Cidades

Grandes obras e mais asfalto marcam gestão do Prefeito Hildon Chaves em 2023

Ano foi encerrado com a marca histórica de mais de 700 quilômetros de asfalto feitos durante a gestão, incluindo distritos de Porto Velho

Mais de 700 quilômetros de asfalto foram feitos pela Prefeitura de Porto Velho desde o início da gestão. Um número além da meta estimada no início, mas que não impediu que a marca fosse atingida.

Grandes desafios foram realizados pela Secretaria Municipal de Obras (Semob), que através de recurso próprio e emendas parlamentares, entregou praças, um dos maiores bairros da capital praticamente todo pavimentado, além da abertura de avenidas que marcarão historicamente a cidade com a melhoria no tráfego ligando bairros das zonas Norte e Leste ao Centro de Porto Velho, através do Espaço Alternativo.

INFRAESTRUTURA

Só em 2023, foram mais de 140 quilômetros de asfalto feitos com mão de obra própria da Prefeitura de Porto Velho, através da Semob. Entre os bairros com maior número de ruas que receberam o asfalto neste ano estão o Floresta, São Francisco, Mariana, Igarapé, Lagoa, Rosalina de Carvalho e o Nova Esperança, que superou as expectativas iniciais de planejamento com mais de 80 ruas pavimentadas e R$ 30 milhões investidos.

Construção das avenidas Santos Dumont e Décio Bueno melhorou o fluxo de trânsito

O projeto para um dos maiores bairros da capital, o Nova Esperança, foi anunciado aos moradores em junho deste ano, e trouxe uma novidade importante: a abertura das avenidas Décio Bueno e Santos Dumont que ligariam o bairro ao Espaço Alternativo.

A av. Décio, com cerca de 800 metros, é a que deságua o trânsito coletado através das saídas do bairro Nova Esperança, que seguem pela Santos Dumont, concluída com 1,1 quilômetro. A inauguração aconteceu no mês de outubro, com a Festa das Crianças, quando em uma união de secretarias foi realizada uma das maiores e mais bonitas comemorações da gestão.

Com a finalização do Nova Esperança, mais três bairros foram anunciados para receber o pavimento: Maringá, Escola de Polícia e Pantanal, que teve as obras iniciadas. “A obra deve contemplar mais de 40 ruas nestes bairros, o que terminará com aproximadamente 20 quilômetros de asfalto executados. Essa era uma obra prevista para o mês de maio de 2024, mas nós sabemos que os moradores daqui têm pressa, então decidimos antecipar tudo o que for possível neste final de 2023”, explicou o prefeito Hildon Chaves, em visita à rua Anita Malfatti.

VISTA ALEGRE DO ABUNÃ

O asfalto também chegou aos distritos, e Vista Alegre do Abunã recebeu a obra em quatro avenidas

Uma novidade anunciada em meados de 2023 também foi o início da pavimentação de distritos, com trabalho iniciado por Vista Alegre do Abunã, onde mais de R$ 4 milhões foram investidos. O asfalto foi feito nas avenidas Olavo Bilac, João Leandro Barbosa, Jorge Teixeira e Rua da Beira. Dos R$ 4 milhões investidos, mais de R$ 1,5 milhão foi de massa asfáltica.

Mas não foram executadas apenas obras de capa nova. Uma das obras de recapeamento mais aguardadas por moradores dos bairros Aponiã, Igarapé e adjacências era o recapeamento da avenida Calama, entre a Guaporé e a Mamoré, que se tornou um dos centros comerciais daquela região. O trabalho foi iniciado com a limpeza de bocas de lobo, seguido da colocação de mais de 800 metros de manilhas para otimizar a drenagem da região, seguido de cerca de 2 quilômetros de recapeamento entre os trechos.

