Esporte

PAGAMENTO DE PROPINA, AMEAÇAS DE MORTE E CPI COMPLICAM VIDA DE PREFEITO- por Alan Alex

Padre Franco (PT) está sendo acusado de pagar contrato irregular e exonerar secretário de saúde que não quis assinar processo irregular

Impressionante

No Brasil a coisa tem que ser esculhambada mesmo. Na cidade de Cacoal, município com pouco mais de 86 mil habitantes situado na região central do Estado a coisa descambou de vez. Ameaças de morte, pressões de todos os tipos e pagamentos de propinas fazem parte das obras da Unidade de Pronto Atendimento (UPA), cujas obras estão em andamento. Graves denúncias, com direito a gravações em vídeo e áudio, mostram pagamentos de propinas e direcionamento de licitações nas obras da unidade, que terá capacidade para atender até 150 pacientes por dia. A Câmara Municipal instaurou uma CPI para averiguar as denúncias e o relatório, que comprova todo esquema, já está nas mãos do Tribunal de Contas, Ministério Público e Advocacia Geral da União.

Foi assim

O secretário de saúde do município, Márcio Weder foi chamado no gabinete do prefeito Padre Franco Vialetto (PT) para ser informado que estava sendo exonerado do cargo. Márcio foi o 11º a ocupar o cargo na gestão do Padre Franco (deve ser um recorde nacional) e segundo o prefeito, “estava saindo por pressão dos vereadores”. O secretário então contestou, afirmando se dar bem com todos e o prefeito então completou, “é, ontem também você não quis assinar aquele processo de pagamento”.

O processo

Ao qual o prefeito se referia era o Processo Ordinário 3071/2013, referente a construção da Unidade de Pronto Atendimento do município (UPA), obra do PAC II, executada pela prefeitura. O secretário havia, no dia anterior, se recusado a assinar um pagamento no valor de R$ 349 mil, em favor da Construtora Esfinge Obras e Serviços LTDA, do empresário João Bonilha. Ainda de acordo com o então secretário, no dia anterior a sua exoneração, Padre Franco havia estado com ele e perguntado pelo processo. E a coisa foi assim:

Diálogo

Padre Franco – Márcio, e o processo da UPA, você já pagou?

Márcio – Não, nem dá para pagar, a obra está cheia de irregularidades e tem muitas adequações no prédio, na estrutura física, tem erro de projeto. Primeiro tem que adequar pra depois pagar. Tá se pagando uma obra que tá inadequada. E outra coisa, tem rolo lá também, tá? Tem uma denúncia de propina dentro daquela obra e eu não quero botar a caneta nesse processo, me responsabilizar por isso. Pelo menos se adequar, se propina for fofoca, é uma coisa, mas eu não posso pagar uma obra inadequada, porque depois vem ANVISA depois, vem o Ministério da Saúde, que não credencia.

Padre Franco – Não quero saber, primeiro paga, depois adequa

Márcio – Prefeito, eu não quero pagar

Padre Franco – Então traz que eu vou pagar.

E o Padre pagou

E não poderia. Prefeito não pode. Existe uma coisa chamada “token” que é uma assinatura digital, que quem pode assinar, o pagamento é a gestora do fundo e o Secretário, o prefeito não pode gerir esse pagamento. Ele assinou liquidação, assinou pagamento e pagou. Porém, o mesmo secretário havia sido informado que o empresário João Bonilha havia pago propina no valor de R$ 190 mil, equivalente a 10% do valor global da obra para “ganhar a licitação”. Márcio explicou que, em conversa com o empresário, o mesmo havia confirmado essa propina.

Procurador e chefe de gabinete

Mas as denúncias do secretário vão além do prefeito, e envolvem ainda a chefe de gabinete de Padre Franco, Maria Ivani e o procurador do município, José Carlos dos Reis, que segundo Márcio teriam feito pressões diversas para que ele assinasse o pagamento da empresa, tendo José Carlos, inclusive, o ameaçado de morte e também a sua família, “se você não assinar e falar alguma coisa, eu te dou um tiro na cara”, teria dito o procurador do município de Cacoal.

O secretário

Tem horas e mais horas de gravações em áudio e vídeo e tudo foi devidamente encaminhado para as autoridades. A Câmara de Vereadores instaurou uma CPI e a turma da prefeitura está correndo por fora tentando cooptar apoio e claro, minimizar os estragos. A questão é que as denúncias são de extrema gravidade e o prefeito já deveria ter sido afastado do cargo, pelo simples (e gravíssimo) fato de ter pago o processo para a construtora.

