Resenha Politica

Maurão de Carvalho (PMDB), aparece em pesquisas como um candidato limitado -por Robson Oliveira

POLÊMICO

 O chefe de gabinete do prefeito da capital, Breno Mendes, virou uma espécie de celebridade às avessas que provoca reações contrárias e favoráveis. Frequentador contumaz das mídias sociais, Breno polemiza sobre tudo e com todos que se dispõem a engatar um debate acalorado sobre política, inclusive futilidades. É possível que a postura apaixonada com que diverge do internauta provoque tanta ira nos desafetos, mas há uma lista enorme de seguidores que o defendem. Breno Mendes é polêmico por natureza, inclusive quando tenta arregimentar adeptos para beberem o indefectível milk shake para emagrecimento. No entanto, não há ninguém acusando-o de malfeitos ou incompetência. Não foi removido ainda do gabinete porque o prefeito não degola auxiliar por pressão de quem tem interesse pessoal em vê-lo defenestrado. E o prefeito está correto.

REARRUMAÇÃO

Mas Breno Mendes vai deixar a chefia de gabinete e será removido para outra pasta, que não é a Fazendária. Para as finanças, o prefeito avalia um nome conhecido e experimentado nos meios jurídicos. Nenhuma mudança profunda está em andamento, apenas uma rearrumação para arrefecer as pressões criadas artificialmente com o intuito de encher o saco do alcaide, embora água mole em pedra dura tanto bate que um dia fura.

UBER

  É natural a gritaria dos taxistas com o novo aplicativo UBER. Houve confronto em todas as cidades que o serviço foi instalado. O que não é natural são cenas de brutalidade na vã tentativa de impedir que o serviço seja oferecido a população. UBER veio para ficar independente dos interesses dos taxistas  ou os políticos aproveitadores . Onde foi implantado deu certo por oferecer um serviço melhor e mais barato e o povo aplaude. Cabe ao usuário decidir o serviço que contrata não os políticos impor suas vontades. Não adianta pressão porque o UBER é irreversível aqui e alhures.

BOATOS

Em tempos bicudos, com os principais personagens do mundo político na berlinda, envolvidos nas traquinagens amplamente conhecidas, o terreno é fértil para os boatos, em particular sobre supostas operações espetaculares.  Não há uma semana que as previsões alarmistas feitas por adivinhões de plantões sejam confirmadas. Já li tanta barrigada.

TIC E TAC

 Não precisa ser nenhum bruxo para deduzir que os conteúdos das delações envolvendo os malfeitos nas construções das usinas cedo ou tarde alcançarão agentes políticos por aqui. É elementar, visto que nomes foram revelados pelos inúmeros delatores com gravações que infestam as redes sociais. O que ninguém sabe no momento é a extensão dos fatos que estão sendo investigados e os demais personagens envolvidos atualmente ocultos. Mas é questão de tempo. Enquanto isto, o “tic tac” dos boatos e boateiros faz das previsões o terror que lhe convém.

BOI

Em conversa com a coluna, o vice-prefeito Edgar Tonial (famoso Boi) jurou que as denúncias de propinagem que teria recebido do grupo JBS são invencionices do delator. Lembramos que o delator é obrigado a comprovar a versão dada aos investigadores e, em relação a ele (Boi), pesa a suspeita de recebimento de dois milhões em troca da ajuda em burlar o fisco rondoniense. Enquanto não houver formalmente uma denúncia, boi tem direito de berrar em defesa própria para negar seu envolvimento nas delações.

CONDUTAS

 Como regra constitucional ninguém é obrigado a fazer prova contra si, embora as evidências conspirem em sentido contrário. Contudo, neste caso concreto, basta a Sefin verificar internamente se houve discrepância entre os negócios feitos em Rondônia pela JBS e o imposto recolhido para comprovar se os fatos são verdadeiros. Quanto às condutas eventualmente praticadas por cada um, momento da individualização, certamente os investigadores darão os nomes aos bois. E os mugidos serão de outra natureza.

REJEIÇÃO

 A propinagem que corrói as instituições e revela os destinatários contaminou o ambiente político provocando apatia na população e uma rejeição altíssima aos eventuais candidatos em 2018. Esta é a principal leitura que este cabeça chata observou pelo resultado de uma pesquisa que aferiu a popularidade de nossas autoridades políticas, prováveis candidatos. Com algumas exceções, os percentuais de rejeição de todos são parecidos.

