Eleições

Léo apresenta propostas importantes em último debate na TV antes do 1º turno

Candidato do PDT quis rebaixar nível ao citar família de candidato do Podemos; fato importante é nova ausência da candidata apoiada pela atual administração a 3 dias da votação

 A três dias da ida dos eleitores até às urnas eletrônicas em várias regiões de Porto Velho, o debate da Rede Amazônica nesta quinta-feira (03) poderia servir para debate saudável de propostas para a maior cidade de Rondônia, além de ajudar as pessoas indecisas a definirem o seu voto.

Porém, a candidata apoiada pelo atual prefeito Hildon Chaves (União Brasil), Governo do Estado e Assembleia Legislativa simplesmente não apareceu e “deu a desculpa” de que havia outros compromissos assumidos.

Contudo, o debate está marcado há meses, com uma reunião que definiu as regras com sorteios no dia 20 de setembro.

“Infelizmente, mais uma vez, a candidata Mariana foge do debate. Isso não é somente sobre a ausência. É falta de compromisso com a população, que precisa conhecer as propostas para tomar uma decisão muito importante nos próximos dias. Fugir do debate é falta de responsabilidade. Eu pergunto a todos: vocês entregariam a chave da cidade para alguém que não cumpre com suas responsabilidades? Não é à toa que construiu um grande grupão para que possam governar por ela”, observou Léo logo na abertura da transmissão ao vivo.

Saneamento básico

Ao fazer a primeira pergunta para o candidato do Solidariedade, Léo expôs seu conhecimento sobre saneamento básico e o que vai fazer nesse setor em Porto Velho se for eleito:

“A cada real investido em saneamento, economizamos 9 em saúde curativa. A realidade é que essa responsabilidade está com o Governo do Estado e nós vamos retomar para o município. E com a sessão onerosa, que está prevista em lei, que são 200 milhões de reais, nós vamos investir imediatamente na saúde. Não faz sentido a população ser penalizada com índices piores do que em todas as capitais do Brasil e comparados à países africanos”, indica ele.

Que segue: “Isso traz doenças, desinteria, problemas sanitários, doenças infectocontagiosas. Nós também não vamos aguardar o prazo final da legislação para 2033, que é o Marco do Saneamento Básico. Nós vamos construir poços para atenuar todos os problemas que a população tem enfrentado nesse dia a dia”.

O candidato do Podemos ainda explicou como irá os recursos previstos em lei para outro setor que está caótico em Porto Velho.

“É bom que se diga que esse recurso dos 200 milhões falam o que querem fazer, mas não sabem como. Nós vamos aplicar isso imediatamente na saúde, onde falta remédio, onde falta médicos especialistas. Inclusive máquinas para realizar os exames, como podemos ver que a UPA da zona Leste está sem máquina para fazer raio-x. E a UPA abarrotada de gente, sem o menor compromisso com relação à planejamento e entrega para a população que tanto precisa e tanto carece”.

Sem perder a classe

Apesar do candidato do PDT, partido que está sob o comando do ex-senador Acir Gurgacz, ter tentado desestabilizar Léo falando de sua família e de possíveis acordos escusos, o candidato do Podemos procurou falar de propostas, tanto do meio ambiente quanto de sua atuação enquanto esteve à frente do Detran como diretor-geral.

“O importante é ter centralidade neste momento e focar no que é importante, que é discutir propostas. Graças a Deus onde passei nessa trajetória política, nós fizemos a diferença. Não foi à toa que fui o mais atuante como vereador, como deputado estadual e federal. O que me trouxe experiência para fazer as mudanças que Porto Velho realmente precisa. Nós fizemos uma gestão de excelência no Detran. Fizemos uma gestão que realmente promoveu a revolução, a ponto de pela primeira vez acabar com taxas. Acabamos com mais de 30 taxas, acabamos com mais outras 20. Promovemos a desburocratização e a aceleração”.

Ele prosseguiu: “No meio ambiente vamos focar em educação ambiental nas escolas de tempo integral. Vamos discutir educação ambiental em todas as áreas da nossa cidade. Passamos por problemas de estiagem, uma seca muito grande. E a prefeitura descontinuou a brigada municipal de incêndio, bem como realizar fiscalizações, para que possamos coibir pequenas queimadas nos terrenos baldios e também em toda a área rural da nossa capital”.

Mesmo com a insistência de Célio em atacar a família de Léo, que continuou debatendo propostas para que possam melhorar a vida dos porto-velhenses.

“Nós não queremos baixar o nível, nós queremos conversar sobre propostas que possam melhorar Porto Velho de forma urgente. Infelizmente o candidato remonta a falar de família, algo baixo, que esse rapaz tem que aprender a respeitar as pessoas. Eu lhe digo, que seu padrinho político é o Acir Gurgacz. Eu fui premiado como um dos 20 melhores parlamentares do Brasil pelo Ranking dos Políticos. Uma das 150 cabeças mais importantes do Congresso Nacional. O único líder de partido na história do Congresso. Apesar da independência, levei o protagonismo de Rondônia para o resto do país. Infelizmente, o seu padrinho, aquele que você é filhote, é um dos piores do Congresso Nacional”.

