Brasil Produtivo • Teia Digital

O agronegócio respondeu por 52,2% de todas as exportações brasileiras no mês de março – por Silvio Persivo

Nada é apenas preto ou branco.“A teia da nossa vida é composta de fios misturados: de bens e de males” (Shakespeare)

 LANÇAMENTO DA VACINAÇÃO CONTRA AFTOSA

 

O lançamento da 40ª Etapa da Campanha de Vacinação Contra a Febre Aftosa, no sábado (9), no município de Buritis, procurou mostrar aos pecuaristas que investir na saúde do rebanho é garantir bons negócios. Uma programação foi desenvolvida pela Agência de Defesa Agrossilvopastoril de Rondônia (Idaron) para a região, que já detém o quarto maior rebanho bovino do estado. Na ocasião, o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Maurão de Carvalho, divulgou que o preço da carne bovina exportada, que é objeto de investigação parlamentar, está se normalizando. A febre aftosa é uma enfermidade contagiosa, que pode causar importantes perdas econômicas, atingindo animais bovinos, caprinos, ovinos e porcos, mas, com  baixa mortalidade em animais adultos. O período para vacinação vai de 15 de abril a 15 de maio. E o produtor deve declarar que fez a vacinação até 20 de maio. O vice-governador Daniel Pereira, afirmou que o estado tem um rebanho com mais de 13 milhões de cabeças de gado, e que é possível avançar mais até cinco vezes “sem cortar um pedaço de cipó”.

AUDIÊNCIAS SEM EFEITOS

Claro que, quanto mais as coisas são discutidas, e expostas, melhor, mas, e aqui não há crítica nenhuma as boas intenções dos deputados, o fato é que as audiências públicas na Assembleia Legislativa estão se tornando completamente inócuas. Muitas vezes nem mesmo os dirigentes convidados dão a mínima atenção e, para piorar, não se vê resultado algum do que se discute e nem mesmo uma boa divulgação. Foi o caso, por exemplo, das duas que, ultimamente, me despertaram o interesse, como as do DNIT e a do Complexo Madeira-Mamoré. Esta última, por exemplo, mesmo sendo de iniciativa do presidente Maurão de Carvalho  e do deputado Jesuíno Boabaid tiveram pouca, ou quase nenhuma, repercussão. Até o conhecimento dela foi feita mais por meios informais do que por iniciativa da ALE. Parece que a formula tem que ser repensada.

VI ENCONTRO DE DIREITO MÉDICO DE RONDÔNIA

Divulgado que na programação do VI Encontro de Direito Médico de Rondônia, que acontece dia 6 de maio, no auditório do Tribunal de Justiça de Rondônia, em Porto Velho, o presidente do Conselho Regional de Medicina de Rondônia (Cremero), Cleiton Bach, será um dos palestrantes e vai abordar o tema “Os direitos do médico sob a ótica do Código de Ética”.

SENAI TEM NOVO DIRETOR

O presidente do Sistema Fiero (Sesi/Senai/IEL), Marcelo Thomé, apresentou ao público interno o novo diretor regional do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai-RO), Valério Duarte, na Casa da Indústria, na sexta-feira (08). O novo gestor possui longa experiência no Senai de Santa Catarina, e chega com a missão fortalecer ainda mais o relacionamento da instituição com as indústrias de Rondônia.

PRÊMIO CNI DE JORNALISMO

O Prêmio CNI de Jornalismo é uma iniciativa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) que visa reconhecer o papel da imprensa e seu compromisso com a agenda do desenvolvimento do país. Na edição de 2016, serão distribuídos R$ 310 mil para trabalhos jornalísticos veiculados em TV, jornais, revistas, rádios, sites e blogs. Os temas dos trabalhos devem ter relação direta com o setor industrial e a agenda estratégica definida no documento Mapa Estratégico da Indústria 2013-2022. O documento, elaborado pela Confederação Nacional da Indústria, identifica os dez fatores chave para a competitividade brasileira. Para inscrever reportagens, os interessados deverão estar cadastrados no sistema online do Prêmio. A inscrição de trabalhos para a edição de 2016 estará aberta no período de 11 de janeiro a 29 de maio de 2016. Para mais informações, acesse o regulamento do Prêmio.

