Esporte

GOVERNO IA TROCAR TERRENO NO CENTRO DE CACOAL POR LOTE RURAL PARA CONSTRUIR CIRETRAN

População teria que percorrer mais de 8 quilômetros na BR 364 para chegar ao local; negócio foi impedido pela promotora da cidade

Lá

O Ministro do Tribunal Superior Eleitoral Gilmar Mendes, em análise do julgamento da presidente Dilma Roussef na semana passada bateu pesado nos abusos cometidos durante a campanha de 2014. E aproveitou o ensejo para mandar um recado a todos que serão julgados por aquela Corte, a caneta vai pesar. Mendes apontou o uso indiscriminado da máquina pública na reeleição de Dilma, como por exemplo a disseminação de falsas informações a respeito da extinção de programas sociais caso a oposição vencesse as eleições – fraude, ante a utilização de linha telefônica para enviar mensagens a eleitores.

Por aqui

Computadores e equipamentos do governo também foram usados na campanha de reeleição Confúcio Moura. No caso de Dilma, Mendes apontou o “financiamento de campanha mediante doações oficiais de empreiteiras contratadas pela Petrobras”, por aqui tivemos o financiamento de campanha, através de doações dos hospitais, clínicas e sócios dessas empresas, e todas elas mantém milionários contratos com o governo.

Também tivemos

Uma das questões mais graves, quando algum aloprado da cooperação decidiu que eleitor precisava comer e distribuiu, para mais de 2 mil pessoas que estavam na convenção do PMDB e PDT na Talismã 21, almoço com direito a sobremesa e refrigerantes, uma verdadeira “boca livre”, que custou a cassação do mandato de Confúcio pelo Tribunal Regional Eleitoral. Mais grave ainda é o fato dessa conta, que não foi barata, não constar na prestação de contas de nenhum dos partidos envolvidos na convenção.

Em Brasília

Gilmar Mendes cobrou dos Tribunais Regionais e das Procuradorias Eleitorais, mais “coragem” e celeridade nas ações contra governadores e prefeitos. Em nosso caso, o TRE já cumpriu sua parte nessa primeira ação em março deste ano. Outra ações estão na lista, inclusive a do uso de computadores do governo na campanha. A íntegra do voto de Gilmar Mendes está AQUI e o julgamento de Dilma, previsto para ser retomado nesta terça-feira, 18. Quanto ao caso do governador de Rondônia, bem…

O velho PMDB

No último fim de semana o PMDB se reuniu para eleger a nova executiva e aproveitou o barulho para lançar o nome de Williamens Pimentel, atual secretário de saúde do Estado parea disputar a prefeitura de Porto Velho. Mas, apesar desse nome estar sendo cogitado há tempos, não faz o estilo do PMDB. Estaria mais para uma “valorização de passe” que uma candidatura própria. O PMDB é fisiologista e acostumado a ser coadjuvante no processo político. Foi assim nos últimos 4 anos na gestão Roberto Sobrinho (para quem não sabe ou não lembra, o peemedebista Emerson Castro era vice).

Porém

Quem conhece Pimentel sabe que seu perfil é mais de protagonista. Dentro do próprio PMDB o nome encontra resistência, mesmo ele tentando se vender como uma “terceira via”. Mas antes de enfrentar as urnas, Pimentel precisa resolver um problema crônico de Porto Velho, que é a saúde. E esse está longe de ser resolvido. Apesar do perfil de ser o “que resolve”, o setor de saúde não avança. O muito parece uma gota no oceano já que a demanda aumenta de acordo com a oferta. Quando, e se, ele conseguir equalizar essa conta, pode até ser que tenha de fato alguma chance nessa disputa. Por enquanto o jogo continua zero a zero. Nenhum nome apresentado animou o eleitorado.

Pelo mundo

E falando em eleições 2016 em qualquer pesquisa ou enquete aparece a jovem tucana Mariana Carvalho como a grande favorita. Talvez por isso a bela esteja tranquila, levando sua plumagem para longe. Ela andou por Sant’Ana de Caicó (RN) onde participou de uma festa na cidade há cerca de duas semanas, também andou por Serra Negra, Maceió e Fortaleza. Na semana passada deu um rolé no Estado, mas Porto Velho mesmo não tem visto muito essa plumagem não. Se de fato ela tem pretensões de ser prefeita, tá na hora de arrumar o ninho e parar de voar por outros céus.

Porto Velho

Tem problemas crônicos e não existe milagres. Existe má-vontade, falta de liderança e principalmente competência para resolver os problemas. Ficamos oito anos abandonados na gestão Sobrinho, prova maior é que o pouco que ele fez está destruído ou caindo aos pedaços. Nazif, pelo jeito, está indo no mesmo caminho. Mas a população tende a culpar os prefeitos e esquece dos vereadores, que deveriam ser responsabilizados igualmente. Os oito anos em que foi prefeito, Roberto mantinha uma relação quase fraternal com a câmara. Por lá era como se nada estivesse acontecendo. Vocês lembram, por exemplo, de Jair Ramires? Pois é, era um crítico ferrenho de Roberto Sobrinho, até que ganhou a SEMUSB e como mágica, as críticas foram embora. Tudo mudou. A bela Mariana Carvalho aproveitou o período para cursar, de uma só vez, Direito e Medicina.

