Esporte

Mosquini está sendo investigado por enriquecimento ilícito -por Alan Alex

Além da ação pelas irregularidades no Espaço Alternativo, o deputado federal terá que explicar origem de seu dinheiro

Não tem jeito

 asfaltoO trecho da BR 364 entre Ji-Paraná e Presidente Médici foi refeito ano passado. Estava esburacado e em algumas partes nem existia mais asfalto. A obra durou quase o ano inteiro e foi finalizada em novembro. Estamos em março, quatro meses apenas e já está tudo esburacado de novo, comprovação do descaso das construtoras responsáveis pelas obras nas rodovias federais. O pior é que fica tudo do mesmo jeito, ninguém é punido e nós continuamos pagando a conta.

 Parou tudo

bandeira A economia em Rondônia estagnou, e o reflexo maior é sentido em Porto Velho. Os municípios estão com aparência de abandono. Ariquemes, Jaru e Cacoal, que são os maiores, estão esburacados, com ruas cheias de lama e tomados pelo mato. Os prefeitos dessas três cidades se perderam em gestões medíocres, com denúncias de corrupção e descaso. Rondônia não está muito diferente de Brasília, se tornou um estado caótico, sem comando e seguindo por um caminho preocupante.

 Falta liderança

 confucioooConfúcio nunca mostrou a que veio, de fato. Logo no começo de seu primeiro mandato perdeu o controle, deixou a coisa correr frouxa e ainda no primeiro ano sofreu um baque pesado, parte de seus assessores foram presos na operação Termópilas e desde então a coisa desandou geral. Foram quatro anos de operações policiais que tentaram se não acabar, mas ao menos reduzir a corrupção em Rondônia. E isso está tendo um alto custo para a população.

 Platéias

 confucioooEm dezembro do ano passado veio a pá de cal sobre o governo. O próprio Confúcio foi levado para a Superintendência da Polícia Federal para prestar esclarecimentos sobre diversas denúncias que haviam sido feitas contra ele. Todas baseadas em depoimentos de presos na Operação Termópilas. Desde então, o governador vem sofrendo com uma crise gerencial sem precedentes. Comandando uma equipe fraca, que não se entende, o Estado segue desgovernado, precisando urgente que a situação seja resolvida.

 Durante 2014

 alan alexA coluna alertava para a necessidade de oxigenar, de trocar o comando do Estado. Se os primeiros quatro anos foram ruins, os próximos seriam ainda piores. E não importava quem seria o eleito, desde que não fosse Confúcio. Porém, o governo usou descaradamente a máquina pública na reeleição e o preço está pagando agora. No último dia 5 Confúcio foi cassado pelo Tribunal Regional Eleitoral, mas ainda está no cargo. Virou um zumbi político. Está lá, mas não manda.

 Ao mesmo tempo

olho-azul-grandeAssessores de primeiro escalão correm para tentar garantir o emprego e jogam nas duas frentes, buscando espaço em uma possível gestão de Expedito Júnior, caso seja mantido o afastamento de Confúcio. Uma verdadeira romaria.

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 No Brasil

olho-azul-grande Levantamento apresentado no Boletim Estatístico de Pessoal e Informações Organizacionais, elaborado pelo Ministério do Planejamento apontou que os governos de Lula e Dilma criaram juntos 4.552 cargos comissionados no governo federal. Aqui em Rondônia temos quase o mesmo número.

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 Sem privacidade

mpe ro O Ministério Público gravou todas as conversas na sala de custódia entre os 14 presos na Operação Ludus, que investigou as ilegalidades nas obras do Espaço Alternativo em Porto Velho. O pedido foi feito à justiça para evitar conchavos ou orientações durante o tempo de permanência na sala, antes dos interrogatórios. O pedido foi aceito pela justiça. As conversas foram filmadas e usadas no inquérito.

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 Dinheiro à rodo

amosquini Analisando o processo da Ludus, percebe-se uma grande movimentação financeira por parte do deputado federal Lúcio Mosquini (PMDB) ao longo do período das investigações. Ele comprou touros reprodutores, repassou dinheiro para pelo menos dois deputados durante a campanha, Edson Martins e Lebrão, um total de R$ 334 mil. Mosquini, como não é novidade alguma, era diretor do DER e Secretário de Obras do Estado e enriqueceu em cargos públicos. Evidente que essa movimentação não passaria desapercebida e ele está sendo investigado por enriquecimento ilícito.

 Nas apreensões

amosquini Realizadas na casa de Mosquini, os policiais encontraram uma grande quantidade de notas de compras, feitas nos Estados Unidos e chamou a atenção o gosto, digamos, exacerbado do deputado por marcas famosas. Ele fez compras na Tommy Hilffiger, Adidas, Apple, Ralph Lauren, Calvin Klein e outras lojas famosas nos Estados Unidos. E foi ainda para Las Vegas, onde curtiu alguns cassinos.

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 “Segundo turno”

 Tamosquinianto em depoimentos como em conversas gravadas com autorização da justiça, fica evidente o uso de máquina administrativa do Estado em prol da reeleição de Confúcio Moura e eleição de Mosquini ao cargo de deputado federal. Em conversa gravada, Mosquini insiste para que Confúcio libere os pagamentos do consórcio que constrói o Espaço Alternativo e ressalta, “é o nosso segundo turno, governador”. Duas obras deveriam ter sido inauguradas em 2014, mas não foram, o Espaço Alternativo e a Rua da Beira. O primeiro, um projeto desnecessário e caro e o segundo necessário e vital. Ambos estão abandonados.

 Em Brasília

 diegoO advogado Diego Vasconcelos obteve 10 dos 21 votos para ser indicado ao cargo de desembargador federal. Com isso, ele ficou em quarto lugar e bateu na trave na composição da lista tríplice. Um grande desempenho para um advogado jovem e de Rondônia. Se Diego tivesse conseguido 11 votos, teria segundo turno. Um resultado apertado, mas que, segundo ele, valeu pela experiência.

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 Para contatos

 alanFale conosco pelos telefones (69) 3225-9979 ou 9363-1909. Também estamos no www.painelpolitico.com e www.facebook.com/painel.politico e no Twitter (@painelpolitico). Caso prefira, envie correspondencia para Rua da Platina, 4326, Conjunto Marechal Rondon. Whatsapp 9248-8911.

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 Islândia mapeia DNA de toda sua população

 dnaCientistas na Islândia dizem ter mapeado com sucesso o código genético do “país inteiro”. A façanha teria sido realizada por meio da combinação de dados de DNA com árvores genealógicas. Representantes da equipe científica deCODE, responsável pelo mapeamento, disseram que agora podem encontrar todas as mulheres que correm risco de desenvolver câncer de mama “com o apertar de um botão” – e que seria um crime não usar essa informação. A pesquisa científica, publicada no jornal científico Nature Genetics, usou os dados para fazer uma série de descobertas, incluindo a idade do último ancestral em comum de todos os homens. O DNA é passado de geração para geração, assim, ao decodificar o código genético de uma criança, é possível mapear o DNA de seus país e avós. A equipe pesquisou as sequências de DNA de dez mil pessoas e combinou os dados com árvores genealógicas. “Usando essas técnicas podemos prever, com substancial exatidão, o genoma de toda a nação”, disse o chefe executivo do deCODE, Kari Stefansson.

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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