Esporte

Grupos se movimentam para exigir que vereadores da capital baixem seus salários

Anúncio de “recomposição salarial” por parte de presidente da Câmara vem deixando população revoltada

Sabotagem

O juiz Sérgio Moro acredita que o vazamento da planilha da Odebrecht, contendo mais de 200 nomes de políticos, muitos com foro privilegiado, foi uma forma de sabotar a operação Lava-Jato. Tão logo teve conhecimento do fato, o juiz determinou o sigilo e ordenou que a Polícia Federal apurasse responsabilidades sobre o vazamento. É a velha mania do PT em arrastar para a lama todos que estão à sua volta. Há tempos que o discurso dos petistas é, “mas eles fazem também e ninguém fala nada”.

“Recomposição salarial”

O presidente da Câmara de Vereadores de Porto Velho, Jurandir Bengala (PR) vem declarando que os vereadores ‘não receberam aumento’ e sim uma ‘recomposição salarial’ em função de uma ação de 2014, uma diferença de 6,41% que, somado ao salário que atualmente é de R$ 12.795,80, representará um contra-cheque de R$ 14.763,78. Essa ‘diferença’ é retroativa a 18 meses. Bengala alega ainda que tudo é legal, inclusive com o aval do Tribunal de Contas.

Pois bem

Pode até ser legal, mas é extremamente imoral e o Ministério Público deveria intervir nesse absurdo. Vereador ganha salário altíssimo em Porto Velho, quase de um executivo de primeiro escalão e o retorno é zero. Nos grupos de Whatsapp diversas pessoas questionaram e começam a surgir movimentos para discutir uma redução urgente nos salários dos edis. Para um vereador, salário de R$ 5 mil estaria de bom tamanho, até porque todas as demais despesas já são pagas pela Câmara. Vereador não é profissão, é uma representação política passageira. Todos os 21 que estão ali naquela Casa já possuem profissões e são estabelecidos em suas áreas, e se não são, está na hora de arrumar emprego de verdade.

Em diversas cidades

Estão sendo organizados movimentos populares pedindo a redução salarial dos vereadores. E em vários municípios isso foi feito. Algumas cidades de Rondônia mal conseguem pagar as contas, como Rolim de Moura, por exemplo, mas pergunta se algum vereador propôs a redução de seus vencimentos? Aqui em Porto Velho a Câmara virou uma extensão da prefeitura. Acabou a oposição, lá todos são coniventes com uma série de problemas que afetam a vida dos portovelhenses.

Interessante

É observar que os representantes de categorias de servidores públicos, como Ellis Regina e Márcio Pacele, e os “companheiros” Sid Orleans e Fatinha se fazem de gato morto em relação a esse assunto. Enquanto isso, os professores da rede municipal continuam de braços cruzados e os alunos sem aula.

Listão

A planilha da Odebrecht contendo nomes e apelidos de políticos, ao lado de valores, causou uma confusão daquelas em Brasília. O grande problema da divulgação da lista é que tirou o elemento surpresa, e agora todo mundo que tem foro vai correr com ações, sumir com documentos, enfim, perde-se o objeto. A cúpula da Lava-Jato acredita que o vazamento pode ter sido feito por gente ligada ao governo, com claro interesse de atrapalhar as investigações.

Entre os nomes

Que aparecem nas planilhas da Odebrecht está o da ex-senadora Fátima Cleide (PT-RO), cujo nome aparece escrito em caneta vermelha com a anotação de R$ 500 mil. Em outra planilha, surge “candidato de Porto Velho”, sem especificar nome ou data, apenas com o valor de R$ 100 mil. Vale lembrar que as citações não querem dizer exatamente que a pessoa recebeu esses valores, tampouco se eles foram ou não declarados. No caso de Fátima, esse valor não aparece nas doações das campanhas de 2010, 2012 nem 2014.