Fala sério

Estamos nessa situação vexatória de sermos a capital mais feia do país por pura incompetência nossa na hora de votar. As pessoas tratam a eleição de vereador como uma feira da amizade, vota no fulano porque ele é legal, é irmão sei lá de quem, primo da tia não sei o que. Depois reclama que o sujeito não atende, não tá nem aí. Eleição é coisa séria, não pode ser tratada com desdém. Se você tem memória fraca para lembrar em quem votou, anote, acompanhe seu político pelo noticiário e cobre. E lembre-se, se o sujeito não fez em 4 anos, não fará em 8.

Sabe o PMDB?

Pois é, ele é tão culpado quanto o PT pela crise que o Brasil atravessa. São uma simbiose, com uma diferença, o PT não vive sem o PMDB, já o PMDB vive em qualquer um que lhe dê espaço. É como aquelas plantas trepadeiras, que se não tiver um jardineiro bom para fazer a poda, vai tomando conta de tudo, até matar seu hospedeiro e migrar para a próxima árvore. Pois é. Enquanto muitos apenas demonizam Dilma e Lula, esquecem de Michel e sua turma.

Olha essa

O governo da enganação cooperação ia fazer um negócio de pai para filho com o vereador e empresário cacoalense Marcos Stecca, e não fez por intervenção da promotora de Justiça Daniela Beatriz Gohl, que através da Recomendação 29/2014 determinou ao governador Confúcio Moura que “se abstenha de realizar “obras ou benfeitorias nos imóveis permutados com a empresa Stecca Consultoria Imobiliária Ltda – ME”. E o rolo era muito bom, para o empresário.

Era assim

O governo é proprietário de um terreno no centro de Cacoal. Bem localizado, avaliado por baixo, mas bem baixo mesmo, em cerca de R$ 3 milhões. Ocorre que o ex-coordenador de Patrimônio do governo, Alvaro Lustosa Pires Júnior parece que não liga muito para essa questão de preço de mercado (exemplo foram as desapropriações milionárias feitas em Porto Velho) e deu início a uma permuta com Marcos Stecca. O governo entregaria o terreno no centro de Cacoal e Stecca daria uma área que fica cerca de 8 quilômetros da cidade. E no local deveria ser construída uma Ciretran. Agora veja se tem cabimento tal desatino, ao invés de otimizar o serviço, implantando na regiçao central da cidade, iam jogar o povo para andar 8 km na BR.

Porém

Graças a intervenção da promotora, entrou água no chopp da rapaziada e Stecca, assim como a ex-chefe de gabinete do padre prefeito, foram parar na cadeia. Mas o ex-coordenador de patrimônio do Estado não. Ainda.

A mãe pediu

Alex Testoni vai deixar a vida pública. O anúncio foi feito nesta segunda-feira em Ouro Preto logo pela manhã em um programa de rádio. O prefeito, que estava afastado do cargo desde dezembro do ano passado quando foi preso na Operação Ludus que investigava desvios em uma obra na capital que estava sendo feita por uma empresa que supostamente pertenceria ao filho de Testoni, foi reconduzido ao cargo pelo Tribunal de Justiça, mas disse que renunciaria logo após sua posse. Alex afirmou que atendeu um pedido de sua mãe, que se recupera de um acidente vascular cerebral e também de seus filhos. Até semana passada, ele estava decidido a encerrar o mandato, mas a família pesou.

Clínica Mais saúde informa: Pouca atividade física já pode retardar o envelhecimento cerebral

Um novo estudo, realizado por pesquisadores da Universidade do Kansas e publicado recentemente no periódico científico PLOS One, revelou que o cérebro já é beneficiado com muito pouca atividade física. Bastam 75 minutos por semana (a metade da recomendação atual) para retardar o envelhecimento cerebral. No experimento, os estudiosos recrutaram 101 adultos sedentários, com 65 anos ou mais, saudáveis e que não mostravam sintomas de demência nem de outras deficiências cognitivas. De acordo com os autores, a faixa etária foi determinada pelo fato de que a partir dessa idade costumam surgir os primeiros sinais de declínios de memória e raciocínio. Inicialmente, os participantes passaram por diversos testes de memória, raciocínio e cognição. Em seguida, foram divididos aleatoriamente em quatro grupos. O primeiro grupo teve de se exercitar durante 75 minutos por semana, o que corresponde à metade da recomendação atual (150 minutos semanais de atividade física aeróbica moderada). O segundo grupo exercitou-se durante 150 minutos por semana. O terceiro, 225 minutos no mesmo período. Após 26 semanas, todos os voluntários repetiram os testes cerebrais originais. Para a surpresa dos pesquisadores, a memória, a cognição e o raciocíonio tornaram-se melhores em todos os grupos — até mesmo naquele que exercitou menos. O estudo comprova, portanto, que “uma pequena dose de exercícios” já é suficiente para melhorar o cérebro em vários aspectos

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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