 pela Polícia Civil), que segundo Carvalho, “foi para acabar com os inimigos políticos do Governador”, e como prova dessa afirmação ele alega que o Ministério Público pediu arquivamento da ação e ele sequer foi indiciado, “nesta desastrosa Operação”. O parlamentar atribui a esse episódio sua derrota nas urnas.

Racha

As declarações de Claudio Carvalho comprovam uma situação que está agravando a cada eleição, o desgaste na cúpula do PT atingiu níveis inimagináveis e o grande responsável foi Padre Ton. Desde que assumiu a presidência do partido, Ton vem adotando posturas, digamos, nada republicanas. Uma delas foi “passar a mão” na cabeça de Roberto Sobrinho, permitindo que o ex-prefeito, cujo mandato encerrou de forma lacônica, permanecesse nas fileiras do partido e ainda saísse candidato a deputado federal. Nessa situação Carvalho também tem sua parcela de culpa, afinal integra o grupo de Ton no PT. Ou integrava.

“Cão sarnento”

Em seu desabafo, Cláudio Carvalho relembra que assumiu “uma cadeira na Assembléia Legislativa do Estado de Rondônia no dia 24 de dezembro de 2012, sempre cumprindo as orientações do meu Partido, determinadas pelas suas instâncias, exatamente no mês que o Governador Confúcio Moura, enxotou o PT de seu governo, algo que não se faz nem com um cão sarnento”. Ele também acusa o governo de não concluir o programa Luz para Todos (do governo federal) que segundo ele “deveria ter chegado em todas as casas do campo dos rondonienses” e isso não aconteceu pela falta da contra-partida de 10% do convênio que deveria ser paga pelo governo do Estado e acusa, “como sempre, covarde, mudou o nome do Programa”.

“Vergonha de Dilma”

Ainda em seu texto, Cláudio Carvalho acusa o governador de “ter vergonha de pedir votos para a presidente Dilma, em reuniões, debates e programas eleitorais”. Carvalho conclui afirmando que ele e seu grupo irão apoiar o candidato opositor “sendo acompanhado pela maioria absoluta do grupo”. Vamos ver como isso vai funcionar.

Grevistas

A Associação dos Praças e Familiares da Polícia e Bombeiros Militares de Rondônia (ASSFAPOM) divulgou notícia nesta segunda-feira alertando para a Ação Direta de Inconstitucionalidade movida pelo governo do Estado contra a Lei 3.275/2013, que entre outras beneficiou, com perdão, os policiais militares que participaram dos movimentos grevistas de 2011. De acordo com a entidade, se for dado ganho de causa ao governo de Rondônia, cerca de 400 policiais poderão ser expulsos da corporação.

No Tribunal de Justiça

No dia 16 de junho deste ano a Assembleia Legislativa (autora da lei) impetrou agravo regimental, já que a sentença de primeiro grau foi favorável ao governo do Estado. No dia 4 de julho o processo estava concluso, porém está parado desde então, podendo ser julgado a qualquer momento. Se for mantida a decisão, as expulsões podem de fato ocorrer, independente de quem seja o governante de plantão.

Infidelidade em alta

Os prefeitos e vereadores que estão apoiando abertamente candidatos adversários estão correndo um grande risco de serem expulsos de seus partidos e consequentemente perderem seus mandatos, e acredite, finalizada esta eleição a caça aos infiéis será grande. Como essa questão já está pacificada pelos tribunais, a turma vai perder o mandato rapidinho e a fila do desemprego vai ser grande. E isso vale para os dois lados. Se bem que quem anda “queimando” os prefeitos com todo o gás é o grupo do PMDB, e até comemora afirmando “ter mais um tucano apoiando Confúcio”. Depois não adianta reclamar.

Uso da máquina

E falando em campanha, o ex-secretário de Confúcio, Lúcio Mosquini entrou na campanha governista na semana passada e começou botando pressão total em prefeitos, vereadores e lideranças e cobra apoio afirmando que “só pode ajudar quem colaborar com a reeleição”. Em Pimenta Bueno, durante reunião no último sábado, Mosquini cobrou a presença do deputado estadual Kaká Mendonça em um reunião. Segundo ele, “Kaká teve tudo que pediu do governo e não pode virar as costas ao projeto da reeleição”. O prefeito de Pimenta, Jean Mendonça irmão de Kaká estava na reunião e baixou a cabeça para Mosquini.

