Teia Digital

Expectativa é que aos pouco o consumo aumente – por Silvio Persivo

E não sou só eu. “O mundo é um circo, a vida um espetáculo e ultimamente eu tenho sido o palhaço” (Ycaro Luã Andrade Souza).

 PREFEITURA LANÇA CIDADE DIGITAL

A Prefeitura de Porto Velho anunciando o lançamento, amanhã, sábado (18), o projeto Cidade Digital, que oferece internet gratuita para a população em diversos pontos, inclusive residências, e interliga os sistemas de secretarias, escolas municipais e Unidades Básicas de Saúde. O projeto original da Cidade Digital previa internet gratuita em praças públicas e locais próximos às torres de transmissão. Mas, a prefeitura avançou para outros ambientes públicos seus e residências. Para usufruir dos serviços, os interessados deverão adquirir uma antena específica, junto a empresas qualificadas e credenciadas para vendas e instalação dessas antenas. No total, são seis torres com o alcance do sinal em um raio de três quilômetros cada, além de 15 praças com um rádio com antena Omnidirecional (para todos os lados) com amplitude de aproximadamente 100 metros cada. Dentro da área de abrangência, em locais abertos, quem estiver com tablets, smartphones e notebooks pode acessar a internet sem custo.

 FIM DO CORREDOR EXCLUSIVO DA CALAMA

Por falar em Prefeitura até que, enfim, anunciaram a extinção do corredor exclusivo da Avenida Calama. Por mais de três anos, o comércio daquela região sofreu prejuízos causados pela implantação do corredor, com multas e falta de estacionamento. O anúncio feito pela secretaria Municipal de Trânsito (Semtran) foi motivo de festas com o presidente da Fecomércio-RO, Raniery Coelho, destacando que foi uma vitória dos empresários e agradecendo tanto à Prefeitura, como ao Simper (Sindicato das Papelarias) e o Sindilojas (Sindicato dos Lojistas), bem como aos empresários da região que não esmoreceram, em nenhum momento, nas negociações junto ao município para o fim do corredor exclusivo. Os empresários, agora, acreditam que a avenida será revitalizada com a volta do estacionamento.

 REGISTRO TRISTE

A Reitoria da Fundação Universidade Federal de Rondônia (UNIR) comunicou o falecimento do professor especialista Nelson Escudero, ocorrido no último dia 15 de junho, no município de Ji-Paraná, Rondônia. Nelson Escudero foi um ativo professor do Departamento de Ciências Humanas e Sociais (DCHS) no Curso de Pedagogia durante quase 20 anos. Esteve na chefia do Departamento e contribuiu efetivamente na ampliação do Campus de Ji-Paraná com a inclusão de novos cursos, mas, também teve uma contribuição importante, no passado, no setor de energia. Uma grande perda. Nossos pêsames aos familiares e amigos.

 GEOGRAFIA PRETENDE DEBATER CONFLITOS SOCIAIS E TERRITORIAIS

O Departamento de Geografia (DGEO) e o Programa de Pós-Graduação em Geografia (PPGG) da Fundação Universidade Federal de Rondônia (UNIR) estão conclamando a comunidade acadêmica, instituições públicas e privadas, movimentos sociais, pesquisadores, professores da rede de ensino e demais profissionais a participar, no período de 26 a 30 de setembro de 2016, no Campus José Ribeiro Filho (UNIR- Porto Velho), da 34ª Semana de Geografia e 11º Encontro de Pós-Graduação em Geografia, com a temática Amazônia, Conflitos e Gestão do Território. O evento se propõe a debater as escalas geográficas dos conflitos sociais, culturais, agrários e territoriais que avançam na Amazônia, advertindo a formação de uma agenda territorial do capital globalizado, das forças do agronegócio, do setor mineral e energético que tendem a penalizar, expropriar e coagir as populações amazônicas em seus territórios.

 MELHORA A VENDA DE MÁQUINAS AGRÍCOLAS E RODOVIÁRIAS

Mesmo com toda a incerteza política vigente, agora, com Temer, um ou outro sinal positivo a economia tem dado. É o caso das vendas internas de máquinas agrícolas e rodoviárias no atacado atingiram 3.444 unidades em maio, queda de 16,9% na comparação com igual mês do ano passado, mas registraram um crescimento de 19,3% ante abril. No acumulado do ano, a queda é de 36% ante igual período. Dados da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).

EXPECTATIVA É DE QUE AOS POUCOS O CONSUMO AUMENTE

A Intenção de Consumo das Famílias (ICF), apurada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), chegou a uma nova mínima histórica em junho, com 68,7 pontos, numa escala de 0 a 200. Com queda de 1,7% na comparação mensal e 25,1% na anual, é a primeira vez que todos os componentes da pesquisa se encontram abaixo da zona de indiferença, de 100 pontos, o que evidencia uma insatisfação com a situação atual. “Mesmo com a perda da força da inflação, o contínuo encarecimento do crédito, o alto nível de endividamento e o aumento do desemprego impactam profundamente o consumo das famílias”, afirma Juliana Serapio, assessora Econômica da CNC.  Embora todos os componentes tenham registrado queda na comparação mensal e anual, os itens relacionados às perspectivas apresentaram recuos mais baixos. O resultado indica que, aos poucos, as expectativas para os próximos meses devem melhorar.

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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