AGRONEGÓCIO BATE RECORDE NA SÉRIE HISTÓRICA

O agronegócio respondeu por 52,2% de todas as exportações brasileiras no mês de março, quando foram vendidos ao mercado externo US$ 8,35 bilhões, uma alta de 5,9% em relação ao mesmo período do ano passado. Este valor é recorde para março, desde que começou a série histórica, em 1997. É preciso acentuar que os cinco principais setores exportadores foram o complexo soja (US$ 3,47 bilhões), o complexo sucroalcooleiro (US$ 737,29 milhões), o de produtos florestais (US$ 823,59 milhões), o café (US$ 454,82 milhões) e as carnes (US$ 1,24 bilhão). A carne de frango continua no topo da lista do segmento carnes, respondendo por US$ 576,68 milhões das exportações em março. Em seguida,  a carne bovina com US$ 503,67 milhões, e a carne suína, com US$ 108,30 milhões. Em março, as exportações de soja chegaram a 8,4 milhões de toneladas. As de milho alcançaram 2 milhões de t, e as de frango in natura (carne fresca, congelada e refrigerada), 369 mil t. Nunca antes, como se observa, o Brasil foi tão agrário-exportador.

MERCADO DE JOGOS DIGITAIS CRESCE NA CRISE

Uma pesquisa feita para o BNDES aponta uma expectativa de que, este ano, o mercado de jogos digitais no Brasil, mesmo com a crise, deve ter um crescimento de 13,5% ampliando ainda mais o consumo num mercado que, estima-se conte com mais de 60 milhões de usuários, na sua grande maioria de público jovem masculino, considerado o quarto do mundo. Em parte isto se dá pela facilidade de acesso aos smartphones e as redes sociais, bem como ao uso dos games em muitas outras áreas, como na educação, nos negócios e na medicina.

AUDIOVISUAL TAMBÉM CRESCE MUITO

Outro mercado em crescimento é o do audiovisual. Com a regulamentação, em 2011,  da Lei 12.485, que determina a veiculação de conteúdos nacionais e inéditos na programação das televisões por assinatura,  o segmento ganhou mais espaço e aparece, em nível global, como a 12ª maior economia neste segmento que respo

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: As perspectiva de inflação pioram segundo Boletim Focus – Por Silvio Persivo

