Teia Digital

Ministra vai asisnar concessão florestal do Jamari – Por Sílvio Persivo

Com vinho, de quebra. “Uns tomam éter, outros cocaína. Eu já tomei tristeza, hoje tomo alegria” (Manuel Bandeira). 

MINISTRA VAI ASSINAR CONCESSÃO FLORESTAL DO JAMARI

Divulgado, pelo Governo de Rondônia, que o contrato de concessão florestal da Floresta Jamari será assinado pela ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Tereza Cristina Corrêa, no Palácio Rio Madeira, sede do complexo administrativo de Rondônia, na próxima segunda-feira (19), em Porto Velho. Com o governador Marcos Rocha, o diretor geral do Serviço Florestal Brasileiro, Valdir Colatto, o secretário de Agricultura do Estado (Seagri), Evandro Cesar Padovani, e o diretor de concessão florestal, Paulo Carneiro, a ministra vai sobrevoar as florestas de Jamari e Jacundá. Depois se reunirá para assinatura do contrato de concessão florestal da unidade de Manejo Florestal IV no auditório Jerônimo Garcia de Santana, no Palácio Rio Madeira, com o representante da empresa detentora de áreas de concessão florestal federal, para o manejo sustentável de madeira.

MEETUP.RO É UM FÓRUM DE INOVAÇÃO E COMPETITIVIDADE

Pela primeira vez, Rondônia discutirá políticas públicas de inovação e competitividade com o objetivo de criar uma cultura de inovação no campo, nas indústrias, no comércio e serviços, para alavancar os índices de desenvolvimento econômico e criar emprego e renda para a população. O Meetup.RO acontecerá nos dias 20 e 21 de agosto no auditório da Faculdade Sapiens e é considerado pela Superintendência de Desenvolvimento Econômico e Infraestrutura (Sedi), que organiza o evento com apoio da Faculdade Sapiens, como um marco, pois Rondônia está em último lugar no pilar de inovação no ranking de competitividade elaborado pelo Centro de Liderança Pública (Clp), e na oportunidade será lançado o Programa de Inovação da Sedi, com quatro programas e ações para mudar essa realidade. Maiores informações e inscrições: https://www.even3.com.br/meetupro/. 

DEFINIÇÃO DE NOVO NOME PARA O PRÉDIO DA PREFEITURA

O prefeito Hildon Chaves deseja dar um nome ao antigo Prédio do Relógio, totalmente reformado para ser a sede da Prefeitura. Para isto reuniu vários historiadores e pediu sugestões de nomes para serem submetidos ao público em geral. Os três nomes definidos para a escolha pelo público são “Palácio dos Migrantes”, “Palácio Dr. Tanajura” e “Palácio Aluizio Pinheiro”. 

MAIORES QUEDAS NA TAXA DE DESEMPREGO OCORRERAM NO NORTE

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística-IBGE divulgou que, no 2º  trimestre, a taxa de desemprego do país recuou para 12%, percentual inferior aos 12,7% do 1º trimestre deste ano e aos 12,4% do 2º trimestre do ano passado.  Dez das 27 unidades da Federação na passagem do primeiro para o segundo trimestre deste ano tiveram quedas nas taxas. As maiores quedas ocorreram no Acre, de 18% para 13,6%, Amapá, de 20,2% para 16,9%, e em Rondônia, de 8,9% para 6,7%. Nas outras 17 unidades da Federação, a taxa permaneceu a mesma.

