Cidades

Gestão Hildon Chaves transforma a agricultura familiar em Porto Velho

Logística diferenciada proporcionou mais investimentos em insumos, assistência técnica e oportunidades de ampliação de mercado

Nos últimos oito anos, a Prefeitura garantiu, através da Secretaria Municipal de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Semagric), mais incentivo ao pequeno agricultor, com a execução de programas e projetos, coordenados pelo Departamento de Desenvolvimento Rural e Técnicas Agrícolas (DDRTA) da pasta. O exemplo prático dessa atuação foi a aquisição de cerca de 2,8 milhões de mudas de café Clonal, no período de 2017 a 2023, o equivalente a R$ 3 milhões.

A aquisição faz parte do Programa Municipal de Cafeicultura, que contempla pequenos produtores tanto da área rural, quanto dos distritos da Capital. De acordo com o diretor do DDRTA, Luís Tamborim Júnior, esse valor investido em mudas já garantiu o retorno de até quatro vezes mais para o produtor. “É um investimento que tem retorno. Se agrega muito valor no que é investido. Esse programa tem ajudado muito o homem do campo a prosperar e a manter a família”, destacou Tamborim.

TRANSPORTE DA PRODUÇÃO

Caminhões Truck chegam a transportar, mensalmente, 90 toneladas de produtos oriundos da agricultura familiar Caminhões Truck chegam a transportar, mensalmente, 90 toneladas de produtos oriundos da agricultura familiar

Outro passo importante para a agricultura de Porto Velho foi o avanço no escoamento da produção agrícola, por meio do uso de dois caminhões Truck, que chegam a transportar, mensalmente, 90 toneladas de produtos oriundos da agricultura familiar das áreas rurais e distritos. A logística do transporte proporciona economia para os agricultores, que têm os seus produtores levados de suas propriedades até a feira do produtor no Cai N’Água. “A partir de lá, o agricultor é responsável, seja por comercializar o seu produto ou entregar para algum fornecedor. Ou seja, um trabalho a custo zero, que tem sido impulsionado na gestão do prefeito Hildon Chaves”, explicou Luís Tamborim.

ENTREGA DE CALCÁRIO

Com o intuito de melhorar a qualidade do solo, a Prefeitura de Porto Velho, por meio do Departamento de Desenvolvimento Rural e Técnicas Agrícolas da Semagric, já distribuiu cerca de 16 mil toneladas, atendendo mais de mil agricultores familiares cadastrados em associações ou cooperativas.

Só em 2024, a Prefeitura realizou três cursos voltados para a ApiculturaSó em 2024, a Prefeitura realizou três cursos voltados para a Apicultura

A entrega do calcário foi realizada pela Semagric, com recurso próprio e também por meio de emendas parlamentares federal e municipal. A distribuição é coordenada pela Prefeitura. “O agricultor compra o calcário, e nós fazemos a entrega”, pontuou o diretor do DDRTA.

VALORIZAÇÃO DA MULHER NO CAMPO

A Semagric também tem buscado incentivar e destacar o trabalho da mulher no campo, com o planejamento do projeto “Quintais Produtivos”, programa do governo federal, que consiste em promover a autonomia econômica das mulheres rurais e ampliar o acesso às políticas públicas de apoio à produção e comercialização de alimentos e a tecnologias sociais .

CAPACITAÇÃO

Dentre os cursos, Semagric fez a entrega de 30 caixas de abelhas e kits compostos por macacão, bota, luva e fumigadorDentre os cursos, Semagric fez a entrega de 30 caixas de abelhas e kits compostos por macacão, bota, luva e fumigador

A atenção também esteve voltada à qualificação da mão de obra dos Apicultores. Só em 2024, realizou três cursos voltados para a Apicultura, que atendeu ao público de cerca de 400 produtores. A promoção dos cursos tem como propósito levar a conhecimento sobre a interação da Apicultura com o meio ambiente, da preservação das matas, o manejo das caixas de abelhas com a polinização e o fator econômico, por meio da produção do mel. Dentre os cursos, Semagric fez a entrega de 30 caixas de abelhas e kits compostos por macacão, bota, luva e fumigador.

FORTALECIMENTO DAS AGROINDÚSTRIAS

As agroindústrias também foram fortalecidas com as ações rurais da gestão municipal. Nos últimos oito anos, já foram entregues, em conjunto com as associações e cooperativas rurais, aproximadamente, 25 casas de farinha robotizadas, aquecendo ainda mais a produção, fruto de emendas da bancada federal, com contrapartida do município.

Outro investimento foi a entrega de dez despolpadeiras de frutas e dez de açaí, oriundo de recurso próprio do município.

Produtores foram inseridos em projetos de aquisição de alimentos para a merenda escolarProdutores foram inseridos em projetos de aquisição de alimentos para a merenda escolar

DO CAMPO PARA A MERENDA ESCOLAR

A agricultura familiar tem feito a diferença nas escolas municipais. Os produtos têm chegado na merenda escolar, por meio da parceria com a Secretaria Municipal de Educação (Semed). A Semagric ficou responsável pela planilha de compra dos produtos que, até então, estava desatualizada. A atualização da planilha tem agregado mais valor aos produtos repassados para a secretaria municipal de Educação. Hoje, mais de 60% dos produtos da merenda escolar nas escolas municipais vem da agricultura familiar, contribuindo para uma alimentação mais saudável e nutritiva para os alunos.

FEIRAS MUNICIPAIS

Em 2024, os agricultores que atuam semanalmente nas feiras municipais foram assistidos com diversas ações, sendo inseridos em diversos projetos como o de transporte da produção, aquisição de alimentos para a merenda escolar e assistência técnica. Mais oportunidades de ampliação da rede de produção para os agricultores, por meio da iniciativa da gestão municipal.

MECANIZAÇÃO RURAL

A entrega de maquinários acelerou o trabalho do homem do campoA entrega de maquinários acelerou o trabalho do homem do campo

Nos últimos oito anos, as associações foram contempladas com entregas de mais de 50 tratores agrícolas e implementos rurais, possibilitando o trabalho mais célere no preparo do solo, entre outros benefícios. A aquisição dos equipamentos é feita por meio da parceria com a Seagri, além das emendas parlamentares da bancada federal, com a contrapartida do município.

Os tratores são cedidos às associações rurais, para suprir as necessidades dos agricultores de diversas regiões, ampliando a assistência aos municípios. Uma realidade que antes não existia e que, agora, faz a diferença na vida do homem do campo.

COMPROMISSO

Os avanços expressivos das ações voltadas aos pequenos agricultores reafirmam o compromisso e a seriedade da Prefeitura de Porto Velho, na gestão de Hildon Chaves, de primar pelo progresso social e econômico da agricultura familiar. A forma de trabalho diferenciada, com investimentos de insumos e apoio técnico, ampliou as possibilidades de mercado e a valorização dos produtos cultivados pelo homem do campo.

FONTE: ASSESSORIA COMDECOM

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

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COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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