Esporte

MARIANA CARVALHO É VAIADA EM EVENTO A FAVOR DE “JOVENS NEGROS E POBRES”

Deputada que votou pela redução da maioridade penal, propôs audiência na Assembleia Legislativa

Não sai

A ferrovia ligando Mato Grosso à Rondônia é obra de papel. Não vai sair. Os custos são inviáveis e nem o governo federal, nem os chineses tem ideia do preço real. Teriam que ser feitas desapropriações, pagar volumosas indenizações e isso sem falar na questão ambiental. Vir seguindo  BR 364 não é viável, muitas voltas, o trecho aumenta, se encurtar, vindo em linha reta, esbarra em reservas ambientais, indígenas, rios e igarapés. Os custos são astronômicos.

Outro ponto

É quando entra no Peru. Quem já fez a viagem sabe que o caminho pelos Andes é o mais curto, mas não dá para o trem subir, tampouco perfurar a cadeia de montanhas. Se for por Ilo, a distância aumenta em mais de 600 quilômteros.  A rodovia interoceânica foi inaugurada em 2010, mas não “decolou” ainda em função das condições das rodovias brasileiras. O mais prudente, e indicado na atual situação seria a duplicação da BR 364 até o Peru, mas isso pode até acontecer, mas demora.

Portanto

O foguetório feito pelos políticos oportunistas de plantão, não passa disso, muito barulho por nada. Quem entende de logística acredita que os chineses estiveram aqui numa espécie de blefe, para pressionar para entrarem nas obras de ampliação do Canal do Panamá. E a tal comitiva que esteve por aqui não tem cacife para nada. Veio à raia miúda, aquela que é mandada para fazer barulho. O controle do canal é muito mais atrativo para qualquer governo.

Acredite

Existem outras alternativas muito mais viáveis economicamente que construir essa ferrovia passando por Rondônia. O que teremos pelos próximos anos serão especuladores, principalmente os políticos, tentando capitalizar votos dos incautos. Essa ferrovia é o típico caso que cabe aquele velho ditado, atribuído a São Thomé, “só acredito, vendo” e não vale assinatura de ordem de serviço, quero ver a marreta batendo no prego do dormente.

Tic-tac

Terça-feira, dia de acordar cedo. Melhor se não estiver frio, porque o metal da algema fica gelado.

Recorde

E a Câmara Municipal de Ji-Paraná deve bater o recorde do ano passado em relação a gastos com diárias. Em 2014 inteiro os vereadores da cidade gastaram R$ 229 mil, e esse ano, até o momento já foram “queimados” com viagens, R$ 107.800. E proporcionalmente, Machadinho do Oeste, cidade com pouco mais de 30 mil habitantes e acredite, 14 vereadores, já gastou este ano R$ 64.218,02.

Enquanto isso

O coronel bombeiro está nervoso. Ficou irritado por que a coluna divulgou que ele foi chamado pelo governador Confúcio Moura em Ariquemes no sábado onde teve que engolir alguns sapos. E ouviu de Confúcio um “conselho” que ele já deu a todos que caíram em desgraça, “vá trabalhar meu filho, esqueça essas denúncias”. Não vou nem rir, mas vou comentar.

O coronel bombeiro

Também estressou. Em reunião com servidores na manhã desta segunda-feira e se achando “cheio de razão” acusou alguns servidores de “estarem vazando informações” para a coluna. Ele proibiu que qualquer comentário sobre o DER saísse de lá a respeito de qualquer situação e disse ainda que vai tirar o CDS dos gerentes, exceto a psicológa Carla Ito (responsável pela ‘reforma administrativa’), que vai ficar com CDS 14. Ele também fez uma lista de todos os comissionados que não foram nomeados por ele, que deverão ser exonerados nos próximos dias.

Sabe qual a ironia?