Léo ainda continua: “Ele teve problemas com a justiça. Não sei se você o visitou, mas eu acho que você não pode ser um afilhado ingrato. Nós estamos aqui para discutir propostas. Poderíamos falar, por exemplo, de alagações, onde vamos construir diques, que são grandes piscinas, para conter o que realmente prejudica o povo. Poderíamos falar sobre nosso projeto da Casa do Autista, para acolhimento, tratamento precoce, para conseguir mutirão para fechamento de laudo”.

Limpeza da cidade e servidores

Léo questionou qual o plano de limpeza urbana que o candidato do Solidariedade terá para a cidade, onde ressaltou que vai valorizar os servidores do setor e de outras áreas, como saúde e educação.

“Nós teremos um realinhamento salarial para esta categoria. Aliás, diga-se de passagem, para todos os servidores públicos municipais. Nós temos uma história real. Não vamos fazer o que já foi feito. Já fizemos muito pelos servidores na área da saúde e educação, onde vamos discutir o fim do ponto eletrônico. Vamos discutir a contratação de mais profissionais. Temos nosso plano de ação previsto no nosso Plano de Governo, onde divulgamos o que faremos nos primeiros 30 dias, 3 meses, 6 meses e 1 ano”.

O candidato do Podemos reforçou o compromisso já assumido com os servidores da Educação em várias reuniões:

“Na Educação não será diferente, onde vamos acabar com o ponto eletrônico, com o assédio que acontece atualmente. Encontrei uma gari, que comentou comigo, que ficava em uma praça, e mudam ela todos os dias, em locais diferentes. Simplesmente sem conversar com a categoria. Na Educação já temos a previsão de realizar concurso público já no segundo semestre de 2025. Temos como realizar contenção de despesas, com gastos desnecessários. Com digitalização dos documentos, desburocratização, para que a cidade possa viver de forma mais harmoniosa”.

Coligação com o povo

Em suas considerações finais, Léo reforçou a coligação que tem apenas com a população de Porto Velho:

“Quero agradecer pela força que a população nos tem dado. Quero dizer a todos que estamos indo no caminho do segundo turno para mudar essa realidade. Nós temos condição de realmente tirar esse grupo político e colocar o povo no poder. Nós fizemos uma escolha: estamos coligados com a população. Por isso, eu digo a todos, como está na Bíblia: ‘Sejam fortes e corajosos. Nós vamos cruzar esse vale. Nós vamos passar por esse mar mexido. Afinal, eu nunca conheci um bom marinheiro que nunca tenha passado pela turbulência da tempestade”.

E encerrou: “Nós estamos confiantes e certos de que faremos a diferença. Quero deixar registrado: muita fake news vai começar a acontecer. Muita mentira, muita inverdade, porquê nós estaremos no 2º turno. Sou Léo Moraes, é pra já, vamos para a vitória”.

FONTE: ASSESSORIA POLITICA E ELEITORAL

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: BRASIL É O 8º MERCADO DE MÚSICA GRAVADA DO MUNDO – Por Silvio Persivo

    Com um faturamento de R$ 3,958 bilhões, crescimento de 14,1%, segundo a Pró-Música Brasil, o Brasil se tornou o 8º maior mercado de música gravada do mundo em 2025. Do total do faturamento cerca de R$ 3,4 bilhões vieram do streaming, que aparece como principal motor das receitas do setor.  Neste cenário, a Associação Brasileira da Música Independente (ABMI) amplia sua agenda de conexões comerciais por meio do BMK (Brazil Music Market), um projeto voltado à aproximação de artistas, selos e empresas com profissionais e oportunidades da indústria musical. Em outubro, são previstas ações no Formemus, no Espírito Santo, e, em novembro, na Semana Internacional de Música de São Paulo (SIM São Paulo). Para Talita Cordeiro, diretora-geral da ABMI, o avanço do mercado brasileiro precisa se traduzir em oportunidades concretas para as empresas independentes. A discussão envolve o acesso a novos mercados, a construção de parcerias comerciais e a capacidade de transformar a circulação internacional da música brasileira em negócios sustentáveis. FONTE: COLUNA TEIA DIGITAL –  POR SILVIO PERSIVO

COLUNA DO GOMINHO JÚNIOR

COLUNA NOTÍCIAS DA CORTE

COLUNA TEMPO REAL POR GOMES OLIVEIRA

PARCERIA

CLIQUE NA IMAGEM ABAIXO E ACESSE NOSSO APLICATIVO NA NUVEM

Acesse nossa Página do Facebook

Folha Rondoniense is Protected by

Sobre nós

Folha Rondoniense todos os Direitos Reservados @ Endereço: Rua Nicaraguá 7246, Centro, Candeias do Jamari

facebook: folha Rondoniense.folha Rondoniense.