Pavoroso

Dessa forma podemos classificar as informações dadas pelo ex-secretário de Saúde do governo José Batista, cuja delação premiada que havia sido dada a Polícia Federal em fevereiro de 2012 vazou na semana passada pela imprensa. Grande parte dos esquemas haviam sido denunciados por Painel Político, mas não tínhamos os detalhes pormenorizados. Difícil de digerir. Pode até demorar um pouco, mas essa casa vai cair.

Pior

É ver pessoas afirmando que Batista vazou o próprio depoimento. Ele esteve na semana passada na Polícia Federal e pediu proteção policial, alegando estar correndo risco de vida. Se ele fez isso, está com sérios problemas de cabeça.

Baixaria

E este segundo turno das eleições a coisa descambou para a baixaria em níveis cavernosos. São ataques de todas as formas, uma coisa que sinceramente, melhor seria se não tívessemos. Mas, fazer o que….é a nossa classe política.

Relento

E os desabrigados pela enchente continuam no Parque dos Tanques.

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Sentar de forma errada mata a libido e aumenta o estresse

Sentar de maneira errada não dá só dor nas costas não. Postura errada causa depressão, raiva, dificulta a digestão, reduz a energia e mata a libido. Um estudo realizado na Nova Zelândia concluiu ainda que pessoas que sentam de maneira torta são mais negativas, autocríticas, usam mais palavrões e têm humor mais amargo. Manter a postura ereta – enquanto anda, deita ou principalmente sentado na mesa de trabalho – é importante para manter a curvatura ideal da coluna e prevenir dores. “Além dos problemas óbvios, sentar errado ‘aperta’ a área abdominal, reduzindo o fornecimento de oxigênio e nutrientes. Além de atrapalhar a digestão, causa lentidão e aumentando o cansaço”, explica Sammy Margo, porta-voz da Chartered Society of Physiotherapists. Maus hábitos em relação a postura dificultam também a respiração. “Quando isso acontece, o corpo percebe que está sendo atacado, então responde de forma pior ao estresse, dificultando o sono e reduzindo os níveis de energia”, continua. E é aí que entra a libido ou a falta dela. Com tão pouca energia, o corpo não tem forças para uma noite animada sob os lençois e, inclusive, começa a nem querer mais ter uma. O estudo comparou os resultados de estresse, humor e respostas do corpo a outros estímulos de pessoas que se sentam de maneira certa e errada. Além dos resultados já ditos acima, quem mantém a postura ereta a maior parte do parte disse sentir menos medo e menos vontade de falar. Um estudo anterior da York University, do Canadá, já havia concluído que as pessoas acham mais fácil ter pensamentos positivos quando estão sentadas de forma regular.

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: Confiança Empresarial diminui com cenário econômico de incerteza – Por Silvio Persivo