A maioria trabalhou voluntariamente na campanha de Confúcio Moura e Lúcio Mosquini, fazendo trabalho de formiguinha de graça. Pois é…acho que agora eles vão “quinzá” na fila do desemprego…

Pois é

Outra ironia é que o DER até hoje não convocou os aprovados no concurso de 2010, e os que passaram no certame entraram com mandados de segurança. O DER então está recorrendo de todos, até a última instância, alegando “estar no limite da Lei de Responsabilidade Fiscal”. Quando a justiça não aceita esse argumento, eles recorrem afirmando que “os cargos foram extintos”. Com essa “reforma” mais cargos devem ter sido excluídos e quem está aguardando esse chamamento, pelo jeito, vai ter que esperar sentado.

Barbárie

Uma professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro foi morta e esquartejada por seu namorado, com quem mantinha um relacionamento há cerca de dois meses. “Foi ciúmes”, disse ele em depoimento. Uma menina de 14 anos foi estuprada e morta em Brasília, “ela não queria manter relações comigo porque eu estava sem preservativo”, declarou o assassino confesso. Casos escabrosos como esses estão virando rotina no Brasil inteiro e parece que não existem mais limites para esse tipo de insanidade. Será efeito de toda essa impunidade que grita na cara da população diariamente?

Nova derrota

O ex-ministro Chefe da Casa Civil José Dirceu sofreu mais uma derrota. O juiz federal Sérgio Moro negou acesso ao conteúdo dos depoimentos que foram dados em delação premiada e que envolvem o ex-ministro. Na semana passada, Dirceu teve o pedido de habeas corpus preventivo negado na justiça federal. A amigos ele revelou “estar arruinado” e com dívidas de R$ 3 milhões. Ele também anda se queixando de ter perdido praticamente todos os clientes de sua consultoria desde que a Lava-Jato foi deflagrada. Dirceu atendia, entre outros, a AMBEV, Claro, Odebrecht, Camargo Correia e outros.

Três palminhas

A deputada federal Mariana Carvalho (PSDB) participou de uma audiência pública convocada por ela para debater “a violência contra jovens negros e pobres” na Assembleia Legislativa. O evento tinha por finalidade buscar alternativas para reduzir a injustiça sobre essa classe, que normalmente é a principal clientela dos presídios e alvo de violência policial.

E uma vainha

Pois é. Mas a deputada foi vaiada, e muito, pelo público presente no plenário da Assembleia. Entidades que defendem jovens negros vaiaram a parlamentar porque ela votou a favor da redução da maioridade penal, o que é um contrasenso, tendo em vista que são os jovens negros os mais prejudicados com a redução. Faltou e ainda falta, coerencia à parlamentar, que é jovem, bonitinha, mas tem muito que aprender. Queimou etapas e precisa se encontrar. Faz par com Expedito Netto, que num dia foi contra, e no outro a favor. Incoerência deve ser inerente à falta de experiência e principalmente, de saber ouvir os mais velhos.

Ele cumpriu

E o deputado estadual Léo Moraes apresentou nesta segunda-feira um relatório de suas ações no semestre, entre elas o destino que deu ao “auxílio-moradia” que tem direito como deputado e abriu mão logo no início de seu mandato, “sou de Porto Velho, tenho residência própria e não faz sentido receber essa ajuda”, declarou o parlamentar. Léo foi informado pela ALE que se ele abrisse mão, o benefício seria extinto. Como ele queria direcionar para entidades assistenciais, passou a receber e depositar o valor do auxílio (R$ 3 mil), em uma conta poupança de onde, durante os últimos quatro meses, destinou os valores somados a duas entidades filantrópicas, sendo dois meses para cada uma.

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Casos de hipertensão são alarmantes

Silenciosa, a hipertensão vai chegando aos poucos, sem que a pessoa perceba. Suas consequências, no entanto, são alarmantes. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a pressão alta é responsável por 45% dos ataques cardíacos e 51% dos acidentes vasculares cerebrais. E o número de hipertensos não para de crescer. Hoje, no Brasil, um em cada três brasileiros em idade adulta sofre com a pressão arterial elevada. De acordo com pesquisa do Ministério da Saúde, o índice de pacientes com idade entre 18 e 24 anos é de 8% contra 50% para a faixa etária acima de 55 anos. O diagnóstico de hipertensão é maior em mulheres (25,5%), do que em homens (20,7%). Entre os principais causadores da doença estão o cigarro, o sedentarismo, a obesidade e o álcool.

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FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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