MELHORA A TAXA DE DESEMPREGO DO AMAZONAS NO 2º TRIMESTRE

A taxa de desemprego do Amazonas, Manaus e região metropolitana caiu, no 2º trimestre de 2019, em quase todas as comparações. A melhora no nível de ocupação, contudo, foi acompanhada pelo aumento da informalidade no trabalho. Segundo a PNAD Contínua Trimestral do IBGE,  o percentual de pessoas sem trabalho remunerado no Amazonas passou de 15,9% para 13,9% entre o 1º e o 3º trimestre de 2019. Manaus, que continua a encabeçar o ranking, reduziu a taxa de 19,4% para 17,7%. Já a Região Metropolitana de Manaus reduziu de 18,3% para 16,5%. Houve um recuo em relação ao 2º trimestre de 2018 para o Estado (14,2%) e para a capital (16,7%), mas, não para a RMM (17,6%).  O Amazonas ocupou a nona posição em relação às outras unidades da federação. As maiores taxas foram registradas na Bahia (17,3%), Amapá (16,9%) e Pernambuco (16%). As menores ficaram em Santa Catarina (6%), Rondônia (6,7%) e Rio Grande do Sul (8,2%). Entre as capitais, desta vez Manaus foi acompanhada na primeira posição por Salvador e Macapá – ambas também com 17,7%. As menores taxas de desocupação do Brasil ficaram em Florianópolis (7,5%), Goiânia (7,9%) e Campo Grande (8%). Em relação às regiões metropolitanas, a taxa de desemprego de Manaus foi a quinta maior. 

MERCADO IMOBILIÁRIO RETOMA RITMO DE CRESCIMENTO 

Segundo a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), a venda e o lançamento de unidades residenciais cresceram no 1º trimestre de 2019, com alta de 9% e de 4%, respectivamente.  O financiamento de imóveis com recursos da poupança cresceu, nos primeiros cinco meses de 2019, o volume chegou a quase 40% e ultrapassou R$ 27 bilhões. O montante viabilizou a compra de 104 mil imóveis no país, resultado 31% superior ao apurado no mesmo período do ano passado. Como exemplo para o fim do cenário de estagnação do mercado, a CBIC cita o Estado do Paraná, onde o número de apartamentos novos lançados na sua capital, Curitiba, subiu 18% no primeiro semestre deste ano, frente ao mesmo período de 2018. A última pesquisa divulgada pela Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Paraná (Ademi-PR), aponta que 855 novos imóveis residenciais ofertados no mercado no acumulado de 2019 até junho. Para o presidente da Ademi-PR, Leonardo Pissetti, o aumento da produção no mercado é resultado não só do otimismo dos empresários em relação à economia, mas também da redução da taxa de juros no país. O crescimento do mercado foi ainda maior se consideradas as operações realizadas dentro do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE). De janeiro até junho deste ano, os financiamentos totalizaram R$ 33,7 bilhões, 33% a mais que o volume do mesmo período de 2018, segundo pesquisa da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip). No entanto, em Porto Velho, apesar de ter havido uma melhora, os corretores se queixam de que ainda é muito fraca. Por um lado, tem razão, mas, existem muitos deles que estão com olhar para o retrovisor, pensam nos tempos passados da construção das usinas. 

AUTOR: SÍLVIO PERSIVO –  COLUNISTA TEIA DIGITAL

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: BRASIL É O 8º MERCADO DE MÚSICA GRAVADA DO MUNDO – Por Silvio Persivo

    Com um faturamento de R$ 3,958 bilhões, crescimento de 14,1%, segundo a Pró-Música Brasil, o Brasil se tornou o 8º maior mercado de música gravada do mundo em 2025. Do total do faturamento cerca de R$ 3,4 bilhões vieram do streaming, que aparece como principal motor das receitas do setor.  Neste cenário, a Associação Brasileira da Música Independente (ABMI) amplia sua agenda de conexões comerciais por meio do BMK (Brazil Music Market), um projeto voltado à aproximação de artistas, selos e empresas com profissionais e oportunidades da indústria musical. Em outubro, são previstas ações no Formemus, no Espírito Santo, e, em novembro, na Semana Internacional de Música de São Paulo (SIM São Paulo). Para Talita Cordeiro, diretora-geral da ABMI, o avanço do mercado brasileiro precisa se traduzir em oportunidades concretas para as empresas independentes. A discussão envolve o acesso a novos mercados, a construção de parcerias comerciais e a capacidade de transformar a circulação internacional da música brasileira em negócios sustentáveis. FONTE: COLUNA TEIA DIGITAL –  POR SILVIO PERSIVO

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