    Insistir é preciso. “De tudo ficaram três coisas: A certeza de que estamos começando. A certeza de que precisamos continuar. A certeza de seremos interrompidos antes de terminar. Portanto, devemos fazer da interrupção um caminho novo. Da queda, um passo de dança. Do medo, uma escada. Do sonho, uma ponte. Da procura, um encontro” (Fernando Sabino). IV SIMPÓSIO DE CIÊNCIA E PESQUISA A da Fundação de Amparo ao Desenvolvimento das Ações Científicas e Tecnológicas e à Pesquisa do Estado de Rondônia (Fapero) com o objetivo de aproximar a sociedade da comunidade científica e apresentar os seus resultados nos projetos apoiados pela instituição,) realiza o IV Simpósio de Ciência e Pesquisa (Simfap), nos dias 5 e 6 de novembro. O evento reúne pesquisadores para compartilhar seus trabalhos, fortalecer a ciência, a tecnologia e a inovação no estado.. O evento om palestras, mesas-redondas, debates e apresentações de trabalhos científicos será realizado no Tribunal Regional Eleitoral de Rondônia (TRE-RO), na Avenida Presidente Dutra, nº 1889, em Porto Velho, e as inscrições estão abertas até o dia 4 de novembro, O presidente da Fapero, Paulo Renato Haddad, disse que o Simfap já se tornou uma tradição “Mais do que apresentar resultados, o evento é uma forma de dar transparência aos investimentos realizados em ciência, tecnologia e inovação, aproximando a população das pesquisas e demonstrando como esses recursos estão contribuindo para o desenvolvimento de Rondônia”. COMEÇOU O PERÍDO DE DECLARAÇÃO OBRIGATÓRIA DE REBANHOS Começou neste último domingo (1º), o período para a segunda etapa da declaração obrigatória de rebanhos em Rondônia. A atualização cadastral deve ser realizada até 30 de novembro pelos produtores rurais que criam bovinos, bubalinos, ovinos, caprinos, suínos, equídeos e aves. O procedimento é realizado junto à Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril do Estado de Rondônia (Idaron). Durante o período, a emissão da Guia de Trânsito Animal (GTA) fica condicionada à regularização das informações cadastrais e os produtores só poderão movimentar os animais para transporte ou comercialização depois de feitaa declaração do rebanho. No sistema Idaron Online, os pecuaristas vão classificar o gado como leiteiro ou de corte e informar os números de nascimentos e mortes desde maio. Também será necessário indicar a faixa etária dos animais, especificando quantos, entre os nascidos depois da primeira etapa da declaração, têm de quatro a seis meses e quantos têm de um a três meses de idade. Por fim deve ser feito o ajuste automático do total dos rebanhos no sistema, a partir das alterações informadas pelo produtor. A A atualização cadastral, como se sabe, é necessária para manter o status sanitário de Rondônia como área livre de febre aftosa sem vacinação. CONFIANÇA DOS EMPRESÁRIOS DIMINUI COM CENÁRIO ECONÔMICO DE INCERTEZA Segundo o Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec), apurado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), os empresários do comércio, no último e mais forte trimestre para o setor no ano, estão menos otimistas, com menos planos de expansão e contratação. O Icec registrou um recuo de 2,7% em outubro, resultado das incertezas do cenário econômico e apresentou sua quarta queda consecutiva e a mais intensa desde julho, já descontados os efeitos sazonais. Com este resultado, o indicador reduziu para os 96,7 pontos, ficando abaixo do nível de neutralidade e atingindo o valor mais baixo desde maio de 2021, na pandemia, quando marcou 94,5 pontos. Para o presidente do Sistema CNC-Sesc-Senac, José Roberto Tadros, “O comércio acende um alerta para todo o país ao entrar no período mais lucrativo do calendário, sob cautela. Quando o empresário pisa no freio das contratações e dos investimentos, toda economia desacelera, reflexo direto das incertezas nos âmbitos fiscal e monetário que travam as decisões de negócios neste último trimestre”, analisou. Em Rondônia, a situação é um pouco melhor mesmo com o Icec caindo de 107,3 pontos para 105,9 pontos, ou seja, uma queda de -1,3%. Rondônia, em geral, possui um comportamento mais otimista e resiliente, mas, ainda assim, o presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia-Fecomércio/RO, Raniery Araújo Coêlho, afirmou ser preciso “Maior previsibilidade, segurança jurídica e políticas monetárias que reduzam os custos das operações do nosso setor. O comércio, nas condições atuais, mesmo querendo expandir e gerar postos de trabalho sofre com a falta de um ambiente mais favorável para manter o crescimento”. E também aconselhou os empresários a realizarem promoções e facilidades maiores para atrair os clientes neste final de ano. REINCIDÊNCIA DE INADIMPLENTES BATE RECORDE Um sintoma deste problema é o fato do Indicador de Reincidência de Pessoas Físicas, apurado pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), em setembro, revelar que se verificou o maior recorde no número de consumidores negativados nas listas de inadimplentes. Em setembro de 2026, do total de negativações, 87,44% foram de devedores reincidentes, ou seja, consumidores que já tinham aparecido no cadastro de inadimplentes nos últimos 12 meses. Acrescente-se que no universo de reincidentes, a maior parte, 67,05%, ainda não havia quitado as pendências antigas e foi negativada novamente. Outros 20,38% tinham saído do cadastro de devedores nos últimos 12 meses, mas retornaram. Apenas 12,56% dos negativados em setembro não estiveram com restrições no CPF ao longo do último ano. Mais: o tempo médio decorrido entre o vencimento de uma dívida e o vencimento das demais pendências para os reincidentes foi de 72,5 dias. Isto significa que, em média, depois de cerca de 2,4 meses do vencimento de uma dívida negativada, outra dívida já vence. Também se observa que houve um crescimento de 18,28% no número de devedores reincidentes, os que já haviam aparecido no cadastro de inadimplentes, na comparação com os 12 meses anteriores. É uma forte indicação de que o programa Desenrola não deu certo. AUTOR: SILVIO PERSIVO –  COLUNA TEIA DIGITAL

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