Teia Digital

Na América Latina predomina a alimentação em casa – Por Sílvio Persivo

E da lua também. “Não tenho certeza de nada, mas, a visão das estrelas me faz sonhar” (Vincent van Gogh).

III ENEPA TEM PRAZO PARA SUBMISSÃO DE TRABALHOS

O Programa de Pós-Graduação Mestrado em Administração (PPGMAD) e os Departamentos de Administração, Ciências Contábeis, Ciências Econômicas e Ciências da Informação da Fundação Universidade Federal de Rondônia (UNIR) promovem, no período de 17 a 19 de outubro de 2018, em Porto Velho, o III Encontro de Ensino e Pesquisa em Administração da Amazônia (EnEPA). A Conferência de Abertura, no dia 17 de outubro, será proferida pelo professor doutor José Roberto Kassai (FEA/USP), que abordará o tema ”Relato Integrado e Sustentabilidade”. O prazo para submissão de trabalhos é 12 de agosto e deve ser feito através do portal eletrônico do evento em http://www.enepa.unir.br/. O tema desta edição é “Gestão e Desenvolvimento: desafios e Perspectivas”.     O objetivo do III Encontro de Ensino e Pesquisa em Administração da Amazônia é o de debater e trocar de experiências entre pesquisadores, docentes, discentes de pós-graduação e discentes de graduação de Administração, Contabilidade, Ciência da Informação e Economia. Para mais informações, acesse http://www.enepa.unir.br/.

RESTAURANTE MACAXEIRA

O tradicional restaurante Macaxeira é, para quem vai a Guajará-Mirim, ponto indispensável para se comer um peixe de qualidade. No entanto, muitas pessoas não sabem que também em Porto Velho, na rua Reverendo Elias Fontes, 1481, entrando na rua da Caixa Econômica Federal, a partir da avenida Vieira Caúla, no bairro Agenor de Carvalho, você encontra o Macaxeira de Porto Velho, que também serve peixes de alta qualidade. Tanto o peixe frito de lá, como a caldeirada, são uma delícia. Com a grande vantagem de um ambiente com ar condicionado-necessário nesses dias muito quentes. Mais informações podem ser obtidas pelos celulares (69) 99284-3154 e 98426-2130.

SESI SEDIA 1ª CAMPUS PARTY DA REGIÃO NORTE

O Sesi Clube da Avenida Rio de Janeiro será palco, de 1 a 5 de agosto, da primeira Campus Party Rondônia, um dos maiores eventos de tecnologia do Brasil. E o Sistema Fiero irá expor os serviços ofertados pelo Sesi, Senai e IEL, como educação profissional, educação básica e robótica, promoção da saúde, capacitação empresarial, estágio, entre outros, bem como três palestras sobre temas relevantes e atuais, como Indústria 4.0. Segundo a organização, o evento pretende integrar cada vez mais a Amazônia ao mundo digital, para que os jovens possam defender o ponto de vista tecnológico, econômico e ainda aprender mais sobre tecnologia. A expectativa é que 30 mil pessoas passem pela Campus Party e que de 2 a 3 mil pessoas participem do festival profissional de tecnologia. O superintendente do Sesi-IEL-RO e diretor regional do Senai-RO, Alex Santiago ressaltou a importância de sediar evento tão grandioso e que visa mostrar o potencial de tecnologia que a Região Norte possui.  Santiago frisou a importância do evento para a região. “A iniciativa traz o que há de mais moderno em tecnologia da informação e novas tendências para a região e estados vizinhos”.

NA AMÉRICA LATINA PREDOMINA A ALIMENTAÇÃO EM CASA

Segundo a Kantar Wordpanel, os latino-americanos gastam 8% de seu tempo – pelo menos duas horas por dia – preparando refeições para si e suas famílias. As pessoas passam mais tempo diante do fogão no Equador e na Bolívia. Segundo o levantamento, os consumidores da região fazem, em média, 4 refeições ao dia, sendo o almoço a mais importante para 54% dos domicílios, seguido pelo café da manhã, que aparece com 36% no ranking de relevância. Ainda de acordo com os dados, 82% da população cozinha todos os dias em casa, sendo que 63% come algo entre as refeições, sendo os argentinos e os peruanos os maiores adeptos da prática. Muitas pessoas (58%) tanto almoçam quanto o jantam em casa todos os dias, comportamento comum especialmente na Venezuela, América Central e Bolívia. Apenas um em cada 10 lares pedem entrega de comida – isto é mais comum quando as mães trabalham. Ainda que os comportamentos tenham mudado bastante nos últimos tempos, em 93% dos domicílios latino-americanos a mulher é a responsável pela preparação das refeições. Os homens cozinham em 13% das famílias da região – chegando a 23% na Argentina – enquanto as filhas e os filhos participam ativamente da culinária em 15% das famílias. Nos lares onde a mãe trabalha, 15% dos maridos e 19% das crianças cozinham. Nos lares com 3 gerações, as avós também ajudam na tarefa, sendo 16% na Venezuela e 8% no Peru e na Colômbia. As pessoas na América Latina procuram por refeições equilibradas, fáceis e rápidas de preparar: 40% consideram o equilíbrio nutricional quando escolhem o que cozinhar, enquanto 40% querem alimentos fáceis de fazer, enquanto 34% optam por aquilo que é mais fácil de preparar. Em toda a região, 21% dos domicílios usam produtos que facilitam o cozimento – na Argentina, o índice vai a 35%. Os consumidores ainda estão ansiosos para comer as receitas da família que desfrutam por gerações, e a tradição é uma prioridade para mais de um quarto das pessoas (28%), principalmente na América Central, Equador e Brasil. Por causa da preocupação com a saúde, 30% dos consumidores latino-americanos mudaram seus hábitos alimentares no ano passado. Eles aumentaram o consumo de frutas e vegetais e reduziram o sal (20%), açúcar, frituras e carne vermelha, sendo que 5% parou de comprar refrigerantes e 4% parou de beber álcool. Enquanto 7% dos lares reduziram a quantidade de produtos lácteos em sua dieta, 4% aumentaram para tirar partido dos benefícios de uma dieta rica em cálcio. As informações são de Ana Carolina Rodrigues da AD Comunicação& Marketing.

AUTOR: SÍLVIO PERSIVO –  COLUNISTA TEIA DIGITAL

PROFESSOR E ECONOMISTA

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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