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Painel Politico – Abuso de poder politico vence eleições em Rondônia -por Alan Alex

Abrindo

Desde que assumiu o governo em 2011 Confúcio mostrou que não estava muito preocupado em cumprir promessas, e só quem não acompanha o noticiário político não viu isso. A primeira e mais descarada foi a de não nomear “fichas-sujas” para compor seu secretariado. Ele fez exatamente o contrário, colocando no primeiro escalão figuras como José Batista, Gerbrin Abdala, Suely Aragão e por aí foi. A desculpa era que “não haviam transito em julgado das acusações”. Deu no que deu. A partir disso, foi um festival de denúncias, envolvendo figuras com apelidos exóticos tipo “Vagner Bocão”, “Cunhado”, “Beto Baba” e “Fernando da Gata”. Todos se tornariam nacionalmente conhecidos pelas mãos do próprio Confúcio.

Vingança

Cansado de tantas cobranças pelas promessas não cumpridas, inventou uma operação policial e mandou para a cadeia todos que de alguma forma estavam lhe atrapalhando. Fizeram ameaças, montaram uma fábrica de destruir reputações sem nenhum pudor. Tacharam todos de traficantes e quem se deu ao trabalho de ler o relatório da própria policia civil, viu que foi um tiro certeiro, no próprio pé. Até hoje a tal operação vaga de mesa em mesa pelo Tribunal de Justiça e ninguém sabe o que fazer com aquele mostrengo. O tal Grupo de Combate ao Crime Organizado (GCCO) foi desfeito, delegados foram lotados em secretarias, tem policial até na CAERD. Assessores do governo indiciados na operação Termópilas, também desfrutam de benesses similares.

Riqueza

Tem ex-secretário que comprou fazenda, pagando à vista. Outros, mais espertos, compraram à prazo, pagando em cheques de empresas criadas após Confúcio assumir o governo. Mas está tudo certo. Batista, cúmplice de primeira hora, foi descartado e após ser preso, entregou geral. Isso foi em 2011, estamos no final de 2014 e todos estão felizes, brindando a reeleição. Não é que Expedito seja melhor que Confúcio, tanto faz. Mas reeleger Confúcio é premiar a impunidade, a sem-vergonhice que toma conta de nosso cotidiano. São tantos escândalos que chegaram a me dizer que “as denúncias de Batista são requentadas”. Realmente. Vamos fazer assim, quando quiserem relatar que seus entes queridos estão morrendo nos hospitais do “governo da cooperação”, ou quiserem delatar alguma falcatrua, liguem para o palácio ou para a polícia.

Uma dica

Aos órgãos de fiscalização. Observem o Diário Oficial do Estado a partir dos próximos meses e vejam o festival de nomeações de parentes de prefeitos e vereadores. São os “apoiadores”.

Parando por aqui

Não falo mais sobre esse governo. Me recuso. Só volto a falar quando essa casa cair.

Não entendeu

Ivo Cassol realmente deve ter algum problema, além da prepotência descomunal. Ele deve ter feito de propósito, porque não existe outra explicação. Ao sair pelo Estado realizando comícios e pedindo votos para Expedito Júnior, ele enterrou qualquer chance de vitória. Muita, mais muita gente mesmo que apostava em Expedito acreditando em mudança, sequer foi votar por causa desse apoio. Expedito também não entendeu que para ser uma liderança, tem que ser macho, até mesmo para recusar apoio publicamente. Avisado do estrago que Cassol estava causando, ele se limitou a dizer, “o que posso fazer”? Poderia ter convocado uma coletiva e anunciado que não tinha nenhum compromisso com Ivo. Não fez e morreu abraçado ao moribundo.

