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Mais de 360 escolas da Rede Estadual de Ensino foram reformadas e ampliadas com ações do Governo de Rondônia

Nos últimos três anos mais de 360 escolas das 405 existentes no Estado receberam melhorias na infraestrutura

Durante o período de aulas remotas, devido à pandemia, o Governo de Rondônia, por meio da Secretaria de Estado de Educação – Seduc realizou serviços de ampliação e reformas do Estado estaduais para atender aos alunos da rede estadual de ensino. Uma realidade que já vinha acontecendo, mesmo antes da pandemia.

Em 2019, quase 24 milhões em investimentos foram distribuídos em reformas e ampliações de 145 escolas. No ano de 2020, 120 escolas receberam melhorias e investimentos que totalizaram em torno de 27 milhões. Já em 2021 cerca de 94 escolas foram contempladas com investimentos de 23 milhões. No primeiro trimestre deste ano, 3 milhões foram investidos em reformas e ampliações de 20 escolas no Estado.

A Gerente de Infraestrutura e Obras da Seduc, Júlia Gomes de Almeida, explica que esse número é referente ao investimento do Programa de Apoio Financeiro – Proafi Adicional. Nesse caso a própria escola faz a licitação e a gestão do contrato, por isso é aplicado de forma mais ágil.

“Processos abertos pela Secretaria são licitados pela Superintendência Estadual de Licitação – Supel, sendo necessário passar por outros órgãos. Um exemplo é a construção da escola Vivaldino Fernandes de Ávila, um investimento de cerca de 4 milhões de reais que foi licitado pela Supel.”, disse.

A Seduc fica responsável por montar todo o processo licitatório inicial, incluindo projeto básico, memoriais, planilha orçamentária e demais peças técnicas pertinentes.

Atualmente existem 94 obras em andamento na modalidade Proafi adicional, cujos processos estão sob a supervisão da Seduc. Ao todo já foram 212 obras entregues. Até o momento, 59 processos estão em fase de liberação de recursos de licitação.

“Nos casos de licitações realizadas, a Seduc monta todo o procedimento inicial e encaminha os processos à Supel, que é a responsável por realizar o certame licitatório. A gestão desse contrato fica a cargo do Setor de Obras da Seduc. No caso de um Proafi adicional, o conselho escolar faz a licitação e a gestão contratual, ficando a cargo da secretaria a fiscalização do contrato e da aplicação do recurso”, salientou a Gerente de Infraestrutura e Obras da Seduc.

Entre as escolas que receberam reformas e ampliações estão a Valdir Monfredinho, de Pimenta Bueno, onde foram construídas 10 salas de aula, uma quadra poliesportiva, construção de refeitório e reforma dos blocos existentes.  O Centro Estadual de Educação de Jovens e Adultos – CEEJA de Vilhena recebeu pintura geral, substituição de piso e construção de bloco de banheiros.

ATA DE MANUTENÇÃO 

A ata de manutenção é um registro de preços, realizado através de pregão eletrônico que está em fase de licitação, realizado pela Supel. Através desse contrato serão realizadas intervenções diversas nas escolas, visando a manutenção preventiva e corretiva das unidades da Seduc.

Existem 94 obras em andamento na modalidade Proafi adicional

De acordo com a Seduc, a ata de manutenção é um processo inovador que vai acelerar muitos serviços. Através desse registro de preços será possível agilizar a execução de serviços de engenharia tanto para manutenção preventiva quanto corretiva das escolas.

“A ideia com a ata é que problemas simples como, por exemplo, roubo da fiação elétrica ou reparos em transformadores, os serviços se iniciem em até 48h. A estimativa é que se consiga atender em tempo recorde e que as escolas não parem as aulas por causa da morosidade do repasse do recurso ou da realização de certames licitatórios”, frisou.

ESCOLA CONSTRUÍDA 

A escola Vivaldino Fernandes de Ávila foi construída entre os anos de 2019 e 2020, no distrito de Estrela Azul, pertencente ao município de Machadinho do Oeste. O espaço tem 10 salas de aula, 1 laboratório de informática, 1 laboratório de ciências biológicas, 1 biblioteca, 1 refeitório e 1 quadra poliesportiva, atendendo 540 alunos.

