Política e Economia

Não dá mais para a cidade fazer experiências com qualquer candidato”, Diz Ex-Secretário Wellem Prestes

Nas Eleições Municipais de 2020, pela primeira vez, candidatos ao cargo de vereador não poderão concorrer por meio de coligações. O fim das coligações na eleição proporcional foi aprovado pelo Congresso Nacional por meio da reforma eleitoral de 2017. Com isso, o candidato a uma cadeira na câmara municipal somente poderá participar do pleito em chapa única dentro do partido ao qual é filiado.

Para o pré-candidato Wellem Antônio Prestes Campos, que é engenheiro civil e exerceu as atividades de Professor do 1º e 2º grau e atualmente é Professor do ensino superior nos cursos de engenharia civil e engenharia florestal da faculdade de Rondônia – FARO, desde de 2002, não vê dificuldade em participar do pleito disputando umas das vagas de vereador pelo seu partido, PSDB.

“Eu me coloquei como pré-candidato por acreditar em dias melhores na política brasileira, e dias melhores só é possível se homens e mulheres honestas e capacitadas abraçar um projeto político macro e de responsabilidade com o ser humano acima de tudo. Esta decisão só foi possível após conversar com amigos e familiares e analisar bem o atual cenário de nossa cidade. Nunca fui candidato, mas tenho experiência na máquina pública, principalmente na Prefeitura de Porto Velho. Durante esse tempo, tive chances de somar experiências fundamentais e garanto que não dá mais para a cidade fazer experiências com qualquer candidato, seja à vereador ou até mesmo à prefeito!, principalmente nesse cenário atual”, frisa Wellem Prestes.

Wellem Antônio Prestes Campos é funcionário de carreira da rede pública, é engenheiro civil do município de Porto Velho, e na rede privada atua como professor nos cursos de engenharia civil e engenharia florestal da faculdade de Rondônia – FARO.

Conheça um pouco mais de Wellem Prestes

Wellem Antônio Prestes Campos, é o quinto de sete filhos de Raimunda Campos Prestes e Ruimundo Pereira Prestes (in memoria), nascido em 3 de maio de 1966 no distrito de São Carlos, localizado na margem esquerda do rio madeira a 70 km da capital Porto Velho.

Pai de Ítalo Fernando Silva Prestes e Yasmin Ellem Silva Prestes, e avô de um lindo garotão, Lorenzo José D’avila Prestes.

Ensino básico, fundamental e médio

Iniciou os  estudos no ano de 1970 na escola infantil jardim de infância branca de neve. No ano de 1973 iniciou o ensino primários no grupo escolar Dr. Homero kang Tourinho e concluí na escola de 1º e 2º graus Marechal Castelo Branco.

No ano de 1978 ainda na escola de 1º e 2º graus Marechal Castelo Branco iniciou o ensino de 1º grau, e nos anos de 1983 e 1984 estudei no ensino de 2º grau colegial. “No ano de 1985 interrompi os meus estudos para servir a Força Armada do exército brasileiro, e no ano de 1986 concluir o 2º grau colegial”.

 Graduação

No ano de 1987 mudou para a cidade de Mogi das Cruzes no estado de São Paulo, onde iniciou os estudos no curso de engenharia civil e concluiu no ano de 1991 pela universidade de Mogi das Cruzes.

No período de maio de 1991 à fevereiro de 1992, trabalhou como estagiário da companhia de saneamento básico do estado de São Paulo – Sabesp, na divisão de operação da cidade de Suzano ocupando o cargo de engenheiro.

No ano de 2001, agora morando na sua cidade natal Porto Velho, concluiu pela universidade federal de Rondônia o programa especial de formação pedagógica com licenciatura plena em física.

Pós graduação “lato sensu”

Especialização em engenharia de segurança do trabalho pela universidade federal da Paraíba, (1995 à 1996).

Especialização em metodologia do ensino superior pela universidade federal de Rondônia, (2001 à 2002).

Especialização em MBA – gestão pública pela faculdade São Lucas, (2011 à 2012)

pós graduação “stricto sensu”

Mestrado em engenharia civil pela universidade federal do Amazonas, (2014 à 2016).

Funções e cargos ocupados

Engenheiro na gerência técnica da diretoria regional de noroeste da empresa brasileira de correios e telégrafos, (1992).

Professor do 1º e 2º graus, onde tive a grata satisfação de lecionar nas escolas Castelo Branco, Rio Branco, estudo e trabalho, John Kennedy e São Luis, (março de 1992 à dezembro 1999 e de abril de 2001 à março de 2015).

Diretor da divisão de custos e orçamentos do departamento de estudos e projetos da secretaria de estado de obras e serviços públicos – SEOSP, (1993).

Diretor e assessor especial da superintendência de desenvolvimento regional –SUDERON, (1995).

Presidente do orgão gestor de mão de obra do porto organizado de Porto Velho, (1999).

Professor do ensino superior nos cursos de engenharia civil e engenharia florestal da faculdade de Rondônia – FARO, (2002 até a presente data).

Secretário adjunto municipal de obras do município de Porto Velho (2005).

Diretor do departamento de fiscalização e custos da secretaria municipal de obras – SEMOB, (2007).

Secretário municipal de obras do município de Porto Velho, (2012).

Secretário adjunto municipal de obras do município de Porto Velho, (2013).

Subsecretário municipal de serviços básicos – SEMUSB do município de Porto Velho, (2017).

Assessor especial de relações institucionais, (2020).

Para finalizar, Wellem Prestes  faz um agradecimento especial. “Quero também aqui externar minha gratidão e agradecimentos a minha companheira Mary Gonçalves pelo grande apoio que tem me dado durante todo os momentos que está ao meu lado”. 

(Assessoria)

FONTE: ONORTÃO

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: BRASIL É O 8º MERCADO DE MÚSICA GRAVADA DO MUNDO – Por Silvio Persivo

    Com um faturamento de R$ 3,958 bilhões, crescimento de 14,1%, segundo a Pró-Música Brasil, o Brasil se tornou o 8º maior mercado de música gravada do mundo em 2025. Do total do faturamento cerca de R$ 3,4 bilhões vieram do streaming, que aparece como principal motor das receitas do setor.  Neste cenário, a Associação Brasileira da Música Independente (ABMI) amplia sua agenda de conexões comerciais por meio do BMK (Brazil Music Market), um projeto voltado à aproximação de artistas, selos e empresas com profissionais e oportunidades da indústria musical. Em outubro, são previstas ações no Formemus, no Espírito Santo, e, em novembro, na Semana Internacional de Música de São Paulo (SIM São Paulo). Para Talita Cordeiro, diretora-geral da ABMI, o avanço do mercado brasileiro precisa se traduzir em oportunidades concretas para as empresas independentes. A discussão envolve o acesso a novos mercados, a construção de parcerias comerciais e a capacidade de transformar a circulação internacional da música brasileira em negócios sustentáveis. FONTE: COLUNA TEIA DIGITAL –  POR SILVIO PERSIVO

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