Nunca antes

Na história desse Estado se cometeram tantos crimes eleitorais, de forma gritante e a maior providência que vi foi uma busca e apreensão desnecessária e sem noção na casa do jornalista Alexandre Araújo, em Ouro Preto. Uma ação exagerada e desrespeitosa. Não vimos essa bravura toda para coibir, por exemplo, a distribuição de combustíveis, de camisetas e até de dinheiro. Também não vemos esse zelo na hora de investigar os financiadores de campanha nas prestações de contas. Realmente, vivemos tempos estranhos, onde a vilanice prospera. Que Deus tenha piedade de nossas almas…

Representação zero

Na esfera federal temos os três senadores fisiologistas, Valdir Raupp, Acir Gurgacz e Ivo Cassol. Nenhum deles sabe dizer outra coisa que não seja dinheiro de emendas. No caso de Ivo, os prefeitos querem saber onde ele anda aplicando as dele, porque ninguém encontra. Produção parlamentar, zero. A transposição vai ficar para o Supremo Tribunal Federal resolver, porque nossa bancada não consegue abrir a boca para falar nesse assunto, já que o trio faz parte da base de Dilma no Congresso.

Já os deputados federais

Temos três novatos, Mariana Carvalho, Lúcio Mosquini e Expedito Netto, que vão pedalar um bocado até entrarem no ritmo. Os outros cinco até hoje não mostraram a que vieram. Só Capixaba, que deve perder o mandato nos próximos meses em função de seu envolvimento no escândalo das sanguessugas, aquele bando, que segundo o Ministério Público Federal, roubava dinheiro da saúde através da venda de ambulâncias. Como disse o Padre Ton, “quem rouba da saúde vai para o inferno”. Estamos esperando padre. Até agora só quem está no inferno é a população.

Pela assembleia

A coisa também não anda muito diferente. Mas pelo menos a Ana da 8 não estará mais por lá. Nem o Zequinha Araújo, nem a Epifânia, nem o Cláudio Carvalho…

Resumindo

Voltamos à estaca zero no que diz respeito a política de Rondônia. No Brasil também, quase esqueci, a Dilma foi reeleita. Que venha um novo ano, repleto de novos escândalos e mais impunidade. No Brasil do PT, tudo é alegria, afinal, tem bolsa para quase tudo, então, trabalhar para que, né mesmo?

Tempos modernos

Nos últimos anos, juntar papel se tornou incômodo e desnecessário. Até mesmo os tribunais já estão operando com sistema de processos digitais. Se sua empresa acumula papéis demais, entre em contato com a A.D. Digitalizações e peça um orçamento. Você recebe todo seu arquivo em HDs externos, pendrives ou DVDs e se preferir pode contratar o serviço de digitilização em nuvem, permitindo que você acesse seus arquivos em qualquer lugar do mundo, via internet, através de seu telefone celular, computador ou tablet. Para contatos envie e-mail para [email protected] e peça seu orçamento. A AD também trabalha com guarda de documentos.

Para contatos

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Chocolate pode ajudar a reverter a perda de memória, diz estudo

Cacau pode ajudar a retardar e até mesmo reverter a perda de memória relacionada à idade, de acordo com um estudo realizado pelo Centro Médico da Universidade de Columbia, em Nova York. Os cientistas acreditam que os flavonoides, antioxidantes presentes dentro dos grãos de cacau, pode dar às pessoas de 60 anos de idade a memória “típica de 30 ou 40 anos de idade”. Esta é a primeira evidência de que o declínio da memória relacionado à idade – um problema comum que pode levar pessoas mais velhas a esquecer pequenas coisas, como os nomes de conhecidos ou onde colocaram as chaves – pode ser combatido com mudanças na dieta. Os ensaios clínicos desse estudo envolveram 37 voluntários, com idades entre 50 e 69 anos, divididos em dois grupos. Um grupo tomou diariamente uma bebida com dose alta (900 mg) de flavanoides, enquanto o outro tomou uma bebida com apenas 10 mg da substância por dia. Depois de três meses, o grupo que bebeu a dose alta mostrou sinais de reconhecimento mais rápido de padrões visuais. As varreduras do cérebro antes e depois do ensaio mostraram mais sangue dentro do giro denteado do hipocampo, uma das poucas regiões conhecidas por gerar células cerebrais frescas. O estudo, publicado no periódico on-line “Nature Neuroscience”, ressalta que a bebida usada nos voluntários foi um drink feito especialmente formulado a partir de grãos de cacau. E, portanto, não adianta sair por aí comendo mais chocolate.

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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