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Investimentos para o fortalecimento de ações municipalistas são destacados durante o 2º Fórum de Prefeitos e Vereadores de Rondônia

A segunda edição do Fórum de Prefeitos e Vereadores de Rondônia foi marcado pela entrega recorde de investimentos para ações municipalistas, superando a primeira edição de 2021. Nesta sexta-feira (25), durante o evento, ocorrido na Talismã 21, em Porto Velho, foram entregues pelo Governo do Estado R$ 867.276.087,75 (oitocentos e sessenta e sete milhões duzentos e setenta e seis mil oitenta e sete reais e oitenta e cinco centavos).

Todo esse recurso é fruto de economia do próprio Governo de Rondônia, garantindo que as ações dos projetos “Tchau Poeira” e “Governo na Cidade”, possam ser executadas em todos os municípios de Rondônia, promovendo mais qualidade de vida para toda população.

Além disso, foram entregues mais R$ 10 milhões referentes ao Cofinanciamento Estadual do Sistema Único da Assistência Estadual (Suas), na modalidade fundo a fundo. Esta modalidade garante que a realização de serviços e programas estaduais possam ocorrer em parceria com os municípios.

Governo do Estado destacou a parceria entre os municípios rondonienses durante o Fórum

O governador Marcos Rocha, que acompanhou o evento durante todo o dia, ressaltou que o Poder Executivo fez economia e como consequência, hoje esses recursos estão sendo aplicados nos municípios, por meio de parcerias com as prefeituras de todo o Estado.

“Isso mostra que é possível fazer um governo participativo, municipalista. É um dia que ficará marcado, pois além do anúncio de recursos do Governo Estadual, a participação de todos os representantes foi de suma importância para que este evento pudesse acontecer”, declarou Marcos Rocha.

A titular da Secretaria de Estado da Assistência e do Desenvolvimento Social (Seas), Luana Rocha, esteve presente ao Fórum e destacou a inovação do Governo de Rondônia nas políticas públicas aplicadas por meio dos programas “Mamãe Cheguei”, “Prato Fácil”, “AmpaRO”, “Mulher Protegida”, além do cofinanciamento que será aplicado na assistência social dos municípios.

“O Fórum deu a oportunidade de fortalecer as parcerias feitas em benefício da população, com políticas públicas construídas de forma integrada entre Estado e Municípios. Ficamos muito felizes de poder aplicar este recurso de R$ 10 milhões nas cidades rondonienses”, afirmou Luana Rocha.

RECURSOS

O ápice do 2º Fórum de Prefeitos e Vereadores, foi a entrega dos recursos feita pelo Governo de Rondônia aos municípios. A marca de R$ 867 milhões em investimentos para ações municipalistas superou os R$ 600 milhões entregues na primeira edição, que ocorreu em novembro de 2021.

A maior entrega foi destinada a Capital do Estado de Rondônia, Porto Velho. Foram R$ 200 milhões designados para o desenvolvimento de ações municipalistas na Capital, além de R$ 1.240.800,00 (um milhão, duzentos e quarenta mil e oitocentos reais) para o Cofinanciamento Estadual do Sistema Único da Assistência Estadual (Suas).

O prefeito Hildon Chaves, agradeceu ao Governo de Rondônia pela entrega dos recursos, que são de extrema importância para a cidade e serão aplicados em prol dos 530 mil habitantes de Porto Velho.

“A população de Porto Velho agradece por estes grandes recursos entregues, que reparam uma injustiça histórica, pois as gestões anteriores que estiveram à frente do Estado, deixaram a Capital esquecida, virando as costas para esta importante cidade. Hoje, é uma nova história que passa a ser construída para nossa Capital”, pontuou Hildon Chaves.

O município de Ji-Paraná recebeu R$ 71.300.000,00 (setenta e um milhões, e trezentos mil reais) em recursos, referentes ao investimento de ações municipalistas. A cidade será contemplada com mais 140 quilômetros de asfaltamento urbano pelo projeto “Tchau Poeira” e mais de R$ 6,3 milhões com investimento para a construção de praça e urbanização pelo projeto “Governo na Cidade”.

