Esporte

MAQUINÁRIO DO DER ESTÁ SENDO PERDIDO POR DESLEIXO

Peças e pneus que custam pequenas fortunas estão sendo retirados de máquinas que estão nos pátios; veja imagens

Desleixo

 Rondônia tem apenas um shopping, o Porto Velho Shopping, que é motivo de orgulho da maioria da população da capital. Mas o empreendimento que já foi defendido com veemência pelos moradores, está deixando a desejar, e muito. Ficaram relapsos e estão tocando a coisa na base do improviso. Quando você entrar no shopping procure perceber. Olhe para o teto e verá papéis tapando buracos. A sujeira tomou conta do estacionamento e do próprio piso do shopping. Manutenção precária e não raramente as escadas rolantes estão desligadas “por algum problema”.

 Automatização

 Como é comum no processo tecnológico, principalmente no setor privado, os guichês de pagamento dos bilhetes de estacionamento foram substituídos por totens de pagamento em cartão, o que vem formando filas imensas nos horários de saída, principalmente do pessoal que fica até a última sessão de cinema. Lá fora não é diferente. No último domingo, apenas uma saída estava aberta no estacionamento. As cancelas apresentaram problemas e foi um transtorno. Um funcionário do shopping abria as cancelas manualmente.

 Na semana passada

 Alguns lojistas apresentaram denúncia no Ministério Público de Rondônia sobre as cobranças excessivas e o retorno mínimo. As altas taxas cobradas pelo shopping estão inviabilizando a maioria dos comerciantes, e muitos permanecem por questões contratuais. A conta é relativamente simples, se o lojista paga R$ 7 mil de aluguel, paga o mesmo em taxas. Mas o shopping não dá o retorno esperado, as manutenções, quando ocorrem, demoram e são sempre paliativas. Os lojistas querem prestação de contas, saber como e onde estão sendo gastos os valores arrecadados, e eles tem razão, afinal trata-se de um condomínio, onde todos colaboram, menos o shopping, segundo eles.

 Demissões

 Nos últimos meses, o Porto Velho Shopping teria demitido cerca de 40% de seu efetivo, e tem a perspectiva de demitir mais gente. Está terceirizando grande parte de seus serviços e não vem conseguindo atrair lojistas. A quantidade de lojas fechadas é grande e não fosse pelas chamadas “lojas âncoras” (grandes lojas como Americanas e Riachuelo) a situação estaria ainda mais complicada. Espero sinceramente que o MP possa fazer as partes chegarem a um acordo, e principalmente que a diretoria do shopping melhore sua administração. Porto Velho tem pouquíssimas opções e é lamentável que um empreendimento desse porte permita a decadência e adote medidas “meia-boca”.

 Drama

 O jornalista Antônio Ferreira Alves o “Toniquinho” está internado na UTI do hospital Universitário Gaffrée e Guinle, no Rio de Janeiro, em função de uma parada respiratória, causada por uma dupla pneumonia. Ele está entubado e em coma induzido. Tonico Alves foi redator nos principais veículos de comunicação de Rondônia e em diversos órgãos públicos, e chegou a chefiar o jornalismo da TV Rondônia. Há pouco mais de quatro anos mudou-se para o Rio de Janeiro.

 Buraqueira

 A RO 473 que liga a BR 364 a Teixeirópolis e Urupá está derretendo literalmente. O serviço porco feito pelo DER comprova o total desleixo e preocupação com a segurança da população que depende daquela estrada para escoar produção e se locomover no cotidiano. Para ver as condições em que se encontra o trecho, clique AQUI.

 Falando em DER

 A gente lembra de nepotismo e fantasmas. O Superior Tribunal de Justiça condenou a prefeita do município de Pilar do Sul (SP) pela prática de nepotismo. Ela nomeou seu marido para ocupar o cargo de secretário de Gabinete, Segurança Pública e Trânsito. A ação civil pública por improbidade administrativa foi movida em 2013 pelo Ministério Público de São Paulo, por violar os princípios da legalidade, moralidade, impessoalidade e eficiência. A prefeita recorreu ao STJ contra a sentença que considerou a nomeação ilegal. Mas por aqui parece que esse tipo de coisa não pega. Um escandaloso caso de nepotismo cruzado entre o DER e a SUPEL foi revelado mas não deu nada. Quer dizer, deu, a esposa do Márcio Gabriel (Supel) foi promovida. Ela agora é diretora financeira do DER/DEOSP.

