Resenha Politica

Fernando Máximo perde espaço no União Brasil, Mariana pode ingressar no Partido – Por Robson Oliveira

ESCÁRNIO

Não pegou de surpresa apenas a comunidade acadêmica da Universidade Federal de Rondônia o falso diploma de doutora que a professora Viviane Ricciotti apresentou no registro da candidatura para o cargo de vice-reitora da Unir. Todos estão perplexos com o ato criminoso da mestre que, pelo honroso ofício que labuta, deveria ser um exemplo profissional de ética e de denodo. A ousadia de Ricciotti é um verdadeiro escárnio para a comunidade acadêmica e um acinte às normas que regem a administração pública.

DESCONFIANÇA

A professora nunca frequentou o curso, seja no mestrado, seja no doutorado, embora tenha apresentado um diploma de doutoramento de 2010. O que intrigou a direção da universidade é que, ao concluir o doutorado, o diplomado percebe um acréscimo salarial mensal de quatro mil reais, o que não ocorreu. Esperou quatorze anos para pedir a progressão, o que despertou desconfiança pelo tempo das perdas salariais.

COMPROVAÇÃO

Em comunicação enviada à Unir, a direção da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRS) apontou as incompatibilidades no suposto diploma de doutora da professora da Unir, entre outros, consta como diretor do Instituto de Física o nome de Rudinei Dias da Cunha – que não é docente daquele Instituto e nunca  foi diretor. Em 2009, data do diploma, o reitor da UFRS era o professor Carlos Alexandre Neto, consta o do ex-reitor José Carlos Ferraz. Ademais, a numeração do processo que consta no verso é inexistente. E no final informa categoricamente que Viviane Barrozo da Silva Ricciotti nunca cursou o Programa de Pós-Graduação na UFRS. Atestando que o diploma é falso.

DESGASTE

Mesmo o episódio sendo um desgaste moral e acadêmico enorme para a única universidade pública de Rondônia (UNIR), atualmente é um problema que ultrapassa os muros da instituição e vai também ser objeto de apuração na esfera policial. É importante registrar que tal ilegalidade, se confirmada, não deve ser interpretada como regra na Unir. Foi uma exceção que deixa uma marca inexorável numa academia já administrada por ex-reitores da melhor qualidade moral e intelectual, a exemplo de José Dettoni, Osmar Siena, Ene Glória, Berenice Tourinho e Ari Ott. A Unir não merecia tamanho escárnio.

TAPETE

Mesmo sendo um deputado federal com a maior votação individual nas últimas eleições, alcançando sozinho a quociente eleitoral pelo União Brasil, Fernando Máximo não tem ainda a garantia da candidatura a prefeito da capital. Há nos bastidores uma queda de braço na direção regional do partido para impedir a postulação de Máximo, apesar das chances promissoras de vencer. Com a mudança na direção nacional do União Brasil, os reflexos nos regionais foram imediatos e Máximo perdeu espaço. Isto abriu a possibilidade de os dirigentes locais tentarem puxar o tapete do deputado para que Mariana Carvalho ingresse na legenda e seja ungida a candidata a prefeito. Num acordo, com lances de bastidores, ainda não tão claros.

PLANO B

Instado por este cabeça chata a comentar a possibilidade de o União Brasil negar-lhe a candidatura, o deputado federal Fernando Máximo não se fez de rogado e disse que acompanha tudo com tranquilidade e que tem um plano B na hipótese da negativa. Não adiantou, contudo, qual seja. Mas a coluna apurou que o parlamentar mantém conversas com várias legendas, em particular com o PL.

PREOCUPAÇÃO

A verdade é que Fernando Máximo surgiu na política como uma enorme surpresa eleitoral e com uma votação jamais mensurada corretamente pelos institutos de pesquisa, assustando os principais dirigentes partidários que, não raro, adoram ser os protagonistas principais das eleições, mesmo não tendo a densidade eleitoral dos próprios candidatos. A preocupação aumentou depois que perceberam que é um candidato  que corre por fora da influência da velha burocracia partidária e contrasta com os vícios dessas castas que dominam as máquinas partidárias.

PÉRIPLO

Quem andou por Brasília em conversas reservadas com os dirigentes nacionais do PSB foi o advogado Vinícius Miguel, provável candidato a prefeito de Porto Velho. Nessas conversas, Vini recebeu as garantias partidárias para o projeto e foi orientado a dialogar com os demais partidos para tentar viabilizar uma frente que não seja apenas do espectro ideológico da esquerda. Caberia aí partidos mais ao centro, inclusive mais à direita. Ficariam de fora os extremos.

ARMÍGERA

É de gosto duvidoso a propaganda da prefeitura da capital com a ilustração de um revólver apontado para a cabeça de uma pessoa como estratégia de marketing no combate ao mosquito da Dengue, em outdoors espalhados na cidade. A mensagem subliminar belicosa é bem diversa daquela pensada na peça publicitária. É ruim em todos os aspectos, especialmente na estratégia. Aliás, a criação peca também por falta de criatividade. É tão horrível que passa despercebida pela maioria da população, não para mentes mais atentas e menos armígeras.

COINCIDÊNCIAS

O que há de coincidências nas administrações municipais de Guajará-Mirim e Ji-Paraná que tantos problemas causam aos órgão de controle? Em ambos, é possível intuir qual futuro está reservado aos mandatários. A ver…

 

 

 

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

COLUNA DO GOMINHO JÚNIOR

COLUNA NOTÍCIAS DA CORTE

COLUNA TEMPO REAL POR GOMES OLIVEIRA

PARCERIA

CLIQUE NA IMAGEM ABAIXO E ACESSE NOSSO APLICATIVO NA NUVEM

Acesse nossa Página do Facebook

Folha Rondoniense is Protected by