Eleições

Léo prevê até 100 vagas na Guarda Municipal e comenta relação com vereadores caso seja eleito

Candidato do Podemos foi o segundo o convidado a participar da série de entrevistas do g1 com os candidatos à prefeitura de Porto Velho no 2º turno.

O candidato à Prefeitura de Porto Velho, Léo (Podemos), deu detalhes sobre o projeto da Guarda Municipal: ele prevê entre 50 a 100 vagas em um concurso que será realizado já em 2025 para que os profissionais habilitados comecem a atuar no ano seguinte. A declaração ocorreu durante entrevista para o g1, nesta segunda-feira (21).

Quando perguntado sobre como seria o diálogo com a Câmara Municipal de Porto Velho, uma vez que os vereadores eleitos faziam parte da coligação opositora, Léo afirmou que, assim como ele, os vereadores eleitos trabalham para servir o povo e não partidos ou coligações.

“Vereador não tem coleira, ele tem que representar as pessoas e não representar, por exemplo, a coligação que ele compunha na época da eleição. Eu não tenho dúvidas que os vereadores irão convergir para que possamos administrar com qualidade nossa cidade”, declarou.

 

Ao ser questionado sobre a tributação de igrejas, o candidato afirmou que todas as instituições religiosas que realizam trabalhos de assistência social estarão isentas de impostos por meio de um edital.

Léo (Podemos) foi o primeiro convidado da série de entrevistas do g1 com os candidatos à prefeitura de Porto Velho no segundo turno. Mariana Carvalho (União Brasil) será a próxima entrevistada, na terça-feira (22). A ordem foi definida em sorteio.

Conselhos municipais

Questionado sobre seu voto contrário à criação de um Conselho Estadual para pessoas LGBTQIAPN+ enquanto deputado, o candidato afirmou que sua gestão será participativa e inclusiva. Ele propôs a criação de um Conselho Comunitário para envolver todas as minorias nas decisões relacionadas às políticas públicas, mas não comentou sobre ações exclusivas à comunidade.

“Dentro da nossa secretaria de inclusão incluiremos nas discussões as pessoas deficientes, a pessoa neurodivergente e políticas de mulheres, acredito sim que podemos incluir todos e reduzir os índices alarmantes de violência que nós temos na nossa capital”.

O candidato explicou que a criação dos Conselhos Municipais será parte de uma nova Secretaria Comunitária de Inclusão, que promoverá debates e ações voltadas à igualdade e à justiça social.

Educação antirracista e cotas

O candidato também se comprometeu a implementar palestras, paineis e seminários nas escolas, focando na educação antirracista. Ele destacou a importância de ações desde a educação básica para “disseminar a justiça social e os reparos históricos.”

Ao ser perguntado sobre cotas em concursos públicos municipais para pessoas negras, com deficiência e LGBTQIAPN+, ele afirmou que estudos ainda estão sendo elaborados e não se comprometeu a criar essas vagas no primeiro momento.

“Vamos tratar de concursos no primeiro semestre e, no segundo, veremos a questão das cotas. Esse é um trabalho geracional, por isso vamos iniciar com palestras e seminários”.

 

Cargos comissionados

Sobre os cargos comissionados, o candidato informou que não pretende, até o momento, discutir com os vereadores a distribuição de cargos de confiança. Ele também disse que haverá uma redução no número de comissionados, mas que ainda não há uma porcentagem definida. O objetivo, segundo Léo, é garantir uma administração mais eficiente e com melhor uso dos recursos municipais.

“Eu entendo que segundo a Constituição esses cargos servem para a coordenação, supervisão e chefia, porém, infelizmente aumentaram de forma considerável o número de cargos de confiança”, apontou.

 

Limpeza da cidade

Durante a entrevista Léo prometeu criar um modelo de zeladoria “omo existe em grandes centros urbanos”. O objetivo é tornar a cidade mais hospitaleira e atender a cidade com atenção aos distritos, trabalhos como os de poda de árvores, arborização e limpeza de ruas.

“Nós temos uma cidade grande geograficamente mas com o controle das ações, em pequenos núcleos de prédios da administração, que já existem hoje, nós conseguiremos inseri-las nas regiões. Nos distritos nós teremos uma administração que será eleita pelo povo, composta por uma patrulha mecanizada, com patrol e caçamba para que façam a manutenção e reparo das estradas”, comentou.

 

Léo garantiu, também, que nos distritos os representantes serão escolhidos pelo povo.

Causa animal

O candidato também se comprometeu a ampliar e reforçar os atendimentos feitos pelo Centro de Zoonoses da capital, para atender a população de animais em situação de rua ou até mesmo pessoas que baixa renda que possuem pets.

“O nosso centro de zoonoses tem que ter equipamento necessário, participação do terceiro setor, e serviço público para ajudar entidades independentes para ampliar o raio de atuação e de vacinação para todos os animais”.

 

Cortes de gastos

O candidato falou sobre um plano de corte de gastos que inclui a centralização de um alvará único para facilitar a abertura e regularização de empresas, além do fortalecimento do distrito industrial em parceria com o governo do estado. Ele também propôs a digitalização de todos os documentos da prefeitura, com o objetivo de reduzir custos e aumentar a eficiência nos serviços públicos.

“É bom que se lembre que temos hoje a Suframa, que é uma isenção de imposto que nos faz competir com o restante do brasil, eu trago indústrias que querem sair de Manaus, isso é austeridade: qualquer política de ajuste da economia que visa reduzir os gastos públicos.”

FONTE: G1/RO –  GLOBO.COM

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: BRASIL É O 8º MERCADO DE MÚSICA GRAVADA DO MUNDO – Por Silvio Persivo

    Com um faturamento de R$ 3,958 bilhões, crescimento de 14,1%, segundo a Pró-Música Brasil, o Brasil se tornou o 8º maior mercado de música gravada do mundo em 2025. Do total do faturamento cerca de R$ 3,4 bilhões vieram do streaming, que aparece como principal motor das receitas do setor.  Neste cenário, a Associação Brasileira da Música Independente (ABMI) amplia sua agenda de conexões comerciais por meio do BMK (Brazil Music Market), um projeto voltado à aproximação de artistas, selos e empresas com profissionais e oportunidades da indústria musical. Em outubro, são previstas ações no Formemus, no Espírito Santo, e, em novembro, na Semana Internacional de Música de São Paulo (SIM São Paulo). Para Talita Cordeiro, diretora-geral da ABMI, o avanço do mercado brasileiro precisa se traduzir em oportunidades concretas para as empresas independentes. A discussão envolve o acesso a novos mercados, a construção de parcerias comerciais e a capacidade de transformar a circulação internacional da música brasileira em negócios sustentáveis. FONTE: COLUNA TEIA DIGITAL –  POR SILVIO PERSIVO

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