A escola Vivaldino Fernandes de Ávila fica no distrito de Estrela Azul, em Machadinho do Oeste

O diretor Wellington, conta que a comunidade necessitava de uma escola que atendesse os alunos com qualidade e segurança, e a escola Vivaldino tem conseguido cumprir com o seu papel.

“Trabalhar na escola Vivaldino é gratificante, pois temos uma estrutura maravilhosa que nos fornece condições de trabalho”, contou o diretor.

Mais duas escolas estão recebendo reforma geral e logo serão liberadas outras três. A escola que recebeu reforma e ampliação foi a Monteiro Lobato, em Ouro Preto e a escola Valdir Monfredinho, em Pimenta Bueno.

De acordo com a secretária da Seduc, Ana Lúcia da Silva Silvino Pacini, a prioridade é regularizar todas as escolas, para que possa ser ofertado um ambiente seguro, bonito, aconchegante e convidativo para toda a comunidade escolar.

PROJETO ENERGIA SOLAR

O projeto piloto prevê a implantação de usinas fotovoltaicas em algumas unidades escolares. Mas a intenção é que sejam instalados sistemas de energia solar, em todas as escolas do Estado.

A Seduc realizou um estudo técnico preliminar para que fossem identificadas as escolas que enfrentam mais dificuldades em relação à energia, como fuga de carga e queda de energia. Foram selecionadas 60 unidades para participar do projeto pioneiro.

Segundo Júlia Gomes existem dois tipos de sistema de energia solar, o sistema On Grid e o sistema Off Grid. Para lugares remotos de difícil acesso é utilizado o sistema Off Grid, que nada mais é do que um sistema alimentado por baterias e que não é ligado à rede da concessionária.

“Estamos montando um processo à parte, específico para unidades que serão atendidas pelo sistema independente. Esse tipo deve ser implementado em todas as escolas indígenas e quilombolas do Estado, geralmente localidades de difícil acesso. Montamos um projeto padrão para escolas indígenas, que atendem um quantitativo menor de alunos, com pátio, salas de aula, dormitório para os professores, refeitório, dentre outros. E a ideia é que a gente implemente este modelo em todas as escolas carentes de infraestrutura”, contou.

ACESSIBILIDADE  

Uma das prioridades da Seduc é a execução do Sistema de proteção e combate a incêndio e pânico das unidades ligadas à Secretaria de Estado da Educação. Segundo Júlia a secretaria fez a contratação no final do ano passado de mais de 70 profissionais de engenharia e arquitetura, e agora o setor conta com uma equipe específica para atender a essa demanda.

Para implementar esse sistema, obrigatoriamente, a Seduc tem que reformar as escolas. “Para isto estamos regularizando as reformas elétricas e a infraestrutura das escolas, essa é a prioridade do momento”, pontuou.

FONTE: SECOM/RO

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

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COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. 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    Com um faturamento de R$ 3,958 bilhões, crescimento de 14,1%, segundo a Pró-Música Brasil, o Brasil se tornou o 8º maior mercado de música gravada do mundo em 2025. Do total do faturamento cerca de R$ 3,4 bilhões vieram do streaming, que aparece como principal motor das receitas do setor.  Neste cenário, a Associação Brasileira da Música Independente (ABMI) amplia sua agenda de conexões comerciais por meio do BMK (Brazil Music Market), um projeto voltado à aproximação de artistas, selos e empresas com profissionais e oportunidades da indústria musical. Em outubro, são previstas ações no Formemus, no Espírito Santo, e, em novembro, na Semana Internacional de Música de São Paulo (SIM São Paulo). Para Talita Cordeiro, diretora-geral da ABMI, o avanço do mercado brasileiro precisa se traduzir em oportunidades concretas para as empresas independentes. A discussão envolve o acesso a novos mercados, a construção de parcerias comerciais e a capacidade de transformar a circulação internacional da música brasileira em negócios sustentáveis. FONTE: COLUNA TEIA DIGITAL –  POR SILVIO PERSIVO

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