Esporte

Esportes norte-americanos crescem e ganham cada vez mais espaço no país

O futebol ainda segue disparado como o favorito dos brasileiros, mas nos últimos anos diversos esportes norte-americanos tradicionais, como o basquete e o futebol americano, conseguiram crescer e conquistar cada vez mais espaço no país.

Números recordes de fãs

Em 2019, o basquete atingiu um número histórico de fãs e segundo dados divulgados pela pesquisa Ranking dos Esportes do Ibope Repucon, em conjunto da Sponsorlink, o Brasil já conta com mais de 40 milhões de entusiastas espalhados por todos os cantos do país.

Para se ter uma ideia da força da presença do esporte por aqui, basta mencionar que segundo Rodrigo Vicentini, chefe da liga norte-americana de basquete no Brasil, o país está atrás apenas dos Estados Unidos e da China em relação à importância do mercado.

No futebol americano não é diferente. Em 2020, o Brasil se consagrou como o terceiro maior consumidor da modalidade e tudo indica que esse esporte é o que mais cresce no país. Já são mais de 15 milhões de torcedores brasileiros acompanhando os 32 times da NFL (National Football League) – atrás apenas dos Estados Unidos (115 milhões) e do México (23,3 milhões).

Diversas razões para o crescimento dessas modalidades

Um dos motivos pelos quais os esportes norte-americanos estão crescendo no país é a possibilidade de apostar nos resultados das partidas em casas de apostas como a Betway.

Essa atividade, que era rara no Brasil até pouco tempo atrás, hoje se tornou um grande motivador de engajamento dos fãs, além de desenvolver todo um mercado nacional de cursos de apostadores experientes voltados a ajudar os fãs a alcançarem bons resultados.

A internet possibilita o acesso a diversos tipos de curso, como os digitais da Biblioteca Viveiros das Letras, e com poucos cliques é possível encontrar desde programas voltados a iniciantes que querem começar a apostar até cursos mais avançados. Fatos que têm feito com que o mercado de apostas esportivas nacional sempre esteja em constante evolução.

Outro grande motivo pelo crescimento desses esportes é o fantasy, modalidade em que os fãs montam equipes de “fantasia” com seus jogadores favoritos e mais bem ranqueados para disputar partidas e campeonatos – tanto entre amigos de forma amadora quanto em aplicativos de modo competitivo.

Esportes norte-americanos crescem e ganham cada vez mais espaço no país
Número de transmissões e espectadores aumentou consideravelmente

Além da chegada das apostas esportivas e do fantasy, que atraem até mesmo entusiastas que não costumavam se interessar por esportes, um dos grandes fatores responsáveis pelo crescimento dessas modalidades é o aumento do número de transmissões realizadas na televisão e na internet.

Esse, inclusive, é um ótimo exemplo de feedback positivo, já que quanto mais transmissões são realizadas mais fãs são atraídos por esses esportes e vice-versa.

Os dados da ESPN, principal difusora dessas modalidades no país, chegam a impressionar. Entre 2014 e 2018, o futebol americano cresceu mais de 20% ao mês, totalizando um aumento de 78% em apenas quatro anos.

Os números em relação à NBA (National Basketball Association) são similares. Somente em 2019, o Brasil apresentou um crescimento de mais de 30% no número de fãs que acompanham regularmente as partidas da modalidade.

O interesse pelos esportes também faz com que haja produção de conteúdo inédito relacionado a eles. A conta do Instagram do ESPN League, programa da emissora dedicado ao assunto, possui mais de 25 mil seguidores, enquanto a do Twitter apresenta mais de 51 mil.

Outros conteúdos, como o documentário The Last Dance, que conta a história do último ano da carreira de Michael Jordan no Chicago Bulls e foi produzido pela ESPN em conjunto com o Netflix, também chamaram a atenção do público nacional. A produção foi tão bem avaliada pela crítica que chegou a ganhar um Emmy.

A Amazon Prime, que chegou ao Brasil em 2016, também conta com diversas séries, filmes e documentários relacionados a esses esportes, com destaque para a série documental All or Nothing, que a cada ano acompanha a jornada de um dos times da NFL durante a temporada e proporciona uma visão exclusiva do futebol americano.

Futuro promete números ainda melhores

O crescimento dos últimos anos foi impulsionado por diversos fatores, sendo que os principais foram as apostas esportivas, a modalidade fantasy, o aumento do número de transmissões e ofertas de programas, que devem continuar atuando de forma significativa nos próximos anos.

Sendo assim, tudo indica que os números atrelados aos principais esportes norte-americanos no país devem crescer ainda mais no futuro e contar com um espaço cada vez maior na vida dos brasileiros.

FONTE: RONDONIAGORA.COM

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Marcio Martins

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RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. 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Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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