Esporte

GOVERNO FAVORECE APADRINHADOS COM “GRUPOS DE TRABALHO”

Manobra permite pagar gordas gratificações a secretários e “amigos do rei” burlando a legislação

Eleições

Em 2016 teremos novamente eleições para os cargos de prefeito e vereador. Mauro Naziz, candidato natural a reeleição, por enquanto não tem adversários. Mariana Carvalho, recém-eleita para deputada federal vem sendo aconselhada a participar do processo, mas não como candidata, e se ela tiver juízo deverá seguir essa recomendação. Lindomar Garçon não quer nem ouvir falar sobre isso. Também recém-eleito como representante de Rondônia em Brasília, disse que pretende fazer um mandato diferente, mais qualificado. Está pensando certo também.

O PMDB

Poderia vir com Mário Português, mas ele não anda muito empolgado com essa idéia. E quem perde somos nós, aliás, perdemos uma grande oportunidade de ter um prefeito que de fato, cuidaria dessa cidade. Agora ele prefere cuidar de sua fazenda. Além disso, apesar das críticas que vem sofrendo, Nazif em seu silêncio vem trabalhando. Obras de saneamento estão espalhadas por toda a cidade, se vão resolver, não sei, mas ao menos algo está sendo feito. E se, de fato o Dnit der continuidade as obras dos viadutos como está previsto, vai ser difícil conseguir derrubar Mauro.

A grosso modo

Parece que a saraivada de críticas contra a administração municipal não passa de questões pontuais, tem falhas, algumas gritantes e escandalosas, como por exemplo a dificuldade em vacinar crianças recém-nascidas nos postos de saúde. Concentraram tudo em lugar só e por incrível que pareça, só funciona as segundas, quartas e sextas pela manhã. Como disse, questões pontuais que precisam ser observadas e corrigidas. Quanto as obras de saneamento, vamos ver o resultado durante o período chuvoso, no fim do ano.

Por fora

Alguns grupos políticos observam a movimentação de Mauro para definir se lançam ou não candidatura. Um dos que tem pretensão é o vereador Alan Queiroz, ex-presidente da Câmara, mas as chances não estão a seu favor. Estavam, mas ao entregar de bandeja a presidência da Casa para o PT acreditando em outro projeto político, jogou fora seu futuro político, e vem perdendo cada vez mais espaço. Provavelmente não consegue sequer a reeleição. Outros que devem ficar sem mandato pelo legislativo municipal são Jair Montes e Eduardo Rodrigues, vítimas do apocalipse confuciano que também deve fazer estrago na reeleição de Marcelo Reis e Cabo Anjos. Reis com mais chances em função de seu trabalho na TV, porém com uma votação bem mais modesta que a última.

Portanto

Quem aposta que Nazif está morto vai perder. Ele pode até parecer cansado e lento, mas de leso não tem nada. Fica olhando…

Recordar é viver

No período em que Valdir Raupp governou Rondônia ele tinha uma forma bem prática de gratificar os mais chegados, eram os grupos de trabalho, que em tese são constituídos para determinadas funções, mas na prática não servem para nada, a não ser engordar a conta dos agraciados no fim do mês.

Pois é

A prática foi extinta no governo Bianco porque é dispendiosa e como eu disse, não acrescenta nada a administração pública. Ivo Cassol manteve a decisão e também não resgatou essa imoralidade, mas veio Confúcio e para “dar uma força”, ainda mais que ele fez um “h” com a conversa de que reduziu salários. Quem abre o Diário Oficial do Estado, percebe a enorme quantidade de “grupos de trabalho” que foram constituídos nos últimos anos.

Burlando

É constitucionalmente vedado a acumulação de cargos públicos remunerados, daí a instituição desses grupos de trabalho. Mas só os “amigos” que integram esses grupos, especialmente os secretários e ocupantes de cargos comissionados de alto escalão. Além da burla a constituição, a prática conflita com o artigo 63 da Lei Complementar Estadual nº 224/00, que prevê no máximo até dois Grupos de Trabalho, cuja característca básica é a transitoriedade, peculiaridade e circunstâncias especiais, devidamente comprovada mediante Relatórios de Trabalho acompanhado de documentos probatórios. O que não é nosso caso.

