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OFERTA DE CRÉDITO DE R$ 1 BILHÃO NA RONDÔNIA RURAL SHOW

É verdade. “A verdade é que não há verdade” (Pablo Neruda).

SOLUÇÃO ENERGÉTICA PARA RONDÔNIA E ACRE

No auditório da Fiero o Consórcio Santo Antônio Energia promoveu, ontem, terça (17), uma reunião para esclarecer sobre como serão acrescidas mais seis turbinas na Usina Santo Antônio com a finalidade de atender 40% da demanda de energia de Rondônia e do Acre acabando com os apagões. A mesa do evento foi capitaneada pelo presidente da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia, Marcelo Thomé, com os diretores da Santo Antônio Energia, Antônio de Pádua, diretor técnico e Dimas  Maintinguer, Diretor de Operações, o presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia, Raniery Araujo Coelho e o presidente da Câmara Municipal de Porto Velho, Jurandir Bengala. Na ocasião o presidente Marcelo Thomé acentuou a oportunidade do evento na medida em que a sua entidade elabora um plano logístico de industrialização de Rondônia no qual um dos pilares é a energia e complementou dizendo que “Sem energia não se consegue agregar valor à produção” e que somente com garantia de fornecimento e de estabilidade de energia será possível atrair investidores para o Estado.

AMPLIAÇÃO DA USINA É O FIM DOS APAGÕES

A exposição sobre o que, na prática, é uma nova usina, a ampliação de mais seis turbinas para atender especificamente a Rondônia e ao Acre, foi realizada pelo Diretor de Operações, Dimas  Maintinguer, que acentuou, com uma amostragem das queixas de pessoas, empresas e autoridades, que era imperativo arranjar uma solução para os apagões seguidos que vem infernizando a vida das comunidades na região. Assim, com as seis novas unidades, a Usina Santo Antônio, é um investimento de um custo de R$ 2 bilhões, que gerou 22 mil empregos diretos, e terá, em novembro próximo, 50 turbinas em funcionamento gerando 3.568 MW, dos quais 417,60 virão das turbinas acrescidas. Também demonstrou que os impactos ambientais já foram minimizados durante a construção da hidroelétrica e que, com a ampliação, os royalties pagos aos governos aumentarão de R$ 104 milhões para R$ 117 milhões anos. A implantação das turbinas será gradativa. Duas serão implantadas em agosto, mais uma em setembro, mais duas em outubro e a última em novembro, quando se terá a solução definitiva dos apagões em Rondônia e Acre. Só as turbinas são um investimento de R$ 300 milhões, mas, também foi necessário cuidar da distribuição de energia criando um rede de distribuição nova. Outro dado interessante é o de que, para a implantação das novas turbinas, o acréscimo nas águas foi de apenas + 82 cts.

OFERTA DE CRÉDITO DE R$ 1 BILHÃO NA RONDÔNIA RURAL SHOW

Segundo anunciado, pelo vice-governador Daniel Pereira, feita durante o pré-lançamento da feira de tecnologias e oportunidades de negócios, realizada na sexta-feira (13), no auditório do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia (Ifro), campus de Ji-Paraná, as instituições financeiras vão disponibilizar R$ 1 bilhão para as propostas de negócios durante a 5ª Rondônia Rural Show, que ocorre de 25 a 28 deste mês no Parque de Exposições Hermínio Victorelli, em Ji-Paraná.

MOSTRA FUNCULTURAL DE CINEMA PATRIMONIAL

A primeira edição da Mostra Funcultural de Cinema Patrimonial acontecerá nos dias 21 e 22 de maio de 2016, no Mercado Cultural, a partir das 19h30, sendo o primeiro dia (21) dedicado a curtas que transitam pela cosmologia e problemáticas indígenas (“Mapimaí”), ribeirinhas (“O Que Beira a Beira do Madeira”) e pela memória ferroviária de imigrantes barbadianos e granadinos (“Filhos da Ferrovia”); o segundo dia será dedicado a exibição de um longa sobre o processo de formação e resistência da comunidade negra dos quilombos no sudoeste do estado (“Quilombagem”). Realizada pela Funcultural, em parceria com o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), a Mostra integra a programação da 14ª Semana Nacional de Museus na capital Porto Velho, que tem por tema este ano “Museus e Paisagens Culturais”.

CONSÓRCIO SE MANTÉM COMO UMA FORMA DE POUPANÇA

Segundo balanço divulgado pela Associação Brasileira de Administradoras de Consórcio (ABAC) a modalidade de compra continua, mais do que nunca, servindo como meio de poupança com objetivo definido. O número de participantes do sistema, apesar da retração econômica, se manteve estável no primeiro trimestre do ano, com o total de vendas de novas cotas, por sua vez, apresentando crescimento em alguns setores. Houve adesões significativas nos setores de veículos automotores, imóveis, eletroeletrônicos e serviços. Um exemplo é o do Consórcio Saga, que atua em Porto Velho e diversas outras capitais. Nos primeiros três meses de 2016, a administradora cresceu 14% nas vendas (comparado com o mesmo período no ano passado). A modalidade de imóveis se destacou, com ampliação de 93%. Mário Roquette, diretor do Consórcio Saga, explica a tendência: “O cuidado na hora de tomar decisões e assumir compromissos financeiros dos brasileiros tem sido, recentemente, redobrado. Nesse contexto, o consórcio se destaca como uma grande ferramenta para planejamento a médio e longo prazo, além de ampliação de patrimônio”.

CAI DEMANDA POR CRÉDITO

Segundo a Boa Vista Serviço Central de Proteção ao Crédito (SCPC), em abril o indicador de demanda por crédito do consumidor apontou uma queda de 1,4% na avaliação mensal contra março, na série de dados com ajuste sazonal. Na variação acumulada em 12 meses, a queda foi de 4,9%. Já na avaliação contra o mesmo mês do ano anterior, o indicador obteve retração de 4,3%. Considerando os segmentos que compõe o indicador, a avaliação mensal dessazonalizada mostrou que nas instituições financeiras houve queda de 5,1%, enquanto para o segmento não-financeiro a variação foi positiva, registrando 1,0%. A grande incerteza econômica gerou um cenário bastante adverso para o consumidor em 2015 e que permanece em 2016. A gradual deterioração da economia contribuiu decisivamente para piora do índice e que agora, de forma tímida, tenta se recuperar. Fatores como a alta das taxas de juros e inflação consistentemente elevada são apenas algumas das variáveis condicionantes deste resultado.

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