Resenha Politica

Muita gente que se lança hoje candidato a governador não sobreviverá politicamente até 2018- por Robson Oliveira

FICHA SUJA –

Embora o senador Ivo K-SOL (PP) declare que é candidatíssimo ao Governo de Rondônia em 2018, acionando inclusive correligionários para dar visibilidade à             declaração, a situação jurídica dele é difícil porque sangrara na campanha com a pecha de fichasuja. Uma campanha na defensiva é extremamente desfavorável a quem tem               que ficar todos os dias se justificado nos programas de TV e rádio, ainda mais quando todos sabem que, na hipótese de sair vencedor, K-Sol não assume.

PLANO B

 É provável que o senador pepista mantenha a pré-candidatura até as vésperas das convenções, mas há quem aposte que na hora da homologação ele saque do colete uma outra candidatura ligada ao grupo familiar. Cogita-se em reservado que Jaqueline Cassol, caçula do clã, seja a mais cotada para encarar a disputa e o mano, senador Ivo, sendo o principal cabo eleitoral nessa empreitada. Daí a razão dele alardear um ano antes a suposta candidatura.

CASCATA

Há quem jure que pesquisas realizadas mês passado em todo o estado tenham captado percentuais tão animadores em favor de Ivo K-SOL motivando o senador a concorrer mesmo com liminar. São números anabolizados por quem tem interesse de contaminar o ambiente político e impedir que conversas entabuladas entre partidos evoluam em acordos. Quem tem acesso aos números reais dos prováveis candidatos sabe que os únicos percentuais expressivos hoje são do eleitor que não vota em nenhum dos candidatos pesquisados. Percentuais diferentes não passam de cascata.

DIFERENÇAS

É real que o senador K-Sol seja uma liderança importante em parte do eleitor rondoniense, em particular no interior. No entanto, há uma diferença enorme em alardear por aí que haja uma grande parcela do eleitorado mobilizada pedindo o seu retorno. Não podemos é superestimar sua força, mas também não é inteligente subestimá-lo. Ousadia e coragem não lhe faltam.

JOGO

Nesses meses que antecedem o período eleitoral são absolutamente normais as conjecturas sobre candidaturas, em especial quem esconde o jogo. Até junho de 2018 os cenários vão modificar diversas vezes e a coluna aposta que muita gente que se lança hoje candidato a governador não sobreviverá, e quem esconde o jogo entrará na disputa como titular. O momento é para se especular mesmo. Inclusive nesta resenha.

ARQUIVADO 

 O Ministério da Educação mandou arquivar um processo administrativo que tramitava contra o ex-reitor José Januário, entre outros professores, por carências de provas. Apesar da boa notícia, o ex-magnifico ainda responde por fatos semelhantes na esfera judicial penal e civil.

PIADA

Após o militar-deputado federal Jair Bolsonaro optar por ingressar no Partido Ecológico Nacional (PEN)  para tentar disputar o Palácio do Planalto, a piada corrente nesta terça-feira no meio dos congressistas é de que o PEN filiou um predador. O ambiente político está para terra arrasada e a bicharada está em pé de guerra, literalmente…

CONTRAMÃO

O ex-presidente da Câmara Federal Ulisses Guimarães costumava ensinar aos políticos noviços que o Congresso Nacional tinha medo somente de povo na rua. Como não há ninguém nas esplanadas dos ministérios protestando, essa deve ser a razão pela qual os deputados federais podem mandar às calendas o pedido feito pelo MPF para processar o presidente Michel Temer, embora todas as pesquisas divulgadas até ontem apontavam maioria contrária à permanência de Temer na Presidência da República.

AMEAÇA 

 O presidente do PMDB em exercício, Romero Jucá, ameaçou os deputados federais do PMDB para que todos votem contra o pedido de admissibilidade para processar Temer. Quem se insurgir e votar em sentido contrário poderá ser expulso do partido.

DA OUTRA

Em depoimento à Polícia Federal no inquérito aberto a partir da delação de Sérgio Machado, o ex-presidente José Sarney revelou que o delator era tão próximo e o chamava de pai. Como Sérgio Machado envolveu Sarney (o papai) nos malfeitos da lava jato, há quem diga que o alcaguete é um filho da….

DELAÇÕES

Começam a pipocar nos meios jurídicos uma quantidade enorme de delações com conteúdos repetitivos. Alguns, segundo críticos, não estão se confirmando. Exemplo claro é a de Sérgio Machado.

CARGAS

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Federal, voltou as cargas contra o procurador-geral Rodrigo Janot. De acordo com o ministro, o STF errou ao ficar a reboque das “loucuras” do procurador.

LIBEROU

O Supremo liberou da prisão nesta terça-feira o Procurador da República Ângelo Vilela e o advogado Willer Souza, presos na delação da JBS. Os dois são suspeitos de repassarem informações sigilosas ao grupo de Wesley Batista.

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

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COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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