 Mas tem mais

Abaixo você vai ver imagens do maquinário do DER que está sucateado. Peças estão sendo retiradas para serem colocadas em outras máquinas e muita coisa está simplesmente “sumindo”. O desleixo da atual direção é absurdo e nem governador, nem ministério público nem assembleia toma providências em relação a esse descaso. Veja:

Máquinas semi novas estão sendo desmontadas para retirada de peças.

Máquinas semi novas estão sendo desmontadas para retirada de peças.

Máquinas semi novas estão sendo desmontadas para retirada de peças.

Máquinas semi novas estão sendo desmontadas para retirada de peças.

Enquanto isso

Rodovias estão em péssimas condições por todo o Estado. Tem prefeito que daria qualquer coisa para ter ao menos uma máquina dessas para poder fazer manutenções em estradas vicinais. Mas o Estado desperdiça sem a menor cerimônia.

No baile, não

O ex-deputado federal Natan Donadon só vai ao baile de formatura da filha se for escondido. A juíza juíza Leila Cury, do Tribunal de Justiça do Distrito Federal, vetou o pedido de Donadon para participar de um baile de gala de formatura da filha que é formanda em Medicina. A magistrada considerou o horário do evento incompatível com o cumprimento noturno da pena no presídio da Papuda, em Brasília. Natan Donadon foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal a 13 anos de prisão no regime inicialmente fechado, mas recebeu autorização da Justiça do Distrito Federal para trabalhar durante o dia e se recolher ao presídio da Papuda à noite. Donadon, segundo a justiça, faz jus à chamada progressão de regime. Com isso,  ele deixa o regime fechado e passa ao semiaberto.

Para contatos

Fale conosco pelos telefones (69) 3225-9979 ou 9363-1909. Também estamos nowww.painelpolitico.com e www.facebook.com/painel.politico e no Twitter (@painelpolitico). Caso prefira, envie correspondência para Rua da Platina, 4326, Conjunto Marechal Rondon. Whatsapp 9248-8911.

Remédio de leucemia com glúbulos vermelhos prolonga tratamento

Os medicamentos são uma das principais armas no combate a doenças. Mas muitos perdem eficácia ao longo do tratamento porque começam a ser interpretados pelo corpo como uma ameaça. Para driblar essa defesa do organismo e garantir o poder dos remédios, um grupo de cientistas internacionais sugere a combinação das drogas com glóbulos vermelhos humanos, fazendo, assim, com que elas deixem de ser interpretadas como corpos estranhos. Detalhada na edição de hoje da revista Science Advances, a técnica foi testada em ratos com uma droga usada para tratar a leucemia linfoblástica aguda, o câncer mais frequente nas crianças. Os cientistas disfarçaram a L-asparaginase nos glóbulos vermelhos e aplicaram nas cobaias uma única vez. A combinação aumentou a ação do medicamento na corrente sanguínea dos roedores. Os pesquisadores acreditam que os resultados são ainda mais positivos devido à quantidade de doses aplicadas: apenas uma. Isso dá mais segurança ao tratamento, já que o risco de resistência do corpo à bactéria — que tem a sua enzima presente, mesmo que com o glóbulo vermelho — aumenta com a injeção de mais remédio.

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: BRASIL É O 8º MERCADO DE MÚSICA GRAVADA DO MUNDO – Por Silvio Persivo

    Com um faturamento de R$ 3,958 bilhões, crescimento de 14,1%, segundo a Pró-Música Brasil, o Brasil se tornou o 8º maior mercado de música gravada do mundo em 2025. Do total do faturamento cerca de R$ 3,4 bilhões vieram do streaming, que aparece como principal motor das receitas do setor.  Neste cenário, a Associação Brasileira da Música Independente (ABMI) amplia sua agenda de conexões comerciais por meio do BMK (Brazil Music Market), um projeto voltado à aproximação de artistas, selos e empresas com profissionais e oportunidades da indústria musical. Em outubro, são previstas ações no Formemus, no Espírito Santo, e, em novembro, na Semana Internacional de Música de São Paulo (SIM São Paulo). Para Talita Cordeiro, diretora-geral da ABMI, o avanço do mercado brasileiro precisa se traduzir em oportunidades concretas para as empresas independentes. A discussão envolve o acesso a novos mercados, a construção de parcerias comerciais e a capacidade de transformar a circulação internacional da música brasileira em negócios sustentáveis. FONTE: COLUNA TEIA DIGITAL –  POR SILVIO PERSIVO

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