Folhas de coqueiro, pedaços de troncos e galhos secos formam uma pilha que se estende por vários metros.
Uma grande quantidade de galhos, folhas secas e restos de poda ocupa parte da esquina da Rua Elias Gorayeb com a Rua Santo Agostinho, em Porto Velho. O material está acumulado sobre a calçada, próximo a passagem de pedestres e ao lado de um poste de energia, em um trecho usado diariamente por motoristas e pessoas que caminham pela região.
Segundo moradores, os resíduos permanecem no ponto há vários dias, sem que tenha ocorrido o recolhimento. O volume chama atenção de quem passa pela área, já que os galhos cobrem boa parte do espaço destinado aos pedestres e chegam perto da pista.
Folhas de coqueiro, pedaços de troncos e galhos secos formam uma pilha que se estende por vários metros. Além de dificultar a passagem, o acúmulo reduz a visão de quem se aproxima da esquina e ocupa uma área que deveria permanecer livre para a circulação.
O tempo quente e a falta de chuva deixam a vegetação ainda mais seca, o que aumenta a facilidade de combustão. Uma bituca de cigarro, uma queima feita nas proximidades ou outra fonte de calor pode iniciar um incêndio, principalmente quando há grande quantidade de folhas e galhos reunidos no mesmo ponto.
A presença de um poste dentro da área ocupada e de fios elétricos acima da esquina também preocupa moradores. Caso o material pegue fogo, as chamas podem alcançar estruturas próximas, veículos estacionados, muros e imóveis da região.
Outro problema aparece depois das chuvas. Recipientes descartados ou espaços entre folhas e galhos podem reter pequenas quantidades de água. Por isso, a retirada dos resíduos ajuda a evitar pontos favoráveis à presença de mosquitos e outros animais.
Casas e estabelecimentos comerciais ficam a poucos metros da pilha. Durante o dia, pedestres, ciclistas, motociclistas e motoristas dividem o trecho, que recebe fluxo constante por ligar ruas usadas pelos moradores do bairro.
A maior dificuldade é enfrentada por quem segue a pé. Pessoas idosas, crianças, cadeirantes e moradores com carrinhos de bebê encontram pouco espaço para passar com segurança. Dependendo do sentido do trajeto, é preciso descer da calçada e andar por um trecho da rua.
A situação também prejudica a travessia. A faixa pintada no asfalto indica o ponto reservado aos pedestres, mas os resíduos alcançam parte da área próxima à sinalização. Galhos espalhados podem causar tropeços e dificultar a passagem durante a noite ou em momentos de chuva.
Moradores afirmam que serviços de poda são necessários, principalmente quando árvores atingem fios, telhados ou placas, mas dizem que a retirada dos restos precisa ocorrer logo depois do corte. Quando o material fica abandonado, um serviço feito para cuidar da área acaba criando outros problemas para a vizinhança.
Quem vive nas proximidades pede que a Prefeitura de Porto Velho envie uma equipe para recolher os resíduos e liberar a calçada, a faixa de pedestres e a curva. A solicitação inclui ainda a limpeza do trecho após a retirada dos galhos menores e das folhas espalhadas.
Até que o recolhimento seja feito, a esquina continua parcialmente ocupada. Pedestres seguem desviando da pilha, motoristas passam perto dos galhos e moradores acompanham o aumento do material seco sob o sol.
A reportagem deve solicitar uma resposta da Prefeitura de Porto Velho sobre a responsabilidade pela poda, a existência de pedido de recolhimento e a previsão para a retirada dos resíduos. O posicionamento pode ser acrescentado ao texto assim que for enviado.
FONTE: SITE DEIXA EU TE FALAR

















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