O prefeito

Vem sendo alvo de inúmeras denúncias e insatisfação por parte da população. Cacoal, assim como Jaru, está jogada às traças e o município tem vital importância para a região central do Estado. Situado a 40 quiilômetros de Pimenta Bueno, e tendo como vizinhos Ministro Andreazza, Espigão do Oeste, Primavera de Rondônia e Presidente Médici, é o terceiro maior de Rondônia e vem atravessando uma péssima fase desde que o Padre petista assumiu.

Para completar

Quem ficou curioso sobre o número de secretários de saúde do município, só para relembrar, que antes de Márcio Weder, que é advogado e foi indicado pelo senador Ivo Cassol (vai ver que foi com ele as lições de gravações), ele foi antecedido por Maria Isabel Velasco; José Marcos; Marco Antonio Vasques; Toninho Masioli; Ednaldo Lustosa; Ismael Moreira; Raimundo Nonato Soares; Múcio José da Silva; Júlio César da Rocha; Ana Claudia Takahashi Bianchini. O novo secretário de saúde é o técnico de informática Fabiano Santos Amorim.

Enquanto isso

Após a divulgação por PAINEL POLÍTICO que as as delegacias de Porto Velho estão fechando as 22 horas por medo de assaltos, chega a informação mais atualizada. Elas fecham ás 18 horas, sendo que a delegacia da Mulher encerra suas atividades também nos finais de semana, ou seja, as vítimas de violência doméstica precisam se dirigir à Central de Polícia onde ficam aguardando o amanhecer para registrar a ocorrência, já que a Central não é o local apropriado. Nas delegacias fechadas permanecem apenas um policial, já que o comissariado fica sem escrivão. Esse é o retrato da segurança pública na gestão Confúcio Moura.

Em Brasília

O advogado Andrey Cavalcante, presidente da OAB de Rondônia inaugura no próximo dia 16 (segunda-feira) um escritório na capital federal. O escritório Podval, Teixeira, Ferreira, Serrano, Cavalcante Advogados vai funcionar no SHIS QL 24 e vai atuar nas áreas Penal, Constitucional Administrativo e Cível.

Erramos

Na pauta do Supremo Tribunal Federal constava um julgamento contra o senador Ivo Cassol, previsto para esta terça-feira, mas não era a Ação Penal 565 conforme havíamos divulgado, e sim o Inquérito 3604 (crime de difamação) que havia sido movido pelo Ministério Público Federal, que acusava o senador de ter difamado um servidor do Estado durante audiência pública na Assembleia. A defesa de Ivo afirmou que ele apenas se defendeu de “grupos opositores” e que ele teria “participou do evento na condição de senador, portanto estaria protegido pela imunidade parlamentar”. O inquérito foi arquivado. O STF ainda não informou sobre a Ação Penal 565.

Para contatos

Fale conosco pelos telefones (69) 3225-9979 ou 9363-1909. Também estamos no www.painelpolitico.com e www.facebook.com/painel.politico e no Twitter (@painelpolitico). Caso prefira, envie correspondencia para Rua da Platina, 4326, Conjunto Marechal Rondon. Whatsapp 9248-8911.

Ter um propósito na vida ajuda a proteger o coração, diz estudo

Ter um objetivo de vida pode diminuir o risco de doenças cardíacas. A constatação foi feita por uma equipe de pesquisadores do Hospital Mount Sinai, nos EUA, que avaliou os dados de 137 mil pessoas coletados por dez estudos relevantes na área. De acordo com o estudo, um propósito claro de vida está associado a 23% de redução da mortalidade e 19%, especificamente, de doenças cardiovasculares, como ataque cardíaco e derrame. “Desenvolver e aperfeiçoar metas pessoais poderia proteger a saúde do coração e potencialmente salvá-la”, diz o principal autor do estudo Randy Cohen. Coautor do trabalho e diretor de Programas de Bem-Estar e Prevenção do hospital Mount Sinai, Alan Rozanki ressalta que estudos anteriores já haviam ligado uma variedade de fatores de riscos psicossociais a doenças cardíacas, tanto negativos, como ansiedade e depressão, quanto positivos, como otimismo e apoio social.

 

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

COLUNA DO GOMINHO JÚNIOR

COLUNA NOTÍCIAS DA CORTE

COLUNA TEMPO REAL POR GOMES OLIVEIRA

PARCERIA

CLIQUE NA IMAGEM ABAIXO E ACESSE NOSSO APLICATIVO NA NUVEM

Acesse nossa Página do Facebook

Folha Rondoniense is Protected by

Sobre nós

Folha Rondoniense todos os Direitos Reservados @ Endereço: Rua Nicaraguá 7246, Centro, Candeias do Jamari

facebook: folha Rondoniense.folha Rondoniense.