Além disso, o segundo maior município do Estado recebeu recursos de R$ 607.400,00 (seiscentos e sete mil e quatrocentos reais) referentes ao Cofinanciamento Estadual do Sistema Único da Assistência Estadual (Suas). O prefeito Isaú Fonseca agradeceu o Governo de Rondônia por proporcionar dignidade aos cidadãos rondonienses com os investimentos aplicados.

“Esse Governo é diferenciado e municipalista, que tem ajudado todos os municípios. Quem ganha com isso é o povo de Rondônia e estamos cheios de alegria, pois o Estado está caminhando corretamente, promovendo parcerias, investindo em prol do desenvolvimento”, disse Isaú Fonseca.

PALESTRAS

O secretário-chefe da Casa Civil, Júnior Gonçalves, fechou o ciclo de palestras do Fórum

Durante o Fórum, houve ciclo de palestras que tornou a programação diferenciada, sendo apresentados projetos e propostas para auxiliar na captação de recursos e tornar o Estado de Rondônia mais pujante. Ocorreram debates acerca de temas relevantes, que vão transformar as políticas públicas de todos os municípios rondonienses.

Com o tema “Cobrança dos Créditos Fiscais e Fórum Digital”, o secretário-geral do Tribunal de Justiça de Rondônia, Rinaldo Forti, explanou sobre medidas que podem ser feitas em conjunto entre Poder Judiciário e municípios, também mostrando o serviço de atermação (ato de ouvir o cidadão), de conciliação e até de audiência de instrução e julgamento para a comunidade, que está situada em município que não possua comarca instalada.

Rinaldo Forti mostrou os casos de sucesso por meio de instalação do Fórum Digital no município de Mirante da Serra e no distrito de Extrema, em Porto Velho. O secretário-geral do TJRO declarou que o principal desafio é chegar aos 52 municípios de Rondônia e ainda, é preciso que todos disponibilizem espaços para os serviços judiciais.

Sérgio Costa iniciou a segunda parte das palestras do Fórum

O secretário-geral de controle externo do Tribunal de Contas do Estado de Rondônia, Marcus Cezar Santos Pinto Filho, abordou sobre a “Atuação cooperada do TCE”, defendendo que a entidade de fiscalização precisa somar e fazer a diferença na vida dos cidadãos, e que é preciso o apoio de todos os municípios para entender os principais problemas da população e que as demandas sejam resolvida e entender os principais problemas da população.

O O engenheiro de produção, Sérgio Costa, especialista em promoção de investimentos, com experiência em liderança de equipes especializadas em captação de recursos e investimentos – explanou sobre a parceria na atração de investimentos entre municípios e Estado, falando sobre as vantagens dos investimentos que podem melhorar a infraestrutura de cada cidade.

A deputada federal Mariana Carvalho abordou sobre o compromisso de atender aos municípios rondonienses, por meio de emendas parlamentares.

Com o tema “Líder é quem sabe lidar com as pessoas, o analista comportamental, consultor de empresas, palestrante e especialista em educação familiar, André Nunes, explanou durante sua palestra aos prefeitos e gestores municipais, que é possível aprender que a confiança nos relacionamentos, excelência em executar um serviço, lealdade com as pessoas, honestidade e simplicidade, resultam em líderes capazes.

O último palestrante do evento foi o secretário-chefe da Casa Civil, Júnior Gonçalves, que compartilhou com os gestores que participavam do Fórum, a missão que é estar à frente de uma importante pasta, que tem contribuído de forma direta no desenvolvimento do Estado de Rondônia, estreitando parcerias com os municípios.

“Ouvir, questionar, confiar e decidir, gerir a máquina, vai muito além de burocracia. É preciso tato e discernimento para liderar e ir além, pois a intenção é deixar um grande legado para a administração pública e não sermos somente mais um. Somos e faremos a diferença”, finalizou Júnior Gonçalves.

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

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COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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