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Julgamento de Expedito é o mais aguardado dessa eleição – por Alan Alex

TRE ainda não tem data para julgar pedido de registro, mas essa semana não deve acontecer

Segurando

EleicoesO Tribunal Regional Eleitoral (TRE) deve julgar nos próximos dias o pedido de registro de candidatura de Expedito Júnior e este é, sem dúvida alguma, o fato mais aguardado desta eleição. É esse julgamento quem vai definir os rumos das demais candidaturas.

Explico

EleicoesCom a briga Expedito/Cassol, o mais confortável no cenário é o atual governador Confúcio Moura. Ele olha com um olho essa peleja e com o outro vigia o Padre Ton. O governador avalia que, se Expedito ficar fora, ele pode até pensar em vencer no primeiro turno. Mas a coisa pode não ser tão fácil quanto os governistas pensam. As candidaturas de Jaqueline e Ton ainda não foram lançadas oficialmente, portanto, fica complicado ter um parâmetro para avaliar o cenário.

Certo mesmo

É que muita gente que deve se surpreender com a disputa ao Senado. É esperar para conferir, mas o que parece certo, está longe de ser.

Na pauta

eleiçõeseeO TRE começa a julgar nesta terça-feira os pedidos de registro dos candidatos a deputado estadual, federal, senado e governo. Mas o pedido de Expedito não deve entrar na pauta desta semana. Por se tratar de um caso mais complexo, deverá ser um dos últimos a ser analisado. Os primeiros a serem avaliados serão os que não tem pedidos de impugnação.

Com isso

Expedito continua segurando seu bloco.

Lançando

E nesta quinta-feira Jaqueline e Ivone Cassol devem lançar suas candidaturas oficialmente ao governo e senado em Porto Velho. Data, horário e local ainda serão divulgados. O governador Confúcio Moura lança na sexta-feira, 25, em vários municípios simultâneamente.

Andanças

No último fim de semana o casal Raupp esteve visitando os municípios de Guajará-Mirim e Nova Mamoré. Por lá também andou a candidata a deputada federal Scheilla Cassol, que esteve ainda em Buritis, Jaru, Ouro Preto e Presidente Médici. Scheilla lança sua candidatura oficialmente no sábado, 26, em Pimenta Bueno.

Sobre candidaturas

A coluna informa que estará publicando agenda de candidatos aos cargos de deputado federal, governo e senado, se elas forem enviadas pelas assessorias. O e-mail é o [email protected]. Não vamos divulgar as agendas de candidatos a deputado estadual devido ao grande número. Estaremos publicando resumos dessas agendas, desde que sejam enviadas. Não publicaremos fotos.

Descrença

eleiçõeseeDe norte a sul de Rondônia a reclamação é uma só, a falta de compromisso da classe política com a população. Nos mais diversos municípios que andei nos últimos meses as pessoas dizem a mesma coisa, que político ‘A’ se comprometeu com tal coisa e não cumpriu, que político ‘B’ só aparece em época de campanha e por ai vai. De fato, os problemas continuam exatamente os mesmos do passado. E pelo cardápio atual, pouca coisa se salva.

Isolada

A rodovia BR 425 está intrafegável. Extremamente perigosa, com trechos de visibilidade zero. Isso na seca. Quando chove a coisa piora, já que a poeira vira uma lama pegajosa. Em Guajará-Mirim os supermercados e farmácias estão com as prateleiras vazias, a cidade parece um deserto. Os preços que haviam disparados durante a enchente, ainda estão altos, mas faltam diversos produtos.

Atenção candidatos

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Enfim

A polícia resolveu se mexer em relação ao cerol, que é usado em linhas de pipas na cidade de Porto Velho. No fim de semana, uma ação da PM no conjunto Santo Antônio acabou com a brincadeira dos marmanjos que ficavam na praça empinando pipas com linhas cortantes. Dezenas de motociclistas já sofreram com essa brincadeira sem graça, outros tantos morreram com o pescoço cortado.

Rebuliço

Desde que a coluna acionou o tic-tac na semana passada que a correria está grande em Rondônia. Tem gente desligando o telefone quando alguém fala em obra, operação ou qualquer coisa do tipo. Interessante é que estão adotando métodos de encontros pessoais com a famosa frase “preciso falar pessoalmente com você”. Parece que a turma esqueceui da Operação Termópilas. Um recado, se não quer ser ouvido, não fale.

