Teia Digital

OIT PREVÊ UM MILHÃO DE NOVOS DESEMPREGADOS EM 2017 NA AMÉRICA LATINA – Por Silvio Pérsivo

Viver é preciso, pensar é supérfluo. “O pensamento, apesar de tudo, é uma esterilização. Não há perigo de que ele venha, algum dia, a triunfar sobre a natureza, que é a vida” (Joaquim Nabuco).

UNIR E FUNPAR SE UNEM PARA FORTALECER ATIVIDADES ARTISTÍCAS

A Fundação Universidade Federal de Rondônia (UNIR) e a Fundação Palácio das Artes de Rondônia (Funpar), responsável pelo Teatro Palácio das Artes, firmaram uma parceria para ampliação da oferta de atividades de caráter pedagógico e extensivo nas áreas de arte e cultura e para a implementação da política de cultura da Universidade. Na prática, o acordo pretende ampliar a oferta de cursos, oficinas, treinamentos, mostras e demais atividades de caráter extensivo, pedagógico, artístico e cultural, a serem realizadas por meio de projetos específicos e ações conjuntas entre as duas instituições. Como parte da parceria, a UNIR cederá à Funpar, em comodato, um piano de cauda modelo RX7 PT para utilização no âmbito do Complexo Palácio das Artes. Em contrapartida, a Funpar torna disponível os espaços e recursos do Complexo para a realização das atividades da universidade.  A assinatura do termo de cooperação ocorreu no último dia 22, no gabinete da Reitoria da UNIR. Estiveram presentes o reitor da Universidade, professor doutor Ari Miguel Teixeira Ott, a pró-reitora de Cultura (PROCEA), professora Marcele Pereira, o chef de gabinete da Reitoria, professor Adilson Siqueira, e o presidente da Funpar, Rodrigo de Barros Pereira.

GRANDE PALESTRA EM ARIQUEMES COM ROBINSON SHIBA

O Sebrae promove, no próximo dia 01 de junho, às 19:00, em Ariquemes, no Auditório Ariquemes, a palestra intitulada “Acredite em Você, sempre” com Robinson Shiba, o fundador do China in Box, que vai contar como fez história superando obstáculos com determinação e coragem, o que, na opinião dele, são os mais importantes ingredientes de um plano de negócios de sucesso. Para quem tiver interesse o telefone para contato é 0800 570 0800.

 III SEMANA DE FILOSOFIA DA UNIR

O Departamento de Filosofia da Fundação Universidade Federal de Rondônia (UNIR) promove no período de 19 a 22 de junho de 2017, a III Semana de Filosofia da UNIR. O evento pretende colocar em debate a pesquisa em Filosofia, em diálogo com esferas do conhecimento e campos discursivos fronteiriços, como a Educação, os Estudos Literários, as Ciências da Saúde e o Direito. Através desta iniciativa se vai promover o contato entre professores e pesquisadores da/na Região Norte, para que possam contribuir no desenvolvimento da investigação na área de Filosofia. As inscrições para apresentação de comunicações orais estão abertas até o dia 5 de junho, o participante deve preencher o formulário disponível no site http://www.dfil.unir.br/noticia/exibir/816 e enviá-lo em anexo para o e-mail [email protected]. Serão aceitas inscrições para apresentação de comunicações de professores e estudantes de graduação e pós-graduação, de qualquer curso, desde que o tema seja fundamentado filosoficamente.

O PAÍS NUMA ENCRUZILHADA

Não é uma questão de gostar ou não de quem está no governo, mas, a verdade é que o Brasil está perdendo tempo demais com a má política, a política que, invés de gerar estabilidade e desenvolvimento gera caos. Quem pensa no bem do país, e das pessoas, se torna mais convicto de que só resta mesmo a alternativa de avançar na modernização. Ou fazemos as mudanças nas relações do trabalho, no sistema previdenciário, no sistema tributário e até na maneira de operar a política ou entraremos no longo e escuro caminho do retrocesso. Como não existe outro caminho que não a política, então, é preciso que nossos políticos se conscientizem que é hora de cuidar das coisas sérias. Só há um meio legal de Temer sair: é o impeachment. Ou, no caso de julgamento, pelo TSE. O resto não contribui em nada com o futuro. Se ele sair, queiram ou não os interessados, a eleição será indireta. É o que está na lei.

 BRASILEIRO GASTA MAIS DO QUE RECEBE

Segundo o Holistic View, um levantamento da Kantar Worldpanel que mapeia os movimentos de consumo no país, enquanto a renda média mensal dos brasileiros foi de R$ 3.108,00 o valor médio empregado em despesas ficou em R$ 3.159,00, no ano passado. No período, 27% dos gastos foram com alimentação e bebidas dentro do lar, higiene e limpeza caseira, 33% direcionados para habitação, transporte e serviços públicos, enquanto 40% para os demais setores, como saúde, educação e lazer. As contas de serviços públicos, que se destacaram em 2015, não aumentaram em 2016. Em 2006, comprometiam 10% do orçamento, dez anos depois recuaram para 7%. O item que mais pesou para o aumento dos gastos em 2016 foi a alimentação dentro do lar, seguida por transporte, saúde, alimentos e bebidas fora de casa, higiene pessoal, bebidas dentro do lar, artigos de limpeza, educação, comunicação e lazer. Neste cenário, a classe DE surge como a que mais sofreu com as dívidas, uma vez que a renda média mensal de R$ 1.922,00 foi superada pelos gastos, na casa dos R$ 1.997,00. O Holistic View apontou que quanto menor o poder aquisitivo, maior a importância dos produtos de grande consumo para os gastos – alimentação e bebidas consumidas dentro do domicílio, higiene e limpeza. Entre todas as classes, apenas a AB não tem como gasto primordial a alimentação dentro do lar – transporte aparece no topo com 16,5%.

 OIT PREVÊ UM MILHÃO DE NOVOS DESEMPREGADOS EM 2017 NA AMÉRICA LATI NA

A Organização Internacional do Trabalho (OIT) divulgou que cerca de um milhão de pessoas ficarão sem emprego durante 2017 na América Latina e no Caribe, o que pode elevar para mais de 26 milhões o número de desempregados na região. As previsões da OIT indicam que a taxa de desemprego na região latino-americana poderia aumentar de 8,1% a 8,4%, devido ao fraco crescimento das economias da região. “São as taxas mais altas da última década – destacou o diretor da OIT para América Latina e Caribe, José Manuel Salazar. Salazar comentou que o crescimento de 1,1% calculado pela Comissão Econômica para América Latina e Caribe (Cepal) para a região “não será suficiente para mudar o rumo das tendências negativas no mercado de trabalho”. A informação é da Agência EFE.

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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