“Este trabalho foi iniciado muito antes, em 2022, com a construção de uma galeria pluvial na avenida Calama, que seguiu pela avenida Guaporé. Foi a primeira etapa desta obra importante, já que os moradores desta região sofriam com os alagamentos no período chuvoso. Vale destacar que uma grande quantidade de lixo também foi retirada das bocas de lobo que ficam nas esquinas com as ruas Andreia e Daniela, o que traz o nosso pedido à população de cuidado com o que é descartado indevidamente, para que nosso trabalho seja concluído e permaneça sempre com muita qualidade”, explicou o secretário municipal de Obras, Diego Lage.
Além da avenida, mais de 20 bairros receberam o serviço de recapeamento, totalizando mais de 70 quilômetros de uma nova camada de asfalto.

OBRAS TERCEIRIZADAS

Investimentos também foram aplicados para a construção de praças públicas

Mais de R$ 230 milhões foram aplicados em obras executadas através de licitação, em diversos segmentos, com investimentos feitos através de emendas parlamentares e contrapartida da Prefeitura.

Entre os contratos estão a construção de mais de 300 quilômetros de meio-fio e sarjeta em todas as áreas de Porto Velho. Um investimento de mais de R$ 35 milhões, um dos maiores da gestão no segmento. Está em execução também o serviço de revitalização de arquibancadas, banheiros e vestiários do Campo do 13.

Foram executadas também obras no bairro Igarapé, Estrada dos Periquitos, ruas Itatiaia e Farrapos, pavimentação no bairro Cidade do Lobo, construção das praças do Alphaville e do Flamboyant, nas zonas Norte e Leste da capital. Ainda sobre praças, a Prefeitura entregou a Praça das Camélias, Praça da Juventude, Praça do Cohab e Praça do Conjunto 22 de Dezembro.

NOVA RODOVIÁRIA

Uma das principais obras da gestão, investimentos na rodoviária ultrapassam os R$44 milhões

Uma das obras mais esperadas pelos porto-velhenses era a construção da nova rodoviária, que se tornará um cartão-postal da capital. O investimento é de mais de R$ 44 milhões, sendo R$ 22 milhões oriundos de emenda parlamentar da ex-deputada federal Mariana Carvalho, e outros R$ 22 milhões de recursos da Prefeitura.

No local estão sendo construídos 13 plataformas de embarque e desembarque, 26 boxes e agências para empresas, saguão de espera, sala vip, praça de alimentação com oito lanchonetes e um restaurante, 11 lojas, banheiros, fraldário e áreas administrativas.

O novo terminal ocupará o espaço de todo o terreno, com 8.457,59 metros quadrados de área construída. A Prefeitura, através da Secretaria Municipal de Resolução Estratégica de Convênios e Contratos (Semesc), investiu em um projeto arquitetônico funcional que busca criar um espaço moderno e sustentável, com estética regional e desempenho térmico adequado.

No mês de dezembro, o prefeito esteve no local com a ex-deputada federal Mariana Carvalho, vistoriando a obra que está com 40% do projeto executado, e pode ser entregue antes do prazo de 18 meses previsto em contrato. “A obra está avançada, todo o planejamento foi para que neste período ela já estivesse coberta, com toda a parte de vidraria já sendo preparada. Desta maneira, durante os meses de chuva, todos os trabalhos ocorrerão internamente, sem nenhuma interferência do período chuvoso, para que em 2024, no verão, o trabalho volte para a parte externa, que é a de pátio, estacionamento, etc”, explica o prefeito.

METAS PARA 2024

Finalização e entrega de grandes obras estão previstas para 2024

Para o início de 2024 estão previstas as entregas das obras do Campo do 13, das 269 unidades habitacionais do Residencial Pró-Moradia Leste, que passou a ser executada diretamente pela Secretaria Municipal de Obras após a finalização do contrato com a empresa que estava responsável. Continuarão em execução também as obras de meio-fio e sarjeta, além da pavimentação, drenagem e manutenção de serviço de tapa-buracos.

“No início de todos os anos repensamos nossas prioridades de acordo com as necessidades da população e, claro, da nossa gestão. Serviços como drenagem, tapa-buracos, recapeamento e claro, o asfalto, estão na nossa agenda de prioridades porque entendemos a ligação entre uma rua pavimentada, sem alagamentos, e a qualidade de vida da população de Porto Velho”, resume Diego Lage.

FONTE: ASSESSORIA COMDECOM

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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