    Sobre os fatos hediondos e lamentáveis. “Aconteceu e, portanto, pode voltar a acontecer: está a essência do que temos para dizer” (Primo Levi). BLACK FRIDAY IMPULSIONA COMÉRCIO DE RONDÔNIA Segundo a  Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio/RO). a Black Friday de 2026 deve movimentar cerca de R$ 736 milhões em Rondônia. Para Porto Velho, a estimativa é de R$ 147 milhões em vendas, com um crescimento previsto de 3,2%.  No cenário nacional, um estudo da Stefanini Marketing estimou que a data poderá gerar R$ 14,47 bilhões em vendas e 18,3 milhões de pedidos. Uma sondagem da Fecomércio/RO aponta que 68,4% dos consumidores pretendem fazer compras. Entre os produtos mais procurados estão roupas (51,8%), eletrodomésticos (31,9%) e eletrônicos (23%). A pesquisa também aponta que 48,1% planejam pagar à vista, enquanto 50,9% pretendem antecipar as compras para a semana anterior à Black Friday. Para a Fecomércio/RO, a movimentação antecipada pode estender o período de promoções e contribuir para as vendas de fim de ano. “A antecipação das compras deve ampliar o período de promoções e, este ano, inclusive com o apoio direto do Sebrae de Rondônia, os empresários se prepararam mais. Daí a suposição de que a Black Friday deve impulsionar as vendas de fim de ano”, disse o presidente da entidade, Raniery Araújo Coêlho. PREÇO DO DIESEL AUMENTA QUASE 2% EM RONDÔNIA O Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL), que acompanha o comportamento de preços nos postos de combustível, aponta que Rondônia registrou um cenário de alta nos preços dos combustíveis em outubro, na comparação com setembro, com exceção do etanol.  O diesel comum subiu 1,93%, custando em média R$ 7,39 já o S-10 ficou 1,87% mais caro, com preço médio de R$ 7,61, enquanto a gasolina subiu 0,13%, alcançando R$ 7,45. No sentido oposto, o etanol recuou 0,58%, cotado a R$ 5,14. Segundo Vinicios Fernandes, Diretor de Unidades de Negócios da Edenred Mobilidade, “Em outubro, Rondônia apresentou uma tendência de alta nos preços da maior parte dos combustíveis, com destaque para o diesel, que registrou os avanços mais expressivos no período. Com a queda registrada no período, o etanol se consolida como a opção mais econômica e sustentável para os motoristas rondonienses”. ENCONTRO DE CATADORES DE MATERIAIS RECICLÁVEIS DE RONDÔNIA O governo do estado realizou na segunda-feira (2) o 4º Encontro Estadual de Catadores de Materiais Recicláveis, entre os municípios de Presidente Médici e Ji-Paraná. Durante o evento, encerrado na terça-feira (3), cerca de 100 profissionais organizados em cooperativas, associações ou de forma individual participaram da programação, coordenada pela Secretaria de Estado da Mulher, da Família, da Assistência e do Desenvolvimento Social (Seas), com palestras, visita técnica, atividades práticas e levantamento de demandas que ampliem a geração de renda, qualifiquem a atuação das cooperativas e associações, difundam práticas seguras de trabalho e consolidem propostas para o desenvolvimento da política pública de reciclagem inclusiva no estado.  A titular da Seas, Luana Rocha reforçou, que com estes encontros o governo, por meio da Seas, contribui com a organização dos catadores no estado para o fortalecimento das cooperativas e a construção de uma pauta unificada em defesa da reciclagem inclusiva em Rondônia. ““A escolha de Presidente Médici atendeu ao pedido dos próprios catadores, apresentado no Fórum Estadual de Lixo e Cidadania, pelo fato de o município estar mais centralizado, favorecendo a participação de um número maior de catadores. Nesta edição foi inserida pela primeira vez a oficina do projeto “Recicla ON”, do Instituto Gea, do estado de São Paulo, focada na capacitação e estruturação de cooperativas de catadores para a destinação correta de resíduos eletroeletrônicos (lixo eletrônico). AS PERSPECTIVAS DE INFLAÇÃO PIORAM SEGUNDO O BOLETIM FOCUS A mais recente edição do Boletim Focus mostra uma piora drástica das expectativas dos investidores com relação à inflação, aos juros e à taxa de câmbio. A piora se inicia pela inflação. Há quatro semanas, a estimativa este ano foi de 5,01%. Na semana passada, subiu para 5,19% e, nesta edição, avançou para 5,22%, bastante acima do teto da meta.  A projeção para 2027 também piorou. Nas últimas semanas, a expectativa estave ao redor de 4,3%. Acima da meta de 3%, mas dentro do limite aceitável. Agora, a projeção avançou para 4,76%, acima do teto de 1,5% da meta. A alta prevista é menos intensa nos anos de 2028 e de 2029. Porém, as estimativas para esses dois anos se situavam ao redor de 3,5% e agora estão ao redor de 4%, também  acima da meta. RESILIÊNCIA DA ECONOMIA GLOBAL DIMINUI AFIRMA FMI O documento final da 54ª reunião do Comitê Monetário e Financeiro Internacional (IMFC), nas reuniões anuais do FMI e do Banco Mundial, alerta que a economia global resiste a choques, mas sua capacidade de absorver novas turbulências diminui, após o desmantelamento da ordem geopolítica, conflitos e danos às cadeias de suprimentos, pela pandemia e por guerras. Assim o FMI pede políticas mais consistentes, reconstrução das reservas fiscais, estabilidade de preços e cooperação entre nações. O World Economic Outlook projeta um crescimento mundial de 3,1% em 2026 e 3,4% em 2027, e inflação global de 4,7% neste ano, recuando para 4,1% no próximo. Há diferenças: países beneficiados por investimentos em IA e condições comerciais favoráveis têm perspectivas melhores do que importadores de energia e economias de baixa renda. Interessante é que o documento destaca os riscos do endividamento público: a alta dos rendimentos dos títulos soberanos, somada à dívida elevada, pode encarecer o crédito. Recomenda consolidação fiscal e marcos fiscais, preservando investimentos prioritários e a proteção social; transferências temporárias e direcionadas seriam mais eficientes do que controles generalizados de preços. Na política monetária, pede estabilidade de preços, decisões baseadas em dados, comunicação clara e independência dos bancos centrais. A inteligência artificial impulsiona investimentos, comércio e produtividade, mas seus benefícios tendem a ser desiguais; revisões nas expectativas de rentabilidade podem provocar correções nos mercados e ampliar disparidades. AUTOR: SILVIO PERSIVO –  TEIA DIGITAL

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