Exemplo

A RJ Reynolds Tobacco, segunda maior fabricante de cigarros dos EUA, foi condenada a pagar compensações de US$ 23,6 bilhões a uma viúva na Flórida, que perdeu o marido em 1996 por causa de um câncer no pulmão. A decisão foi tomada na noite de sexta-feira e, se mantida, será a maior ação individual daquele estado. Cynthia Robinson, moradora de Pensacola, na Flórida, abriu processo contra a fabricante em 2008. Seu falecido marido, Michael Johnson, fumava entre um e três maços de cigarro por dia durante mais de vinte anos. Aos 36, morreu sem abandonar o vício. – Ele não conseguir parar. Ele estava fumando no dia em que morreu – disse à Reuters Chris Chestnut, um dos advogados da viúva. O julgamento durou quatro semanas e, após 11 horas de deliberações, o júri condenou a RJ Reynolds, dona da marca Camel, a pagar US$ 7,3 milhões à viúva, além de US$ 9,6 milhões ao filho do casal, por danos compensatórios. Além disso, a empresa foi condenada a pagar US$ 23,6 bilhões por danos punitivos. Em comunicado, Jeffery Raborn, vice-presidente da RJ Reynolds, afirmou que “o veredicto vai além do reino da razoabilidade e da equidade, e é completamente inconsistente com a evidência apresentada”. Ainda cabe recurso.

Fale conosco

painelPelos telefones (69) 3225-9979 ou 9363-1909. Também estamos no Facebook.com/painel.político e no Twitter (@painelpolitico). Caso prefira, envie correspondência para Rua da Platina, 4326, Conjunto Marechal Rondon. Para fazer parte de nossos grupos no whatsapp envie um whats para 9248-8911 com a seguinte informação:nome+sobrenome+NOTÍCIAS (apenas para receber informações); Caso queira participar de debates e interagir com os demais membros envie nome+sobrenome+DEBATES; Não incluímos ninguém por indicação, a própria pessoa deve enviar o pedido. Notícias são enviadas até às 22 horas, a partir desse horário só se for algo de grande relevância. Também estamos com grupos no aplicativo Telegram. Para mais informações acessehttp://painelpolitico.com/grupos-de-noticias.

Remédio para asma é usado para tratar um tipo de paralisia

SabiaUm remédio usado para o tratamento da asma pode ser uma nova esperança para pacientes que sofrem de miastenia congênita, doença genética caracterizada pela produção de anticorpos que agem contra o próprio organismo, especificamente nos componentes responsáveis pelo sistema motor. Em alguns casos, a síndrome pode causar problemas de locomoção. O britânico Jimmy Webster, de 18 anos, passou os últimos sete sem conseguir andar sozinho. Em apenas três dias com o tratamento em teste, já conseguia se levantar sem a ajuda de ninguém e, em uma semana, já estava andando. A droga mágica é o salbutamol, presente em sprays para o tratamento da asma, como o Aerolin e Pulmoflux. O componente age diretamente sobre as comunicações nervosas dos músculos, alvo da miastenia. A miastenia pode ser congênita ou adquirida. A dificuldade no tratamento da doença herdada geneticamente é que ela é causada por uma variedade de mutações genéticas, sendo que cada uma precisa de uma combinação diferente de drogas. As pesquisas buscam a melhor terapia para cada tipo de desordem.

Painel Politico- por Alan Alex

 

 

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Gomes Oliveira

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COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: BRASIL É O 8º MERCADO DE MÚSICA GRAVADA DO MUNDO – Por Silvio Persivo

    Com um faturamento de R$ 3,958 bilhões, crescimento de 14,1%, segundo a Pró-Música Brasil, o Brasil se tornou o 8º maior mercado de música gravada do mundo em 2025. Do total do faturamento cerca de R$ 3,4 bilhões vieram do streaming, que aparece como principal motor das receitas do setor.  Neste cenário, a Associação Brasileira da Música Independente (ABMI) amplia sua agenda de conexões comerciais por meio do BMK (Brazil Music Market), um projeto voltado à aproximação de artistas, selos e empresas com profissionais e oportunidades da indústria musical. Em outubro, são previstas ações no Formemus, no Espírito Santo, e, em novembro, na Semana Internacional de Música de São Paulo (SIM São Paulo). Para Talita Cordeiro, diretora-geral da ABMI, o avanço do mercado brasileiro precisa se traduzir em oportunidades concretas para as empresas independentes. A discussão envolve o acesso a novos mercados, a construção de parcerias comerciais e a capacidade de transformar a circulação internacional da música brasileira em negócios sustentáveis. FONTE: COLUNA TEIA DIGITAL –  POR SILVIO PERSIVO

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