Portanto

Cabe aos organismos fiscalizadores, no caso me refiro apenas ao Ministério Público e Tribunal de Contas, porque da Assembleia não podemos esperar nada, adotar providências em relação a esses grupos, olhar a documentação e quem faz o que, de fato. Apesar do governo andar por ai “comemorando” sabe-se lá quais números “azuis”, isso não tem se refletido no cotidiano do rondoniense.

Lá vem

Agora em março a Polícia Civil anuncia que vai parar entre os dias 18 e 20 de março. De acordo com o presidente do Sinsepol, Jales Moreira, no início da gestão atual, a Polícia Civil estava em 4º lugar nacional em termos de salário e agora despencou para a 22ª colocação. “O governador não valorizou a categoria e hoje nós estamos no ranking como um dos piores do país. As condições de trabalho são vergonhosas, nossas delegacias estão sucateadas, e muitas vezes tiramos dos nossos bolsos para comprar copos descartáveis, papel higiênico, papel sulfite e outros materiais necessários. Não vamos mais fazer isso, agora nós vamos exigir que o Governo cumpra com o seu dever”, disse o presidente.

Pois é

Mas os governistas estão parecendo os juízes do TRE de Rondônia, não conseguem “enxergar” as coisas como elas são.

Vai continuar errado

A CPI da Petrobrás será comandada pelo PT e PMDB. O Congresso trouxe de volta as famigeradas passagens para esposas de deputados, as investigações da Lava-Jato sinalizam com fortes tendências a panos quentes e engavetamentos, os preços continuam subindo, o dinheiro sumindo e o Brasil parando. Mas a população continua exatamente como estava antes, parada, assistindo inerte a toda bandalheira.

Tem que zerar

O Brasil precisa de uma reforma política, administrativa e estrutural com urgência. Precisamos de uma nova constituição, mais enxuta, com menos paternalismo, com mais deveres. Não sei de onde tiraram a cretinice de “pátria educadora”, esse país é qualquer coisa, menos educador. Os investimentos em educação são ridículos, os professores são pessimamente remunerados, a maioria precisa de três ou mais contratos para poder ter uma vida minimamente digna, com isso não conseguem preparar aulas com tranquilidade. As escolas são uma piada. Estamos vivenciando um período extremamente conturbado e me preocupa passarmos por ele e voltarmos ao ‘status quo’. E todos os sinais indicam isso.

Para contatos

Fale conosco pelos telefones (69) 3225-9979 ou 9363-1909. Também estamos no www.painelpolitico.com e www.facebook.com/painel.politico e no Twitter (@painelpolitico). Caso prefira, envie correspondencia para Rua da Platina, 4326, Conjunto Marechal Rondon. Whatsapp 9248-8911.

Maca peruana ainda está em estudos

Impulsionada pela moda dos chamados “superalimentos”, a maca peruana, também conhecida como “ginseng andino”, tem se tornado um dos principais produtos de exportação do país. As propagandas mais exaltadas a anunciam como uma “resposta natural ao Viagra”, apesar de nenhum benefício em termos de potência sexual ter sido confirmado pela ciência. O que sim, se sabe, é que a maca tem propriedades energizantes e benefícios comprovados que incluem o favorecimento da memória e da aprendizagem. A raiz é cultivada na região andina, principalmente no Peru, mais de 4 mil metros acima do nível do mar. Segundo registros históricos, ela é consumida pelos nativos desde o século 17, mas de acordo com pesquisadores é conhecida desde o ano 8.000 a.C. “Muitas das coisas tidas como certas sobre maca não foram comprovadas pelas pesquisas. Até o ano 2000 se dizia que hipertensos não poderiam consumi-la, mas descobrimos que, na verdade, ela diminui a pressão arterial”,diz o biólogo e endocrinologista da Universidade Peruana Cayetano Heredia, Gustavo F. Gonzales Rengifo, especialista nas propriedades da planta.

 

Alan Alex

Painel Politico

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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