Tem que apurar

Como disse na última coluna, a situação no Brasil é complexa e delicada. A grande maioria dos políticos brasileiros recebeu dinheiro de propina para suas campanhas. Não, não foi ‘doação’, foi pagamento de propina mesmo. Empresa alguma dá dinheiro para político se não estiver levando algo em troca. No caso da Odebrecht ela ganhava contratos públicos milionários e em contrapartida financiava campanhas eleitorais. O problema é que ela não pagava com seu lucro, e sim com o que é chamado no jargão das construtoras de “gordura’ dos contratos, que eram calculados já com o percentual a ser repassado em propina.

Funciona assim

Determinada obra custa R$ 50 milhões para ser executada. Preço real, tabelado já incluso lucro de cerca de 7 a 10%. Porém, a empresa vence a licitação com ‘menor preço’ no valor de R$ 85 milhões, os R$ 35 que ‘sobram’ são para pagamento de propinas e outras ‘taxas’, como os pixulecos de licenciamentos, os pixulecos de liberação dos pagamentos das medições, etc. Qualquer empreiteiro que já tenha feito uma obra pública sabe disso.

Portanto

Independente da cor partidária, esse momento é único e o PT, já que está tão disposto a se manter no poder, deveria aproveitar e prestar um grande serviço a esse país, convocando uma nova Constituinte e novas eleições presidenciais, e claro, mandando para a cadeia qualquer um que esteja envolvido em corrupção. Do contrário, teremos mais do mesmo por muitos anos.

Acordão

O que está se desenhando, após a divulgação das planilhas da Odebrecht, é um grande acordo entre todos os citados para evitar a prisão deles. Por lá estão Aécio, Michel Temer, Renan Calheiros, José Sarney e toda a corja pluripartidária desse país. O Ministério Público Federal divulgou nota no final da tarde alegando que não fechou acordo de delação com Odebrecht, só falta agora soltarem o presidente da empresa e sentarem sobre o processo de Lula. Sérgio Moro começou com os vazamentos seletivos, agora ele tem que aguentar o rojão e partir para o tudo ou nada, do contrário vai ficar parecendo que os petistas tem razão ao chama-lo de ‘tucano’. O próximo movimento do jogo é dele, vamos ver a reação.

O vazamento

Deixou Dilma, PT e Eduardo Cunha em estado de êxtase. Conseguiram colocar todos no mesmo balaio.

Clínica Mais Saúde informa – Ninar é diferente de chacoalhar o bebê; entenda os riscos

Uma notícia publicada pelo jornal chinês “People’s Daily” de que uma menina de sete meses morreu enquanto era ninada colocou os pais em alerta. Segundo a publicação, o pai segurava a filha no colo em uma cadeira de balanço quando ela começou a espumar pela boca. Ela foi declarada morta ao chegar no hospital e diagnosticada como vítima da síndrome do bebê sacudido, quando a criança sofre lesões cerebrais por ser balançada com força. No entanto, segundo os pediatras, um simples ninar não é capaz de causar esse tipo de dano neurológico. A síndrome do bebê sacudido acontece em casos de movimentações bruscas. Segundo Silvana Frizzo, neuropediatra do hospital infantil Sabará, em São Paulo, às vezes, os adultos, desesperados com o choro da criança, acabam balançando-a com força pelos braços, em um movimento para frente e para trás, sem apoio da cabeça. Ainda que não existam dados da incidência da síndrome no Brasil, ela é a segunda causa de morte em crianças nos Estados Unidos. Como o volume cerebral do bebê é desproporcional ao corpo, o órgão fica “solto” dentro da caixa craniana. O movimento, de fato, faz com que ela pare de chorar, no entanto, os sintomas da síndrome começam a aparecer. Outra medida para evitar a síndrome, é evitar brincadeiras bruscas com os filhos. “Jogar a criança para cima ou para um outro tio de brincadeira pode gerar uma descompensação cerebral. Todo movimento brusco com a cabeça da criança pequena deve ser evitado”, alertam especialistas.

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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