LAVA JATO

A principal operação que abalou o país, sacudiu o Congresso Nacional e o Palácio do Planalto, afetou o humor do eleitor e desgastou de forma inexorável os envolvidos. Ainda é cedo para confirmar que seja um desgaste irreversível, mas os estragos são imensos.

LIMITADO

 Maurão de Carvalho, apontado como o provável pré-candidato do PMDB ao Governo de Rondônia, aparece nesse momento com números regulares. Entretanto, quando confrontado com outros pretendentes à vaga na pesquisa estimulada, se revela um candidato limitado e incapaz de empolgar o eleitor. Aparentemente a limitação alcança também a estatura para o cargo, e é uma deficiência que não passa despercebida do eleitor médio numa campanha majoritária. Embora seja um candidato afável no trato individual.

BOMBANDO

 Os deputados Marcos Rogério (DEM), Marinha Raupp (PMDB), Expedito Neto (PSD) e Mariana Carvalho (PSDB), nessa ordem, estão bem avaliados pelo eleitor rondoniense. Os outros quatro deputados federais (Garçom, Capixaba, Mosquini e Luís) terão que dar mais visibilidade aos seus feitos no Congresso Nacional, senão vão amargar uma retumbante derrota em 2018. Na esfera estadual Léo Moraes bomba em relação aos demais pares. É de longe o mais bem postado na capital (crescendo no interior) com gás para alçar voos maiores do que imagina.

NA MOITA

Quem está rindo à toa é Expedito Júnior (PSDB), já que pontua bem em todos os cenários. Como não tem mandato e não está com o nome envolvido no mar de lama da lava jato, vai procrastinar a decisão do cargo que disputará até as vésperas das convenções. Com os direitos políticos normalizados e longe da língua dos delatores, sabe que não é fácil concorrer a uma eleição com o nome ligado a eventuais malfeitos. Tem aproveitado o tempo livre para retomar a leitura sobre a economia estadual e gestão pública.

AVALIAÇÃO

 O governador Confúcio Moura (PMDB) está razoavelmente bem avaliado na maioria dos municípios. Na capital, contudo, o sinal é amarelo já que os percentuais de reprovação estão tecnicamente empatados com o de aprovação. Na hipótese de disputar uma vaga ao Senado, entra como um candidato competitivo, embora longe de ser imbatível, conforme os asseclas forçam em propagar. Algo parecido ocorreu com Ivo Ksol (PP) quando largou o governo para disputar as eleições senatoriais: de candidato imbatível foi surpreendido com uma avalanche de votos obtidos pelo principal rival Valdir Raupp (PMDB), nas eleições de 2010. Levou a segunda vaga porque não havia outro nome competitivo, diferente do que pode acontecer em 2018.

FANTASMA

 Mesmo que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) opte por adiar uma decisão sobre o pedido de cassação da chapa Dilma Roussef e Michel Temer, o governo do peemedebista acabou. Michel Temer é hoje um fantasma que vaga feito alma penada pelo palácio Jaburu. Dificilmente PMDB e PSDB – principais fiadores do governo – ficam com ele até o momento que encontrarem um nome capaz de abafar a crise e concluir o ano de 2017 que insiste em não acabar.

SEM HONRA

Temer teima em permanecer num governo que assombra a população. Provas para cassar a chapa o TSE tem em abundância, independentemente de ser uma saída “honrosa”, apesar de que qualquer cassação é algo desonroso para quem vive na vida pública.

MIGALHAS

Um dos mais importante site jurídico do país, o Migalhas, publicou ontem um artigo do advogado rondoniense Diego Paiva Vasconcelos sobre os aspectos constitucionais que permeiam a discussão da sucessão de Michel Temer, por vias indireta. O artigo aponta a saída para o imbróglio  e lembra das constituições anteriores relativas ao tema. O advogado está residindo na Itália para concluir o doutoramento. Um excelente texto produzido por um jovem intelectual. A coluna se junta aos defensores das Diretas Já por compreender que os membros do nosso Congresso não possuem mais legitimidade para escolher o sucessor presidencial, visto que um terço do colegiado está envolvido na lava jato.

ERRATA

  Ari Ott, reitor da UNIR e leitor atento da coluna, lembrou ao colunista que o nome correto do ex-presidente da Câmara Federal é Ibsen Pinheiro e não IBIS, conforme saiu na resenha passada. Nada do que ter como corretor uma pessoa magnífica que ostenta entre outros títulos o de Vossa Magnificência. Que coisa magnífica…

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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